O facto de estar presente em cerimónias, desfiles e comícios nazis a fazer a saudação nazi não significa que se apoie o nazismo. Evidentemente que não. Simplesmente todos aqueles bispos e cardeias iam ali a passar e acharam graça fazer umas saudações nazis. De brincadeirinha claro.
Como é que costumas dizer ? Back off ?
Pelo tua gigantesca hipocrisia, completa falta de moral e vergonha na cara eu devia dizer era para ires para um certo sítio. Mas back off para debaixo da pedra de onde nunca devias ter saído.
O facto de alguém ser apanhado a roubar também não significa que seja ladrão. Para esta gente, mesmo que lhes ponham as provas à frente dos olhos finjem que não percebem o que estão a ver. exactamente como quando apanhas um carteirista com a mão na tua carteira. Ladrão ele ? Só por estar com a mão no teu bolso ? Só por a tua carteira já estar no bolso dele ? Não !:)
Baal…. você se enganou!!! Aqueles bispos de braço erguidos estavam chamando táxi ou autocarro, na verdade. Eles queriam ficar longe daqueles satânicos nazistas….
Até esperava um vídeo com alguma revelação, mas como de costume, saiu asneira.
O que temos nesta colagem?
1 – Fotografias de Estado. As normais relações entre o Estada do Vaticano e outros países soberanos.
Mostra-se aqui o Núncio junto do staff alemão; poderiam mostrar o ministro dos negócios estrangeiros de Hitler que visitou a Vaticano – são relações institucionais. Convém lembrar que Hitler chegou ao governo por votação democrática dos alemães. Usando a mesma desculpa que os ateístas usaram para com o nosso “hitler” da actualidade (Sócrates não é melhor do que Hitler, está é mais vigiado e não tem os mesmos poderes, senão… ) “um governo sufragado democraticamente tem toda a legitimidade para governar, e não pode a Igreja intrometer-se no sentido de limitar as suas politicas”. Não foi isso que V. Exas. disseram estes dias?
Não têm defendido que o governo tem legitimidade para tomar decisões nazis, que enxovalham a larguíssima maioria dos portugueses, para mera diversão de uma escassa minoria de tarados, tipo casamento da paneleirada?
Não acham V. Exas que se a Igreja se colocar do lado da quase totalidades dos portugueses, pedindo que se faça um democrático referendo, a Igreja está a meter o nariz onde não deve? Então, porque deveria meter o nariz na politica de Hitler?
Então, porque deveria a Igreja impor-se contra Hitler em 1933? Em 1933 Hitler não era diferente de Sócrates!
Nada mais normal entre dois estados sendo que um deles representa, simultaneamente, a maior instituição organizacional do mundo (e de sempre), tendo responsabilidades na defesa do bem-estar dos seus membros.
2 – Uma parte considerável das fotos são puras fraudes. Umas são muito anteriores ao conflitos, outras chamam católicos a protestantes, outras ainda são meras “fotos de família” exigidas pelo protocolo.
Nem uma só mostra qualquer atrocidade de um católicos? Nem uma só documenta um acto cometido por católicos que possam demonstrar atrocidades perpetradas com “consentimento” do Vaticano.
A Igreja sempre actuou de boa-fé. A Igreja não tem um sistema de espionagem que permita antecipar ou conhecer factos que estão a ser pensados por um governante… é pena que ainda hoje não tenha!
3 – Analisar factos Históricos cuja compreensão é indissociável da conjuntura em que se inserem, é uma imbecilidade. Dessa foram, a grande maioria dos alemães com mais de 70 anos devem ser acusados e ser julgados como responsáveis pelo genocídio da II Guerra. Esses alemães nada fizeram contra Hitler; Esses alemães cumprimentaram Hitler, esses alemães militaram ma juventude Hitleriana e noutros organismos… Portanto, na pacóvia visão dos ateistas, são responsáveis.
Até no nosso país temos políticos que já estavam na politica antes do 25 de Abril, alguns fizeram até parte de órgãos e soberania no tempo do fascismo, cumprimentaram Salazar e Marcelo; cumpriram o serviço militar, militaram na juventude e na mocidade… Esta gente é responsável ou deve ser chamada cúmplice do fascismo?
Eu não sei quem fez a montagem aqui apresentada, mas tanta palermice só poder ter vindo de um país do terceiro mundo, povoado pelo analfabetismo e o subdesenvolvimento – o Brasil!
«A Igreja sempre actuou de boa-fé. A Igreja não tem um sistema de espionagem que permita antecipar ou conhecer factos que estão a ser pensados por um governante… é pena que ainda hoje não tenha!»
Zeca, tu não acertas uma porra!
Anda, lê que te faz bem:
Os Espiões do Papa de Eric Frattini Vinte e um espiões de Deus mudaram o curso da História na defesa dos interesses do país mais pequeno do mundo – o Vaticano. Edição/reimpressão: 2009 Páginas: 368 Editor: Bertrand Editora ISBN: 9789722518659
Não há quem resista a saber sempre mais sobre os meandros do Vaticano. Venerado por muitos, odiado por outros tantos, o responsável máximo pela Igreja Católica é tudo menos alguém a quem se fica indiferente.
Sendo uma personagem controversa muito já se escreveu e disse sobre o seu papel. Contudo, Os Espiões do Papa é uma obra pioneira. Desde o pontificado do Papa Pio V até ao papa Benedito XVI, os espiões secretos do Vaticano foram conhecidos como A Santa Aliança. Hoje em dia, A Entidade. Este livro relata-nos o percurso de diferentes espiões e dos diferentes Papas, além do modo como esta intricada rede de espionagem pesou nas decisões de reis e políticos.
É que assassinatos, envenenamentos, roubos e mentiras, tudo isto aconteceu e sob a orientação do Sumo Pontífice de Roma. Todas as personagens e acontecimentos deste livro são reais.
E ainda:
A Santa Aliança Cinco séculos de espionagem do Vaticano de Eric Frattini Edição/reimpressão: 2005 Páginas: 464 Editor: Campo das Letras ISBN: 9789726109846 Colecção: Campo da Actualidade
“Se o Papa ordena liquidar alguém na defesa da fé, faz-se isso sem fazer perguntas. Ele é a voz de Deus e nós [a Santa Aliança] somos a mão executor”. Cardeal Paluzzo Paluzzi, chefe da Santa Aliança, século XVII
Desde 1566, ano da fundação do serviço de espionagem papal, até aos nossos dias, a Santa Aliança e a sua contra-espionagem, o Sodalitium Pianum, assassinaram reis, políticos e financeiros, como Henrique IV de França ou Roberto Calvi; viram-se envolvidos em revoltas e revoluções; financiaram ditadores e apoiaram golpes de Estado; criaram sociedades para cometer assassínios selectivos; traficaram armas; apoiaram grupos em conflito; ajudaram na fuga de criminosos de guerra nazis e provocaram falências bancárias e financeiras, tudo isso em nome de Deus e da fé católica por ordem do Sumo Pontífice. Desde Pio V até João Paulo II, este livro relata cinco séculos de operações encobertas do serviço de espionagem pontifício. Trata-se de um documentado e surpreendente ensaio que dá a conhecer informação inédita que, sem dúvida, despertará o interesse dos leitores.
