Numa declaração difundida no dia 11 de Setembro de 2006, o nº2 da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, anunciara que o Grupo Salafista para a Predicação e o Combate (um grupo terrorista argelino dissidente do GIA) passara a integrar a Al-Qaeda. Em Janeiro de 2007, mudaram de nome para «Organização da Al-Qaeda no Magrebe Islâmico». 11/9 na América, 11/3 na Europa, 11/4 em África…
(…) “estou farto desta homobiologia homem-macaco”
(…) “a teoria do intelligent design é a maior conquista intelectual dos últimos 200 anos”
(…) Será que a universidade permite que do alto de uma cátedra alguém faça proselitismo religioso? Podem os alunos de uma universidade laica ser evangelizados em vez de ensinados?
» («Cátedra ou púlpito?», no De Rerum Natura)Enfim…eu não sei se já tinha dito isto, mas se alguém por aí estiver farto desta Polónia que, sejamos claros(!), desonra a suposta união de valores humanos que é a UE, pode começar por encher a caixa de e-mail do Embaixador da Polónia em Lisboa com a sua indignação mailto:politica.embpol@mail.telepac.pt» («e a novela polaca continua…», no Devaneios Desintéricos)
Diário Ateísta/Pitecos – ZédalmeidaO Presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, anunciou esta segunda-feira que o Irão entrou para o grupo de países que produzem combustível nuclear a nível industrial, ou seja, que já tem pelo menos três mil centrifugadoras a enriquecer urânio.
O desafio à comunidade internacional, infringindo abertamente as resoluções da ONU, é uma provocação que não pode ficar impune. A escalada contínua do regime teocrata visa estimular o nacionalismo persa e, simultaneamente, liderar os xiitas em confronto com a hegemonia sunita da Arábia Saudita.
O ódio a Israel, às democracias e aos EUA, em particular, é o cimento que aglutina as diversas sensibilidades iranianas. O Islão político é a lepra que corrói a paz e despreza os direitos humanos, em especial os da mulher.
Quando o ruído do ódio chega ao silêncio dos cemitérios e o esplendor da raiva explode em autocarros de crianças, não é só o fanatismo religioso que está em causa, é o estertor de uma civilização falhada que se avizinha.
A irracionalidade, a demência e a fé conjugam-se numa mistura explosiva que semeia o caos, a miséria e a morte. Por maior que seja a perversão humana, há níveis que só Deus pode.
A humanidade já tem dificuldade em assegurar a sua sobrevivência em clima de paz. As rivalidades que se exacerbam, as injustiças que se acentuam e a fome que alastra, trazem no ventre a guerra que conduz ao suicídio colectivo. Era escusado o ódio religioso.
Para já, dessa demência da fé que se manifesta num crescendo de proselitismo, é o Irão que urge travar.
DA/Ponte Europa
Durante a vigília pascal, na Sé de Lisboa, o Patriarca Policarpo atribuiu a Deus a fonte da vida – estranha linguagem exotérica que responsabiliza o mito pela existência. É natural que o vinho das celebrações litúrgicas e a noitada na Sé de Lisboa perturbem o discernimento, mas revela enorme ignorância sobre o processo da reprodução.
O Patriarca lembra ainda que «os que não têm fé vivem nas trevas», uma clara mentira. Uns vivem em Lisboa, outros em Évora, Coimbra, Braga ou noutro sítio qualquer. Nas trevas vivem analfabetos, crentes de várias devoções e clérigos de numerosas fés.
Depois da paixão – uma encenação litúrgica em diferido, todos os anos repetida -, veio a visita pascal que um santo de duvidosa conduta, Agostinho, chamou « a mãe de todas as vigílias», expressão que viria a ser usada por Saddam, em sentido bélico, antes da invasão do Iraque, com a célebre frase «a mãe de todas as batalhas».
Terminou a morte e a ressurreição de Cristo. Os adereços são guardados nas sacristias e, no próximo ano, repete-se a encenação para entreter os crentes e fingir que Deus existe.
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