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Carta ao DN sobre as afirmações de um bispo…

… que atira a pedra e esconde a mão.

Exmo. Senhor
– DN Gente –
Avenida Liberdade, 266
1250-149 LISBOA

Exmo. Senhor:

Na sequência da entrevista concedida pelo bispo Carlos Azevedo à jornalista Patrícia Jesus, [DN – Gente, de 31 de Julho de 2010], a Associação Ateísta Portuguesa (AAP) ficou perplexa com as referências feitas a esta associação.

Transcreve-se o último parágrafo: Outro dos seu traços marcantes é a frontalidade. Que às vezes lhe vale a colagem a uma ala mais fundamentalista da Igreja. Recusa o rótulo. “Da primeira vez que a Associação Ateísta se meteu comigo, escrevi-lhes uma carta. Acho que ficaram surpreendidos. Sou frontal mas com uma abertura enorme. Gosto do diálogo, fruto de ter crescido com nove irmãos. E admiro todas as pessoas que são verdadeiras na sua busca.”
Além da referência à Associação Ateísta Portuguesa aparecer como Pilatos no Credo, sem qualquer nexo, a AAP nega que se tenha «metido» alguma vez com o Sr. Bispo e lamenta nunca ter recebido qualquer carta sua. A AAP não pode assim confirmar essa frontalidade e abertura que o Sr. Bispo alega. Também nos foi até agora impossível aproveitar a admiração do Sr. Bispo pelas pessoas que são verdadeiras na busca do diálogo pois, após várias críticas à AAP e ao seu presidente num matutino onde é colunista, jamais aceitou o direito ao contraditório.

Na esperança de termos sido privados da tal carta, apenas por um percalço postal, e de não terem sido publicadas as nossas respostas somente por falta de espaço no matutino onde o Sr. Bispo escreve, pedimos-lhe que revele a data e o conteúdo da carta mencionada e que encete finalmente connosco o diálogo que diz admirar.

Por exemplo, sobre a peregrinação a Fátima organizada a 13 de Maio de 2008 «contra o ateísmo na Europa», comandada pelo cardeal Saraiva Martins, então chefe da Repartição do Vaticano onde se rubricam milagres e criam beatos e santos. Uma peregrinação a favor da fé pareceria mais de acordo com a abertura que o Sr. Bispo apregoa, se bem que, admitimos, uma cruzada contra o ateísmo possa ter toda a frontalidade de uma carga de cavalaria.

Ou sobre as palavras do Sr. Patriarca Policarpo que, no mesmo ano, considerou o ateísmo como o «maior drama da humanidade», maior ainda que a fome, as doenças, as guerras, as catástrofes naturais, a pedofilia e o terrorismo religioso. Seria outro tema digno de diálogo entre pessoas como aquelas que o Sr. Bispo diz admirar, as que são verdadeiras na sua busca.

A AAP reconhece, e defende, o direito do Sr. Bispo de não gostar de ateus e de manifestar o azedume que a associação lhe tem causado, em pouco mais de dois anos de existência, com esta direcção que iniciou o seu segundo mandato em 27 de Março último. Sabemos como reagiu mal, no matutino onde escreve, ao comunicado da AAP sobre a canonização de Nuno Álvares Pereira, que não merecia tal desrespeito, e à denúncia de a ICAR ter transformado em colírio um herói nacional a quem a sua Igreja atribuiu a cura do olho esquerdo da D. Guilhermina de Jesus, queimado com salpicos ferventes de óleo de fritar peixe.
Aceitamos também a frontalidade com que o Sr. Bispo Carlos Azevedo e os seus colegas João Alves e António Marcelino se exprimiram em artigos de opinião, respectivamente no Correio da Manhã, no Diário de Coimbra e no Soberania do Povo, de Águeda, criticando a AAP e o seu presidente. Sabemos que não são imunes à pressão mediática a que a Igreja católica tem sido submetida, pelas piores razões, desde o encobrimento de crimes de pedofilia ao branqueamento de capitais no I.O.R., como documenta o livro «Vaticano, S. A.».

O que a AAP não aceita, por amor à verdade, é a referência a um diálogo que não existiu e a cartas que a AAP não recebeu. Por isso, a AAP gostaria que o Sr. Bispo Carlos Azevedo esclarecesse este mal-entendido, indicando a data e o teor da carta que alega, na entrevista ao DN, ter escrito à AAP, e que demonstre de uma forma mais visível que o diálogo frontal que defende não é apenas um monólogo sem direito de resposta.

Cumprimentos.

Associação Ateísta Portuguesa – Odivelas, 1 de Agosto de 2010

Nota: Esta carta, cuja não publicação compreendemos, por questões de espaço, só hoje é revelada.

50 thoughts on “Carta ao DN sobre as afirmações de um bispo…”
  • Zeca-portuga

    Limparam o dito cujo a ela, outra vez!?

    Eles só ligam a determinada massa quando estão distraídos, já deviam saber!

    “Ou sobre as palavras do Sr. Patriarca Policarpo que, no mesmo ano, considerou o ateísmo como o «maior drama da humanidade», maior ainda que a fome, as doenças, as guerras, as catástrofes naturais, a pedofilia e o terrorismo religioso. “

    Poism se o ateismo é o primeiro e principal responsavel por todas esses calamidades, como não dar razão ao Cardeal?

  • antoniofernando

    Vivemos num país surreal. Uma carta que não apareceu no destinatário e um cardeal que afirma a crassa estupidez de que o ateísmo é o ” maior drama da humanidade”. Ainda por cima numa época história em que rebentou o enorme escândalo do abuso sexual de menores na ICAR e em que os fanáticos islâmicos matam e enforcam os que não se integram nas regras rígidas da lei da Sharia…

  • JoaoC

    Sem meias-verdades. O ateísmo é a causa e a raiz de todos os males. Muito mais que a fome, as guerras, a pedofilia e tudo isso. Estas calamidades têm todas a mesma causa: a perda da Fé.