“3 – Analisar factos Históricos cuja compreensão é indissociável da conjuntura em que se inserem, é uma imbecilidade. Dessa foram, a grande maioria dos alemães com mais de 70 anos devem ser acusados e ser julgados como responsáveis pelo genocídio da II Guerra. Esses alemães nada fizeram contra Hitler; Esses alemães cumprimentaram Hitler, esses alemães militaram ma juventude Hitleriana e noutros organismos… Portanto, na pacóvia visão dos ateistas, são responsáveis.”
É verdade que niso os ateístas têm uma visão pacóvia.
Mas não queiras comparar pessoas individuais que, por exemplo, eram recrutadas à força para as forças armadas, com od poderosos líderes de instituições poderosas, como a igreja, que podiam ter feito frente, nem que fosse pela inércia, mas que colaboraram activamente com muitos aspectos do nazismo.
“A Igreja sempre actuou de boa-fé. A Igreja não tem um sistema de espionagem que permita antecipar ou conhecer factos que estão a ser pensados por um governante… é pena que ainda hoje não tenha!”
Parece que a tua imbecilidade não tem limites.
A igreja é, sempre foi, das organizações mais bem informadas do mundo. Mantém milhares de organizações e milhões de centes em todos os grandes países ocidentais, para além de uma estrutura diplomática cujas funções também incluem, como todas as estruturas diplomáticas, a colheita de informações. a diferenç é que mais nenhuma diplomacia do mundo possui os mseios locais que a igreja dispõe em todo o ocidente. para além disso, garnde parte dos políticos de todos esses países são católicos e muitos militam em organizções católicas, como a opus dei. E obviamente que não deixam de informar a sua hierarquia de qualquer evevto que possam considerar grave.
Mas a igreja até podia não ter nada disto.
Os objectivos racsitas e violentos de hitler eram conhecidos de toda a gente antes ainda de tomar o poder. O partido nazi era racista e belicista por natureza e não só apregoava essas factos em jornais e comícios, como exemplificava espancando e assassinando judeus, comunistas, homosexuais e democratas anos ANTES de ter tomado o poder.
Mas para quem ainda tivesse dúvidas hitler escreveu um livro, anos antes de ser eleito, o mein kampf, onde anunciava a sua intenção de entrar em guerra com a frança e os países de leste e, last but not least, resolver de uma vez para sempre a “questão” judaica, se necessário pela força – livrar a europa dos judeus.
Por tudo isto ou és completamente ignorante ou estás a gozar quando dizes que a igreja, coitadinha, nada sabia do que se passava na alemanha nazi.
“Nem uma só mostra qualquer atrocidade de um católicos? Nem uma só documenta um acto cometido por católicos que possam demonstrar atrocidades perpetradas com “consentimento” do Vaticano.”
Vou só citar alguns nomes.
Leon Degrelle, líder do movimento católico radical rexista e general SS. Condenado à morte a seguir à guerra.
Monsenhor Tiso, membro influente do alto clero católico eslovaco e Fuherer nazi da eslováquia. Condenado à morte a seguir à guerra.
Bispo Udal, um dos bispos mais importantes da alemanha, criador do conceito do cristianismo positivo que pretendia arianizar o catolicismo. Mais tarde foi o criador e líder da organização Odessa, rede de fuga que usou os MOSTEIROS FRANCISCANOS permitindo a fuga dos criminosos nazis condenados que fugiram para a américa do sul.
Os FRADES FRANCISCANOS Croatas Miroslav Filipovic, chefe de um campo de concentração, Petar Brzica e outros irmãos da ordem e sacerdotes católicos envolvidos nos masscres da ditadura croata-nazi.
O cardeal nazi Innitzer, grande apoiante de Hilter.
Grande parte destes homens cometerem crimes contra a humanidade. Parte foram condenados ou executados pelos tribunais aliados.
MAS NUNCA FORAM CONDENADOS PELA IGREJA NEM PELOS SEUS CHEFES, PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS PELOS SUBORDINADOS.
A igreja deixou-os actuar livremente não os impedindo, não os demitindo, não os mandando afastar da política ou mandar calar como costuma fazer com os padres esquerdistas, não os excomungando, como faz com os católicos que defendam a eutanásia, não os proibindo de comungar como faz com os divorciados que voltam a casar. Não fazendo NADA das multipla pressões que usa a torto e a direito com toda agente que se afaste um milímetro da linha oficial dos papas vigentes.
“Nada mais normal entre dois estados sendo que um deles representa, simultaneamente, a maior instituição organizacional do mundo (e de sempre), tendo responsabilidades na defesa do bem-estar dos seus membros.”
Com certeza. Nada mais normal do que bispos e cardeais a fazer a saudação nazi em comícios do partido. Mas então os actuais bispos não deveriam ir abençoar as clínicas das abortadeiras ? É que se dizes que é a mesma coisa porque é que não se comportam da mesma maneira ?
“Uma parte considerável das fotos são puras fraudes. Umas são muito anteriores ao conflitos, outras chamam católicos a protestantes, outras ainda são meras “fotos de família” exigidas pelo protocolo.”
Meu menino, nessas fotos estão bispos e cardeais católicos e protestantes a fazer a saudação nazi em cerimónias nazis. Se algumas eram de antes da guerra o que importa ? Os nazis começaram as perseguições antes da guerra. Ainda em plena campanha eleitoral ANTES da tomada do poder os actos dos SA e SS enchiam as ruas de sangue.
“Então, porque deveria a Igreja impor-se contra Hitler em 1933? Em 1933 Hitler não era diferente de Sócrates!”
Mas então, dando de ânimo leve a COMPLETA ESTUPIDEZ de dizer que socrates era igual a hitler, se eram iguaizinhos, porque é que a igreja se calou com hitler mas está sempre a mandar vir com Sócrates ?
“Não têm defendido que o governo tem legitimidade para tomar decisões nazis, que enxovalham a larguíssima maioria dos portugueses, para mera diversão de uma escassa minoria de tarados, tipo casamento da paneleirada?”
Evidentemente ! Assassinar 6 milhões de judeus é muito menos grave do que permitir que as famílias homo se assumam perante a lei.
És nojento. Não vejo outra palavra para te descrever.
Baal… nem falo dos padres e freiras.. envolvidos no genocídio de Ruanda!!!! Qual foi mesmo atitude do Vaticano contra eles?? NENHUMA!!! Nenhum destes genocidas foi BANIDO e EXCOMUNGADO da Igreja!!!! E o pior!!! Alguns deles escaparam de serem julgados pelo TPI graças ao Vaticano!!! Dizem que até hoje o Vaticano protege alguns desses aSSaSSinos!!! E a mesma Igreja, que não excomungou esses bandidos, excomungou no ato os médicos que fizeram aborto numa menina estuprada pelo padrasto no Brasil ano passado!!!
