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  • 12 de Dezembro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

Vaticano quer falsificar a história

A excomunhão do padre Hidalgo

58 thoughts on “Vaticano quer falsificar a história”
  • Anónimo

    Se alguém,circunscrito em qualquer sector ideológico, pensa que eu alguma vez deixarei de censurar toda e qualquer injustiça ou tirania, onde quer que ela radique, está muito enganado. Serviçais são apenas aqueles cegamente obedientes às diversas confrarias dogmáticas ou proselitistas,em que se enquadram,e que se eximem a criticar o que nelas esteja eticamente errado. Para bom entendedor, meia palavra basta…

    Aqui está a minha resposta: não é preciso ir tão longe,à excomunhão do padre Hidalgo. Em Portugal ocorreu um dos mais vergonhosos momentos excomunhais: a do notável Agostinho da Silva, por se ter insurgido contra aqueles que tinham também Deus nos lábios mas práticas contrárias na sua acção clerical.

    Estou aqui, como sempre estive: só e ideologicamente desalinhado. Só obedeço à voz da minha consciência. E quem não gostar,habitua-se…

    http://www.antena5.org/sartigo/index.php?x=4195

    • Molochbaal

      “Serviçais são apenas aqueles cegamente obedientes às diversas confrarias dogmáticas ou proselitistas,em que se enquadram,e que se eximem a criticar o que nelas esteja eticamente errado.”

      Sim ?

      Então quando vais começar a pedir desculpas por ajudar a espalhar uma epidemia mortal ?

      E já pedias também desculpas pela idiotice de considerares o papa mais habilitado para dirigir a saúde pública do que a OMS ?

      • antoniofernando

        De nojo em nojo, vais enojando este blogue.És um asco. Mas é como já te disse: nem imaginas o quanto me divirto em ver-te espumar constantemente pelas beiças… 🙂

      • Anónimo

        Sakineh Ashtiani diz- te algo ?
        Eu refresco-te a memória:
        Seria uma das mulheres que tu apedrejarias até à morte se primeiro não te estourassem o focinho.
        Esta é a única linguagem que tu conheces e mereces…

        http://www.timesoftheinternet.com/briefs/tag/sakineh-ashtiani/

        • Molochbaal

          Sim, se realmente assassinou o marido merece a morte.

          Se não assassinou não merece.

          Isto chama-se justiça.

          O que tem isso a ver com um assassino como tu contribuir para a morte de milhões de inocentes com campanhas cretinas contra o preservativo em plena epidemia de sida ?

          Bem, num certo sentido até terás razão.

          Como contribuis para a morte de milhões, também acho que devias ser chamado à justiça.

          • RedBloc

            Se assassinou o marido merece a morte.
            Mas que caralho de comentário é este?
            Ele neste sítio aparece cada um. Agora só cá faltavam extremistas machistas. Foda-se. Dá-se…

          • Molochbaal

            Olá RedBloc.

            Falei no marido assim como teria falado na vizinha ou na prima, se tivesse assassinado a vizinha ou a prima.

            Já agora, redbloc tem alguma significação comunista ?

            É que a maior parte dos regimes comunistas praticaram a pena de morte para casos como este.

          • RedBloc

            A essa questão, já deveras vezes aqui colocada a propósito de diversas opiniões minhas, já em tempo respondi.
            Quanto às tuas observações, duas pequenas anotações.
            Considero extraordinariamente leviana a forma como tratas e valorizas a vida em sentido amplo.
            Adivinho aqui alguma juventude ainda pouco caldeada pelo peso do tempo. E se bem que aprecie o sangue na guelra, confesso que o vejo com melhores olhos, quando empregue na defesa de valores humanistas.
            Quanto aos regimes comunistas, apetece-me perguntar: e? Sim, e depois, o que é que isso tem a ver?
            A pena de morte não assume melhor ou pior significado, tendo em atenção quem a pratica. Pode é dizer-nos muito sobre quem a tolera. E no caso em questão diz-nos mais sobre a cultura e tradição dos povos dos países onde foram ensaiadas as primeiras tentativas (logradas) de construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, do que a ideologia em si. Aliás, concordarás que não seja fácil encontrar, nos documentos e trabalhos em que se baseiam as teorias marxistas e restante ideário comunista, elementos que consubstanciem a pena de morte como elemento integrante de tal ideologia.
            O que não significa que muitos tenham sido aqueles que acharam, acreditaram e levaram à prática a morte, como meio de atingir um fim conotado com a ideologia comunista ou socialista. Mas quanto a esses não me ouvirás nunca a defesa, apesar de também não me deixar levar assim tão facilmente pela propaganda difundida pela comunicação sistémica, a mesma que, curiosamente ou não, é tão querida para com os fenómenos religiosos e também tão simpática para com a quantidade nada irrelevante de democracias liberais que há muito rasgaram a carta internacional dos direitos humanos e de forma bastante ostensiva.
            Por um mundo mais fraterno, justo e solidário sempre. Acreditando que o caminho a percorrer será substancialmente diferente daquele que actualmente trilhamos. Acreditando que todos os seres humanos têm direita à sua religiosidade, assim com eu tenho direito ao meu cepticismo. defendendo com unhas e dentes a não ingerência dos religiosos na vida das pessoas da forma ordinária e brutalmente intrusiva, como o continuam actualmente a fazer.

          • Molochbaal

            Ok pronto, não te chateies.

            Concordarás apenas que, se realmente conheces a teoria com que te identificas, ela prevê expressamente o uso da violência, por vezes do terrorismo, como forma de alcançar a tal sociedade ideal. Marx e Engels prevêm o uso da violência para alcançar os seus objectivos, Trotski teoriza abertamente o terrorismo.

            Isto é a tua ideologia.

            Passando a teoria à prática, Lenine assassinou a família real, crianças incluídas, Estaline, Mao, Pol Pot, mataram milhões. Fidel castro fuzilou o genro. Repara que não estamos a falar de simplesmente “muitos” mas dos principais líderes mundiais do comunismo.

            Esta foi a prática.

            Depois disso vires dizer que eu sou leviano e imaturo por ser a favor da pena de morte para assassinos não deixa de ser extremamente divertido.

            O que talvez não estejas habituado é à minha franqueza que me leva a recusar as máscaras “humanitárias” com que as diversas ideologias mascaram os seus crimes.