    E como disse um conhecido Cardeal, e com toda a razão, embora não percebido e aceite pelos ignorantes que debatem em níveis mais baixos de inteligência:

    Pior que as guerras,a fome, pior que a destruição de um país inteiro, é a perda da Fé.

    Não vejo onde está o espanto dos ignorantes ao se afirmar uma verdade incontestável e evidente – O ATEÍSMO É O MAIOR DRAMA DA HUMANIDADE.

    Seguido dos falsos-crentes blasfemos que pervertem os ensinamentos de Nosso Senhor – corrompendo a integridade da Fé -, cobardolas que não têm coragem de se afirmarem anti-católicos ou mesmo não crentes.

    Ladrões que usurpam o nome de Cristo para destilarem o seu veneno.

    Mas acham, com uma hipócrita e falsa caridade e compaixão, que a fome, a guerra, as catástrofes naturais são males absolutos….mal sabem eles que o Mal absoluto supera todos os males relativos do planeta (fomes, guerras, tsunamis, destruição de países, etc…).

    Como hipócritas que são, os ateus, os falsos-crentes e companhia, acham que se deve combater o mal. Menos a causa de TODOS os males e desgraças no mundo: O ateísmo.

    Esse sim, urge ser combatido. Esse e todas as derivantes dessa chaga.

  • JoaoC

    Sem meias-verdades. O ateísmo é a causa e a raiz de todos os males. Muito mais que a fome, as guerras, a pedofilia e tudo isso. Estas calamidades têm todas a mesma causa: a perda da Fé.

    E como disse um conhecido Cardeal, e com toda a razão, embora não percebido e aceite pelos ignorantes que debatem em níveis mais baixos de inteligência:

    Pior que as guerras,a fome, pior que a destruição de um país inteiro, é a perda da Fé.

    Não vejo onde está o espanto dos ignorantes ao se afirmar uma verdade incontestável e evidente – O ATEÍSMO É O MAIOR DRAMA DA HUMANIDADE.

    Seguido dos falsos-crentes blasfemos que pervertem os ensinamentos de Nosso Senhor – corrompendo a integridade da Fé -, cobardolas que não têm coragem de se afirmarem anti-católicos ou mesmo não crentes.

    Ladrões que usurpam o nome de Cristo para destilarem o seu veneno.

    Mas acham, com uma hipócrita e falsa caridade e compaixão, que a fome, a guerra, as catástrofes naturais são males absolutos….mal sabem eles que o Mal absoluto supera todos os males relativos do planeta (fomes, guerras, tsunamis, destruição de países, etc…).

    Como hipócritas que são, os ateus, os falsos-crentes e companhia, acham que se deve combater o mal. Menos a causa de TODOS os males e desgraças no mundo: O ateísmo.

    Esse sim, urge ser combatido. Esse e todas as derivantes dessa chaga.

  • JoaoC

    Aliás, para certa gentinha, o desprezo é a melhor resposta. E para gentinha insignificante, melhor é ainda.

    “Ide e ensinai”, disse Jesus. E não “Ide e dialogai”. Não há diálogo possível com certa escumalha cujo único objectivo todos sabemos qual é. Desde a falsos-crentes (a quem fica chique dizer que acreditam em algo, nem que seja num deusinho self-service) a ateus (estes mais toleráveis no seu erro que os falsos-cristãos blasfemos, destiladores de veneno).

  • Mario

    “Não há diálogo possível com certa escumalha cujo único objectivo todos sabemos qual é.”

    Faz-me lembrar alguém…

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    O maior drama da humanidade é a ignorância, quer um exemplo? Conhece Norman Borlaug?

    Se conhece, sabe certamente que o seu trabalho científico salvou milhões de vidas, e continua a salvar vidas nos dias que correm.

    Se não conhece, isso é ignorância sua, e recomendo-lhe que comece a conhecer o que se passa realmente no mundo. Nesse sentido, veja quem foi Norman Borlaug (http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laurea…) e pesquise quais foram os “frutos” do trabalho deste homem que quis mudar uma vertente da realidade no concreto que sabia que tinha de ser resolvido, e que não era a oração e a espera “pelo mundo que [supostamente] há de vir” que as coisas acontecessem…

  • JoaoC

    E a ignorância deriva de onde? Diga lá, diga!

    Não é preciso. Basta ler os vossos escritos.

    Que não enxergue o evidente (e depois as palas somos nós que as temos), o problema é (será) seu.

    Que o que defende o ateísmo é a maior desgraça, praga e drama da humanidade e que deve e merece ser combatido, no mínimo ignorado, como é, é inegável por alguém minimamente sério, decente e inteligente,

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Volto a escrever-lhe, está familiarizado com o mote “contra factos não há argumentos”? Continuo a achar que sim, porque você não se escusa de o confirmar constantemente…

  • jovem1983

    Não quero apresar conclusões sobre a questão da carta, visto que não deixa de haver hipóteses de extravio, contudo, relativamente à falta de frontalidade proclamada por Carlos Moreira de Azevedo, conforme identificada nesta carta, essa é evidente.

    Se confirmar-se o intróito deste post, “…que atira a pedra e esconde a mão”, na visão cristã é um misto de mentira e omissão, mas não é nada que o acto penitencial não consiga resolver, com excepção da negação do Espírito Santo…

  • antoniofernando
  • JoaoC

    Só para fazer uma correcção:

    Não é a “negação do Espírito Santo” que é imperdoável e, portanto, causa de condenação eterna ao Inferno.

