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5 de Junho, 2008 Carlos Esperança

AAP – Agradecimento

A juntar às felicitações que acompanham os numerosos pedidos de adesão à Associação Ateísta Portuguesa, chegam telefonemas, mensagens telefónicas, electrónicas e outras.

A todos agradeço, em nome da Associação Ateísta Portuguesa e dos seus outorgantes, a solidariedade.

Deixo aqui a mensagem de um velho amigo e colega que, expressamente, me autorizou a divulgá-la.

Carlos Esperança

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Congratulo-me com a constituição da Associação Ateísta Portuguesa (AAP)  e com a militância do meu amigo Carlos Esperança, editor do blogue Ponte Europa, onde vou publicando os meus poemas. Sublinho a importância da constituição da AAP, que não tem como objectivo limitar ou negar o direito de cada um em escolher e praticar a religião que entenda. Apenas se reclama do direito de exercer o pensamento livre contra os cegos dogmatismos de algumas religiões e denunciar a violência física e psíquica que, em seu nome, é praticada sobre os recalcitrantes e os não crentes.  

Alexandre de Castro

31 de Maio, 2008 Carlos Esperança

Reflexões de um ateu sobre uma peregrinação a Lourdes

«Portugal (?) levou 700 peregrinos [militares] ao Santuário de Lourdes (França) para participarem numa Peregrinação Militar Internacional», segundo informou a Agência Ecclesia.  

Tratou-se de «um grande acontecimento do mundo militar» segundo o major-general Januário Torgal Ferreira, Bispo das Forças Armadas e de Segurança, comandante-chefe dos católicos fardados portugueses com legitimidade duvidosa, mas é intolerável que um Estado laico possa envolver-se em escaramuças litúrgicas e participar em manobras eucarísticas.

Portugal teve um ministro da Defesa e do Mar, muito devoto da Senhora de Fátima, que lhe agradeceu a intercessão por ter desviado o crude do naufrágio do navio Préstige para as praias da Galiza e poupado as do Minho, mas as Forças Armadas não servem para pagar a dívida do favor divino, com a agravante de o Batalhão reforçado (700 militares) se ter enganado no santuário e agradecer em Lourdes os alegados favores de Fátima.

O facto de um cardeal austríaco ter presidido à peregrinação e dado instruções aos militares portugueses configura uma grave interferência na soberania de um país e uma usurpação de funções que cabem ao MDN ou, por delegação, aos CEMGs.

Em nome da laicidade do Estado e da moralidade pública, os portugueses devem exigir ao actual ministro da Defesa, Dr. Nuno Severiano Teixeira, que esclareça o seguinte:

1 – Os militares peregrinos viajaram a título particular ou oficial?

2 – Usaram as férias normais ou tiveram uma semana suplementar para cuidar da alma?

3 – As Forças Armadas colaboraram na despesa da expedição eucarística?

4 – No caso de ter havido custo para o Erário, qual a disposição legal aplicada? 

5 – A deslocação militar ao estrangeiro teve a autorização do Comandante Supremo das Forças Armadas, o Presidente da República, como é constitucionalmente obrigatório?

Carlos Esperança

27 de Maio, 2008 Ricardo Alves

Escritura da Associação Ateísta Portuguesa

Recorda-se que a escritura da Associação Ateísta Portuguesa será na sexta-feira, dia 30 de Maio, às 12 horas, na Avenida da República nº6, 1º andar dto (em Lisboa, próximo do Saldanha).
As inscrições de associados podem ser feitas para os endereços luishgr@netcabo.pt (Luís Rodrigues) e aesperanca@mail.telepac.pt (Carlos Esperança).

24 de Maio, 2008 Carlos Esperança

ASSOCIAÇÃO ATEÍSTA PORTUGUESA

No próximo dia 30 de Maio de 2008, pelas 12,00 Horas, terá lugar num Cartório Notarial de Lisboa, a escritura de constituição da «Associação Ateísta Portuguesa».

O Cartório Notarial será divulgado na próxima quinta-feira nos Blogues:

«Diário Ateísta»
«Ponte Europa»
«Random Precision»

Os leitores que queiram inscrever-se como sócios, devem enviar o nome, morada, BI (N.º, data e local de emissão) e o N.º de Contribuinte para:

aesperancaenator@gmail.com
ou
r_precision@hotmail.com

Carlos Esperança

24 de Maio, 2008 Carlos Esperança

Quando a fé os torna criminosos

A informação do Diário de Notícias, do passado dia 19, arrisca-se a cair no olvido.

A divulgação da passagem, por Portugal, de radicais islâmicos que tentaram recrutar terroristas para a guerra santa ‘jhad’, é agora divulgada pelo líder espiritual da própria comunidade de Lisboa, David Munir.

Não está em causa o carácter pacífico do xeque Munir cujo bom senso pode ser relevante para refrear a fé dos mais prosélitos, o que está em causa é o carácter do Islão, a obstinada vocação para o sectarismo e a violência, a mania de querer a humanidade de rastos, virada para Meca.

Pelo artigo do DN ficou-se a saber que os terroristas estiveram em Portugal e, deduz-se, foram pregar a outro país por falta de adesão. Ora, num mundo globalizado, na Europa comum, um bando de angariadores de terroristas, que não é denunciado às autoridades, contribui para a insegurança e fica com caminho livre para angariar, noutro país, novos mártires de Alá.

Quem, na altura, por solidariedade religiosa ou por cobardia, ocultou a passagem do bando e permitiu livrá-los da polícia e dos tribunais, é objectivamente cúmplice dos crimes que a sua militância possa vir a provocar.

Se não houver uma intensa mobilização colectiva contra o terrorismo, tanto mais grave quanto mais profunda for a devoção, os alicerces da democracia e as bases da nossa civilização correm efectivo perigo.

Não se pode ser mais permissivo com os crimes de natureza religiosa do que com a actividade delituosa de outra natureza. Independentemente do tempo que já terá passado, é urgente que as polícias europeias identifiquem esses facínoras, os detenham e os entreguem à justiça.

Carlos Esperança

15 de Maio, 2008 Carlos Esperança

Em Roma sê romano

O Santuário de Fátima, que ontem acolheu 250 mil fiéis no final da peregrinação, também atraiu um número elevado de ladrões. Nos dois dias, a GNR surpreendeu 17 carteiristas – um recorde nos últimos anos –, cinco dos quais em flagrante delito.