            Depois disso vires dizer que eu sou

          • RedBloc

            Onde é que a teoria marxista prevê o uso expresso da violência, por vezes do terrorismo?Perdoa-me a ignorância…
            Marx e Engels prevêm o uso da violência. Ora aí está uma inflexão, uma nuance interessante. Ao nível da mais refinada retórica que por outras bandas se usa, mas ainda assim…
            Todos somos capazes de prever a violência e em casos específicos, nos conformarmos perante a sua existência .
            Eu sou contra a pena de morte, considerando que o Estado, a sociedade não pode dispor da vida dos seres humanos. (ponto final, mesmo!). Não quero com isso dizer que não seria capaz de matar e não vejo aqui qualquer contradição. Mais também te digo que ser-se contra a pena de morte, não me impede de achar que há por aí muito cretino que não merece o ar que respira. Faço-me entender?
            Quanto aos personagens que citaste já o referi: não será a sua filiação ideológica ou religiosa que determinará univocamente o seu carácter. Antes assim fosse.
            Quanto ao mais parece que acertei.
            Acredito, porque no que toca aos homens e à humanidade sou crente, acredito pois que dado o posicionamento politico-filosofico que te adivinho, ainda virás a perceber o alcance e o valor que a vida de outros seres humanos tem.
            Quanto ao comunismo, ao socialismo, ao marxismo e afins, não tenho a veleidade de converter quem quer que seja, não enfermando do proselitismo que por estas bandas abunda.

          • antoniofernando

            Oh tão humanista, tão sensível, tão evoluído, tão ” justo”. Deviam-te pendurar uma corda ao pescoço, estando inocente, que era para ver se na hora do aperto defendias a pena de morte, ó miserável…

          • Molochbaal

            Eu nunca disse que era sensível ou humanista. Simplesmente porque não sou. E como também não sou como tu, não vou fingir que sou uma coisa que não sou.

            Já aqui reconheci que sou a favor da violência, em certos casos.

            Mas podes estar descansado, eu não contribui para a morte de milhões de inocentes como tu fazes todos os dias quando alinhas nas campanhas dos fanáticos religiosos contra o preservativo.

            Reconheço-te a primazia no assassínio.

          • antoniofernando

            “Como contribuis para a morte de milhões, também acho que devias ser chamado à justiça”

            Pena que não te conheça pessoalmente, senão fazia-te engolir o insulto pelas goelas abaixo…

          • Molochbaal

            OHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

            Saltou-lhe o verniz !

            Agora já ameaça com pancada !

            Afinal tantas citações de Agostinho da Silva para acabar a parafrasear o Zecatuga.

            E tudo paenas por eu dizer a verdade.

            Tu ÉS um assassino de massas.

          • RedBloc

            Ó cretino, já te disse mais que uma vez, para não te amandares a outros.
            Eu estou em primeiro.

          • antoniofernando

            LÊ Ó VELHACO:

            “Tu és tão reles que distorces sempre a teu bel prazer as posições que eu sustento. E,na temática do preservativo, fazes o mesmo. Mau carácter é sempre assim: não tens emenda. O que eu defendi e mantenho é a adesão à profilaxia feita no Uganda e que tão bons resultados obteve na diminuição da pandemia da Sida: incremento das relações de fidelidade sexual, diminuição das relações promiscuas e uso concomitante do preservativo. Foi isso que eu sustentei e reafirmo. E que nada tem que ver com questões de ” moral sexual”, mas de profilaxia social. Só um irresponsável como tu é que não quer ver que essa é a única política séria de diminuição da pandemia. E também demonstrei, com argumentos consistentes, que há doenças sexualmente transmissíveis, que o preservativo não consegue evitar, porque não estão exclusivamente dependentes de penetração genital: caso do herpes genital, sifilis e hepatite B, mas que, contudo, a proximidade das relações íntimas propicia. Tu sabes disso mas fazes- te desentendido. Por isso, se alguém assume objectivamente condutas criminosas são aqueles Apóstolos do Latex apologistas do ” fodam à vontade mas usem preservativo”. É o teu caso. A tua mulher não esteve para te aturar e fez ela senão bem. Agora queres papar muitas garinas depiladas na Floresta dos Carnutos ou como serviçal do Palácio de Buckingham. E como és intelectualmente desonesto vens para aqui novamente distorcer tudo o que eu defendi e mantenho a propósito da profilaxia social mais adequada à não proliferação de DSTs Mas, como vês, acabo sempre por te desmascarar 🙂 “

          • JoaoC

            E quando pedes desculpa à espécie humana por defenderes que ela se deve portar como um animalzinho??

        • Molochbaal

          Sim, se realmente assassinou o marido merece a morte.

          Se não assassinou não merece.

          Isto chama-se justiça.

          O que tem isso a ver com um assassino como tu contribuir para a morte de milhões de inocentes com campanhas cretinas contra o preservativo em plena epidemia de sida ?

          Bem, num certo sentido até terás razão.

          Como contribuis para a morte de milhões, também acho que devias ser chamado à justiça.

      • antoniofernando

        Tu és tão reles que distorces sempre a teu bel prazer as posições que eu sustento. E,na temática do preservativo, fazes o mesmo. Mau carácter é sempre assim: não tens emenda. O que eu defendi e mantenho é a adesão à profilaxia feita no Uganda e que tão bons resultados obteve na diminuição da pandemia da Sida: incremento das relações de fidelidade sexual, diminuição das relações promiscuas e uso concomitante do preservativo. Foi isso que eu sustentei e reafirmo. E que nada tem que ver com questões de ” moral sexual”, mas de profilaxia social. Só um irresponsável como tu é que não quer ver que essa é a única política séria de diminuição da pandemia. E também demonstrei, com argumentos consistentes, que há doenças sexualmente transmissíveis, que o preservativo não consegue evitar, porque não estão exclusivamente dependentes de penetração genital: caso do herpes genital, sifilis e hepatite B, mas que, contudo, a proximidade das relações íntimas propicia. Tu sabes disso mas fazes- te desentendido. Por isso, se alguém assume objectivamente condutas criminosas são aqueles Apóstolos do Latex apologistas do ” fodam à vontade mas usem preservativo”. É o teu caso. A tua mulher não esteve para te aturar e fez ela senão bem. Agora queres papar muitas garinas depiladas na Floresta dos Carnutos ou como serviçal do Palácio de Buckingham. E como és intelectualmente desonesto vens para aqui novamente distorcer tudo o que eu defendi e mantenho a propósito da profilaxia social mais adequada à não proliferação de DSTs Mas, como vês, acabo sempre por te desmascarar 🙂

        • Molochbaal

          A profilaxia do Uganda, meu animal, já aqui apresentei provas, umas dez vezes, de que seus resultados são mais do que duvidosos.

