“Regarding the accusations of sexual abuse of children by Catholic priests, deplorable and disgusting as those abuses are, they are not so harmful to the children as the grievous mental harm in bringing up the child Catholic in the first place. …”
antolo, palhaço, viste-te ao espelho, não viste? Eheheheh…
“Quando fica zangado o que é que você bota pra fora?”
O cão raivoso que tem dentro de si!
Cristão é ovelha para o pastor e cão raivoso para os outros!
Helder
Este não é um crente, de certeza!
Moloch Baal
GRRRR
GRRRRR
Sempre pronto a morder as canelas dos mentirosos.
Luísa G
Tu és completamente estúpido.
Nem sabes distinguir uma mulher de um homem. Tinhas que ser ateu!…
Quem te diz algo que não te agrada é logo maltratado. Eu tenho que ser chamada de António Fernando, porque, tal como António Fernando, digo coisas que não te agradam.
Não me insulta ser comparada com o “antoniofernando”, que é a pessoa mais coerente, mais lúcida e mais inteligente deste blogue. O que me insulta é a intenção com que o fazes, com que vocês, todos, o fazem. Parecem mais um gangue do que um conjunto de pessoas decentes e instruídas.
Moloch Baal
Sim António Fernando, sim, és uma autêntica donzela.
Tudo o que quiseres.
Anti-pulha
Ó Luíso, quem te disse que o pulha se chamava António Fernando? Já viste o nome dele por aqui? Estás tramado, travesti. Nem assim te safas.
Nem por acaso..
Multinick incontinente
FIFI
Moloch Baal
O fifi ficou bastante beneficiado nessa foto.
kavkaz
Esta Igreja Católica apelida de gravemente desonesto o “Espírito Santo”. Este engravidou a Maria, a mulher comprometida com o carpinteiro José («O Espírito Santo descerá sobre ti» (Lc 1, 35). Desta desonestidade grave do “Espírito Santo” nasceu Jesus. Este chamava pai, não ao Espírito Santo, mas a “Deus”, o outro da Troika do Céu. Quem pagava as contas da criança era o cornudo carpinteiro José que tinha de trabalhar para sustentar a criança do gravemente desonesto.
Conclusão: Jesus é filho duma desonestidade grave, conclui-se do catecismo da Igreja Católica.
P.S. A Bíblia será uma metáfora quando convier à Igreja Católica.
Há outras versões com o nome e tudo de um soldado daquela época. Mas para a religião os factos não interessam, o que é preciso é a lenda para que os crentes enfiem o barrete e paguem o dízimo aos “pastores” de pobres de espírito.
Se soubesses ler, apenas ler, verias que está escrito “intervenção de uma pessoa estranha”.
Se tu e os outros “cultos” ateus, a começar no Luís Grave Rodrigues, não sabem que, nesta acepção, “pessoa” refere-se exclusivamente a um ser humano. Neste caso, Pessoa da Santíssima Trindade grafava-se com maiúscula.
Luísa, o Espírito Santo é uma “Pessoa”, com cabeça, tronco e membros? Se entendi essa lógica, uma pessoa não poderá intervir no casal alheio… Mas se for uma Pessoa, então já pode engravidar quem lhe apeteça. A diferença na autorização de se poder engravidar quem se quiser está apenas no reconhecimento da maiúscula. Nem a mulher do casal, nem o marido, não terão voto na matéria. A mulher será apenas uma barriga de aluguer dos desejos da Pessoa. É assim, não é?
A Pessoa não encontraria uma mulher jovem, livre e solteira para satisfazer os seus Desejos? Porque não pedir o consentimento da mulher para a engravidar? Não é ético fazê-lo denominando-se de Pessoa?
Uma mulher (?) que aceita livremente ser violada ?
Essa Luisa é muito estranha; até parece ser uma pessoa (?) muito conhecida por aqui.
Viva o estupro, Luisa ?
A menos que a mulher em questão estivesse aberta a todo o tipo de experiências novas, nomeadamente com uma Pessoa.
Na bíblia também há relatos de que os anjos se fartaram de fornicar com mulheres.
Por acaso é estranho, como é possível seres espirituais serem firmes e hirtos para poderem efetuar tal função recreativa?
Gênesis 6:1-4
E aconteceu que, como os homens começaram a multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas,
Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de todas as que escolheram.
Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos.
Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos; estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.
Gênesis 6:1-4
Deusão
As mulheres deveriam se envergonhar de participar da seita católica; na gibibribria a mulher não passa de um depósito de esperma.
Helder
Errado!
Na Bíblia, a mulher tem a mais nobre função da humanidade: ser mãe.
Mão não apenas ser progenitora.
A ideia da mulher como elemento decorativo e de prazer está ligada ao pensamento anti-religioso ou ateu. No tempo da narrativa Bíblica, tal pensamento está plasmado no Poder dos Reis e dos exércitos.
Deusão
participo de qualquer debate. Coloca apenas uma condição: o oponente deverá ser sério; não é o seu caso.
O livreco está lotado de referências de como se deve tratar uma mulher, e as cabras têm mais valor.
Moloch Baal
Engraçado, eu pensava que as ateias também podiam ser mães.
Não sabia que era um privilégio das papa-bíblias.
Entretanto as ateias também podem ser muitas outras coisas.
Mas uma crente que leve a bíblia a sério já não.
Lá diz expressamente que as mulheres existem para obedecer aos maridos, para estar muito caladinhas, etc etc.
