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  • 2 de Fevereiro, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Corrupção no Vaticano sem emenda

Arcebispo que promoveu cortes no Vaticano denuncia corrupção

O arcebispo Carlo Maria Vigano, secretário-geral do Vaticano até 2011, denunciou no ano passado, em cartas enviadas ao papa Bento XVI, a “corrupção” e a desordem observadas na administração do menor Estado do mundo, informaram nesta quarta-feira meios de comunicação italianos. O Papa nomeou Vigano como núncio apostólico nos Estados Unidos em agosto de 2011, uma promoção interpretada como um castigo para o prelado, conhecido pelo rigor na gestão do Vaticano durante dois anos.

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20 thoughts on “Corrupção no Vaticano sem emenda”
  • HAMONBAAL

    Of course.

    Os católicos que tentam limpar o chiqueiro do vaticano são castigados pelos papas.

    Os curruptos como Marcinkus são protegidos pelos papas.

    E quando apareceu um papa diferente, que se propunha acabar com a corrupção, deram-lhe logo um cházinho de urtiga, à meia noite, para não meter o nariz onde não é chamado.

    E é isto o “farol moral da humanidade”.

    • HAMONBAAL

      A morte de João Paulo I e a perseguição à teologia da libertação provavelmente podem ser lidas no mesmo contexto.

    • Anónimo

      as acusações contra o vaticano são uma farsa montada pelo complô judeu-maçon-comunista

    • Anónimo

       http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5591582-EI8142,00-Papa+pede+que+fieis+pratiquem+castidade+pobreza+e+obediencia.html

    • Anónimo

       mais escandalo de corrupção… o vaticano está sendo processado por receptar e lavar o dinheiro roubado pelos nazis croatas (ustasha)…. e claro… a cumplicidade ativa com o banho de sangue!
      http://www.vaticanbankclaims.com/

    • antoniofernando

      A tua concordância com a lapidação da iraniana Ashtiani não consegue apagar a imagem do grande reaça que és.

      Além do mais, precisas de aprender a escrever em português escorreito.

      Essa dos ” curruptos” manchou-te o discurso tótó.

      Ias tão bem embalado…

      • HAMONBAAL

        Uh !

        Vejo que continuas atento ao conteúdo do discurso.

        Se estivessemos face a face, quando eu falasse, podias fazer comentários ao meu casaco, corte de cabelo, combinação da cor das meias com a camisa, etc etc.

        • HAMONBAAL

          Eu até vou ter mais atenção e dar MAIS gralhas e erros, de propósito.  

          Que é para teres mais pretextos para desviar a conversa quando se discutem os podres da camarilha que domina o vaticano.

          • Anónimo

             a igreja não tem muito apegos aos perdedores, desfavorecidos e marginalizados.

          • HAMONBAAL

            Sim, mas o facto de a igreja trair os ensinamentos de cristo, fazendo panelinha com os ricos contra os pobres não afecta nada os fifis.

            O que os afecta é que começaste a frase com letra minúscula.

            Até pode não os afectar, mas dá para desviar a conversa.

          • Anónimo

            exato…. a igreja costuma trair os proprios “irmaos cristaos” quando surge interesses maiores e “realpolitik”

          • Anónimo

             o vaticano é mestre e doutor em REALPOLITIK

          • Anónimo

             uma escritor alemão disse que o apego do vaticano aos Estados fracos e perdedores foi sempre menor do que o apego aos Estados poderosos e vitoriosos.

          • Anónimo

             até Portugal.. pais “muito querido” pelo papado, foi chutado pela igreja…
            ex: quando Portugal foi tomado por Napoleão… muitos prelados… inclusive portugueses começaram a dizer: Vive la France…

          • Anónimo

             Os fifis são pessimos estudantes de historia. Descobri que o piedoso czar e o clero ortodoxo reprimiam a minoria catolica no Imperio Russo(especialmente polacos e lituanos). Estranhamente os fifis lamentam o martirio dos nobres e sacerdotes ortodoxos na URSS.

          • HAMONBAAL

            Tu tens de ver que aos fifis, neste momento interessa-lhes ignorar os seus achaques com as outras seitas, porque o seu inimigo principal é a sociedade laica.

            Mas podes estar descansado.Se a conseguissem destruir depressa se voltavam a  atirar ao pescoço uns aos outros.

          • Anónimo

             os fifis tambem ignoram este fato… o massacre de ucranianos pelos polacos e vice-versa. Em ambas ocasiões, igrejas católicas e ortodoxas foram arrasadas, pois ambos os lados acatavam “ordens de deus”. O governo polaco, mui católico, destruiu várias igrejas ortodoxas.Outras foram convertidas em católicas.
            Em 1943, o UPA, grupo ultranacionalista ucraniano, se vingou dos poloneses.Chegaram a esquartejar e crucificar os padres, queimar igreja cheia de pessoas e outras atrocidades. Ah… mas foi Deus que mandou.
            http://es.wikipedia.org/wiki/Masacre_de_polacos_en_Volinia

          • Anónimo

            descobri que o santinho Pio XII armou um escandalo quando a URSS atacou a Finlandia. Chegou a qualificar o ato de “a agressão mais cínica dos tempos modernos”
             mas o mesmo Pio XII foi conivente com as invasões alemãs e italianas. Afinal… Hitler e Mussolini eram bons cristãos… ao contrário do porco do Stalin.

            http://pt.scribd.com/doc/79708833/La-Politica-de-Los-Papas-en-El-Siglo-XX-II-Karlheinz-Deschner-parte-2