          Mas como és um animal supersticioso preferes seguir as orientações de um governo corrupto do terceiro mundo, que até já pensou em condenar os homosexuais à morte, em vez do órgão mais prestigiado da comunidade médica internacional, a the lancet. Isso é típico em numa besta como tu. Afinal consciência é coisa que não mora aí.

          A “abordagem” do Uganda é simplesmente acabar com o sexo fora do casamento.

          Se achas que isso é possível és ainda mais estúpido do que eu pensava.

          Qual é então a tua “solução” para os 80% da população que ainda não casaram, são celibatários ou divorciados ?

          Orações ?

          O que se passa é que procuras uma desculpa para justificar os teus instintos assassinos de fanático religioso.

          “É o teu caso. A tua mulher não esteve para te aturar e fez ela senão bem. ”

          A tua compreensão pelos problemas humanos é enternecedora.

          Sim, metade dos casamentos dão em divórcios.

          O que fazem as pessoas depois ? Deixam de ter sexo ?

          Meu fanáticozinho de merda, porque não propões também a extinção do tráfego automóvel como forma de acabar com os acidentes de automóvel ?

          É que tens umas mil vezes mais possibilidades de morrer num acidente de viação do que morrer de doença venérea se usares convenientemente um preservativo.

          Não propões porque andar de carro dá jeito e a própria proposta é ridícula não é ?

          Mas para justificarem as vossas taras anti-sexo já tudo é permitido, por mais ridículo e asqueroso que seja não é ?

          Já agora junta-se numa campanha com a merda do teu governo católico do uganda para condenar os homosexuais à morte.

          • JOAOc

            Este qualquer dia tem um AVC, de tantos nervos…. Que te fizeram, homem?

            XANAX 🙂

          • Molochbaal

            Tens razão.

            A hipocrisia de gente como tu põe-me doente.

            Não sei como fazes para te aguentares a ti mesmo. Eu, se estivesse na tua situação, vomitaria convulsivamente se me visse ao espelho.

            Por falar nisso, tens denunciado muitos crimes dos comunistas ultimamente ?

            E ao mesmo tempo, tens escondido muitos crimes da igreja também ?

            É essa tua mistura de hipocrisia concentrada que me dá cabo do estômago. Antes a companhia de um balde de merda do que de um ser assim.

            Já devia haver uma aspirina para isto.

      • antoniofernando

        Depois, ó hipócrita e mesquinho, se estivesses verdadeiramente empenhado no combate à Sida, porque é que tu e os teus comparsas, Apóstolos do Latex, não desalavancam os cus e vão para o terreno social africano lutar consequentemente contra a pandemia ? Seria uma forma de se mostrarem consequentes. Os Apóstolos de Cristo, esses, deram as vidas pelos seus ideais. Mas tu não vais para África porque andas a acarretar pedras para lapidares todas as Sakineh que forem alvo de propósitos de lapidação. Contudo, é só porque és muito ” bonzinho”. O que farias se fosses mau. Provavelmente se fosses adepto de Moloch, também aplaudirias o sacrifício crianças.Pobres coitados daqueles que também te aplaudem.Que nojo…

        • Molochbaal

          Yap, primeiro contribuis para que fiquem doentes, depois dizes para os outros os irem ajudar.

          És nojento.

    • Molochbaal

      “Só obedeço à voz da minha consciência.”

      Isto nem parece de quem anda a fazer propaganda contra o preservativo em plena epidemia de SIDA.

      É a tua consciência que te manda contribuir para espalhar doenças mortais ?

      Eu pensava que eram resquícios de superstições medievais. Mas se é mesmo a consciência então o caso é ainda pior. Porque se a tua consciência te manda ser um criminoso então tens uma alma verdadeiramente demoníaca. Na volta, segundo a tua própria mitologia, foste enviado pelo tinhoso para ajudar a espalhar doenças mortais entre os homens. Perrcebeste a piada ?

      • antoniofernando

        Percebi que te incomodo muito mais do que pensava.Que não consegues conciliar o sono desde que, há muito, te venho desmascarando, como um tipo verdadeiramente asqueroso. Aliás, que esperar de alguém que, como referências ideológicas toma Moloch e Baal ? Tu conduzes-te pelos baixios da condição humana no mais miserável e mesquinho que já vi. Mas podes continuar a contar comigo: não vais passar incólume. E repito-te o mesmo de sempre:aqui no “D.A.” consegues ser sempre o pior…

        • Molochbaal

          Se te estás a referir ao sacrifício de crianças a Molochbaal podes estar descansado.

          O papa, tu e os outros cabrões já conseguiram matar muito mais crianças com a campanha contra o preservativo do que os adoradores de Moloch. Vocês têm a palma, vão muito à frente. Moloch ao pé de vocês é um menino.

          • AST

            Aí não foi o Papa, pois o papa aconselhou a que isso não acontecesse.

            Ao contrário, ateus/agnósticos pró aborto matam uma criança a cada dois segundos. è muita coisa, não achas?

    • antoniofernando

      “São meus discípulos, se alguns tenho, os que estão contra mim; porque esses guardaram no fundo da alma a força que verdadeiramente me anima e que mais desejaria transmitir-lhes: a de se não conformarem”.

      (Agostinho da Silva )

      • antoniofernando

        ” A função própria da inteligência exige uma liberdade total, implicando o direito a tudo negar e nenhuma dominação”

        Simone Weil

        • Molochbaal

          Ok. Já que usas os filósofos para tudo, mesmo para assuntos nos quais eles nunca se pronunciaram, vai até ao fim.

          Porquê seres só contra o preservativo ?

          Leva o conceito de “liberdade” total de Weil, ao direito de não escovares os dentes e de não limpares o cú. Afinal tem tanto a ver uma coisa como a outra com o que está a ser discutido. E sempre é menos criminoso, porque se convenceres alguém a deixar de limpar o cú, ainda assim terá menos hipóteses de morrer de uma doença do que se deixar de usar preservativo.

