Loading

Categoria: Não categorizado

18 de Junho, 2007 Helder Sanches

Um Desafio Criacionista

Nestas andanças de religião e ateísmo, poucas coisas me têm aborrecido tanto nos últimos tempos como a vaga de publicidade à recente paranóia criacionista de criar espaços lúdicos de desinformação denominados “museus” criacionistas. Chateia-me que, principalmente nos EUA, seja dada tamanha credibilidade a estes empreendimentos patrocinados por mentes retrógradas ao serviço do proselitismo mais perigoso à face da terra.

A definição de “Museu” no Código de Ética do Conselho Internacional de Museus (ICOM) é a seguinte:

Museu é uma instituição permanente sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento e aberto ao público, que adquire, conserva, pesquisa e exibe para finalidades do estudo, da educação e da apreciação, evidência material dos povos e seu ambiente.

Não vejo como é que algum instrumento de divulgação criacionista se possa encaixar nesta definição! Sabendo que a teoria da evolução tem vindo a ser constantemente certificada pelos avanços das descobertas ao nível dos registos fósseis, da biogeografia e, mais recentemente, da genética, como é possível que se autorize sequer a denominação de “Museu” a qualquer espaço que tenha como único objectivo a propaganda criacionista, onde, por exemplo, se divulgam cenários de contemporaneidade entre humanos e dinossauros?

Assim sendo, proponho que não mais se utilize o termo “museu” quando se pretender mencionar os ditos “museus” criacionistas. O desafio para os leitores deste blogue é ajudarem-me a encontrar a expressão certa que possa ser usada tanto em português como em inglês.

Avanço com duas propostas que não me satisfazem completamente:

  • Circo Criacionista (Creation Circus)
  • Coliseu Criacionista (Creation Coliseum)

Fico à espera de melhores sugestões.

(Publicação simultânea: Diário Ateísta / Penso, logo, sou ateu)

16 de Junho, 2007 Carlos Esperança

Honni soit qui mal y pense

Virgem saboreada e paga às fatias.

Já não bastava comerem-lhe o filho às rodelas!

15 de Junho, 2007 Carlos Esperança

Se Deus existisse

Se Deus existisse, há muito que estaria em prisão preventiva e os seus serventuários a garantir que nunca o tinham visto, uma verdade, talvez a única, que apresentariam no pelourinho da opinião pública.

Quem semeia ventos e tempestades, guerras e terramotos, epidemias e pragas, não pode esperar o mais leve gesto de consideração ou estima. Deus é filho do medo e pai dos que vivem à sua custa, uma criação bizarra que explica tudo e o seu contrário sem provas ou recurso à inteligência.

O Deus de cada crente é talvez um mito tolerável, mas o Deus da religião é sempre um ente cruel, vingativo e caprichoso. Quanto mais atrasados forem os crentes mais odioso é o Deus que trazem.

O Deus do Islão é um ser pusilânime e misógino que desata aos pulos quando assiste à decapitação de um infiel, à lapidação de uma adúltera ou à tortura dos ímpios. Porta-se, na presença do toucinho, pior do que um garoto à frente de um prato de sopa e odeia o álcool quase tanto como a liberdade.

O Deus cristão, um pouco mais civilizado graças à cultura helénica e ao direito romano, anda com um colete-de-forças desde a Revolução Francesa, refreado pela separação do Estado e debilitado pela secularização, a liberdade e a democracia.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi a gota de água que fez transbordar o copo do descrédito em relação às baboseiras que Deus proferiu no Monte Sinai ou que segredou a Maomé entre Medina e Meca.

Deus gosta de humilhar os homens e, especialmente, as mulheres. Gosta de os ver de joelhos e de rastos, sempre a caminho dos templos (espécie de casas de alterne para os ofícios religiosos), ocupados na oração e a meterem-lhe cunhas para fazer uns milagres cada vez mais idiotas e ridículos.

Deus está com a cotação em baixa no mercado da razão. É um mito que persiste preso aos interesses dos clérigos, um veneno que se serve na infância e que corrói a inteireza de carácter e a felicidade dos homens.

15 de Junho, 2007 Carlos Esperança

Palestina – A religião só prejudica

A Palestina explodiu. As milícias islâmicas do Hamas venceram os últimos focos de resistência do presidente Mahmud Abas. Alá é grande e Maomé o seu profeta.

A faixa de Gaza, com cerca de 330 quilómetros quadrados, está separada da Cijordânia. Até há pouco a Palestina era um Estado à espera de território e de paz, agora é um lugar de mais violência à espera de Estado e com o território em risco.

Sem água, comida, paz ou recursos, a Palestina deixou de ser a pátria ansiada para se transformar num Inferno garantido, por mérito próprio, sem precisar da ajuda sionista.

Apesar de afirmações em contrário, o Hamas não resiste a criar um Estado confessional. «Chegou a era da justiça e da lei islâmica», disse, ontem em Gaza, Islam Shahawan, um porta-voz da milícia do Hamas. Aliás já começaram as execuções sumárias de membros da Fatah.

Parece que a irracionalidade e o ódio vão tomando conta do mundo. Às religiões chegou o momento de serem lideradas pelos movimentos mais sectários e cruéis. A demência da fé e o nacionalismo deram as mãos. O resultado é dramático.

