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  • 29 de Dezembro, 2008
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

O Papa fala, fala, fala…

CIDADE DO VATICANOO papa Bento XVI implorou neste domingo pelo fim da violência e pelo restabelecimento da trégua em Gaza, onde ataques aéreos israelenses causaram mais de 270 mortos desde sábado. “Imploro pelo fim da violência, que é condenável em cada um de seus manifestantes, e pelo restabelecimento da trégua na Faixa de Gaza. Peço um impulso de humanidade e sabedoria em todos os que têm responsabilidade na situação”, disse o Papa.

Comentário: Perante o horror da guerra é difícil saber se B16 está verdadeiramente preocupado ou se é um acto de propaganda e hipocrisia. A ICAR adorava queimar judeus e conquistar terras aos mouros.

8 thoughts on “O Papa fala, fala, fala…”
  • Atheos

    é porque a guerra pode causar danos aos intere$$e$ da ICAR.

  • Atheos

    é porque a guerra pode causar danos aos intere$$e$ da ICAR.

  • kavkaz

    É realmente preocupante a escalada da guerra. As palavras do Papa não deixam de ser mais um atirar para o ar de frases superficiais, de sentido idealista, numa realidade bem agressiva e insuportável. Não passa de frases de boas intenções da propaganda católica, sem consequências práticas. São para o aplauso, apenas.

    Já aqui escrevi sobre as cidades de Siderot e Ashkelon, junto à Faixa de Gaza, que os terroristas do Hamas bombardeiam diariamente com morteiros, deixando a população civil à beira da loucura e com a vida destroçada. Depois de uns dois meses de alguma trégua, continuaram esses ataques às povoações que circundam a Faixa de Gaza. Os palestinianos do Hamas aproveitaram as tréguas para reforçarem o armamento e recomeçaram os bombardeamentos com armas ainda mais poderosas. Desta vez já atingiram, pela primeira vez, a cidade de Ashdod a 40 km da fronteira de Israel com a faixa de Gaza. Os protestos da população israelita atingida eram constantes e não podiam deixar indiferentes os políticos e os militares. Havia bastantes vítimas. Os palestinianos foram avisados que os israelitas não poderiam continuar inactivos.

    A resposta aos morteiros e mísseis dos terroristas do Hamas, de fabrico soviético, chegou agora por parte de Israel. Nestes três dias já provocaram a destruição de importantes centros militares palestinianos e, infelizmente, acabam por atingir, inevitavelmente, civis.

    Não gosto do que leio e ouço na Faixa de Gaza. Mas ao acompanhar o que se tem passado e a procura do confronto constante pelos palestinianos, através dos morteiros e mísseis contra alvos civis, não me espanta esta ofensiva israelita. Seria bom que tudo acabasse depressa e voltasse o sossego. Que tudo se resolvesse por conversações, mas os palestinianos não me parecem dispostos a reconhecer Israel e a fazerem concessões. A religião aqui impede-os a todos de viverem em paz e bem!

  • kavkaz

    É realmente preocupante a escalada da guerra. As palavras do Papa não deixam de ser mais um atirar para o ar de frases superficiais, de sentido idealista, numa realidade bem agressiva e insuportável. Não passa de frases de boas intenções da propaganda católica, sem consequências práticas. São para o aplauso, apenas.

    Já aqui escrevi sobre as cidades de Siderot e Ashkelon, junto à Faixa de Gaza, que os terroristas do Hamas bombardeiam diariamente com morteiros, deixando a população civil à beira da loucura e com a vida destroçada. Depois de uns dois meses de alguma trégua, continuaram esses ataques às povoações que circundam a Faixa de Gaza. Os palestinianos do Hamas aproveitaram as tréguas para reforçarem o armamento e recomeçaram os bombardeamentos com armas ainda mais poderosas. Desta vez já atingiram, pela primeira vez, a cidade de Ashdod a 40 km da fronteira de Israel com a faixa de Gaza. Os protestos da população israelita atingida eram constantes e não podiam deixar indiferentes os políticos e os militares. Havia bastantes vítimas. Os palestinianos foram avisados que os israelitas não poderiam continuar inactivos.

    A resposta aos morteiros e mísseis dos terroristas do Hamas, de fabrico soviético, chegou agora por parte de Israel. Nestes três dias já provocaram a destruição de importantes centros militares palestinianos e, infelizmente, acabam por atingir, inevitavelmente, civis.

    Não gosto do que leio e ouço na Faixa de Gaza. Mas ao acompanhar o que se tem passado e a procura do confronto constante pelos palestinianos, através dos morteiros e mísseis contra alvos civis, não me espanta esta ofensiva israelita. Seria bom que tudo acabasse depressa e voltasse o sossego. Que tudo se resolvesse por conversações, mas os palestinianos não me parecem dispostos a reconhecer Israel e a fazerem concessões. A religião aqui impede-os a todos de viverem em paz e bem!

  • mathias

    Tem gente que sopra sobre o fogo para apagá-lo. O José 16 sopra sobre a brasa.

  • mathias

    Tem gente que sopra sobre o fogo para apagá-lo. O José 16 sopra sobre a brasa.

