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  • 10 de Outubro, 2013
  • Por Ricardo Alves
  • Islamismo

A luta pela educação, contra o islamismo

 

A entrevista de Malala Yousafzaï – que hoje ganhou o Prémio Sakharov – a John Stewart, terça-feira passada. Malala sofreu uma tentativa de homicídio dos talibã por defender o direito das raparigas a irem à escola na sua província do Paquistão.
17 thoughts on “A luta pela educação, contra o islamismo”
  • Tolo_Mor

    Hesito. Entre a lapidação da iraniana Asthiani e a tentativa de homicídio da Malala Yousafzai, o meu agnosticismo anda hoje muito pouco assumido. Pode ser que amanhã me dê para vir aqui transmitir-vos a minha firme e irrevogável decisão sobre essa matéria.

    • Molochbaal

      Por mais que fujas com aldrabices, quando morreres acabou tudo fifi.

      Tu não és imortal.

      Nunca mais vais ver os teus entes queridos.

      Porque o teu deus está-se a cagar tanto para ti e para a tua família, como está para as vitímas das doenças que planeou meticulosamente, até ao mínimo pormenor.

      http://www.youtube.com/watch?v=WQkwwiinhOc

      Achas mesmo que o deus que PLANEOU todo este sofrimento vai assegurar a vida eterna e feliz a ti e à tua família ?

      Mas o que é que vocês são mais do que estes desgraçados ?

      A tua sorte é mesmo vocês morrerem de vez.

      Porque uma imortalidade assegurada pelo mesmo deus que criou a morte viva da lepra, devia fazer desconfiar.

      Ainda acabam nalgum inferno, tipo mortos vivos, a apodrecerem para todo o sempre, como leprosos.

      Porque o teu deus parece comprazer-se no sofrimento humano, como o caso da lepra.

      Abre a pestana fifi.

      Quem te avisa teu amigo é.

  • Molochbaal

    Como malala é muçulmana e não ateia ou agnóstica, obviamente que a sua luta é pela educação e não contra o islamismo.

    Ao dizerem estas inverdades, apenas dão razão aos islamitas radicais, que tentam destruir os moderados como Malala.

  • João Pedro Moura

    A luta pela educação, só, não chega para tornar uma mulher cônscia dos seus direitos e do objetivo de igualdade entre homens e mulheres.
    Todavia, a hedionda escumalha islâmica desaprova a educação feminina porque sabe que as mulheres ficariam mais conscientes e, provavelmente, reivindicativas…
    E a educação, apenas, não chega, porque a maior parte dos diplomados por escolas superiores, anualmente, na Arábia Saudita e no Irão, são mulheres.
    Para que lhes serve a educação, se continuam amarradas aos laços misóginos e totalitários do islamismo boçal?!

    Portanto, não chega a educação…
    Elas precisam dum salto qualitativo, de inteligência e sabedoria, que ataque a “hedionda”, nos seus redis de comando…
    … E o problema está aí…
    Não conseguem! São povos destituídos de progresso mental, base do progresso económico e do desenvolvimento geral.
    E diria mais: jamais conseguirão!
    Os que conseguem, fogem para o estrangeiro e nunca mais voltam.
    E, entre os imigrantes “muçulmanos”, só uma pequena minoria de gente altamente consciente, sábia, inteligente e progressista é que renegará o Islão e passar-se-á para o mundo ocidental, mental e fisicamente…

    • Molochbaal

      “a hedionda escumalha islâmica desaprova a educação feminina ”

      Malaia é islâmica e como muitos outros islâmicos, arrisca a vida pela educação feminina.

      Vocês continuam, desonestamente, a fingir que não sabem que existem milhões de crentes moderados que lutam por esses direitos.

      parece a propaganda nazi, que dava a entender que TODOS os judeus seriam ricos, ladrões, madraços, etc.

      É a generalização abusiva que torna a vossa propaganda odiosa.

      Porque se torna mentirosa.

      “So here is my message to Malala: You are not alone. Millions of voices, including Americans, are with you. In this war of love and passion against hate and aggression, the Taliban will never win. That someonewill win. That someone who enshrined the right of a girl’s education in the Muslim faith. That someone whose name is prophet Muhammad.”

      Faheem Younus

      Dr. Faheem Younus is a clinical associate professor at the University of Maryland. He is the founder of Muslimerican.com.

