“Porque quando acreditamos em Deus chama ter Fé, e quando acreditamos em amuletos se chama Superstição?”Amundsen em “O Mundo de Sofia” de Jostein Gaarder
Esse livro, como também os do pústulo cuvelho (que foi ‘abençoado’ pela mídia mesmo dizendo que era craque no plágio, e conta estorinhas místicas), é farsa vestida como “filosofia” — pra pegar os que tentam se livrar dos bueiros de engôdos, a corja que mete a mentirada disso de fuligem-espírito na cabeça das pessoas, sempre arranja um jeito de enfiar esse livro como “bom”. Os ateus, sem-crenças, estão na mira; fora das senzalas-mistas vigiadas e dominadas é que os feitores de escravos não podem deixá-los; e eles espreitam-nos… não é?
Vc já entendeu. A ‘verdade’ deles é a MENTIRA. A gente fica estarrecido, pois depois que a inoculam em qualquer um de nós, a mente acaba. Tem uma dica pra os sem-crenças. Mantenham os banheiros limpos, muito limpos. Em um pote, deixem lá 1/5 de água sanitária e 4/5 de água. Evitem ensopar o nariz de urina e cocô de cachorro (parece que isso é um “canal” que solapa nosso órgão perceptivo-olfativo e desorienta nosso raciocínio). No mais, vc e o Ateu Sim e Daí, cuidado, o Esperança sabe se cuidar; procure um modo de fazer crédito com amigos, pois se cismarem com vocês, nem com internet, nem banco (isso então nem se fala), se pode contar. Prestem atenção nas mentiras. Por exemplo, se dizem, caçoando ou com tom falsa consternação: “Não se pode remar contra a maré”; isso é tipo aquela frase escrota com que enganam os espíritas, “daí-me forças para suportar o que não posso mudar” (ou seja, dai-me força pra ser covarde); acontece que exatamente a correnteza contrária por mais forte que seja não vence o intrépido e o desbravador, pois é da Natureza o modo de potencializar o ímpeto do que impulsiona-se contra a indolência; se não entende, cito o espermatozóide. Quem vem com essa retórica (que escutamos muito na década de 2000-2010) é o que tem nos forçado a esse estado lastimável de impotentes-covardes-submissos-controlados. Vamos mudar isso aí.
Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que elas exigem, é cair na superstição. (Catecismo da Igreja Católica, 2110 – 2111)
Um chefeta da mídia já sabe que estamos informados e expediu um “aviso” para o “pessoal da iluminação” ter de ficar mais “ligado” no foco do “olho” do “staff” que “trabalha” as notícias, e etc. Eles vão se mexer, mas não há como fugir da atenção das mentalidades conscientes que sabem os conceitos que os tira de onde estiverem escondidos. Sabemos o que está se passando … não vão nos atolar num pântano como na idade média, e nem continuar a dominar completamente nossos esforços, nosso dinheiro, nossa vida.
O ponto 2 está errado, nós temos consciência, esta chega-nos devido a um cérebro evoluído esse cérebro é apenas matéria, não é matéria consciente, apenas matéria, é claro que para a época essa ideia poderia fazer sentido, mas podemos usá-lo se concorda tanto. Se aquilo que nos torna conscientes é matéria sem consciente então aquilo que deu origem ao universo também o é. Continua a concordar com o raciocínio ou de repente deixou de concordar?
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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12 thoughts on “Superstição”