          PS

          Outro coisa de que poderias usar, nada abusivamente claro, os conceiots libertários de Weil e agostinho da Silva seria pregares o desrespeito pelos sinais de trânsito. Aí talvez já conseguisses provocar mais mortos do que pregar contra o preservativo. O que seria uma grande vitória para ti. Mais almas para o senhor, tudo apoiado em citações filosóficas de que, se o seus autores soubessem para que estavam a ser usadas, até davam três voltas no túmulo.

          • antoniofernando

            É o que te digo. Quanto mais espumas de raiva mais me fazes rir…:)

      • Molochbaal

        Já tinha reparado que és perito em copy pastes que não têm nada a ver com nada.

        Portanto, seguir as superstições e ordens do vaticano é ser “inconformado”, mas seguir as indicações da OMS em questões de saúde é ser um rebelde.

        Eu diria que seria mais ser idiota do que inconformado.

        Alguém que faça propaganda contra escovar os dentes é um rebelde ? Até pode ser, mas acima de tudo será um cretino.

        Quanto a Agostinho da Silva, que pregava a necessidade de não insistir em convencer alguém é um abuso um fanático conflituoso como tu dizer-se da sua tradição.

        Vejamos algumas citações de Agostinho:

        “Nenhum de nós poderá, num momento qualquer, garantir que a sua doutrina seja a que encerre a verdade; os desmentidos surgem a cada passo, as incertezas vão sendo mais fortes è medida que se penetra com maior informação e mais atenta inteligência no mundo que nos cerca.”

        “Ser intransigente com os outros não tem grande sentido; eles são o que podem ser e creio bem que seriam melhores se o pudessem; a Natureza ou o meio lhes tiraram as condições que os levariam mais alto; não os devo olhar senão com uma íntima piedade.”

        Consegues conciliar isto com a atitude do palhaço de merda que passa a vida a chamar despresível javardo nacionbal-porreirista a toda a gente ?

        Essas tuas constantes colagens a filósofos de que claramente nada entendeste da obra pode impressionar muito o esperança, que dá muito valor às aparências, mas apenas realça a tua pretenciosidade bacoca.

        • Molochbaal

          Errata

          Portanto, seguir as superstições e ordens do vaticano é ser “inconformado”, mas seguir as indicações da OMS em questões de saúde é ser um reles “conformado”.

        • antoniofernando

          Blá-blá-blá.Pareces um patinho a debitar quás-quás… 🙂

          Vai ao menos aprender português, ó javardo:

          ” despresível” e ” pretenciosidade” só mesmo vindo de um panfletário mesquinho, ignorante e inculto como tu.

          E continuar a insistir na tecla do preservativo, nos termos deturpados em que insistes, depois de, mais uma vez, ter esclarecido aqui a minha posição sobre matéria de profilaxia social, só mesmo de um reles desonesto como tu.

          Idiota ? Sim, também aqui no “D.A.” és mesmo o pior…:)

          P.S. E alguém tem culpa que a tua mulher se tenha posto a milhas de ti ?…:)
          Chora baba e ranho aí no teu cantinho…:)

          • Molochbaal

            Sim, já disse que escrevo à pressa e passam erros e gralhas de que só faço erratas se não der para perceber o texto.

            Mas é melhor isso do que extensas citações de filósofos usadas de modo abusivo em situações que nada têm a ver para justificar com a liberdade comportamentos assassinos.

            A tua “profilaxia sexual” é simplesmente 80% da população deixar de ter sexo.

            Lá profilaxia é ela, para um fanático anti-sexo é o melhor que há.

            Entretanto já te perguntei porque não sugeres a mesma “profilaxia” para os acidentes de automóvel, simplesmente acando com o transito automóvel.

            Ou o ridículo e a estupidez só são admissíveis na vossa cruzada contra o sexo.

            Ainda não me explicaste meu cabão de merda, o que devem então fazer os 80% da população que ainda não casaram, que são celibatários ou divorciados.

            Consulta lá os teus gurús do Uganda, os tais que querem condenar os homosexuais à morte, e depois dá-me uma resposta.

            De preferível sem extensas citações de Agostinho da Silva acerca da vida dos passarinhos para “justificar” a tua tentativa de assassinar milhões de pesoas..

          • Molochbaal

            Sim, já disse que escrevo à pressa e passam erros e gralhas de que só faço erratas se não der para perceber o texto.

            Mas é melhor isso do que extensas citações de filósofos usadas de modo abusivo em situações que nada têm a ver para justificar com a liberdade comportamentos assassinos.

            A tua “profilaxia sexual” é simplesmente 80% da população deixar de ter sexo.

            Lá profilaxia é ela, para um fanático anti-sexo é o melhor que há.

            Entretanto já te perguntei porque não sugeres a mesma “profilaxia” para os acidentes de automóvel, simplesmente acando com o transito automóvel.

            Ou o ridículo e a estupidez só são admissíveis na vossa cruzada contra o sexo.

            Ainda não me explicaste meu cabão de merda, o que devem então fazer os 80% da população que ainda não casaram, que são celibatários ou divorciados.

            Consulta lá os teus gurús do Uganda, os tais que querem condenar os homosexuais à morte, e depois dá-me uma resposta.

            De preferível sem extensas citações de Agostinho da Silva acerca da vida dos passarinhos para “justificar” a tua tentativa de assassinar milhões de pesoas..

        • antoniofernando

          Blá-blá-blá.Pareces um patinho a debitar quás-quás… 🙂

          Vai ao menos aprender português, ó javardo:

          ” despresível” e ” pretenciosidade” só mesmo vindo de um panfletário mesquinho, ignorante e inculto como tu.

          E continuar a insistir na tecla do preservativo, nos termos deturpados em que insistes, depois de, mais uma vez, ter esclarecido aqui a minha posição sobre matéria de profilaxia social, só mesmo de um reles desonesto como tu.

          Idiota ? Sim, também aqui no “D.A.” és mesmo o pior…:)

          P.S. E alguém tem culpa que a tua mulher se tenha posto a milhas de ti ?…:)
          Chora baba e ranho aí no teu cantinho…:)

    • AST

      Antonio Fernando:

      Ninguém, creio eu, entre os crentes justos, se abstém de comentar e criticar aquilo que está errado e quem erra.
      A grande maioria dos crentes é muito critica em relação ao clero. Desde pequeno que escuto dizer: “o inferno esta forrado de cabeças de padre”.