Baal… o Zeca se esquece tambem que foi a ICAR que ajudou Hitler a virar ditador… através do Partido Zentrum.. do monsenhor Kaas…… Hitler assinaria Concordata como forma de recompensar a ICAR por tê-lo ajudado a virar ditador!!
Ah… Baal…. correção…. o bispo Alois Hudal era austriaco… ele foi membro do NSDAP e claro… um dos artifices das RATLINES…. juntamente com os bispos Draganovic (Ustasha), Montini (futuro Paulo VI), Tisserant, Caggiano etc.
Sobre o cardeal Innitzer… este foi um grande mercenario e traidor…. Ele foi lacaio de Dollfuss e Schuschnigg(sucessor de Dollfuss) depois traiu os fascistas austriacos e apoiou a invasão nazi….
Sobre o eslovaco monsenhor Tiso…. o partido dele tinha sido chefiado anteriormente pelo padre Andrej Hlinka
ah sobre o regime Ustasha… praticamente todo o clero croata apoiava Pavelic… incluindo o santinho Stepinac….. Foram vários padres que cometeram crimes… alem de Filipovic e Brzica… cito tambem… Dragutin Kamber, Ivan Saric, Karlo Petranovic… Krunoslav Draganovic , mons. Aksamovic…. e tantos outros….. Pio XII tinha 1 nuncio na Croacia-NDH… o beneditino Ramiro Marcone!!! As atrocidades Ustashas conseguiam horrorizar até mesmo os alemães e italianos…. O vaticano ate hoje se recusa a falar deste genocidio….. e a imprensa (comprada) nem fala deste assunto….
Baal…. sabe as Ratlines…. que o vaticano fez pra ajudar nazis ustasha fugirem da Europa?? Soube que Andrija Artukovic , ministro do NDH chamado de “Himmler balcanico”, foi ajudado pela ICAR a fugir pros EUA…. Lá.. a ICAR o protegeu por quase 40 anos!!! Até ser entregue à Iugoslavia… em 1986… a Iugoslavia pediu sua extradição várias vezes.. a partir de 1951… mas a ICAR… com seus advogados… frustavam o pedido de extradição… a midia nem fez escandalo por causa disso…. ah.. outra coisa.. assisti no youtube 1 documentario (1994) da ABC dos EUA sobre as Ratlines. o reporter, Sam Donaldson, revelou o envolvimento da ICAR com as Ratlines e ainda localizou na Argentina Erich Priebke.
A igreja manteve uma política dúbia durante a guerra à espera de ver quem vencia ao mesmo tempo que ia tirando sardinhas da brasa para a sua panela.
É verdade que os ateus dão uma imagem simplista da atitude da igreja, porque é verdade que, por vezes, a igreja foi o MAIOR INIMIGO do terceiro Reich.
Lembremo-nos que houve uma altura, antes da tomada do poder que a igreja PROIBIU a militância no partido nazi a TODOS OS CATÓLICOS.
Oposição mais frontal é impossível.
Lembremos-nos da doutrina expressa na encíclica Sorge, que, embora seja mais um protesto para o cumprimento da concordata com hitler, não deixa de criticar o ffascismo.
Lembremo-nos de um bispo Von Galen, o único homem que conseguiu parar a máquina repressiva nazi, exigindo e conseguindo que hitler terminasse o programa de eutanásia dos deficientes mentais.
Lembremo-nos de Staufenberg, o católico que quase derrubou o terceiro Reich e quase liquidou o fuehrer.
Lembremos-nos do padre Kolbe e outros que morreram a lutar contra o nazismo. Nomeadamente o padre Lichtenberg que depois da noite de cristal passou a rezar pelos judeus em todos os serviços religiosos o que provocou o seu rápido falecimento nos calabouços da Gestapo e os padres Holandeses deportados por a conferência episcopal holandesa ter condenado a deportação de judeus.
E lembremos, porque não, que a igreja salvou MESMO alguns milhares de judeus.
Tudo isto prova que, de facto, houve alturas em que a igreja enfrentou o nazismo.
Com certeza que a imagem dada pelos ateus é limitada.
E muito.
Porém a vossa também é.
Porque esqueceu que Hitler foi apontado para o poder por um católico Hugenberg, que o partido católico pretendia entrar no governo do reich COLIGADO com o partido nazi !!!!!!!!!
Que o partido católico votou a favor das leis de excepção que institucionalizaram a ditadura.
Que a concordata foi ESSENCIAL na consolidação interna e externa do regime nazi.
Que a homens como leon degrelle o líder católico general das SS, o cardeal nazi Innitzer, Monsenhor Tiso fuherer da eslováquia, o Bispo Udal criador da Odessa e todos os abades franciscanos que usaram os seus MOSTEIROS FRANCISCANOS para ocultar criminosos nazis, os FRADES FRANCISCANOS Croatas Miroslav Filipovic o comandante de campo de concentração e os outros franciscanos envolvidos nos massacres do nazismo croata etc etc etc. A igreja e o seu chefe, o papa, deixou estes homens actuar impunemente sem aplicar as sanções que usa a propósito de tudo e de nada contra todos os que tenham a ousadia de contrariar as vontades papais. Será que não estavam a contrariar o papa ?
O certo é que a igreja não se comportou como cúmplice incondicional do fascismo. Por vezes opôs-se com energia. Mas outras vezes fechou os olhos e outras ainda colaborou activamente, com cumplicidade em muitos actos do fascismo que entendia serem do seu interesse.
Tão mentiroso é quem diz que a igreja era fascista como quem diz que era antifascista. A igreja jogou uma no cravo e outra na ferradura, ora a favor ora contra o fascismo consoante os seus interesses do momento. E nas suas fileiras tanto houve antifascistas como fascistas fervorosos.
O problema é que cada um dos lados teima em não ver o que não lhe convém.
Por isso digo que a igreja por vezes foi cúmplice activa do nazismo.
Mas também não posso esquecer que por vezes combateu o fascismo, como quando proibiu aos católicos pertencerem ao partido nazi.
A atitude da igreja foi basicamente dar uma no cravo e outra na ferradura aproveitando-se de tudo o que lhe podia ser útil no fascismo e combatendo o que a contrariava. Não se pode dizer que a igreja, no geral, seguiu uma linha fascista ou antifascista. Simplesmente aproveitou-se da situação para defender a sua posição de poder social.
Eu não tenho nada contra os romances que você lê, nem contra os generos de ficção que você aprecia.
O que não é aceitável é qeu você veja os romance de ficção como obras com algum valor histórico. Não está a imaginar que o crapula Saramago ou o Dan Brown são levados a sério e aquilo que escrevem tem algum valor histórico. São obras de ficção cujo valor literário pode ser melhor ou pior. O valor como documento historico é zero. Esse é também o problema do Baal: lê uma obra de ficção ou (mais grave ainda) um site na Net e imagina que haja algum valor histórico naquilo que lê. Mas, o 007 também não existe e o Indiana Jones é um personagem de ficção cuja existencia ternina co final da sua aventura.