    São os pecados CONTRA o Espírito Santo. Que são 6:

    O pecado contra o Espírito Santo consiste na rejeição da graça de Deus; é a recusa da salvação.

    1º – Desesperar da salvação: quando a pessoa perde as esperanças na salvação, achando que a sua vida já está perdida e que ela se encontra condenada antes mesmo do Juízo. Julga que a misericórdia divina é pequena. Não crê no poder e na justiça de Deus.

    2º – Presunção de salvação. Ou seja, a pessoa cultiva na sua alma uma ideia de perfeição que implica num sentimento de orgulho. Ela se considera salva, pelo que já fez. A nossa salvação pode ser perdida, até o último momento da nossa vida, e Deus é o nosso Juiz Eterno. Devemos crer na misericórdia divina, mas não podemos usurpar o atributo divino inalienável do Juízo.

    O simples facto de já nos considerarmos salvos é uma atitude que indica a debilidade da virtude da humildade diante de Deus. Devemos ter a convicção moral de que estamos certos das nossas acções, mas não podemos dizer que aos olhos de Deus já estamos definitivamente salvos ou que elas estão 100% correctas.

    A Igreja Católica ensina que, normalmente, os homens nada sabem sobre o seu destino, excepto se houver uma revelação privada, aceite pelo sagrado magistério. Por essa razão, os homens não podem se considerar salvos antes do Juízo.

    3º – Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja Católica, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária. É o caso dos hereges, ateus, protestantes, todos os desviados, por sua culpa e obstinação no erro, do corpo da Igreja Católica e da sua Doutrina, que é a de Cristo. Rejeitando-se a Igreja, rejeita-se Cristo e, portanto, a salvação.

    Estes consideram o seu entendimento pessoal superior ao da Igreja e ao ensinamento do Espírito Santo que auxilia o sagrado magistério.

    4º – Inveja da graça que Deus dá aos outros.

    5º – A obstinação no pecado. É a vontade firme de permanecer no erro mesmo após a acção de convencimento do Espírito Santo, através de sinais que Deus envia. É não aceitar a ética cristã. É criai o nosso próprio critério de julgamento ético, pessoal e individual. Ou simplesmente não adoptamos ética nenhuma e assim nos apartamos da da vontade de Deus e rejeita a Salvação.

    6º – A Impenitência final é o resultado de toda uma vida de rejeição a Deus: o indivíduo persiste no erro até o final, recusando arrepender-se e penitenciar-se, recusa a salvação até o fim. Consagra-se ao Demónio, oferecendo-lhe a alma. Nem mesmo na hora da morte tenta se aproximar de Deus, manifestando humildade e compaixão. Não se abre ao convite do Espírito Santo definitivamente.

    Permanecendo, no último momento da vida, no último batimento cardíaco, livre, consciente e obstinadamente, num destes pecados, esse condenar-se-á certamente. Excepto se houver alguma graça especial ou intercessão especial da Mãe de Deus em favor dessa alma.

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    E a todo aquele que disser uma palavra contra o Filho do Homem, há-de perdoar-se; mas, a quem tiver blasfemado contra o Espírito Santo, jamais se perdoará.

    – Lc 12:10

    Negar não é uma forma de blasfémia segundo a sua religião? Tenho dito…

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Em verdade vos digo: todos os pecados e todas as blasfémias que proferirem os filhos dos homens, tudo lhes será perdoado; mas, quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão: é réu de pecado eterno.

    – Mc 3: 28-29

    Negar não é uma forma de blasfémia segundo a sua religião? Tenho dito…

  • JoaoC

    “3º – Negar a verdade conhecida como tal pelo magistério da Santa Igreja Católica, ou seja , quando a pessoa não aceita as verdades de fé (dogmas de fé), mesmo após exaustiva explicação doutrinária.”

    Nesse sentido é um pecado contra o Espírito Santo. Negar uma verdade de Fé (Imaculada Conceição e Assunção ao Céu em corpo e alma de Nossa Senhora, a Perpétua Virgindade e Maternidade Divina, a Divindade de Jesus, negar Deus Uno e Trino, a Infalibilidade Papal ex cathedra, etc…) são blasfémias contra o Espírito Santo, além de heresias, pois negam a acção do mesmo Espírito que determinou e revelou tais Verdades (dogmas) à Igreja e ao mundo.

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Lamento mas isto pertence ao turbilhão de contradições religiosas. As passagens do seu livro sagrado que citei são, segundo a atribuição, palavras do seu Deus na terra! Repare, de um lado estão todos os pecados e as blasfémias cometidos pela humanidade com excepção das relativas ao suposto Espírito Santo.

    Creio que não entrará em contradição contra isto, porque assim estará a fazer aquilo que tantas vezes acusa outros comentadores de fazer…

    Observe as voltas que este padre foi capaz de dar (http://www.youtube.com/watch?v=AzSz7M4INlo&feat…) contra as palavras explicitas e categóricas que antigos cristãos disseram ter sido proferidas pelo próprio Deus na Terra…

  • antoniofernando

    “Não há diálogo possível com certa escumalha “

    Ai, és tão católico, mas olha que a falares assim ainda vais parar ao inferno,ó santinho:

    “Mt 5. 20 Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus. Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento; e quem proferir um insulto a seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito ao inferno de fogo.”

  • antoniofernando

    “Os frades dominicanos actuaram na Idade Média como os principais agentes da Inquisição e conhecidos torturadores, faziam os pobres sofrerem bastante sem matar. Para forçar as confissões dos que eram apanhados pelos frades dominicanos, de que atentavam contra a Igreja Católica, os pobres coitados da Bíblia, somente da Bíblia e de outros miseráveis sofriam torturas inacreditáveis, conhecidas por eles nos cinco graus de sofrimento, que de tão cruciantes e terríveis poderíamos ficar doentes até com a simples descrição.

