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25 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

Padres pedófilos

Vítimas de padres pedófilos exigem do papa tolerância zero
Várias organizações de vítimas de abusos sexuais, por parte de sacerdotes, pediram ao papa Francisco uma verdadeira tolerância zero para estes crimes e medidas para proteger os menores.
Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2015/09/vitimas-de-padres-pedofilos-exigem-do-papa-tolerancia-zero.html#ixzz3mf1Q9vTc
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24 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

Divergências na multinacional da fé

DIPLOMACIA PONTIFÍCIA > MEDIAÇÃO ENTRE HAVANA E WASHINGTON

Papa em Cuba, Opus Dei na retranca

Por Alberto Dines em 22/09/2015 na edição 869

Francisco não é o primeiro pontífice a pisar em território cubano, é o terceiro. Mas é o primeiro desde 1959 a avistar em Havana a bandeira norte-americana tremulando ao lado da cubana. Façanha pela qual é um dos principais responsáveis, junto com o presidente Barack Obama.

A grande imprensa brasileira sempre se assumiu como católica, apostólica, romana. Com a cobertura da viagem do papa à Ilha percebe-se que, além disso, nossos jornalões exibem-se majoritariamente, sem pudor, como sectários e reacionários.

24 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

O perigo é global

  • O casal Rafael e Luciana, que se converteu e se casou na mesquita de Salvador - Foto: Fernando Vivas | Ag. A TARDE

    O casal Rafael e Luciana, que se converteu e se casou na mesquita de Salvador

O avião colide contra o prédio mais alto do mundo às 8h46. Não é preciso dizer a data. O céu de Nova York naquela manhã ensolarada se enche de fumaça.  Numa sala silenciosa, que em nada lembra o terror das horas que se seguiram, o fotógrafo e estudante de filosofia Rafael Silva de Jesus, 27, hoje Rafael Abdul Salam, conta como começou a se aproximar do islamismo, religião que professa há seis anos. “Ouvi falar do Islã de maneira  negativa, o professor de história dizia que era uma religião bélica. Fui pesquisar e vi que não tinha nada a ver”.

23 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

Pureza cristã

20150922_DiarioNoticias

Viktor Orbán manda disparar em nome da sua formação política e partir apenas as pernas em virtude da fé cristã.

22 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

Refugiados e prosélitos

É dever socorrer refugiados e combater o proselitismo quer se trate do fascismo cristão do governo húngaro ou do fascismo islâmico que se mistura com refugiados.

21 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

Hoje, em Cuba

O Papa Francisco em Cuba

Gosto do Papa Francisco, não por crer no deus dele ou de qualquer outro, mas porque o considero um homem bom.

Foi, pois, com mágoa que o vi na televisão com um ar abatido, compatível com vómitos e diarreias que pequenas doses de arsénio que temperem a confeção de alimentos podem provocar.

O arsénio, como é sabido, é uma especiaria antiga usada no Vaticano para afastar papas indesejados.

Não gostaria de ver o papa católico Francisco ser chamado à divina presença do patrão por efeitos secundários da dieta encomendada pela Cúria Romana, sobretudo porque este papa é visto pelas seitas Opus Dei, Comunhão e Libertação, Legionários de Cristo e Fraternidade Sacerdotal de São Pio X com a mesma náusea com que Maomé olhava o toucinho.

21 de Setembro, 2015 Carlos Esperança

Ontem, no DN

Excertos de «Adoradores de abstrações» um texto interessante de Pedro Bidarra:

«No princípio do século XVI, Julius II encomendou a Bramante o desenho de uma nova Basílica de São Pedro. Para a pagar, os Papas que o seguiram, sobretudo Leão X, resolveram cobrar dinheiro à cristandade de todas as maneiras e feitios. A inovação, no lado da receita, levou à venda de indulgências. Johann Tetzel, padre dominicano, cobrador e vendedor de indulgências a mando de Leão X, foi o campeão da angariação de fundos por terras do Norte: So wie das Geld im Kasten klingt; die Seele aus dem Fegfeuer springt (Mal uma moeda no cofre dá entrada, logo uma alma do purgatório é libertada) – diz-se que Tetzel terá dito. Claro que os do Norte se amofinaram e inventaram a desculpa para a reforma, o Lutero e o Calvino. Durante todo o século XVI rebentaram tumultos que rebentaram estátuas e imagens em Genebra, Zurique, Copenhaga, Ruen, na Flandres, na Escócia e na Alemanha; em todo o Norte foram destruídas estátuas, frescos, quadros e imagens. E a Europa nunca mais foi a mesma: de um lado a mania da ordem, da disciplina, a iconoclastia; do outro a bandalheira, o vinho, a sesta e a festa e a idolatria. Tudo por causa de um desenho de um arquiteto, poderá dizer-se».

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«O culto de símbolos e imagens, por muito que a doutrina da Igreja de Roma tenha pretendido tratar-se apenas de honra prestada aos protótipos que representam, é, na verdade, um politeísmo. Uma nobre herança grega e romana, um paganismo que nos aproxima da variedade da natureza e que nós, os do Sul, saudavelmente nunca abandonámos».