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  • 21 de Novembro, 2013
  • Por Carlos Esperança
  • Vaticano

A confissão é uma arma

O Papa Francisco sublinhou hoje no Vaticano a importância da confissão dos pecados e revelou que ele próprio se confessa de 15 em 15 dias, apelando à compreensão da “dimensão eclesial” deste sacramento.

7 thoughts on “A confissão é uma arma”
  • kavkaz

    Não há meio da padralhada se confessar a mim… As coisas que eu ficasse a saber seriam religiosamente guardadas para o meu sucesso.

  • Tolo_Mor

    Os ateus já só vivem para o papa Francisco, não há dia em que não se lembrem dele.

    • kavkaz

      Acho que o papa Chico alimenta os ateus… E é o palhaço Tolo_Mor quem se alimenta dos ateus!

  • Deusão

    Eu ainda tenho uma pequena dúvida: esse papalhaço é assim mesmo ou apenas se diverte com os crentóides? Em outras palavras, trata-se de um asno ou de um palhaço ?

  • João Pedro Moura

    O papa confessa-de de “15 em 15 dias”… a um padre…
    Como é que o Sumo Pontífice se vai confessar a outro padre, de menor hierarquia???!!! Isto faz algum sentido???!!!

    Imaginemos o padre auditor a aplicar uma penitência ao papa, depois de ouvir os “pecados” do mesmo!…

    Os padres confessam-se a outros… padres “pecadores”?!…
    Como é que um indivíduo se confessa ao seu par hierárquico, também “pecador”?! A não ser que se confesse a um superior hierárquico… mas também “pecador”…

    “Pecadores” a confessarem-se uns aos outros…

    … Isto é alguma terapia de grupo, ou quê?!

    Mas que “pecados” é que esta gente tem, para andarem sempre a confessar-se uns aos outros???!!! E que penitências lhes são aplicadas?!

    Católicos, não bebais sumo pontífice… nem com palhinha!…

  • carpinteiro

    Segundo os mandamentos da Santa Igreja, todo o crente que se encontre em estado de pecado deve confessar-se.

    Dou comigo a pensar que pecados andará a cometer um homem que se auto intitula de Santo, para ter que se confessar semana sim, semana não.

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