      Noutras circunstancias eu também sou crítico. Acontece que quando estamos entre gente com o nível destes ateus, ou somos contidos ou corremos o risco de ser enxovalhados pelas suas “absurdas e taradas” desonestidades. É isso que se passa com a maioria dos crentes, percebeu?

  • Hans

    Uma prova de como a igreja é servil ao Grande Poder…. é a “realpolitik” vaticana

  • Hans

    Uma prova de como a igreja é servil ao Grande Poder…. é a “realpolitik” vaticana

  • Anónimo

    E o que a excomunhão vai adiantar? O México é livre, e merece…

    Os Espanhóis chegaram ao México com o navegador Córtes e com o apoio do padre numa tentativa de converter desesperadamente, em nome de Jesus Cristo se matou quase toda a população asteca os restantes foram feitos escravos e muitos morreram de varíola. (É claro que isto não fez parte dos segredos de Fátima…)

    Só para dizer que a luta do Padre Hidalgo pela independência é louvável pois o México pelos contrastes culturais e geográficos que tinha em relação à Espanha faz todo o sentido a sua independência.

    Só uma comissão episcopal nojenta que anda a mamar dinheiro das pessoas pode por em causa a origem da soberania do seu país.

  • Hans

    Só pra lembrar… sem se dar conta, o clero mexicano que excomungou Hidalgo, se esqueceu que a Espanha não era governada por Fernando VII… e sim por José Bonaparte. Ou seja….o clero traiu Fernando!

  • Molochbaal

    Isto que eu estava atentar explicar ao joaoC no outro dia. A subserviência da igreja aos sectores conservadores da igreja contribuiu para a desacreditar. A igreja esteve contra o livre desenvolvimento da ciência no Séc XVI, contra as independências das colónias no Séc XIX, contra os direitos humanos no Séc XVIII, a favor dos grandes agrários sempre que se falou de reforma agrária, a favor dos grandes empresários sempre que se falou em direitos laborais.

    Depois, perante os factos consumados, quando já não pode fazer mais nada, vem pedir desculpas ou colar-se às comemorações de quem ajudou a destruir.

    Mas para meninos como o joaoC, para quem a palavra moral significa apenas uma espécie de concurso para ver quem aguenta mais tempo sem sexo, nada disto incomoda. Trata-se sim plesmente, como ele já defendeu aqui, de estar SEMPRE de acordo com os chefes. Não importa o que eles façam, nem que se enganem ou cometam crimes. O que é preciso é lamber-lhes as botas.

    • Hans

      Tem mais…. segundo o o escritor alemão Karl-Heinz Deschner, o Vaticano traiu a Polônia no século XIX. O Vaticano tinha firmado uma aliança anti-esquerdista com a Rússia czarista. O preço desta aliança seria a traição da católica Polônia, que era provincia russa na época. o Vaticano instruiu o clero a amansar os nacionalistas polacos.Os católicos poloneses buscavam sempre apoio do vaticano contra o dominio czarista ortodoxo, mas a “realpolitik” vaticana ignorou e traiu os polacos. Os polacos sofreram muito com o czar… mas o Vaticano nem fala disso… prefere lembrar somente da URSS…
      o Vaticano trairia a Polonia novamente em 1939, quando foi conivente com a invasão nazista e eslovaca (do monsenhor Tiso), pois queria que Hitler esmagasse a URSS… mesmo que tivesse que sacrificar nações católicas como a Polônia.
      Ah…. tem mais… o Vaticano exortou a luta anti-URSS no Leste(somente em nações catolicas) ao mesmo tempo que apoiava regimes sangrentos na Am.Latina, África e outras partes.

    • Hans

      Ah… veja se o Vaticano deu amplo apoio ao nacionalismo irlandês frente ao dominio inglês?? Não! Veja se deu apoio ao IRA.O Vaticano não fez isso pq a Inglaterra é um grande poder, aliado dos EUA e outros colossos. Em lugar de apoiar a Irlanda, preferiu lamber as botas de Londres e ignorar a Irlanda….

    • Hans

      A tendência do papado é bajular os mais fortes… mesmo que esses não professem o catolicismo….

    • Hans

      o vaticano não se manifestou contra a guerra colonial na Luso-África…..
      o Vaticano foi contra a independencia das colonias(como o Mexico) por ser servil a Espanha…
      Afinal… a Espanha tinha fama de ser “terror dos hereges”, “espada de Roma”…. berço de Torquemada e Loyola…..

  • Hans

    “A hostilidade contra as diretrizes políticas do Vaticano por parte dos líderes políticos católicos nasceu em razão de uma experiência amarga; durante a I Guerra Mundial, quando Roman Dmovski fora a Roma suplicar auxílio para a independência polonesa, tendo sido recebido com a maior desconsideração, visto como a hostilidade do Vaticano se inspirava em interesses políticos identificados com os da Áustria e outros grandes poderes da Europa, os quais haviam agido contra as aspirações polonesas durante séculos. O extraordinário resultado disso foi que os Poloneses jamais conseguiram qualquer ajuda do Vaticano, nem mesmo quando se rebelaram contra os Czares – atitude que os revoltara a tal ponto que um dos seus grandes poetas nacionais, Juliusz Slovack, criou o famoso slogan de admoestação: “Polônia, tua ruína vem de Roma”. ”

    trecho do livro “O holocausto do Vaticano” – Avro Manhattan

    • Molochbaal

      Pois.

      Mas não digas isso muito alto, que o vaticano nunca comete erros nem crimes.

  • Molochbaal

    Caro RedBloc,

    Noto aí a tradicional memória selectiva dos crentes das várias ideologias.

    “Onde é que a teoria marxista prevê o uso expresso da violência, por vezes do terrorismo?Perdoa-me a ignorância…”

    De facto, para quem assina “Redbloc” é uma ignorância bastante chocante.

    Mas infelizmente habitual. Os crentes das várias ideologias costumam ignorar TUDO o que não lhes convém.