    Até um historiador da própria Igreja, o Bispo William Shaw Kerr, escreveu: “A abominação mais hedionda de todas era o sistema de tortura. A narração de suas operações a sangue frio faz-nos estremecer e estarrecer diante da capacidade de seres humanos em matéria de crueldade”.

    http://www.segundoasescrituras.com/livrospdf/17

  • antoniofernando

    “Finalmente (de todos os conselhos que bem nos pareceu dar a Vossa Santidade, deixamos para o fim o mais necessário), nisto Vossa Santidade deve pôr toda a atenção e cuidado de permitir o menos que se que possível a leitura do Evangelho, especialmente na língua vulgar, em todos os países sob vossa jurisdição. O pouco dele que se costuma ler na Missa, deve ser o suficiente; mais do que isso não deve ser permitido a ninguém. Enquanto os homens estiverem satisfeitos com esse pouco, os interesses de Vossa Santidade prosperarão, mas quando eles desejarem mais, tais interesses declinarão. Em suma, aquele livro (a Bíblia), mais do que qualquer outro, tem levantado contra nós esses torvelinhos e tempestades, dos quais meramente escapamos de ser totalmente destruídos. De fato, se alguém o examinar cuidadosamente, logo descobrirá o desacordo, e verá que a nossa doutrina é muitas vezes diferente da doutrina dele, e em outras é até contrária a ele; o que se o povo souber, não deixará de clamar contra nós, e seremos objetos de escárnio e ódio geral. Portanto, é necessário tirar esse livro das vistas do povo, mas com grande cuidado, para não provocar tumultos. Assinam Bolonie, 20 Octobis 1553 – Vicentius De Durtantibus, Egidus Falceta, Gerardus Busdragus.”

  • antoniofernando

    Até o “santo” Tomás de Aquino, considerado um “doutor” da Igreja, canonizado pelo Papa João XXII em 1323 e conhecido como Doutor Angelicus e Doutor Communis mostrou que era mais de Satanás que de Deus, ao aprovar as torturas e mortes da Inquisição Católica: Sem se importar com o mesmo Jesus Cristo ao qual teria de ser fiel, pelo menos no amor, tolerância e perdão até aos inimigos, o “santo” Tomás de Aquino, alimentando, ainda mais, os horrores da Inquisição, revelava ódio aos de fé: “Se os malfeitores são justamente enviados ao patíbulo pelos poderes seculares, com muito mais razão deveremos não somente excomungar, como também privar da vida os hereges” (Summa Theologica, 2.2, ques. II, art. 2).

  • antoniofernando

    Ao distanciar-se da evangelização, lançando a Igreja de Jesus na lama, o clero católico agravou mais males que as mortes nas fogueiras, pois foram os responsáveis diretos ou indiretos dos enforcamentos, das torturas bárbaras, das perseguições implacáveis aos da Bíblia, somente a Bíblia; das trucidações cometidas pelos Cruzados, que foram centenas de milhares, por todas as cidades e povoados pelos quais aquelas turbas passaram; das matanças dos mouros; das matanças dos anabatistas; as matanças dos huguenotes; as matanças dos Albigenses, de homens, de mulheres e crianças, com gravíssima crueldade, que assustou até o papa mandante direto daquele morticínio: Inocêncio III; da matança dos ciganos; da matança dos bruxos e bruxas e homossexuais; da matança dos inimigos; das guerras “religiosas”; da matança dos judeus, cujo ódio pelo clero a eles que se alastrou por todo o mundo causando intensas perseguições e mortes, pois somente na Inglaterra do Rei João, foram mortos num dia só quase cinco centenas de judeus, e tudo isso leva ao cálculo de mais mortes provocadas, diretas e indiretamente, pelo clero católico que as mortes registradas na Segunda Guerra Mundial, ou seja, mas de 50 milhões de mortes como é mostrado nos livros colocados ao final. O Apocalipse já profetizava os desmandos papais concedidos por Satanás para espalhar o mal:

    “A besta que vi era semelhante a um leopardo, com pés de urso e com boca de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade”. Apocalipse, 13.2.

  • antoniofernando

    “Se a Inquisição católica tivesse trucidado apenas UM homem, invocando o Santo Nome de Deus para tentar legitimar tal insanidade, pois si só, isso já seria um erro de grande proporção. Jesus pregou o amor irrestrito, até mesmo aos perseguidores, então, seus “herdeiros directos” não poderiam matar um só homem. Até na cruz Jesus proferiu perdão aos seus perseguidores. Imagine, então, a matança de milhares de pessoas, de povos inteiros, na mais crua insanidade e crueldade que jamais existiu, tal como as horrorosas cargas praticadas contra os cátaros, a mando do Papa Inocêncio III.”

  • antoniofernando

    “Jesus pregou e viveu como ninguém a humildade, o perdão e a tolerância. Mas para quem não sabe, foram os albigenses, os cátaros que praticaram a total tolerância  pois, tal como Jesus, deixavam se matar sem revide algum. Foram os cátaros, os puros, surgidos no século 11, no sul da França, aos quais, pelo Concílio de Albi, o alto clero católico da época deu o nome de albigenses. Os albigenses foram exterminados, ao se praticar o genocídio contra eles, com inenarrável grau de violência e de perversidade. Apenas para ilustrar a barbaridade e mostrar um tipo pelo qual essas mortes insanas foram perpetuadas, muitas jovens e mulheres, altamente aterrorizadas e em indescritível pânico, eram agarradas pelos invasores, e outros guerreiros espetavam uma longa lança na vagina delas de tal forma que ao atravessar todo o corpo, numa dor imensa, a lâmina de aço lhes saía pela boca. Imaginem quanto sofrimento! Em meio à confusão do morticínio, até católicos foram executados por engano, pois o comandante gritou: “Matai-os a todos, pois Deus saberá quem são os seus”. E isso realmente aconteceu. Está registrado nos livros e nas enciclopédias da História e não há como alguém contestar. Tudo foi feito para preservar a Igreja dos “hereges” e “em nome de Deus”.