  • Deusão

    Malaia acabará por abandonar a doença infeto-contagiosa conhecida com islã. Ao travar contatos com pessoas que não ligam para xeçuis ou merdamé, descobrirá que não é necessário acreditar.
    Muitos nem sabem que é permitido não acreditar.

    • Molochbaal

      Tens uma certeza enorme em que ela quer abandonar a sua fé.

      Se o Marin Luther King não tem morrido, na semana a seguir ia inscrever-se na associação ateísta de washington.

      De certeza.

      • Molochbaal

        “Thank you to God, for whom we are all equal.”

        Malala Yousafzai

        http://www.washingtonpost.com/blogs/on-faith/wp/2013/10/11/malala-yousafzai-wins-gods-peace-prize/

        • João Pedro Moura

          “Thank you to God, for whom we are all equal.”…

          Faltou acrescentar:
          … Less we, women, because of the veil…

          • Molochbaal

            “Acrescidamente, em matéria política, desportiva, direção de empresa, força determinativa, génio inventivo e criativo, as mulheres são substancialmente inferiores aos homens e nunca se lhes equipararão.”

            João Pedro Moura, ” Bardamerda Sr. Deputado”, DduA, 25/2/2012

            Foste tu que disseste isto ?

            Se foste, não estou a ver o teu grande problema com o véu.

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL perguntou:

            1- “… Foste tu que disseste isto ?”

            Fui. Há algum problema? Alguma inveracidade?

            2- “Se foste, não estou a ver o teu grande problema com o véu.”

            O que é que a verificação das inferioridades femininas, relativamente ao homem, concerne ao meu desejo feminista de igualdade legal entre homens e mulheres?!
            O véu islâmico é o símbolo da inferioridade da mulher, relativamente ao homem, segundo a gentalha islâmica. Representa a “modéstia”, o recato, o pudor, além
            de que os cabelos femininos a descoberto, segundo essa subespécie de gente, despertam
            a concupiscência masculina. Tudo execrações machistas, que devem ser combatidas.
            Se a mulher é inferior ao homem, em geral, nos aspetos que citei, tal não valida a
            sua atitude de submissão e passividade, típicas dos países e culturas islâmicas. Submissão e passividade essas de que elas também são culpadas.

          • Isma

            Que contradição!

            “O véu islâmico é o símbolo da inferioridade da mulher, (…) os cabelos femininos a descoberto, segundo essa subespécie de gente, despertama concupiscência masculina.”

            Portanto, a mulher têm capacidades que o Homem não tem. Até o cabelo a torna muito superior ao homem. Pelo menos é o que tu aceitas como válido na tua observação.

    • João Pedro Moura

      “Graças a Deus que não estou morta”?

      Equivale a dizer: “graças a Deus que fui alvejada”…
      Se “Deus”, segundo ela, impediu a sua morte, também podia ter impedido o seu alvejamento por um réprobo taliban…

      • Nuno Filipe

        Mas Deus não pensa pela tua cabeça.

        • Isma

          E ainda se pode dizer que, se não fosse alvejada, nenhum dos presentes a conhecia nem sequer discutia a sua causa.

          “A luta pela educação, contra o islamismo” , é uma forma de expressar a ignorância de quem se atreve a fazer este tipo de comentários.

          Não está em causa o islamismo. O que está em causa é o fanatismo dos extremistas.
          Por incrível que pareça, é vitima dos extremistas islâmicos, na sua terra, e vitima dos extremistas ateus, aqui.
          Podemos apenas discutir quem tem métodos piores, quem é provoca mais sofrimento. Não podemos separar os gestos e as vontades de cada um dos lados. Se lá estivessem os ateus, teriam feito o que os seus congéneres extremistas islâmicos fizeram, certamente. É tudo uma questão de oportunidades.

          Lá, onde o único meio de peso é a lei da bala, os extremistas usam esse método. Cá, onde não o podem fazer, dedicam a sua vida em exclusividade a outras formas de luta, como é o caso da dedicação total e exclusiva da sua vida a lugares como este e a associações com estas características xenófobas, fundamentalistas e fanáticas.

          A Malala não deixou de ser islâmica (como o autor pretende fazer crer, de forma ignorante), nem foi vítima do Islão. Continua islâmica e foi vitima de extremistas fanáticos que existem no Paquistão, como existem aqui.

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