    “Os comunistas rejeitam dissimular as suas perspectivas e propósitos. Declaram abertamente que os seus fins só podem ser alcançados pelo derrube violento de toda a ordem social até aqui. Podem as classes dominantes tremer ante uma revolução comunista! Nela os proletários nada têm a perder a não ser as suas cadeias. Têm um mundo a ganhar.”

    Marx, Engels – Manifesto do partido comunista

    “But terror can be very efficient against a reactionary class which does not want to leave the scene of operations. Intimidation is a powerful weapon of policy, both internationally and internally. War, like revolution, is founded upon intimidation. A victorious war, generally speaking, destroys only an insignificant part of the conquered army, intimidating the remainder and breaking their will. The revolution works in the same way: it kills individuals, and intimidates thousands. In this sense, the Red Terror is not distinguishable from the armed insurrection, the direct continuation of which it represents. The State terror of a revolutionary class can be condemned “morally” only by a man who, as a principle, rejects (in words) every form of violence whatsoever – consequently, every war and every rising. For this one has to be merely and simply a hypocritical Quaker.”

    ” …he will find in history no other way of breaking the class will of the enemy except the systematic and energetic use of violence.

    The degree of ferocity of the struggle depends on a series of internal and international circumstances. The more ferocious and dangerous is the resistance of the class enemy who have been overthrown, the more inevitably does the system of repression take the form of a system of terror.”

    Trostskie

    Terrorism and comunism

    Comunistas que nem o manifesto do partido comunista nem os escritos de Trostkie conhecem, cristãos que não conhecem os apelos ao extermínio contidos no antigo testamento, ateus que não sabem que o comunismo na sua teoria designa expressamente a religião como um inimigo a abater e ao mesmo tempo a violência como o modo de abater um inimigo, neoliberais que desconhecem as consequências sangrentas da sua doutrina. Deixa lá, já estou habituado a isto.

    Só lamento a tua crença na espécie humana. Eu, que não tenho qualquer crença seja ela qual for, prevejo-to muitas decepções cruéis, a menos, claro, que faças o que a maior parte do pessoal faz – fingir que não vê o que não convém à sua crença.

    “Quanto aos personagens que citaste já o referi: não será a sua filiação ideológica ou religiosa que determinará univocamente o seu carácter. Antes assim fosse.”

    A típica desculpa de todos os crentes. Já ouvi isso para justificar a inquisição, as cruzadas, os campos da morte de Pol Pot. De facto pode-se aplicar para justificar tudo.

    Até o nazismo. Quem sabe a ideologia era boa. Muitos dos nazis é que eram maus…

    Para argumento circular não está mau. Não explica nada, não justifica nada. Mas distrai as atenções do principal – na própria teorização de muitas ideologias está já o germe da violência.

    Foi lá posta por homens ? Grande novidade, que eu saiba os cães não escrevem trabalhos teóricos. Existem homens maus ? Mais outra grande novidade. A questão é que existem milhões de homens prontos a segui-los.

    • RedBloc

      A demagogia feita à maneira, é como o queijo numa ratoeira.
      Só que nem eu sou um ratinho, nem tu tens cabedal para te meteres por tais caminhos.
      Duas ou três notas prévias.
      É desonestidade intelectual descontextualizar o termo em discussão – violência – confundindo o homicídio como prática reiterada e institucionalizada (a violência de que falávamos), com ataque violento, se necessário, às instituições e regras dominantes, num determinado contexto social, político e temporal que tão pouco obriga à matança de milhares, milhões, inocentes ou não.
      É desonestidade moral a comparação entre nazismo e comunismo ou marxismo, dizendo a mesma, o bastante sobre quem a produz.
      E é provocação barata e pateta a comparação entre religião e ideologia, bastando a mesma para te perder o respeito intelectual que até agora me mereceste.
      Percebe-se à légua a massa de que és feito. Jovem que se tem por inteligente e culto, o que considero uma assinalável virtude que todavia se apaga no brilho com que a tua soberba o ofusca. Aquilo a que vulgarmente costumo chamar de loid, de intelectualoide, de menino pequeno-burguês, que se acha demasiado culto e inteligente para se deixar levar por romantismos de uma esquerda baixa e decrépita.
      Que, por tão bom que é, dúvidas não terá na sua capacidade em enfrentar as duras regras impostas por uma sociedade neo-liberal que premeia apenas os vencedores.
      “Eu sou tão bom, pá! E pouco me importa a contabilidade de mortos, excluídos e miseráveis que a merda desta sociedade pariu. Morreram? Pois bem, é porque faziam parte do resto desta equação, da qual integrarei, com toda a certeza, o divisor.”
      Só que a soberba intelectual, na maioria das vezes, é cão que passa por vinha vindimada, sem perceber que na maioria das vezes é voz de um dono que possui múltiplas formas de o domesticar ou de o acicatar.
      E qual canídeo (1) amestrado por anglo-saxónicas citações troskyanas, cumpre o seu pequenino papel conformador de um sistema que apenas visa a perpetuação das obscenas desigualdades a que assistimos.
      Sempre na certeza de que assumindo diferentes matizes, tais desigualdades sociais, continuam e sempre continuarão a fundir-se, na mais prosaica das diferenças – a económica, aquela que distingue os que detêm os meios de produção (económica, literária, informativa, cultural, etc, etc, etc) e o poder (as elites), daqueles que lhe estão completamente arredados.
      E é este o traço fundamental do marxismo, a análise à situação política, social e económica dos povos, na dinâmica que o capitalismo e as forças da burguesia lhe impuseram. O marxista poderá, porventura, rever-se no diagnóstico escrito em “O manifesto do Partido Comunista”.
      Da leitura desta obra é impossível retirar a prática da violência como elemento pragmático, como vector fundamental ou indispensável. Porque na verdade estamos essencialmente perante uma análise da condição dos povos e um enquadramento da acção dos comunistas, num momento histórico de bifurcação de diversos movimentos de matriz socialista e/ou comunista.