  • antoniofernando

    “O Evangelho nos revela que é Satanás quem distribui e que gerencia os poderes humanos, como foram os dos papas: “Dar-te-ei todo este poder e glória desses reinos, porque me foram dados, e dou-os a quem quero”. Lucas, 4.6. Aqui, a Palavra de Deus nos revela que é Satanás quem faz e comanda os poderosos. Consideremos que se Jesus não desmentiu isso, representa, de fato, a Verdade Real. “…E não é de admirar, visto que satanás se transforma em um anjo de luz”. II Coríntios, 11.14.

  • Jairo Entrecosto

    Já uma vez certo famoso palhaço se escandalizou pelo facto de um cardeal afirmar o ateísmo como o maior drama da humanidade. Repito o comentário que fiz há tempos em relação à carpidação desse ignorante:

    “Suponho que será precisamente por considerar que o ateísmo é incapaz de resolver fome e guerra, que José Policarpo se terá referido a ele como o maior drama da humanidade, em 2007.

    Considerar que o pensamento cria realidade, em vez de se adequar a esta, que a verdade é questão de gosto e de conveniência social, já que a verdade não existe objectivamente, e que os valores morais nunca são objectivos mas meras construções sociais culturalmente contextuais; são algumas consequências lógicas da visão ateísta da vida, materialista ou idealista, que levarão à destruição da ciência e da filosofia; burocratização da política, decadência económica e social; e relativismos morais, em que o “mais correcto de se fazer” passa a ser sinónimo de gosto e de interesse.

    O maior drama da humanidade não é realmente um conflito armado específico ou uma crise humanitária localizada. Grave é a apologia do idealismo em detrimento do realismo, pois o idealismo,por vezes defendido paradoxalmente por ateus materialistas, como escrevi no texto “Os Profetas do Nada”, torna-se militância pela imposição do que convém particularmente, não de atingir a verdade. Tal coisa nunca poderá resolver qualquer guerra.

    Alguém familiarizado com o conflito histórico entre realismo e idealismo, não estranhará que um religioso considere ateísmo, comunismo, maio de 68 ou qualquer outra apologia ou episódio relativista, o maior drama da humanidade.”

    http://paiocomervilhas.blogspot.com/2010/01/pal

  • Jairo Entrecosto

    E agora vamos ver o outro lado da moeda. Já sabemos que há religiosos, que ao contrário de algumas pessoas leram alguma filosofia, consideram o ateísmo o maior “drama” da humanidade.

    Mas veja-se bem, o religioso que considera o ateísmo um drama da humanidade, fá-lo por uma questão de fundamento filosófico: Deus é definido teologicamente como Bem, Verdade e Beleza Absolutos, negar essa realidade é, para um crente, negar qualquer possibilidade de Bem, Verdade e Beleza para o homem. Um ateu, se for sério, terá de concordar que, na sua cosmovisão, Bem, Verdade e Beleza são meras convenções sociais. Ora, é isto que o crente considera, se propagado à escala mundial, um grande drama, até para o próprio ateu.

    Já um famoso guru neoateu, Sam Harris, considera a religião o maior drama da humanidade, por questões PRÁTICAS. Tanto que ele prescreve uma lista de actividades humanas que serão pior para a humanidade, ao contrário de D.José Policarpo que não fez nenhuma comparação. O burro Sam Harris, colega de bandalhos como Hitchens, Dawkins e Dennet, fez a seguinte afirmação:

    “Se tivesse uma varinha mágica com a qual eu pudesse escolher erradicar todas as crenças religiosas ou o estupro, eu escolheria erradicar a religião”
    The End of Faith.

    Veremos alguma vez um ateu militante como o Carlos Esperança a criticar esta declaração criminosa? Obviamente que não.

    Violação sexual é um crime. Mas Sam Harris acha que a crença religiosa é pior que esta. Logo, se dessem poder a bandalhos como ele, certamente faria penas mais duras para religiosos do que para violadores; ficaria mais preocupado se um filho seu se tornasse religioso, do que se tornasse violador. E por aí fora…

    Em termos de moral neoateísta, estamos conversados!

  • Zeca Portuga

    Vosselencia é um bocado aldrabão ou ignorante.

    A Inquisição era uma “arma governativa” ao serviço e sob administração do poder civil.

    À coroa cabia a administração da Inquisição.
    O Inquisidor-mor era o equivalente ao ministro da justiça de hoje.

    O Papa não tinha poderes para a administração da Inquisição, tal como ficou provado no caso da Espanha, onde, repetidas vezes, tentou anular privilégio régio.

    Em portugal, a Inquisição não foi instituída antes por recusa do Papa. Porém, el-rei ameaçava criar uma instituição inquisitória privativa. Só então o Papa cedeu.

    No contexto histórico e na conjuntura da época, a Inquisição é muito menos gravosa e repugnante do que o actual aborto. Aliás, a diferença reside no facto do aborto ser uma forma de democidio muito mais sangrenta e ignóbil.

    Mas, dizem os ateístas: a Igreja sabia das atrocidades que se praticavam e não se imponha!?

    Eu concordo com a Igreja, por duas razões:
    1 – quem se livra dos meus inimigos não me está a prejudicar. Logo não o devo criticar. Se hoje alguém resolvesse fazer o mesmo aos ateístas imbecis (do tipo daqueles que formam o gang desta Tasca Ateísta), dada a forma barbara como se comprazem nas agressões constantes que fazem aos crentes, eu não tinha motivo para me pronunciar.

