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  • 2 de Fevereiro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

O Islão é pacífico

Atualidade \ África

Soldados na cidade de Maiduguri – AP

01/02/2015 15:41
Esta é a segunda vez em poucos dias que Boko-Haram tenta tomar o controlo de Maiduguri, o que representaria para ele uma grande vitória estratégica e simbólica. A mais recente tentativa tinha sido a 25 de Janeiro, ocasião em que se tinha amparado da Vila de Monguno e de uma base militar.

17 thoughts on “O Islão é pacífico”
  • Molochbaal

    Pois.

    Parece que as religiões trazem a paz…

    Por falar nisso, temos aqui outro exemplo.

    Um dirigente da ação católica belga disse estas frases :

    ” Sou profundamente crente. para mim, Deus é tudo.”

    “Para mim o que conta é a transfiguração da graça.”

    “Na juventude queria ser apóstolo”

    Leon Degrelle, dirigente da Ação católica.

    Ah, esqueci-me de mencionar o resto do currículo, ex dirigente da ação católica e, last but not least, GENERAL SS, comandante da divisão SS belga Walonie.

    Também foi o “pai espiritual” do neonazismo na penísnsula ibérica, onde se refugiou depois da guerra.

    Vejam aqui uma balada neonazi espanhola em honra de degrelle.

    Se acharem a musiquinha demasiado sentimental, passem logo para o final, onde está um epitáfio giro em honra do general SS.

    Reza assim:

    CRISTÃO EXEMPLAR E CATÓLICO PIO

    https://www.youtube.com/watch?x-yt-cl=85114404&v=H3A1Lv6XemY&feature=player_detailpage&x-yt-ts=1422579428

  • Oscar

    A SUBVERSÃO NAZ DO CRISTIANISMO…

    “Una Iglesia Nacional Alemana es hoy el anhelo de millones.La religión de Jesús fue, sin duda, la prédica del amor. Toda religiosidad es efectivamente ante todo también una excitación anímica, que al menos, estará siempre emparentada estrechamente con el amor. Nadie despreciará este sentimiento, él crea el fluido anímico entre ser humano y ser humano. Pero un movimiento religioso alemán que quisiera desarrollarse en una Iglesia Nacional, deberá declarar que el ideal del amor al prójimo debe ser subordinado incondicionalmente a la idea del honor nacional; que ninguna
    acción podrá ser aprobada por una Iglesia alemana que no sirva, en primer término al afianzamiento de la nacionalidad. Con esto ha quedado nuevamente puesto al descubierto el antagonismo insoluble con
    respecto a una concepción que declara abiertamente, que los lazos de la Iglesia están colocados más alto que los lazos de la Nación.No se trata, pues, en la fundación de una Iglesia Nacional Alemana de la defensa de cualesquiera afirmaciones metafísicas, no de la exigencia de tener por verídicos relatos históricos o legendarios, sino de la creación de un elevado sentido del valor, es decir, de la selección de aquellos seres humanos que, junto a toda la multiplicidad de convicciones religiosas y filosóficas, han ganado de nuevo la profunda confianza interior en la propia naturaleza, se han conquistado una concepción heroica de la vida.Las luchas por
    la relación del ser humano y Dios en Jesús, la disputa sobre el amor y la gracia, sobre la inmortalidad o mortalidad del alma, quedan fuera del ángulo de mira de una renovación religiosa germánico-alemana.Con la eliminación de los sermones sobre el siervo y el chivo emisario como Cordero de Dios, la
    designación de Pedro para la fundación de la Iglesia romana, la “plena realización” del Antiguo Testamento, la indulgencia, los remedios milagrosos mágicos, etc., deberá tener lugar una correspondiente modificación
    del rito exterior. Simultáneamente con una gran literatura de esclarecimiento, que deberá ser difundida por los clérigos de la Iglesia Alemana dentro de sus actuales parroquias. Pero de la nueva orientación interior resulta también una modificación aparentemente sólo exterior, absolutamente necesaria: la sustitución de los crucifijos representando la atormentadora crucifixión en las iglesias y en las calles de las aldeas.En el lugar del amor por la sumisión estará —llevado a una fórmula— el amor por el honor. Pero ahora se agrega como lo más imporante lo siguiente: a una Iglesia Nacional Alemana, edificada voluntariamente sobre la idea del honor nacional y de la personalidad, se unirán automáticamente sólo aquéllos seres humanos —no importa a qué Iglesia pertenezcan— que también exteriormente están condicionados en forma preponderante por lo nórdico”