      “Os operários começam por formar coligações contra os burgueses; reúnem-se em defesa do seu salário. Fundam eles mesmos associações permanentes para se prevenirem para as insurreições ocasionais. Aqui e além a luta declara-se em motins.”
      “Enquanto traçamos as fases mais gerais do desenvolvimento do proletariado, seguimos de perto a guerra civil mais ou menos oculta no seio da sociedade burguesa existente até ao ponto em que estala abertamente uma revolução e o proletariado estabelece o seu domínio pelo derrube violento da burguesia”
      “O objectivo imediato dos comunistas é o mesmo de todos os demais partidos proletários: formação do proletariado em classe, liquidação do domínio da burguesia, conquista do poder político do proletariado.”
      “O proletariado usará o seu domínio político para ir arrancando todo o capital das mãos da burguesia, para centralizar todos os instrumentos de produção nas mãos do Estado, isto é, do proletariado organizado como classe dominante…”
      “Obviamente que isto a princípio só pode acontecer mediante intervenções despóticas no direito de propriedade e nas condições burguesas de produção…”

      Claro está que nessa saga de pequeno-burguês, acreditando (leia-se crendo, que todos temos as nossas crenças), vieste para aqui despejar avulsas citações, que por má fé, propositadamente descontextualizaste e aqui facilmente pude enquadrar.
      Mais útil e pertinente seria, se bem que não neste contexto, a aferição dos contributos análise contidos neste manifesto, os quais continuam tão… mas tão actuais…

      (1) Canídeo utilizado como mera figura de estilo, em continuidade com os ditados populares atrás citados por este ignorante que assina por RedBloc.

      • Molochbaal

        Pronto.

        Como reconheço os crimes do comunismo sou automaticamente promovido a pequeno burguês defensor do neoliberalismo. O facto de eu igualmente ter referido os crimes do neoliberalismo não te interessa nada, tens é de dizer qualquer coisa, não importa o quê, nem que seja chamar-me cão a soldo do grande capital, apesar de eu também atacar os crimes do grande capital, o que não interessa nada, visto que já te deixou de importar fazer ou não sentido. Tens é de vociferar rapidamente qualquer coisa para poderes dizer que “ganhaste”.

        Temos então a conclusão típica do crentes. Os factos e as teorias expressas têm de ser “bem interpretadas” i.e interpretadas de forma a serem sempre justificadas, mesmo que metam claramente a pata na poça. Os cristãos fazem-no perante o comportamento criminoso da igreja no apoio às ditaduras, vocês na actuação e teorização comunistas, que, bem vistas as coisas, são sempre perfeitas. Existem é “uns homens” maus que desviaram um bocadinho as coisas. O facto de essas práticas estarem completamente generalizadas em praticamente TODOS os regimes comunistas e na própria teorização marxista não interessa nada.

        Temos então de concluir que, bem interpretado, isto é assim:

        – Onde se lê no manifesto comunista e em CENTENAS de outros textos teóricos comunistas que as classes dominantes só poderão ser derrubadas pela VIOLÊNCIA, deve-se portanto interpretar como VIOLÊNCIAZINHA. Ou quiçá, apenas um pouquinho de espereza, talvez apenas até no discurso, como por exemplo não dar os bons dias ao inimigo ou atlvez até, dá-los, mas baixinho, que já é violência que baste.

        O facto de tal teorização ter surgido num contexto de extrema violência efectiva, com levantamentos armados, golpes de estado e revoluções sangrentas, o facto de Marx obviamente se estar a referir ao contexto do seu tempo (esse mesmo) e de posteriormente a quase totalidade dos regimes comunistas ter sutgido e instalado precisamente por esses métodos, além de, depois se terem mantido pela repressão, são para ti meros pormenores. O que para ti interessa é que a “análise” marxista “invalida” isso tudo. É assim como um cristão dizer que o cristianismo nunca perseguiu ninguém porque construiu muito bem catedrais. O que tenha uma coisa a ver com a outra é um mistério que só um crente entorpecido pela fé consegue discernir.

        Sim, a análise económica marxista é extremamente útil para todos os economistas.

        O que é que isso tem a ver com o facto de o marxismo prever a tomada VIOLENTA do poder ?

        Entretanto deste o texto mais completo. Agradeço muito mas já o conhecia, pelo que vejo até muito melhor do que tu. Entretanto, continuo a ver lá escarrapachada a intenção da tomada violenta do poder, que tu interpretarás como bater violentamente com a sportas, mas que, no contexto da comuna de Paris ou da revolução russa, qualquer pessoa HONESTA reconhece a viol~encia como violência, tal como foi, guerra civil, revolução violenta, fome, refèns, execuções sumárias etc. Estes factos estiveram presentes em quase todas as tomadas do poder e posterior manutenção desses regimes.

        Quanto ás citações de Trotksie, que fala abertamente em terrorismo, provavelmente vais admitir que, nesse caso extremo, podemos aceitar que o criador do exército vermelho iria até ao ponto de preconizar dar piparotes no nariz aos seus adversários. Nada mais doq ue isso claro. O assassinato a sangue frio das crianças da família imperial não passou de um infeliz acidente, provavelmente por culpa das próprias crianças que foram brincar, estupidamente, como é típico das crianças pequeno burguesas, para a carrreira de tiro, apesar de os guardas vermelhos, muito bonzinhos, terem feito tudo para as salvar.

        Ou então simplesmente enganaram-se, coitadinhos, e, onde nos seus escritos teóricos, está escrito VIOLÊNCIA e TERRORISMO deviam ter interpretado como tu, viol~enciazinha e terrorismozinhinho – só até ao ponto de não dar os bons dias ou, no máximo, uns piparotes no nariz. Ora, os generais do exército vermelho, nada habituados a disputas teóricas, interpretaram violência como violência e terrorismo como terrorismo, mesmo. Claro que eles não eram um fino teórico, como tu, que, tal como os sábios teólogos católicos, conseguem interpretar como incitamentos ao amor mesmo os apelos ao extermínio de povos inteiros que aparecem em metade das páginas da bíblia.

        Posto isto gostei imenso de te teres sentido ofendido com a comparação entre ideologia e religião, apesar de debitares exactamente o mesmo tipo de inanidades e deturpações abjectas na tentativa de justificares o injustificável.

        Quanto a eu ser um defensor do neoliberalismo, apesar de o atacar quase diariamente, é também típico, na falta de argumentos passa–se para a ofensa para provocar uma resposta e depois dizer que o outro é mal-criado para salvar aface.

        No problema amigo. Já te topei. Já topei a tua desonestidade e o facto de estares a tentar fazer de mim parvo. Pelo que não tenho problema nenhum em dizer-te para ires gozar com outro meu fanaticozinho de merda.