    2 – A opinião da Igreja seria (nesse tempo como hoje) pouco respeitada. Quem se impusesse contra tais práticas seria tido como conivente e condenado (naquela época). Hoje, a igreja levanta a voz contra o genocídio do aborto, e dizem os ateístas: é um direito da mulher, algo que dignifica a mulher, assassinar os seus filhos.
    Ora o aborto, em Portugal, em 3 anos apenas, já matou mais gente do que séculos de Inquisição.

    Portanto, concordo com a posição da Igreja.
    Os ateus é que não aprendem nada com a História.

  • Zeca Portuga

    Acontece que a negação aqui é feita com requintes de blasfémia, ódio e malvadez – incluindo contra o Espírito Santo.

    Não acredito que haja coisas muito mais graves que isso, à luz da doutrina.

  • jovem1983

    Caríssimo Zeca Portuga:

    O que escreveu sobre a inquisição está errado, e há muitos ateus que têm formação em História… A instituição da Inquisição era única e exclusivamente “privilégio” do papado, e o pedido régio teria de configurar interesse para ambas as partes, o poder régio e o papal. Como sabe o Tribunal do Santo Ofício foi instituído pela primeira por Gregório IX em 1232, mantendo-se até meados do Século XIX!
    Dos principais contributos para a definição das acções do Tribunal do Santo Ofício, ao nível da jurisprudência e teologia, foram Nicolau Eymerich (1376) e Fran cisco Peña (1576), dois “Cães do Senhor”…

    Em Portugal foi instituída por bula papal em 23 de Maio de 1536, e as principais questões que “chateavam” o papado eram questões de confisco de bens, então criticadas pelo papado pela centralidade da organização (centralidade, não totalidade…) da Inquisição nas mãos régias. O “ministro da Justiça”, como lhe chamou, era necessariamente um membro eclesiástico, e as perseguições demovidas, por mais políticas que muitas fossem, tinham justificam herética!

    No contexto da época a Instituição era muito menos gravosa e repugnante? Certamente depende da perspectiva. Houve até quem dissesse com toda a propriedade que perante a tortura do Tribunal do Santo Ofício até o papa confessava! Um aspecto a ter em conta, na altura não deixaram de se praticar abortos…

    O aborto em 3 anos matou mais em Portugal do que Séculos de Inquisição? Isso é ignorância e parcialidade da sua parte. Primeiro, o aborto é uma prática que ninguém sabe quando começou, em segundo lugar, mesmo que não tivesse havido a despenalização do aborto até às 10 semanas quem quisesse abortar continuaria a fazer, quer seja de forma segura em clínicas no estrangeiro (para quem pode…) ou em situações deploráveis sem segurança em Portugal (para quem não pudesse ir ao estrangeiro…). Isto é a realidade que muitos escusam-se a pensar.

    Mas pergunto-lhe, para saber se na sua opinião a ideia pró-vida não se contradiz na base, é a favor dos métodos contraceptivos? Isto é, é a favor de uma prevenção a montante para prevenir o recurso a jusante do aborto?

  • jovem1983

    Caríssimo Zeca Portuga:

    Citei duas passagens dos textos sagrados dos cristãos, que identificam como palavras proferidas pelo próprio suposto Deus na terra. As respectivas frases deixam claro: tudo, com excepção das blasfémias contra o Espírito Santo, tem perdão.

    Veja que até tem perdão o facto de haver pessoas que criticam as ideias divergentes dos ateus, mas que também supostamente serão perdoadas, desde que, claro, não blasfemem o Espírito Santo em nenhum momento da vida…

  • Help

    Voltando a um tema já antigo, mas muito caro ao Ateísmo:
    “Sou um Frade e concordo plenamente com o Ministério Público de São Paulo,
    por querer retirar os símbolos religiosos das repartições públicas.
    Nosso Estado é laico e não deve favorecer esta ou aquela religião.
    A Cruz deve ser retirada!
    Nunca gostei de ver a Cruz em tribunais, onde os pobres têm menos direitos que
    os ricos e onde sentenças são vendidas e compradas.
    Não quero ver a Cruz nas Câmaras Legislativas, onde a corrupção é a moeda mais forte.
    Não quero ver a Cruz em delegacias, cadeias e quartéis, onde os pequenos são
    constrangidos e torturados.
    Não quero ver a Cruz em prontos-socorros e hospitais, onde pessoas – pobres –
    morrem sem atendimento.
    É preciso retirar a Cruz das repartições públicas, porque Cristo não abençoa
    a sórdida política brasileira, causa da desgraça dos pequenos e pobres”.

    Frade Demetrius dos Santos Silva – São Paulo/SP.

  • jovem1983

    Caríssimo Jairo Entrecosto:

    Você expressa a sua opinião com todo o direito, mas o sentido direccionista que imprime é deplorável. Vejamos, escreve dois comentários claramente parciais, para supostamente demonstrar os dois lados da moeda, mas esqueceu-se, ou faz propositadamente, que cada um fala por si.
    O ateísmo, como bem saberá, não é uma religião organizada com uma posição oficial que se faça representar pela boca de todos os ateus (nem o próprio catolicismo o é…).