Os líderes da Igreja cumpriram de forma excelente o seu papel PRESERVAR (o mais possível) A IGREJA (o conjunto de todos os crentes católicos) DOS EFEITOS DO CONFLITO E VELAR PELA SEGURANÇA DOS SEUS FIEIS. A função da Igreja é dar a conhecer o bom caminho. Alertar, e mostrar o caminho recto, a luz, a verdade, a salvação… Quando os “gentios” se recusam a segui-los, nada pode fazer. Isso também é assim hoje em Portugal. Porém, a Igreja e todos em geral têm direito a reprimir os seus inimigos – a nossa Constituição até assegura, pra esse efeito, o uso da força. Ouve-se dizer: «mas a “doutrina” manda dar a outra face!» Isto dito por quem não entende nada do assunto, até parece certo. Porém, as tais coisas só fazem sentido quando do outro lado está quem tem capacidade de perceber os gestos. Se a Igreja se “aninhasse” a todas as situações, os crentes tinha sido, já, todos dizimados. A Igreja tem obrigação de se defender – não o fazer é contra o princípios da própria Igreja – “o bom pastor olha pelas suas ovelhas e defende-as dos lobos!”
Sobre o funcionamento da Estrutura a Igreja, mesmo sendo eu leigo, você não me ensina muito, acredite! Efectivamente, nem tudo o que parece é. Um dos grandes problemas da Igreja é que não tem uma estrutura de comunicações suficientemente bem montada e funcional. Está agora a tentara organizar algo que já devia ter feiro há uns séculos. Sobre estes assuntos os seus comentários são de uma ingenuidade que lhe vou perguntar: quantos anos tem? (responda se quiser, mas não creio que acredite!)
”Os objectivos racistas e violentos de Hitler eram conhecidos de toda a gente antes ainda de tomar o poder.” Portanto a maioria dos alemães são os responsáveis por tudo isto, já que ele chegou ao poder por sufrágio. Em última análise, todos os que ele dizimou foram responsáveis pela sua sorte – segundo aquilo que você afirma. Eu li. Li, no tempo que nem tudo se podia ler. E não vi indícios da barbárie nazi, nem as tais ligações á Igreja católica que os ateístas lá vêem
Dar uma boa surra nos comunas e na paneleirada, era uma excelente ideia. Até eu apoiava. A Igreja podia ter feito muito mais. Errado! Os políticos alemães, os restantes partidos, os que se sentiam ameaçados (milhões, muitos milhões!), os exilados, os homens influentes, os lideres dos países europeus, todos os homens influentes tos paises atingidos por ele… esses é que deviam ter uma acção mais enérgica. E, que fizeram? A função da Igreja não era combater Hitler, ou fosse (seja) quem fosse (seja), pelas armas num campo de batalha. Os “media” não tinham a força que hoje têm. A rádio (muito incipiente) foi silenciada… ninguém fez nada. . A Igreja tem que combater os inimigos da Igreja com as únicas armas que possui e mostrar ao caminho a todas. Ale disso, a Igreja não tinha um exercito para se enfrentar a Hitler, nem aos “Hitlers” de hoje”… e há tantos por aí! Tanto genocídio, tanto assassino, tanto bandido, tanto ladrão… O que obstava a que Hitler esmagasse a Sede da Igreja e dizimasse todos os católicos?
Depois Baal, lá vem o rol das alarvidades… Fulano, sicrano e beltrano… Nenhum deles é aquilo que V. Exa diz. Estupidez e alarvidades sem suporte cientifico. No verão de 87, estava eu às portas da Polónia (onde não consegui entrar por razões obvias!). Relembro-me de conversas com imensas pessoas sobre este assunto. E nunca esquecerei das palavras de um velhote que viveu o horror á porta: “O medo transformou os bons em muito maus, e os maus em exemplos de crueldade. Mas eu não lhes tenho rancor. Era a lei a sobrevivência!” Em vez de citar nomes, vá até à fonte de informação e veja as alarvidades que diz.
Seja sério e diga que todas as asneiras e imbecilidades contra PIO XII nasceram em 1963, com uma obra de ficção que um conjunto de ignorantes começou a tomar por uma peça hsitórica.
Até essa data, a História era objectiva. A partir daí, com a Guerra Fria ao rubro, a História começõu a contar “estórias” e os ignorantes a propagar verdades. E porquê? Interessava os comunas e dava lucro no Ocidente, Mentir, ser desonesto, indecente e insultuoso sempre foi uma actividade lucrativa – o Saramago e quejandos que o digam.
Isso levou um grande nome da cultura francesa f(Lucien Lefebvre) a dizer: “O mundo é um palco de ladroagem abandonado à sorte, onde qualquer desordeiro faz triunfar a mais vil mentira e converte em infâmia a rectidãoe a verdade”.
Porque razão não fazem a cronologia das acusações forjadas contra o Vaticano e a Igreja…
Não. Não preciso de exemplos. Acontece que, como não sou um fanático cego pelo ódio como tu, sempre denunciei os crimes tanto dos “bons” como dos “maus”.
“Seja sério e diga que todas as asneiras e imbecilidades contra PIO XII nasceram em 1963, com uma obra de ficção que um conjunto de ignorantes começou a tomar por uma peça hsitórica.”
Podes especificar ?
De qualquer maneira foi pelos anos sessenta que se começou a aprofundar o estudo da II GM, até aí demasiado próxima para estudos isentos.
Por exemplo, a obra seminal do holocausto, La destrucion des juifs européens de Raul Hilberg, data dos inícios dessa década, pelo que é normal que, em historiografia ou ficção, se tenham começado a abordar questões que tinham passado despercebidas.
Alegar a falsidade de uma obra porque não se gosta do ano de publicação é um bocado forçado como argumento.
“Depois Baal, lá vem o rol das alarvidades… Fulano, sicrano e beltrano… Nenhum deles é aquilo que V. Exa diz. Estupidez e alarvidades sem suporte cientifico.”
Ah.
Leon degrelle não era o líder do movimento católico rexista e não foi general das SS ?
O bispo Hudal não foi o criador da organização Odessa ?
Etc etc.
Bem, qualquer livro de história sobre o assunto diz isto. Não preciso de especificar. QUALQUER LIVRO SERVE.
Mas deves ter livros especiais que dizem outra coisa ?
Agradecia que apresentasses então as tuas provas “científicas” de que estou a mentir.
A minha paciência começa a esgotar-se com tanta ignorância. Podias ao menos tentar informarte antes de dar respostas COMPLETAMENTE IDIOTAS ?
“O que obstava a que Hitler esmagasse a Sede da Igreja e dizimasse todos os católicos?”
Já o disse umas 50 vezes, mas como não sabes ler vou dizer outra vez.
Porque metade do povo alemão era católico, porque metade dos nazis eram católicos. Generais das SS, como degrelle, eram militantes católicos fanáticos, pelo que acho um bocado difícil que se matassem a si mesmos.