        És igualzinho aos fanáticos religiosos ou ateus que se babam por aqui. E a falta de honestidade é a vossa marca comum.

        Não estou puto interessado nas tuas mentiras de vendedor de banha da cobra e podes enfiar no cú os volumes marxistas que, vizívelmente, NUNCA chegaste a ler.

        Ao menos sirvam-te para alguma coisa.

        Tu podes armar-te

        • RedBloc

          Quem se escusou, desde início, a responder a parte substancial do argumentado?
          Quem descontextualizou a questão da violência?
          Quem misturou textos com contextos? Quem não separou ideias de pessoas?
          Quem mentiu?
          Quem insultou?

          Menino! Não me chames amigo, ok?

          Os meus amigos escolho-os eu e não gosto de eufemismos estilo Steve McQueen, à laia de ex-emigrante na Rodésia, habituado a ser tratado por boss (chefe). Estamos entendidos?

          Quanto à tua argumentação, gabo-te a minimalista sinceridade. Lida, vale aquilo que a tua índole vale, um zero daqueles bem redondos, estilo pescadinha de rabo na boca.

          Retiro a crença que depositei em ti. És e, muito provavelmente, continuarás a ser, um salafrário de merda que não revela um pingo de humanidade e ainda para mais, faz alarde dessa qualidade, com muito orgulho e provavelmente de braço estendido.

          A vontade com que colas a defesa do ideal comunista à religiosidade, é a denúncia mais evidente do teu preconceito. “Ora toma lá Redbloc, seu dogmático de meia tijela.”
          Tão triste e já tão antiquado, meu menino. Tens que fazer um refresh na sebenta anti-comunista.

          Com um pequeno pormenor nada desprezável. Tresanda a preconceito. A pré-conceito. A ideia pré-concebida. É caso para perguntar: e o religioso sou eu?

          Os insultos remetem-te para o plano civilizacional do Toinando, apetecendo-me responder-te como lhe respondi, com a devidas diferenças, que as bestas terão manias distintas.

          Quanto às minhas práticas sexuais, ficam no segredo da minha alcova. Com a certeza porém, que a imaginação e liberdade nunca me reduzirão à posição de missionário. Uns canecos e até a nossa senhora marchará.
          Quanto a ti Molochaball, queres vestir um manto e pôr um véu? Mas só se for depilado, já que um bom rabinho não tem sexo.

          Querendo, porque sei e gosto, poderemos continuar a insultar-mo-nos, e até pessoalmente. Olha, sabes que mais? Até te deixo trazer o taco de basebol.

          PS. Confessa! Quem queria ganhar eras tu. Foste tu que respondeste fora do lugar, a ver se eu não te via e ficavas a falar sozinho.
          Far-te-ei a vontade, pois esta foi a última resposta que de mim levaste, agora só pessoalmente.

  • RedBloc

    Quem se escusou, desde início, a responder a parte substancial do argumentado?
    Quem descontextualizou a questão da violência?
    Quem misturou textos com contextos? Quem não separou ideias de pessoas?
    Quem mentiu?
    Quem insultou?

    Menino! Não me chames amigo, ok?

    Os meus amigos escolho-os eu e não gosto de eufemismos estilo Steve McQueen, à laia de ex-emigrante na Rodésia, habituado a ser tratado por boss (chefe). Estamos entendidos?

    Quanto à tua argumentação, gabo-te a minimalista sinceridade. Lida, vale aquilo que a tua índole vale, um zero daqueles bem redondos, estilo pescadinha de rabo na boca.

    Retiro a crença que depositei em ti. És e, muito provavelmente, continuarás a ser, um salafrário de merda que não revela um pingo de humanidade e ainda para mais, faz alarde dessa qualidade, com muito orgulho e provavelmente de braço estendido.

    A vontade com que colas a defesa do ideal comunista à religiosidade, é a denúncia mais evidente do teu preconceito. “Ora toma lá Redbloc, seu dogmático de meia tijela.”
    Tão triste e já tão antiquado, meu menino. Tens que fazer um refresh na sebenta anti-comunista.

    Com um pequeno pormenor nada desprezável. Tresanda a preconceito. A pré-conceito. A ideia pré-concebida. É caso para perguntar: e o religioso sou eu?

    Os insultos remetem-te para o plano civilizacional do Toinando, apetecendo-me responder-te como lhe respondi, com a devidas diferenças, que as bestas terão manias distintas.

    Quanto às minhas práticas sexuais, ficam no segredo da minha alcova. Com a certeza porém, que a imaginação e liberdade nunca me reduzirão à posição de missionário. Uns canecos e até a nossa senhora marchará.
    Quanto a ti Molochaball, queres vestir um manto e pôr um véu? Mas só se for depilado, já que um bom rabinho não tem sexo.

    Querendo, porque sei e gosto, poderemos continuar a insultar-mo-nos, e até pessoalmente. Olha, sabes que mais? Até te deixo trazer o taco de basebol.

    PS. Confessa! Quem queria ganhar eras tu. Foste tu que respondeste fora do lugar, a ver se eu não te via e ficavas a falar sozinho.
    Far-te-ei a vontade, pois esta foi a última resposta que de mim levaste, agora só pessoalmente.

    • Molochbaal

      Amigo, estou cada vez mais impressionado copm a fineza da tua interpretação.

      Gostei especialmente que não gostes de comparações dos crimes dos teus amigos com os crimes dos outros, dos que tu já não gostas.

      Comparar comunismo com fascismo é então uma “descontextualização” monstruosa.

      Tenho a certeza, absoluta, que, quando uma família cambodjana era lentamente asfixiada com sacos de plástico, quando uma família ucraniana morria de fome, quando a imperatriz russa abraçou os filhos uns segundos antes das balas os estraçalharem, um sorriso aflorava-lhes os lábios.

      Porquê ?

      Porque todas estas famílias sabiam que estavama ser torturadas e assassinadas por comunistas e não por fascistas, o que todo o cidadão bem formado e que não mistura contextos sabe perfeitamente, dói muito menos e até sabe muito bem.

      Os maiores genocidas da história são Mao e Estaline, Hitler vem em terceiro.

      Podes meter as “contextualizações” na peida meu hipócrita de merda.

      • Rita

        Neste contexto de violência proponho-te um verdadeiro regabofe para todos nós: um encontro com “deus”… Que tal?
        Pira-te pá!

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