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Salazar, o governante sério e, naturalmente, católico

Uma mentira pode ser repetida até ao infinito mas não passa a ser verdade. Há quem chame ao abutre de Santa Comba, estadista; incorruptível, ao verme de S. Bento; honrado, ao infame que a censura, a pide, a legião e o medo deixaram que fosse uma cadeira a resgatar a honra que os portugueses não puderam.

O antigo dirigente do CADC não tratou da vida mas tirou-a a muitos. O ódio à liberdade aleitado no seminário e assanhado no poder, fez dele uma referência fascista universal, o delinquente que manteve a guerra colonial durante 13 anos, um malfeitor que demitiu insignes professores, prendeu democratas e assassinou adversários.

Já poucos se lembram das eleições de Humberto Delgado, onde a vontade popular foi falsificada e a honra de um país enxovalhada.

Em 1958, durante a campanha eleitoral publicou o decreto-lei que proibiu a oposição de fiscalizar o funcionamento das mesas de voto. Foi assim que o fascista indigitado, Américo Tomás, «ganhou» as eleições a Humberto Delgado.

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2 thoughts on “Salazar, o governante sério e, naturalmente, católico”
  • Molochbaal

    Pronto.

    Agora o fifi vai jurar a pés juntos que não era nada católico e que eu é sou salazarista.

  • Pedro R

    Comparado com os que nos governam no “pós Abril”, Oliveira Salazar merece uma estátua em cada rua e uma homenagem em cada praça.
    Não foi em vão que lhe o elegeram o “maior português”.

    Se a Oliveira Salazar chamarmos “verme”, qual o adjectivos que utilizaremos para os mais recentes?

    Castigou os delinquentes e os criminosos, limitou a liberdade os perigosos para que as pessoas honestas e decentes vivessem em liberdade e segurança, defendeu a integridade de Portugal, incluindo nas colónias, para o bem dos continentais e dos povos das colónias. Não foi ele que fez a guerra nas colónias, muito menos foi quem a manteve. Nem foram os povos dessas colónias que, na sua maioria, foram vítimas de terroristas e não seus aliados.
    Não prendeu inocentes meninos-do-coro. Prendeu e demitiu insurrectos e infames, alguns professores, outros dos mais variados sectores, alguns dos quais, infelizmente, escaparam e chegaram até hoje. Esses e seus descendentes são os insurrectos bandidos que hoje desgraçam o meu país.
    Contingências do destino, esse ingrato, que cedo ceifou quem colocou o país sobre carris, antes do país estar preparado e com autonomia para ser uma terra justa, segura e desenvolvida, como teria sido se Oliveira Salazar tivesse terminado o seu trabalho.

    Porque será que as piores acusações a Oliveira Salazar saem sempre da boca de gente pouco recomendável?

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