Não tarda que a violência alastre à Cisjordânia.

DA/Ponte Europa Ler artigo de Ricardo Alves

15 de Junho, 2007 Helder Sanches

Debate Interblogues: "Será a Religião Eterna e Inevitável?"

Dei início no “Penso, logo, sou ateu” a mais um debate interblogues, desta vez sujeito ao tema “Será a Religião Eterna e Inevitável?“.

As regras são as mesmas utilizadas no primeiro debate e podem ser consultadas aqui.

Neste debate podem ser abordados diversos aspectos da religiosidade, tais como as condicionantes biológicas para a religião, a religião como factor de humanidade, as vantagens/desvantagens da religião na evolução das sociedades, a divulgação científica como factor de desmistificação, etc.

Data limite de participação: 22 de Junho de 2007.

Mãos à obra e bons artigos.

15 de Junho, 2007 Hacked By ./Localc0de-07

Mentecaptos Vaticanistas

O Vaticano é um poço profundo dos néscios, parasitas rabugentos do tédio que sobeja nas cabeças putrefactas e violadas pelo luxo que os envolve e pela sádica vontade de envolver tudo e todos na lama da existência, na vacuidade da vida estúpida sem prazer, na totalidade da sobrevivência e morte na atrocidade da pobreza e das doenças. Prazeres desfrutam as bestas com ouros e objectos pindéricos que os adornam em ridicularidade, quinquilharias aos milhões, compradas e roubadas, ou fruto da dádiva gratuita, sem as quais se organizavam sumptuosos festivais de homens e mulheres a arderem em madeira verde, mais tempo haveria espectáculo, assados os que mais audazes eram, bailaricos de sotainas perante os aromas divinos da carne esturricada, orquestra celestial de gritos de dor e aflição que tão harmoniosamente lhes entravam pelos tímpanos. O povo venera e rejubila, aplaude e aclama, que mais pode fazer se não sabe nem pode saber o que é o bem e o mal?

O Estado das bestas não necessita de sanitários, os dejectos saem pela boca, condenam a homossexualidade chamando-lhe de anti-Natureza, quando nunca souberam o conceito de Natureza, milhares de espécies adoptam comportamentos homossexuais, breves observações da Natureza nos fazem ter a noção daquilo que as bestas não conhecem, a realidade. Pregam a homofobia, encobrindo milhares de casos de pedofilia nos seus meandros de demência, ajudam pedófilos a escaparem às leis das sociedades, elaboram documentos para os protegerem, conivência e incentivo a tais actos, acusando tudo e todos de campanhas contra deus, serão obviamente, campanhas da realidade pela realidade.

Entopem os média com as suas verborreias, mentiras e traições à Humanidade, insultam os que são pessoas, naturais, praticam sexo e dele extraem prazer, são sujos por serem Humanos, imundices dos bordeis do Vaticano não são esquecidos, violações e profanações dos ânus de crianças, vangloriam-se nos seus tronos construídos com a morte e sofrimento de milhões, e os vassalos aplaudem, os sofredores rastejam, as vitimas imploram por mais sofrimento, triste sina de quem vive no meio do gado, é tosquiado quando os apetites dos abutres clamam, siga para o meio da manada e nunca saltem fora da cerca, lá fora estão Homens livres, mentes sãs, corpos deliciados com as maravilhas da Natureza.

Encapuzados defendem a Laicidade em países islâmicos, que outra forma arranjariam para alargar os tentáculos? Defendem o totalitarismo onde conquistaram presença com genocídios e sofrimentos imensuráveis. Hipócritas reles. Maltratam os homossexuais e dão abrigo e protecção aos violadores dos ânus das crianças, crescerão e culparão a sociedade sádica que acoberta os crimes, e glamorosomente os faz aparecer como heróis nas televisões e jornais, debitando coprólito como se de um concurso para o Guinness se tratasse. O maior monte de bosta.

Maltratam as mulheres, humilham-nas com os seus machismos dementes e idolatraram Marozia nas suas orgias nos tempos das Pornocracias, na África do Sul violam tudo o que está à mão, nem as freiras conseguem paz nas suas vaginas. Ridicularizam os concertos de música, a idolatria que neles existe, e falam acima de todos, todos ajoelhados e bico calado, beijos nos sapatos tingidos de vermelho quem sabe, marca da nostalgia dos tempos gloriosos da Igreja Católica e seus massacres sanguinários.

Defendem a vida e produzem milhares de mortes com os seus missionarismos cristãos genocídas, não usem preservativo e morram como vermes agoniados no meio das fezes e da mais indigna condição Humana. Defendem a caridade e possuem 5000 quartos quando lá moram apenas cerca de 800 pessoas. Falam de família quando não existem crianças nem mulheres naquele putrefacto lugar.

Condenam o aborto pois é mais fácil violar e deixar crianças entregues a mães que não os podem sustentar, que se prostituam para arranjar alimentos para os filhos, a necessidade é meramente ejaculatória. Atacam as mais Humanas associações, insultam, quando realmente nunca souberam o que é viver, o que é ser uma pessoa.

Nunca a Natureza poderia ser tão humilhada, nunca o Ser Humano poderia ser tão rebaixado ao esgoto da putrefacção existencial se não existissem deficiências como o Catolicismo.

Também publicado em LiVerdades e Ateismos.net