    Cada um faz a avaliação da realidade, e se esta característica integra a concepção relativista é um ganho para todos, pois não nos condensará em leituras direccionistas claramente ultrapassadas, sem adequação ao presente. Concordo consigo, a realidade é complexa (tanto mais que comparar a realidade a duas faces de uma moeda é completamente limitativo…), a construção dos valores são construções sociais e culturalmente contextuais, mas parece tender para a ideia que os ateus vivem isolados e abstraídos da realidade, e não sei se está a perceber qual é o problema dessa consideração…

    Agora, escrevendo a título individual, pois é só assim que posso escrever e a minha opinião tem o seu valor, repito-lhe o que escrevi ao comentador JoaoC.. Na minha opinião, o maior drama da humanidade é a ignorância. Conhece Norman Borlaug? Se conhece saberá certamente que o seu trabalho científico salvou milhões de vidas, e continua a salvar vidas actualmente e no Futuro. Agora se não conhece isso é ignorância sua, pois este homem foi um exemplo da nossa época, e recomendo-lhe então que comece a conhecer o que se passa realmente no mundo. Se não conhece Norman Borlaug, um homem que merece o devido reconhecimento não um santo, utilize o seguinte link para o conhecer (http://nobelprize.org/nobel_prizes/peace/laurea…), pesquise quais foram os “frutos” do seu trabalho, o trabalho de um homem que quis mudar uma vertente da realidade, que aparentemente todos concordam que tem de ser resolvida, e que não será a oração e a espera “pelo mundo que [supostamente] há de vir” que fará as coisas acontecerem…

  • antoniofernando

    A realidade objectiva dos factos de um dos maiores dramas da desumanidade:

    http://www.nerdssomosnozes.com/2009/12/os-mais-

  • jovem1983

    Caríssimo Jairo Entrecosto:

    Lamento informar-lhe que há outros descrentes e também muitos crentes que não consideram o ateísmo o maior drama da humanidade.

    Enfim…

  • antoniofernando

    Vieste à liça foi,ó javardo ? Ainda bem que apareceste ó Zeca. Andavas a arrotar muitas postas de pescada, insultando quem bem que te apetecia. Tocou-te agora a ti foi, ó porco ?

    Toma lá mais:

    http://www.nerdssomosnozes.com/2009/12/os-mais-

  • antoniofernando

    Nem contas sabes fazer ó Zeca.

    Segundo dados revelados pelo Vaticano, a percentagem de católicos em Portugal é constituída por 89,8% da população,Ou seja,9,38% milhões de católicos para uma população de cerca de 10,5 milhões.

    60% dos portugueses votaram pela despenalização do aborto até às 10 semanas.

    Agora, uma pergunta ” muito difícil” ó sabichão:

    Diz-me lá tu, ó Zeca, qual a percentagem de ateus que terá votado a favor e qual a percentagem de crentes que o fez.

    Vá, não e difícil, mas se não souberes fazer contas de cabeça podes sempre utilizar uma máquina de calcular… 🙂

    Toma lá mais:

    http://www.paroquias.org/noticias.php?n=6563

  • JoaoC

    Lindo!…

    Já tenho as minhas dúvidas se isso é tudo má-fé, maldade, perversão ou simplesmente ignorância.

    Destile o veneno LONGE, ó parasita do Cristianismo blasfemo, que vive e se serve dele para os seus fins maldosos.

    Gente como você, aliás, argumentos como os seus, NULOS, estamos todos fartos de os ouvir.

    Não vê o ridículo que passa? Historicamente impreciso e errado, um ateu cobardolas que ainda não saiu do armário, que ainda acredita nas mentiras e calúnias mundiais contra a Igreja Católica…enfim, espero mesmo que seja tudo pura ignorância.

    O que não me parece, infelizmente. Todos os demónios como você têm pavor da Verdade, que é Cristo.

  • JoaoC

    O aborto em todo o mundo já matou mais gente que o mini-Holocausto Judeu.

    Nojento para a Humanidade e uma vergonha para qualquer pessoa que seja uma pessoa. Animais falante e pensantes, continuem a cultivar a morte.

    Hão-de ter um lindo funeral. Pelo menos velas a arder não hão-de faltar…e se fossem só velas…

    Don't worry… O sangue das crianças impedidas de nascer falará por si. Assim como nos emparelhamentos homossexuais, a natureza falará mais alto.

    E meterão todos o rabo entre as pernas, cobardes como sempre foram

  • JoaoC

    “Ide e ensinai” ou “ide e dialogai”?

    Quem perverte aqui as palavras de Nosso Senhor, ó ignorante blasfemo?!

  • JoaoC

    A Inquisição?!

    Quem dera que a Gloriosa Idade Média voltasse com todas essas coisas!

    Ao menos o seu veneno e perversão da Doutrina de Cristo não se espalharia tanto, ó hippie ateu cobardolas demais para se afirmar ateu.

  • antoniofernando

    “A Inquisição?!

    Quem dera que a Gloriosa Idade Média voltasse com todas essas coisas!

    Ao menos o seu veneno e perversão da Doutrina de Cristo não se espalharia tanto, ó hippie ateu cobardolas demais para se afirmar ateu. “

    Ai que continuas tão mas tão católico. Mas olha que assim não escapas do tenebroso inferno. Ficas com muitas rezinhas para rezar. Muitas confissões para fazer. Claro que, depois,quando for a hora, vais depressa correr para o confessionário a mostrar-te muito ” arrependido” ,para não ires parar àquela tenebrosa fogueira juntamente com uma quantidade incontável de animais asquerosos.

    Estás desmascarado. Aliás, tu desmascaraste-te a ti próprio.És um exemplo grotesco de um travestido de cristão, mas, no fundo, ao serviço de Satanás.

    Sim, que dizer de um tipo que ainda se permite defender a satânica inquisição depois da monstruosidade que essa diabólica instituição cometeu ao longo dos séculos ?

    Um falso cristão, um hipócrita sem medida,um daqueles tipos do Sinédrio, que, se Cristo aparecesse novamente na Terra,ajudaria a crucificá-LO outra vez…

  • JoaoC

    No entanto, ele o é.

    As coisas não deixam de o ser só porque alguns loucos/ignorantes/obstinados no erro e na cegueira de intelecto/que não vivem mundo real não as consideram assim.

