Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.
A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.
Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.
D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.
D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.
O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.
Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!
Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.
A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.
Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.
D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.
D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.
O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.
Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!
Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.
A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.
Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.
D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.
D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.
O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.
Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!
Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.
A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.
Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.
D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.
D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.
O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.
Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!
Compare o curriculum dum obscuro Raúl Brandão e dos historiadores Jorge Pedreira e Fernando Dores Costa. Leia atentamente o que os últimos, com créditos firmados e reconhecidos, escreveram sobre D.João VI.
A obra destes autores firma-se na busca, consulta e estudo de documentos, pesquisa aturada ao londo de anos, e não em croniquetas de ouvir dizer, nas quais Raúl Brandão era useiro e vezeiro.
Essa é grande diferença que distingue os historiadores sérios dos contadores de histórias.
D.Maria não era louca, enlouqueceu, e se não sabe as circunstâncias que a levaram à loucura investigue, que a minha função enquanto docente não é a de fornecer a papinha toda a mentes ociosas, mas a de apontar pistas e fontes. Claro que cada alimária dessedenta-se a seu pelo prazer e existem as que preferem o caminho mais curto e menos penoso.
D.João VI não era flor que se cheirasse, tal como D.Carlota Joaquina. Historiadores sérios e isentos apresentaram provas documentais que o testemunham, nem eu pretendo fazer a defesa dessas tristes personagens.
O que não lhe posso admitir, à luz dos factos históricos, provas documentais, análises isentas (das quais Raúl Brandão não é um exemplo), é que profira as afirmações acima expostas. Se as não pode provar documentalmente, arrisca-se a que um dia, baseado nos mesmos pressupostos, alguém ponha em causa a honra e conduta dos seus progenitores.
Ganhe juízo e tente, se não for esforço desmesurado, ser intelectualmente honesto!
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
9 thoughts on “D. João VI e os filhos de Carlota Joaquina”