Aliás, existe um exemplo histórico. A única vez que a igreja fez frente ao terceiro Reich como um todo, e apenas por iniciativa do bispo Galen, o resultado não foi um extermínio de católicos, mas sim o oposto, HITLER RECUOU.
Isto prova que a igreja tinha força para se opor a Hitler. Quando queria…
“A função da Igreja não era combater Hitler, ou fosse (seja) quem fosse (seja), pelas armas num campo de batalha. Os “media” não tinham a força que hoje têm. A rádio (muito incipiente) foi silenciada… ninguém fez nada. “
Mas quem é que disse que a igreja devia armar exércitos ? Gostava que não pusesses as tuas mentiras na boca dos outros. O que toda a gente disse, e tu estás a brincar aos parvinhos, é que devia marcar uma posição.
Ah ! Ainda bem que falaste na relativa fraqueza dos média. É um facto. O outro facto é que, precisamnete por isso, a igreja nessa época dispunha dos média mais influentes do mundo, os púlpitos e as publicações da igreja, que batiam todos os outros média em capacidade de comunicação. Mais uma razão para ter intervido.
“Eu li. Li, no tempo que nem tudo se podia ler. E não vi indícios da barbárie nazi, nem as tais ligações á Igreja católica que os ateístas lá vêem”
Evidentemente. Hitler começou a II GM com flores e terminou-a com beijos. As SS eram uma conhecida organização benemerente e leon degrelle não era um líder católico general das SS mas sim um famoso padeiro.
Já que estás sempre a falar de alrvidades podias pensar um bocadinho nas alarvidades que estás sempre a debitar ? Achas que é a bancar o pateta da aldeia que vais dar uma grande imagem da tua causa ?
“”Os objectivos racistas e violentos de Hitler eram conhecidos de toda a gente antes ainda de tomar o poder.” Portanto a maioria dos alemães são os responsáveis por tudo isto, já que ele chegou ao poder por sufrágio.”
Evidentemente que sim. Se a maioria do povo alemão votou nele e o apoiou a maior parte da guerra o responsável é quem ? Os ateus ?
“Em última análise, todos os que ele dizimou foram responsáveis pela sua sorte – segundo aquilo que você afirma.”
Pela décima vez, agradecia que pensasses um bocadinho antes de responder. Se estou a falar com um atrasado mental é melhor a conversa ficar por aqui.
A maioria das vitímas alemãs do nazismo foram judeus, comunistas, homosexuais, militantes democratas. Achas que foram eles que votaram em Hitler ?
“Sobre o funcionamento da Estrutura a Igreja, mesmo sendo eu leigo, você não me ensina muito, acredite! Efectivamente, nem tudo o que parece é. Um dos grandes problemas da Igreja é que não tem uma estrutura de comunicações suficientemente bem montada e funcional. Está agora a tentara organizar algo que já devia ter feiro há uns séculos. Sobre estes assuntos os seus comentários são de uma ingenuidade que lhe vou perguntar: quantos anos tem? (responda se quiser, mas não creio que acredite!)”
É engraçado que alardeies uma ignorância confrangedora, ao ponto de não conheceres algumas das principais figuras da II GM, como degrelle ou udal e depois venhas com grandes farroncas de sapiência. Tenho 43 anos, um curso de história e uma pós-graduação. O meu grande interesse sempre foi história militar, em principal a do III Reich. E tu meu sábio das barracas ? Ainda não disseste qual é a tua profissão.
“Sobre o funcionamento da Estrutura a Igreja, mesmo sendo eu leigo, você não me ensina muito, acredite!”
Francamente tu é que dás mostras de não saber nada de muita coisa…
“Efectivamente, nem tudo o que parece é. Um dos grandes problemas da Igreja é que não tem uma estrutura de comunicações suficientemente bem montada e funcional. Está agora a tentara organizar algo que já devia ter feiro há uns séculos. “
OOOHHH coitadinhos. Uma organização milenar, com milhares de organizações e milhares de crentes em todos os países, com militantes em quase todos os governos, uma diplomacia própria e serviços de informação especializados, mas, coitadinhos, não sabiam o que TODA A GENTE SABIA, que era apregoado pelos nazis em comícíos, discursos, rádios e jornais. Mas a igreja, coitadinha, não sabia de nada.
Francamente achas que é a dar uma de atrasado mental que convences alguém ?
“Dar uma boa surra nos comunas e na paneleirada, era uma excelente ideia. Até eu apoiava. “
Acho imensa graça que clames por respeito ao mesmo tempo que apelas à violência contra todos os que não pensem como tu. Diz-me, depois de alarvidades destas, que moral é que tens para ficar muito ofendido quando um ateu idiota exulta com a destruição de uma igreja ? Afinal és igualzinho a ele.
Baal… leia a biografia deste bispo brasileiro http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Duarte_Costa Ele foi 1 terrivel pecador e excomungado…. pecados deles foram horriveis… ser progressista e denunciar o envolvimento da ICAR com o nazifascismo! e que dizer deste livro abaixo??? http://es.wikipedia.org/wiki/Magnum_Crimen foi escrito pelo ex-padre croata Viktor Novak… e denunciou o clericalismo na Croacia… incluindo a Ustasha
Hoje tenho muito pouco tempo pra as tretas que V. Exa. me habituou.
Estava eu a ler as suas palavras e imaginar aquilo que efectivamente é: um rapaz que se diz instruído porque teve formação em Historia, lê daquilo que os outras escrevem, e confia demais no que lê… falta-lhe a critica das fontes!
Fulano diz: “isto é verdade!…”, e V. Exa.. acredita piamente – isso é uma palermice. È uma atitude tão palerma como aqueles que aqui comentam fiando-se na wikipédia – eu, esta semana alterei 4 artigos que continham alarvidades do mais estupído possível… e que se mantêm em algumas línguas, claro!
Isso faz qualquer pessoa.
Grave é dizer-se um especialista em “história militar” e falar da maneira que falam sobre um ambiente de guerra.
V. Exa não tem a mínima noção do que é um ambiente de guerra ou catástrofe – mas não se preocupe, esse é o mal generalizados deste fedelhos que por aqui vê comentar. Esse sé o principal mal dos suínos norte-americanos. Será que V, Exa faz a mínima Ideia do que é um dia em Gaza? Ou no Afeganistão? Não acredito. O seu conhecimento é da Playstation.
A guerra, ontem como hoje, sempre foi algo sem regras. Falar de regras, de violação do direito internacional, de convenções e semelhantes, em tempo de guerra, é uma piada de mau gosto. Se hoje assim é, isso foi principalmente verdade durante os conflitos mundiais.
Leon Degrelle não era alemão, não era um “líder católico” e o seu movimento era de “inspiração católica”, e não um movimento católico oficial.
A ideia de Leon Degrelle era combater os comunas … uma ideai perfeitamente aceitável e razoável, que foi transversal a todo o Ocidente até à década de 80.
”O bispo Hudal não foi o criador da organização Odessa ?”
