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  • 27 de Janeiro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Laicidade

Em defesa da laicidade

Um comitê parlamentar da França recomendou hoje que o país proíba o uso, por mulheres muçulmanas, do véu islâmico integral, o niqab, em edifícios públicos, incluindo hospitais, e também no transporte público.

Além disso, o órgão recomendou que não se conceda cidadania para qualquer um que demonstre sinais visíveis de “prática religiosa radical”.

5 thoughts on “Em defesa da laicidade”
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    Isso é discriminação e não defesa da laicidade.

  • Eduardo Russo

    Entendo que um Governo não pode proibir uma pessoa de usar as roupas que mais lhe agrada. E isso vale para a França, Brasil e principalmente para países islâmicos , onde uma mulher não pode trajar-se da maneira que gosta. Ou será que no Irã uma mulher não muçulmana pode sair às ruas sem o véu?
    Podemos discutir uma Lei francesa , mas se questionarmos as normas islâmicas estaremos “atacando” a religião da Paz.(ironia)

    Sou favoravel à Lei da Reciprocidade : respeito para ser respeitado , não quero impor meu modo de vida e nem quero ser forçado a adotar o modo dos outros. Obrigado

  • Zeca Portuga

    Eis como os ateístas encaram a laicidade!

    Não estamos a falar de laicidade, mas sim de imbecilidade – assunto em que os ateístas laicistas são especializados.

    Por norma, quando o governo de um país cai nas mãos de canalha indecente e ignara (como neste caso), regressamos ao tempo da imbecilidade institucional cujos expoentes (Hitler, Satlin etc), servem de modelo à filosofia destes fedelhos laicistas/ateistas.

    Lá vem a Europa com a perseguição, lá está um torcionário imbecil mais a cáfila do costume. Hitler começou assim!

    Ora, pelo agrado com que tais notícias são recebidas pelos ateístas portugueses, é fácil de adivinhar a compleição psicológica destes entes e o gozo que tais práticas lhes trazem.

    Ainda não perceberam estes ridículos governantes/laicistas imbecis que não são donos da cultura , das práticas sociais e das instituições civilizacionais e que as suas patetices nojentas, retrógradas e primárias nunca vingam?

    Já tivemos por cá alguns imbecis desse tipo, faz agora um século, quando um punhado de terroristas, assassinos e mercenários a soldo, organizados e patrocinados máfias como a maçonaria e a carbonária, impuseram de foram terrorista um regime vil e execrando, importando, precisamente, de França!

    Por mim, fica apenas o registo: Se isto é a democracia, a liberdade, a igualdade e a fraternidade que a Europa tem para me apresentar… venha Salazar!!!!!!!!!

  • Eduardo Russo

    Entendo que um Governo não pode proibir uma pessoa de usar as roupas que mais lhe agrada. E isso vale para a França, Brasil e principalmente para países islâmicos , onde uma mulher não pode trajar-se da maneira que gosta. Ou será que no Irã uma mulher não muçulmana pode sair às ruas sem o véu?
    Podemos discutir uma Lei francesa , mas se questionarmos as normas islâmicas estaremos “atacando” a religião da Paz.(ironia)

    Sou favoravel à Lei da Reciprocidade : respeito para ser respeitado , não quero impor meu modo de vida e nem quero ser forçado a adotar o modo dos outros. Obrigado

  • Zeca Portuga

    Eis como os ateístas encaram a laicidade!

    Não estamos a falar de laicidade, mas sim de imbecilidade – assunto em que os ateístas laicistas são especializados.

    Por norma, quando o governo de um país cai nas mãos de canalha indecente e ignara (como neste caso), regressamos ao tempo da imbecilidade institucional cujos expoentes (Hitler, Satlin etc), servem de modelo à filosofia destes fedelhos laicistas/ateistas.

    Lá vem a Europa com a perseguição, lá está um torcionário imbecil mais a cáfila do costume. Hitler começou assim!

    Ora, pelo agrado com que tais notícias são recebidas pelos ateístas portugueses, é fácil de adivinhar a compleição psicológica destes entes e o gozo que tais práticas lhes trazem.

    Ainda não perceberam estes ridículos governantes/laicistas imbecis que não são donos da cultura , das práticas sociais e das instituições civilizacionais e que as suas patetices nojentas, retrógradas e primárias nunca vingam?

    Já tivemos por cá alguns imbecis desse tipo, faz agora um século, quando um punhado de terroristas, assassinos e mercenários a soldo, organizados e patrocinados máfias como a maçonaria e a carbonária, impuseram de foram terrorista um regime vil e execrando, importando, precisamente, de França!

    Por mim, fica apenas o registo: Se isto é a democracia, a liberdade, a igualdade e a fraternidade que a Europa tem para me apresentar… venha Salazar!!!!!!!!!

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