    Isto de serem as minorias insignificantes a “ditarem” as suas ilusões e perversões como verdades vai acabar um dia.

    O ateísmo – mesmo o disfarçado – é o pior e mais grave drama da Humanidade, de todos os tempos e épocas!

    Negando a Deus, a Humanidade nega-se a si mesma.

    Rejeitando a Igreja só há um destino: a podridão.

    Que é o que desejam para o mundo.

    Logo, o ateísmo, ainda que uma minoria insignificante e patética que ninguém decente leva a a sério, devido à Idade das Trevas em que vivemos corre o risco de ser facilmente aceite pela humanidade, TEM de ser COMBATIDO urgentemente e desmascaradas as mentiras, falácias e perversões defendidas por estes danoso grupelho que só contribuiu para a expansão da cultura da morte a nível mundial.

    Infelizmente, há mentecaptos que não aprendem com os próprios erros…

  • antoniofernando

    Como eu gosto,ó santinho, de te ver, raivoso, a espumar… 🙂

  • JoaoC

    RidículO!

  • antoniofernando

    Ai mas afinal és tão culto …:-)

  • antoniofernando

    “O aborto em todo o mundo já matou mais gente que o mini-Holocausto Judeu.” ( João C.)

    ” mini- Holocausto judeu”

    Devias ter vergonha.Mas não tens.Conheço bons católicos, gente íntegra e bem formada que foi capaz de honrar a causa da Humanidade. Tu não. És pequeno, muito pequeno. De cristão não tens nada.E até mesmo no Catolicismo devem sentir vergonha de ti.

    Aprende o que é ser bom católico:

    http://www.youtube.com/watch?v=wp6BtDNvG6U

  • JoaoC

    “Ide e ensinai e baptizai TODAS as nações em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”.

    ou

    “Ide e dialogai uns com os outros”.

    Perverta lá mais uma vez a Doutrina, Blasfemo ignorante!

    Sim, defendo a Inquisição.

    Sim, defendo a Igreja em todo o tempo e lugar.

    Não me vendo por um pouco de veneno para passar por crente bonzinho, com estilo hippie do “paz e amor”, sem coragem pare se afirmar ateu.

    É mais fácil ao Demónio mascarar-se de santo, como faz você, sua Excelentíssima Serpente Venenosa.

    Tente, continue a enganar a muitos com as falsidades perversas que defende, mascaradas de boas intenções.

    Eu continuarei a denunciá-lo, blasfemo insolente.

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    Eu não nego o espírito santo porque aparentemente não há nada para negar, nego a ideia de espírito santo que a sua religião defende, a que se junta uma total descrença por tudo aquilo que enforma o ideal do seu pensamento, porque não têm qualquer correspondência com a realidade. Se as pessoas tomam as suas decisões a partir de determinada mundividência ou cosmovidência isso será com cada um, eu tomo as minhas decisões porque faço uma avaliação minuciosa das responsabilidades que essas acarretam e as respectivas consequências, e quem melhor para saber o que é o mais adequado para a minha vida do que eu próprio…

    Eu não preciso de mais um pai, de mais uma mãe, de mais familiares, para me aconselharem, tenho os meus que, a seguir a mim, têm uma palavra a dizer sobre a minha vida porque a conhecem, porque partilhamos os nossos laços. Tudo o que venha em acrescento são meras opiniões que podem mas muitas vezes não têm qualquer noção real das consequências para as vidas dos demais…

    Não será uma assembleia que ouve sermões de um tipo que está alienado da maior parte de experiências terrenas que terá o discurso mais adequado para tomar como referência para a minha vida. Se ouvir as suas palavras, como posso ouvir as palavras de outras pessoas, a escolha para tomar alguma ideia para a minha vida é sempre minha, será sempre minha, e continuará sempre minha, pois é esta noção que permite claramente que eu assuma as responsabilidades que resultam das minhas decisões e tome as minhas decisões em consciência.

    O que eu desejo para a humanidade é um desejo, o que posso fazer para realmente fazer a diferença é uma concretização! Eu oriento a minha vida por valores claros: educação, liberdade, liberdade de expressão, liberdade de crença e descrença religiosa, responsabilidade, tolerância, unidade na diferença, democracia, etc. etc., e na prática isto faz a sua diferença, certamente muito mais do que vir para aqui digitar ódio e sectarismo religioso.

    Você continua a debitar convicções, escusa-se constantemente a apresentar argumentos com base em factos, pois contra factos, até à data, não os conseguiu apresentar. Recentemente ainda tentei apresentar-lhe passagens das suas leituras sagradas, que são atribuídas ao seu deus, para demonstrar-lhe que segundo o seu deus há perdão para tudo e todos – crentes e descrentes -, menos blasfémias ao espírito santo, mas mesmo assim você continua sem perdoar onde supostamente o seu deus já perdoou à partida.

    Parabéns, você faz precisamente aquilo que acusa outros crentes (que você visceravelmente se opõe) de fazerem, isto é interpretar as ditas sagradas escrituras a seu belo prazer…

  • jovem1983

    Caríssimo JoaoC:

    “Em verdade vos digo: todos os pecados e todas as blasfémias que proferirem os filhos dos homens, tudo lhes será perdoado; mas, quem blasfemar contra o Espírito Santo, nunca mais terá perdão: é réu de pecado eterno.”

    – Mc 3: 28-29

    Se acha que está mal, não se preocupe, segundo o deus da dita nova aliança está perdoado…

    Reconhecerá certamente que as contradições são difíceis de resolver, veja este padre a [tentar] resolver: http://www.youtube.com/watch?v=AzSz7M4INlo&feat….

  • Zeca-portuga

    MENTIRA!!!!!!!!!!!!!!!!
    Além de mentiroso, não tem as mais básics noções de matemática!

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