            Y cuando en la mañana del 30 de noviembre de 1939 la URSS invadió Finlandia lanzan-do un ataque aéreo contra Helsinki y otras ciudades, bombardeando con la artillería naval lacosta finesa meridional y haciendo avanzar el ejército rojo, el papa no se envolvió en su si-lencio como hizo cuando Alemania atacó Polonia. Al contrario, condenó de modo abierto ysin ambages la agresión y en su alocución navideña fustigó el «bien premeditado ataque co-ntra un país pequeño, laborioso y pacífico, bajo el pretexto de una amenaza que ni existe, nise calcula, ni tan siquiera es posible». Ahora estigmatizó las «crueldades vengan de la parteque vengan», «el uso de medios destructivos incluso contra los no combatientes y los fugiti-vos, contra los ancianos, las mujeres y los niños; la falta de respeto a la dignidad humana, a lalibertad y a la vida, fuente de donde surgen actos que hacen clamar venganza (!) ante la faz deDios…».Con mayor virulencia aún demonizaron los medios de difusión vaticanos las «agresivasintenciones de Rusia». «Esta fechoría, fríamente calculada, no tiene par», afirmaron, califi-cando aquel ataque ordenado por Stalin de «la agresión más cínica de los tiempos modernos».Difundieron que el gobierno de la URSS procedía «según las leyes de la jungla» y al comisa-rio soviéticos para asuntos exteriores, Litvinov, que representaba a Rusia en Ginebra —en lasesión del 14 de diciembre de 1939 fue expulsada de la Sociedad de Naciones— lo adjetiva-ron de granuja consumado, de antiguo miembro de una banda internacional de estafadores debancos. Simultáneamente, la prensa y la radio vaticanas abogaron enérgicamente por el apoyomoral, material, militar incluso, de Finlandia y Pío XII envió personalmente a Helsinki «con-siderables» sumas de dinero para los afectados por la guerra.

          • Anónimo

             mais outro belo episodio de amor e fidelidade católicos
            http://pt.scribd.com/doc/79708790/La-Politica-de-Los-Papas-en-El-Siglo-XX-I-iKarlheinz-Deschner-libro-I
            Los zares habían reconocido, tiempo ha, cuan valiosa era la alianza de los papas en lalucha contra todas las corrientes subversivas. Y si en su día se ofreció a la clase burguesa,ya dominante en Francia, para frenar el ascenso del proletariado, León no desaprovechabapor otra parte la ocasión de ensalzar una y otra vez la fuerza antirrevolucionaria de la igle-sia romana, loándola como salvaguardia del orden vigente. Algo que en el Oriente se sabíaapreciar en su justo valor y tanto más en un decenio en el que, en 1872, aparecía en ruso elprimer volumen de la obra maestra de Marx, «El Capital», y se comenzaba a organizar, en1878, el Partido Socialdemócrata Ruso y en el que fracasaron todos los intentos de dominarla situación revolucionaria.Aparte de ello, León podía ofrecer —y no anduvo nada remiso en el uso de esa posibi-lidad— el amansamiento de millones de católicos polacos, quienes, por cierto y mostrandoprecisamente un estrecho apego a la Roma papal, buscaban por su parte apoyo contra Ru-sia. No obstante, del mismo modo que Pío XII traicionaría a esta nación polaca en 1939,antes de la invasión alemana de la misma, entregándola a sangre fría a la Alemania nazi,también León XIII estaba dispuesto a la traición, resuelto a quebrantar la resistencia de lospolacos contra el régimen del zar, sacrificando su libertad a su propio objetivo, el mismoque se propusieron sus sucesores. Si algo había que resultase de la conveniencia del gobier-no zarista, empeñado continuamente en unificar el imperio y en rusificar a todas las etnias ycreencias ajenas a él, era precisamente que tascasen el freno a los polacos. Y es que éstos,durante el siglo XIX y por dos veces, habían hecho tambalearse al estado zarista con gran-des levantamientos. León prometió realmente que impondría a los obispos y religiosos ca-tólicos de Polonia el deber de sometimiento incondicional al zarismo, acentuando que usaría «siempre de su ascendiente para insuflar a los polacos obediencia frente a las leyes y fidelidad para con su soberano».

    • Anónimo

       veja um belo exemplo do amor do vaticano aos paises catolicos….
      http://pt.scribd.com/doc/79708790/La-Politica-de-Los-Papas-en-El-Siglo-XX-I-iKarlheinz-Deschner-libro-I
      “El nuevo antagonismo germano-inglés, que comenzó entonces a perfilar-se gradualmente y a determinar la política europea, mermaba considerablemente la impor-tancia de la Triple Alianza y ponía especialmente en peligro a Italia con sus largas y des-protegidas costas. Además, el imperio mundial británico, con sus gigantescos territorioscoloniales, abría un enorme y tranquilo campo de operaciones a la misión universal delVaticano. Como contrapartida, el papa debía, con ayuda de su clero, secundar a Inglaterratanto en la opresión de los pueblos colonizados como —lo que constituía una ostensibletraición— en la represión del alzamiento nacional de la católica Irlanda. «La administracióninglesa y la misión católica unidas en la explotación colonial. Ello significaba para el
      Empi-re
      una tremenda ventaja y para la Iglesia católica y Romana un gran aumento de poder. Enese campo, Alemania no tenía mucho que ofrecer al Vaticano, pues había llegado tarde alreparto del mundo».”

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