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D. João VI e os filhos de Carlota Joaquina

In «El-Rei Junot», de Raul Brandão – Cap. III, «A corte»
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9 thoughts on “D. João VI e os filhos de Carlota Joaquina”
  • Atheos

    Essa família real era católica e exemplar…, D.Maria era louca,D.João era 1 porco, Carlota 1 p***, D.Pedro era garanhão etc. etc.

  • Atheos

    Essa família real era católica e exemplar…, D.Maria era louca,D.João era 1 porco, Carlota 1 p***, D.Pedro era garanhão etc. etc.

  • Atheos

    Essa família real era católica e exemplar…, D.Maria era louca,D.João era 1 porco, Carlota 1 p***, D.Pedro era garanhão etc. etc.

  • Carlos

    Caro Atheos:

    Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.

    A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.

    Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.

    D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.

    D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.

    O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.

    Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!

  • Carlos

    Caro Atheos:

    Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.

    A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.

    Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.

    D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.

    D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.

    O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.

    Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!

  • Carlos

    Caro Atheos:

    Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.

    A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.

    Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.

    D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.

    D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.

    O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.

    Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!

  • Carlos

    Caro Atheos:

    Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.

    A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.

    Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.

    D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.

    D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.

    O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.

    Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!

  • Carlos

    Caro Atheos:

    Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.

    A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.

    Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.

    D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.

    D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.

    O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.

    Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!

  • mikaellen

    tenho quase certeza que sou descendente dela …

    queria saber se tenho a possibilidade de ser da família dela…

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