Pessoalmente nem acredito que essa tal organização tenha existido. Não há nada de concreto sobre ela. Nada leva a crere que existiu, salvo a opinião de sois ou três malucos.
Se V. Exa me dissesse que Hudal era nazi… eu até podia concordar. Mas isso não prova nada. E tem nada a ver com a Igreja… temos por cá socialistas e comunas católicos – um disparate igual. Nos até temos um padre (cá, em Portugal) que nega o fenómeno de Fátima e faz festa aos ateístas, concordando com eles e debitando sujidade! Hudal era apenas mais um desse tipo. Tal como os padres panelerios…
A percentagem e católicos romanos na Alemanha não era de 50%, logicamente (desde o século XVI).
O caso Galen é muito diferente, até porque estava a mexer com gente “ariana”, e não houve, propriamente um recuo de Hitler. As prioridades são que passaram a ser outras. Aliás, há quem veja nas experiências dos nazis uma troca por troca… de forma ainda mais cruel!
Continua com a mais peregrina estupidez sobre o desafio da Igreja “O que toda a gente disse, e tu estás a brincar aos parvinhos, é que devia marcar uma posição.”
Não fez abertamente para segurança de todos (incluída a nossa) tal como o não fez com as atrocidades que se seguiram, nos campos de prisioneiros do pós-guerra.
O poder da Igreja na Europa central e ocidental, no que respeita á sua capacidade de passar a mensagem, era o mesmo que hoje tem na China ou na Índia… pouco mais de Zero
V. Exa só pode estar a brincar!
A voz da Igreja na Alemanha ou nos países em guerra… V, Exa. está a imaginar a alarvidade que diz…
Não estamos a falar de Portugal da Espanha, estamos a falr de países em guerra aberta!
Por certo, muitos a ateus , a quase totalidade votou em Hitler e apoiou-o. Tudo o que seja destruir, os ateístas apoiam., como aqui se vê.
A falso que Igreja tenha tido um “sistema de informação” – completamente falso. Ainda hoje não tem!
E os “media”, ainda hoje não fazem muito a favor da verdade. Quem conhece o Iraque e o que lá se passa, sabe muito bem do que falo.
Quanto a dar uma surra em algumas degenerados… digo-lhe mais:
Por não terem dado umas palmadas em alguns patifes, é que o mundo está como está… tudo virado de patas-para-o-ar.
Realismo: V. Exa. é um brincalhão:
“por acaso a igreja não denunciou demais a URSS?? (aoi contrario da Alemanha, EUA, GB e França)…”
Todos os países a Europa Ocidental tinham a URSS como uma alvo, e o comunismo como. A “caça às bruxas” condenou gente à morte, já se esqueceu?
Atrocidades do Pós Guerra -1946 A Igreja também não disse nada!!!!!!!!!!
Na Alemanha operou uma «Brigada Judaica» na qualidade de tropa de ocupação, tristemente célebre pelas suas iniquidades. Do livro «Les Vengeurs», escrito pelo judeu Michel Bar-Zohar, tirámos alguns exemplos que nos parecem significativos e em que aquele confessa ter tomado parte: «…pouco tempo depois da Brigada Judaica ter chegado a Treviso, no Tirol do Sul, houve desordens na cidade: alemães atacados, incêndio de casas que tinham pertencido a nazis, mulheres violadas… Estas violências desordenadas prejudicam a causa judaica. Há que conter o sentimento de vingança que domina todos os soldados judeus e, nesse sentido, os chefes da «Haganah» decidiram confiar a um só grupo de homens, particularmente seguros e conhecidos pelas suas qualidades morais, o direito de derramar sangue em nome do povo judeu». «Para levar a cabo os nossos actos de vingança devíamos guardar segredo junto do Exército britânico, do qual fazia parte a Brigada Judaica. Os ingleses teriam desaprovado os nossos actos, apesar de, em numerosas ocasiões, terem feito vista grossa». «No decurso das semanas seguintes, no Alto Adigio, no Tirol do Sul, em Klagenfurt, em Innsbruck, oficiais SS, chefes da Gestapo, altos dignitários nazis desapareceram. Por vezes eram encontrados alguns cadáveres, mas a maioria desses homens parece ter-se dissipado no ar. Ainda hoje os parentes mais chegados daqueles nazis ignoram o que foi feito deles». Com frequência os membros dessa Brigada – que reclamavam para si mesmos as faculdades de juizes e carrascos – apresentavam-se em casa dum alemão que tinha pertencido à Wehrmacht ou às SS e comunicavam-lhe que fora citado para comparecer no Comando britânico. O homem seguia-os, confiante, mas nunca mais regressava a casa. Geralmente era estrangulado com uma corda que os chamados Vingadores lhes enrolavam no pescoço, e o seu corpo lançado a um pântano. Actuavam também nas prisões-hospitais britânicas, onde «…se verificavam estranhos falecimentos de pacientes que gozavam de boa saúde». Outra «pérola»: «Estávamos nos camiões – conta Sam Halevy actualmente agricultor na planície ao norte de Haifa – Nas estradas alemãs costumávamos passar muitas vezes por ciclistas. A vista dum alemão bastava para despertar o nosso desejo de vingança. Nas cabinas, ao lado do condutor, havia rapazes da Brigada. No momento em que o Dodge chegava perto do ciclista, a porta do camião abria-se violentamente. O homem rolava para debaixo das rodas do veículo e era esmagado. Por este processo matámos um bom número deles». Os ingleses, finalmente, mandaram a Brigada Judaica para a Bélgica e, posteriormente, para a França. O número de assassinatos imputáveis a essa Brigada oscila entre 200 e 300. Mas outro grupo mais secreto, mais implacável ainda, iria ganhar relevo. «Aqueles homens vinham da Europa de leste. Traziam documentação falsa e dinheiro. Era um grupo muito misterioso. Só queriam uma coisa: vingança. Eram uns 50 e pareciam dispor de todo o dinheiro necessário». Esses homens, autodenominados «Grupo Nakam» (que, em hebreu, significa Vingança) superaram largamente em eficiência assassina os seus predecessores da Brigada Judaica. Continuemos a dar a palavra ao judeu Bar-Zohar: «No estado maior do Grupo Nakam foi elaborado um projecto, cujo alcance alguns de nós conheciam. Muito tempo e muito dinheiro foram consagrados a preparar aquele plano. Se conseguíssemos levá-lo a cabo, sabíamos que seria supérflua qualquer outra acção. Hoje, na perspectiva dos anos que passaram, tal plano pode qualificar-se de diabólico. Tratava-se de matar milhões de alemães. Digo bem, milhões, assim de uma vez, sem distinção de idade ou sexo. A dificuldade principal era que queríamos matar apenas alemães. No entanto, encontravam-se no antigo território do Reich soldados aliados e sobreviventes dos antigos campos alemães. O plano consistia no envenenamento simultâneo de fontes, depósitos de água e canalizações das cidades principais, utilizando em grandes doses um poderoso veneno. Mas o temor quanto ao que podia acontecer a muitos judeus que não estivessem ao corrente da operação e as represálias das autoridades de ocupação induziram-nos a abandonar o “Plano A”. Assim, dedicámo-nos principalmente ao “Plano B”. Depois de alguns meses de buscas, escolhemos o nosso terreno de acção, um campo de prisioneiros perto de Nuremberga, a cidade, precisamente, que tinha sido a sede do Nazismo. Tinham sido ali concentrados 36.000 SS. No princípio de 1946, um pequeno grupo de reconhecimento dirigiu-se para aquele campo a fim de executar o primeiro acto da vingança… Decidimos – disse Jacob Karmi – envenenar os 36.000 SS e fui eu o encarregado da execução do projecto. Para começar, consegui que fossem admitidos dois dos meus homens na administração do campo, um como motorista, outro como funcionário do armazém; depois, consegui que outros homens meus fossem admitidos nos gabinetes administrativos…».