    Alfred Rosenberg, ” El Mito del Siglo XX”

    • Molochbaal

      Sim fifi.

      Rosenberg está apelar a que todas as igrejas cristãs ao ideal nacional socialista.

      A sua proposta de igreja nacional do Reich é básicamente isso. Uma igreja plural, que junte as várias denominações religiosas em volta de um denominador comum, que seria a espiritualidade nórdica.

      Isto num contexto de um país nórdico que quase foi destruído pelas guerras de religião que opuseram as várias igrejas cristãs, até faz algum sentido e muitos líderes cristãos da época acahram que sim.

      O que é que isso tem de especificamente anticristão fifi ?

      Não sejas burro.

      • Molochbaal

        Errata

        Rosenberg está apelar a que todas as igrejas cristãs se juntem ao ideal nacional socialista.

  • Zeca Portuga

    “A seita islamita Boko-Haram “

    É o problema de todas as seitas, seja uma seita islamita em África, seja esta seita ateísta – a da Tasca -, aqui em Portugal.
    Todas as seitas são um problema…

    • Nelson

      Acho que é melhor generalizares um pouco mais: Todas as religiões são um problema.

      Quanto a esta taska, somos bem mais pacificos, mas somos um problema…

      ..um problema para a cristandade!!! Pois como é possível deus ter deixado existirem ateus, como???

      🙂

      • Romeu

        Vós um problema para a humanidade e para a sociedade. Para a cristandade não sois nenhum problema, Pelo contrário: se atacais uma religião apenas a ajudais a crescer.

        O efeito dos ataques ateus é o contrário do que tu estás aqui a tentar passar. Ninguém, absolutamente ninguém, se “converterá ao ateísmo” quando atacardes a religião, porque o efeito do ataque aos elementos culturais de um povo é, sem excepção, a união em prol da sua defesa.
        Assim o dizem os antropólogos, os sociólogos, os historiadores e as estatísticas conhecidas.
        É por não entendermos isso que se dão estas reacções do islamismo, nomeadamente o seu crescimento em todo o Ocidente, incluindo na Europa Nórdica.

        O vosso efeito sobre a humanidade e a sociedade, sim, é um grave problema. Não precisas de mais, vê a insegurança e os acontecimentos de França.
        Enquanto existir alguém que entende que poder maltratar alguém de forma impune e que isso é uma manifestação de liberdade, a sociedade responderá com esta reacção alérgica (a violência) e tentará criar anti-corpos (produzirá efeitos contrários)

        • Nelson

          Ninguém, absolutamente ninguém, se “converterá ao ateísmo”

          Sim tens razão, não existe conversão ao ateismo 🙂
          Eu, já fui católico, por imposição parental, mas DESCONVERTI-ME da releigião.

          Estás enganado, quando dizes que ninguem abandonará a religião. Isto está a acontecer em grandes números, só quem não quer ver é que não vê.

          A religião está condenada a desaparecer, como estão todas as superstiçoes…

          RELIGIÃO É ESCRAVIDÃO INTLECTUAL!!!

          • Molochbaal

            Nãom ligues, o palhacito ora diz que ninguém abandona a religião, ora diz que os ateus estão em todo o lado, controlam a igreja e até dominaram a inquisição e a monarquia catolica.

            Estás a falar com um palhacito.

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