  • Caco

    Bom, Israel há décadas nasceu praticando o confisco acima citado ( ) embora seu comportamento típico desde 1948, seja o d astuciosamente acusar outros d praticar suas ações.
    No caso presente é o contrário: Não são os “pobres” “coitadinhos” israelenses q respondem aos rojões do Hamas, são os rojões do Hamas à responder a agressão contínua do Estado israelense ao gueto d Gaza.
    O estado d Israel invade, expulsa e confina os nativos da região numa área minúscula, sem direito a nada.
    Não bastasse isso, os isola do mundo exterior e faz incursões “regulatórias” a todo momento prendendo e arrebentando à torto e à direito. E isto, há décadas.
    Qdo os palestinos desesperados, finalmente se defendem timidamente lançando à esmo seus rojões, os ocupantes israelenses se põe ( mais uma vez ) como vítimas e lançam ofensivas c/o uso d força desproporcional culpando os próprio palestinos pela situação tirânica à eles imposta por Israel. É mta cara d pau!!!

    Outra tática tradicionalmente hipócrita q tem sido usada na internet é, aonde não há moderação p/comentários, infestar d comentários racistas em relação aos Judeus afim d tentar “desqualificar” locais q abriguem fontes d informação contestatórias em relação à política externa israelense.

    Um pouco d história : Illan Pappe, historiador e israelense, (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0… ).

    Famosos pronunciamentos israelenses à respeito da questão palestina:
    Ben Gurion em 1937: “devemos expulsar os árabes sem piedade e ocupar o seu lugar”;
    Heilbrun, presidente do comitê p/reeleição do general Shlomo Lehat, então prefeito d TelAviv q, em outubro d '87 disse: “devemos matar a todos os palestinos à menos q se resignem a viver como escravos”;
    outro “luminar” israelense, Israel Koenig: “devemos utilizar o terror, o assassinato, a intimidação, o confisco d terras e a suspensão d qq programa social a fim d livrar a Galiléia d sua população árabe”;
    Isaac Shamir q em abril d 1988 disse em relação aos palestinos: “os esmagaremos como insetos arrebentando suas cabeças contra as rochas do deserto”;
    rabino Isaac Ginsburg q no Jerusalem Post d 19/06/89 afirmou: “o sangue judaico e o sangue dos goys (não judeus) não são a mesma coisa …matar não é um crime se as vítimas não são judaicas”

    Diante d tdo isso ( como mostrado por ex. neste documentário americo-israelense http://video.google.com/videoplay?docid=-405902… ), os Palestinos deveriam, como os Índios do Brasil, sempre dar a outra face ?

  • Caco

    Bom, Israel há décadas nasceu praticando o confisco acima citado ( ) embora seu comportamento típico desde 1948, seja o d astuciosamente acusar outros d praticar suas ações.
    No caso presente é o contrário: Não são os “pobres” “coitadinhos” israelenses q respondem aos rojões do Hamas, são os rojões do Hamas à responder a agressão contínua do Estado israelense ao gueto d Gaza.
    O estado d Israel invade, expulsa e confina os nativos da região numa área minúscula, sem direito a nada.
    Não bastasse isso, os isola do mundo exterior e faz incursões “regulatórias” a todo momento prendendo e arrebentando à torto e à direito. E isto, há décadas.
    Qdo os palestinos desesperados, finalmente se defendem timidamente lançando à esmo seus rojões, os ocupantes israelenses se põe ( mais uma vez ) como vítimas e lançam ofensivas c/o uso d força desproporcional culpando os próprio palestinos pela situação tirânica à eles imposta por Israel. É mta cara d pau!!!

    Outra tática tradicionalmente hipócrita q tem sido usada na internet é, aonde não há moderação p/comentários, infestar d comentários racistas em relação aos Judeus afim d tentar “desqualificar” locais q abriguem fontes d informação contestatórias em relação à política externa israelense.

    Um pouco d história : Illan Pappe, historiador e israelense, (http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0… ).

    Famosos pronunciamentos israelenses à respeito da questão palestina:
    Ben Gurion em 1937: “devemos expulsar os árabes sem piedade e ocupar o seu lugar”;
    Heilbrun, presidente do comitê p/reeleição do general Shlomo Lehat, então prefeito d TelAviv q, em outubro d '87 disse: “devemos matar a todos os palestinos à menos q se resignem a viver como escravos”;
    outro “luminar” israelense, Israel Koenig: “devemos utilizar o terror, o assassinato, a intimidação, o confisco d terras e a suspensão d qq programa social a fim d livrar a Galiléia d sua população árabe”;
    Isaac Shamir q em abril d 1988 disse em relação aos palestinos: “os esmagaremos como insetos arrebentando suas cabeças contra as rochas do deserto”;
    rabino Isaac Ginsburg q no Jerusalem Post d 19/06/89 afirmou: “o sangue judaico e o sangue dos goys (não judeus) não são a mesma coisa …matar não é um crime se as vítimas não são judaicas”

    Diante d tdo isso ( como mostrado por ex. neste documentário americo-israelense http://video.google.com/videoplay?docid=-405902… ), os Palestinos deveriam, como os Índios do Brasil, sempre dar a outra face ?

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