(…) Testemunho do engenheiro Franz Resch: «Em Bokowitz vi milhares de alemães, homens e mulheres, civis e soldados, e mesmo crianças de 10 anos, selvaticamente assassinados. As turbas espancavam aqueles seres indefesos e os corpos dilacerados eram regados depois com ácido clorídrico para aumentar o sofrimento. Alguns ainda viviam quando lhes cortaram os dedos para roubar os anéis ou as alianças. Vi também no campo de Kladnow verterem alcatrão fervente nas costas nuas de alguns internados e de os espancarem a seguir com bastões. (…)
um combóio de mercadorias cheio de soldados alemães feridos. Depois de concentrados num descampado, foram lançadas sobre eles granadas de mão. A maioria morreu»
Estou verdadeiramente abismado com a sua defesa do abandono das convenções de guerra. Portanto para si é perfeitamente natural, porque se está em guerra, roubar, matar civis, torturar prisioneiros, destruir obras de arte etc.
Gostava de saber então porque se lamuria tanto apenas porque outro cretino, esse ateu, festeja a destruição de uma igreja quando estão exactamente ao mesmo nível.
Mas estou convencido que sim, se estivesses num ambiente de guerra cometerias toda a espécie de crimes contra a humanidade só pelo imenso gozo que isso te daria. Tenho a certeza absoluta.
Entretanto, uma das maiores conquistas da humanidade é o facto de casos como o da tortura nas prisões americanas do iraque serem descontinuados e pelo menos parte dos responsáveis irem a julgamento.
Mas como vives na idade média não adianta tentar explicar.
Também gostei da tua negação da existência da Odessa que nunca vi nenhum historiador negar.
Isso e os teus ares de superioridade. Ainda não disseste qual é a tua profissão que te dá esse insigth não só sobre as situações de guerra como sobre as motivações mais íntimas de todos os doadores de dinheiro para acusas humanitárias – em que garantes que todos os crentes o fazem por puro altruísmo e todos os ateus por ganância ligada ao desconto nos impostos.
Entretanto isto remete-nos para o principal. Que é a sua completa inconsequência argumentativa.
Passo a explicar.
V. Exa normalmente usa a quallificação de nazi como um insulto. Por exemplo chama nazis aos ateus, diz que o Sócrates é nazi 🙂 e ainda por cima comunista 🙂 !!!!!!
Ao mesmo tempo, quando confrontado com o facto de que figuras importantes do catolicismo, quer leigos quer sacerdotes, tiveram papéis de peso no nazismo, passa a dizer que acha natural e recomendável que centenas de milhares de militantes católicos se tenham alistado nas SS porque assim poderiam espancar comunistas e homosexuais.
Então nazi é insulto ou elogio ? É que já me perdi no meio de tanta prosápia.
PS
Com tudo isto acho imensa graça que deixe cair a máscara. O bonzinho católico faz a apologia dos crimes de guerra e recomenda o alistamento nas SS.
Mas ao mesmo tempo fica muito ofendido quando os ateus referem as óbvias ligações entre nazismo e catolicismo.
Faço notar que toda a argumentação de V. Exa é mais uma dessas MESMO óbvias ligações.
Tenho imensa pena que V. Exa. não saiba ler. Lamento, mas não tenho vocação para professor primário.
Se lesse o que eu escrevei, veria que eu disse que a Igreja não denunciou o que se passava com os nazis, TAL COMO NÃO DENUNCIOU estas atrocidades, e muitas outras, que lhe posso relembrar. Ou seja: se diz que Igreja é “pró-nazi” porque se remeteu ao silêncio, terá que a dizer que a Igreja é “anti-nazi” porque se remeteu ao silêncio neste (em muitos destes) caso. Ou então está a brincar.
”Estou verdadeiramente abismado com a sua defesa do abandono das convenções de guerra. Portanto para si é perfeitamente natural, porque se está em guerra, roubar, matar civis, torturar prisioneiros, destruir obras de arte etc.”
Eu não defendi, jamais e em tempo algum, o “abandono das convenções de guerra”. O que eu disse e mantenho, é que em guerra generalizada, tais convenções nunca funcionaram. E, na II Guerra, as atrocidades estavam tanto de um lado como do outro. Só foi mais bárbaro quem teve mais força e tempo pra o fazer.
Infelizmente, as guerras são feitas de “roubar, matar civis, torturar prisioneiros, destruir obras de arte etc.” – sempre impunemente (quando muito, despromove-se ou afasta-se um militar de baixa patente). Aliás, os regimes ditos democráticos e pluralistas, defensores da liberdade e dos direitos do Homem fazem isso em tempo de paz – v.g. os EUA … já não falo na “trucidária e ateísta” China, onde nada disso funciona. etc.
Convém que se diga que o “desrespeito por todas as convenções”, foi prática comum dos Aliados. No caso dos EUA – Hiroshima e Nagasaki são exemplos de genocídio, perpetrado contra todas as convenções, sobre civis, inocentes e desarmados (actos que nada ficaram a dever a Hitler).… tal como depois no Vietname, ou Afeganistão, ou no Iraque… etc. etc.
Eu nunca defendi isto!!! Vi, vejo, constato todos os dias, que os ateístas concordam e exaltam tão nobres qualidades dos estados que se dizem “de direito”, e democráticos.
Também gostei da tua negação da existência da Odessa que nunca vi nenhum historiador negar.
Eu nunca vi nenhum historiador afirmar que a Odessa existiu. Vi suspeitas, vi desmentidos, vi gente afirmar que “pode ter existido”. Afirmar que existiu, é saber de mais.
Aliás, toda a gente sabe que as “brigadas judias” limparam uma grande parte dos nazis… Toda a gente sabe que os EUA cooptaram os nazis que lhes interessavam, com a finalidade de usufruir dos seus conhecimentos técnicos – não é verdade que muitos cientistas nazis viveram impunemente nos EUA como altos funcionários ao serviço da ciência?
Portanto, deixe-se de ser hipócrita.
Nenhuma instituição na Europa fez tanto na denúncia do nazismo, como a Igreja. E, se mais não fez é porque não podia. Corria sérios riscos se o fizesse de outra forma.
Mas, um exemplo do ateísta Tito, ajuda a ver que a matança era generalizada, ninguém respeitou nada nem ninguém:
Nos últimos dias da guerra, já em Maio de 1945, uns 80.000 soldados alemães renderam-se aos ingleses na Áustria e foram internados num campo de concentração em Karntern. Quase ao mesmo tempo chegaram a esse campo os restos do Exército croata (uns 290.000 oficiais e soldados que se tinham rendido aos ingleses e americanos). Em 17 de Maio, todos esses 370.000 soldados foram entregues a Tito. Há que ter presente que esses soldados, prisioneiros de guerra e membros de exércitos regulares, estavam amparados pelas Convenções de Genebra e de Haya e, por conseguinte, tinham direito a um tratamento correcto. Não obstante, durante os três primeiros meses que se seguiram ao final da guerra, foram liquidados sem qualquer acusação e sem nenhum processo, quer por meio de matanças sistemáticas nos arredores de Bleiburg (10 – Eduardo Augusto Garcia, «A Tragédia de Bleiburg»), quer nas «marchas da morte», de Maribor a Ursac.
P.S.: Pergunta o Baal qual é a minha profissão. Sou lavrador. Venho da <agri cultura”. Trato de muito nabo, lido com muito batata… estou virado para dar um fim decente a muita merda ateístas que por aqui se escreve – transformando-a em estrume, dando-lhe alguma utilidade. E, vou deitando algum herbicida nas ervas daninhas que por aqui crescem. Uso os pesticidas necessários contra as “pestes” que por aqui grassam. Paralelamente, tenho que aguentar com as pocilgas, com alguns burros, uma ou outra vaca, bastantes cães com indícios de raiva e muito ladradores, e demais bichezas… esses seres são todos ateístas, porque os animais não conhecem Deus, nem sabem o nome do Criador – falta-lhes a inteligência!!!
“Eu não defendi, jamais e em tempo algum, o “abandono das convenções de guerra”. O que eu disse e mantenho, é que em guerra generalizada, tais convenções nunca funcionaram.”
Ah sim ? vejamos então algumas das coisas que escreveste.
“A ideia de Leon Degrelle era combater os comunas… uma ideai perfeitamente aceitável e razoável, que foi transversal a todo o Ocidente até à década de 80”
Estás a falar de um general SS…
“Dar uma boa surra nos comunas e na paneleirada, era uma excelente ideia. Até eu apoiava.”
O que estás a fazer é uma apologia das SS e ainda te gabas dos métodos completamente anti-humanitrários que aplicaram. As surras aplicadas sabemos o que foram.
Milhões de prisioneiros russos mortos de fome, dezenas de milhares de aldeias russas destruídas, centenas de milhares de homosexuais assassinados em campos de concentração.
Fugiu-te a boquinha para a verdade e agora tentas compor o ramalhete.
“Eu nunca vi nenhum historiador afirmar que a Odessa existiu. Vi suspeitas, vi desmentidos, vi gente afirmar que “pode ter existido”. Afirmar que existiu, é saber de mais. “
Em primeiro lugar é MENTIRA que nunca nenhum historiador tenha dito que Odessa existiu. Em segundo lugar a única coisa que certos historiadores colocam em causa é a sua existência como organismo das SS.
Porque NENHUM historiador coloca em causa a existência das “ratlines” organizadas pela igreja para safar os SS. Qualquer que seja o nome aplicado é por todos reconhecido o papel de Hudal e dos mosteiros franciscanos na fuga dos SS da Europa.
“Eu não defendi, jamais e em tempo algum, o “abandono das convenções de guerra”. O que eu disse e mantenho, é que em guerra generalizada, tais convenções nunca funcionaram.”
Dar “surras” em prisioneiros só por serem comunistas ou homosexuais é obviamente contra todas as convenções de guerra. Os SS faziam-no e tu apoias. Tomamos nota.
Ás-de dizer qual é a convenção de guerra que permite a agressão contra pessoas por causa da sua orientação política ou sexual.
“Eu não defendi, jamais e em tempo algum, o “abandono das convenções de guerra”. O que eu disse e mantenho, é que em guerra generalizada, tais convenções nunca funcionaram. “
Estás a MENTIR. Dizes constantemente que adoravas ter o prazer de espancar esquerdistas e homosexuais e aprovaste quem se alistou nas SS porque assim teria a oportunidade para o fazer.
Quanto ás convenções nunca funcionarem é verdade.
Mas é uma questão de escala.
Tomemos por exemplo a ocupação americana no Iraque. Aquilo é mesmo mau. Entretanto, se as forças americanas no iraque fossem comandadas por alguém como o foi Saddam, Beria, Himmler ou, porque não, como TU, seria muito pior.
Simplesmente o exército americano já teria assassinado umas dezenas de milhões de pessoas. Assim morreram umas centenas de milhares e a maior parte das vitímas foi causada por ataques terroritas CONTRA os americanos.
Ou seja a maior parte das vitímas são causadas por quem deliberadamente não cumpre as convenções – os terroristas islâmcos.
É a diferença entre quem tenta ir aplicando menos mal as convenções e quem faz questão de as ignorar e ainda se gaba de as não cumprir.
Claro que, se o exército americano considerasse legítma a agressão em relação a todas as pessoas que não partilhem o ideal americanoe os valores religiosos americanos, como tu defendes em relação ao catolicismo, teríamos um banho de sangue centenas de vezes maior. Metade da população iraquina já tinha ido com os porcos.
Se lesse o que eu escrevei, veria que eu disse que a Igreja não denunciou o que se passava com os nazis, TAL COMO NÃO DENUNCIOU estas atrocidades, e muitas outras, que lhe posso relembrar. Ou seja: se diz que Igreja é “pró-nazi” porque se remeteu ao silêncio, terá que a dizer que a Igreja é “anti-nazi” porque se remeteu ao silêncio neste (em muitos destes) caso. “
A igreja, contrariamente com o que fez na altura com o fascismo, sempre denunciou o comnismo como uma abominação. Mais uma menos uma é igual ao litro porque toda a gente sabe qual é a posição da igreja em relação ao assunto. Pelo contrário em relação ao fascismo nunca houve uma condenação formal.
Ao mesmo tempo tentou safar vários lìderes nazis, não só através das ratlines como por intercessão papal a favor de líderes nazis como Ohlendorf. Precisamente o tipo de intercessão que NÃO fez quando os nazis deportaram os judeus de Roma.
Zeca… você fala de abusos de Tito na Iugoslávia ao mesmo tempo que tenta nos fazer esquecer dos abusos nazicatolicos de Pavelic… Tito pode não ter sido um santo… mas era mais íntegro que Pavelic e seus cumplices clericais… isso sim
Baal… se a ICAR condenasse o fascismo e a pedofilia da mesma forma que condena o comunismo… o n° de padres condenados e excomungados seria altissimo!!!
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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48 thoughts on “Cumplicidades da ICAR com as ditaduras”