O que dificilmente se coaduna com o espirito de uma mulher interventiva na sociedade.
Helder
E onde estão os anjos nesta narrativa?
Moloch Baal
Estou farto de dizer para te informares antes de dizer asneiras.
São os cristãos que interpretam os seres fodilhões do texto como anjos.
Não devia dar-te links, porque um ignorante de merda como tu nem devia participar em debates quando ignora tudo sobre o que está a ser discutido.
Mas enfim.
Violada?
Se tudo se passa com o seu consentimento!
Deusão
é um brincalhão. só pode.
Para começar, tal coisa nunca aconteceu, mas para fantasiarmos um pouco, a maria foi avisada de que seria traçada. Quando consentiu ? ela pediu ? ó deusão venha me comer. Quero ser conhecida como a puta da vila. A mulher que chifrou o marido na véspera do casório.
Foi assim ?
é um brincalhão.
Helder
A pergunta que se impõe: Tu fazes estas afirmações a sério?
Eu tenho muita dificuldade em saber se é ignorância ou sarcasmo.
Melhor: tenho muitas dúvidas que seja sarcasmo.
O que a Luísa disse está correctíssimo.
Uma “pessoa” é um ente humano, tal como o catecismo refere ( e só se refere as entes humanos).
No caso da Trindade, as Pessoas são entidades não necessariamente corpóreas. Convencionou-se, gramaticalmente, que neste caso se grafa com maiúscula.
Por extensão, o substantivo “pessoa” não implica que se trate de um ente humano, nem sequer que seja um ser vivo ou natural.
Acredito que o teu comentário não tenha sido feito por sarcasmo, mas ditado rancor com que aqui escreves, o que te turba a mente.
Outro erro indesculpável para quem “estuda” tanto, é afirmar que ” não terão voto na matéria”, referindo-se à anuição no acto.
Relata a Bíblia que Maria, sentiu-se sublimada entre todas as mulher da Terra e disse: “faça-se em mim, segundo a tua vontade”. Ou seja: eu aceito.
Claro. Ela estava ansiosa para ser a putinha da vila.
a tua historinha é tão patética que dá sono. Você acredita mesmo nisso ou é só mais um brincalhão ?
kavkaz
Helder, a resposta que dei foi À LUISA. Foi na lógica das palavras dela. Ela é que poderia responder na conversa com a lógica dela.
Mas já que entraste com a tua lógica vai uma pergunta para ti:
– Jesus no “céu” será corpóreo ou incorpóreo?
Helder, lá que na tua religião acreditam e aceitam os deuses com direitos acima das pessoas e os “Senhores” podem, por exemplo, violar, matar, queimar pessoas, etc., Isso é uma actuação aceite na tua religião. São crimes que os crentes não acham esquisitos. Mas achas, Helder, que os ateus engolem tanta parvoíce e aldrabice?
À vossa Maria da Bíblia não pediram autorização para ficar grávida do “Espírito Santo” ou de “Deus”. Ela já tinha sido “convidada” anteriormente para ficar grávida de José, o carpinteiro, e estava-lhe prometida (negócios daquela época). Depois, a Maria foi informada da decisão de que ficaria grávida do “Espírito Santo”, (não de “Deus”, a outra personagem religiosa). Tanto faz que Maria aceitasse ou não. Ela ficaria grávida. A decisão era do “Superior”. Que remédio tinha ela senão engravidar, não do José, mas de um desconhecido “Superior”…
Helder, os crentes aceitam bem e acreditam que uma mulher de há dois mil anos tivesse engravidado de um extraterrestre. E se fosse hoje com uma mulher da família deles? Também achariam bem e pagavam o subsídio de alimentação da criança “Superior” todos contentes?
Deusão
Qual das pessoas ? jesus, o palerminha ? deus, o violador ? ou o espírito santo de porco ?
Não consegui abrir o link. É a foto do cachorro que os crentóides conseguem ver uma imagem de xeçuis no cu do cão ?
kavkaz
Não. É o caso de um cão que vai às missas cada vez que toca o sino da igreja. Foi lá que viu a última vez a sua dona que morreu e vai à missa católica com a saudade dela. O padre aceita, muito bem, a presença do animal. É mais um exemplo da dedicação e entrega total do cão ao seu dono.
Helder
Como vez, há cães que podem dar uma lição lição a muitos humanos ateus.
Se tivesse que escolher entre os ateus deste blogue e o o cão do filme qual era o comportamento mais “humano e civilizado”, eu não hesitaria. O cão claro!
Deusão
ô brincalhão, os ateus que aqui escrevem são trabalhadores, honestos e responsáveis.
A tua religião de merda é que transforma um homem em um monte de bosta.
Aqui é um blog ateu. Estamos cagando e andando para a tua seita, mas isto não significa que eu possa ofendê-lo diretamente, entendeu ?
Ou você é o autor da historinha, da mitologia cristã ?
Se procura por receitas de rezas, veio ao lugar errado.
kavkaz
Óh , Helder, então os cães são ateus ou não?
A tua conversa do contra, para emendar a estupidez da conversa da Luiza, é escolher o cão em vez dos ateus. Mas alguém é contra isso? Então, vai ter com o cão em vez de vires ter com os ateus. Percebes que és parvo ou não?
Anti-pulha
S. Guinefort também era ateu? Olha que ele foi beatificado.
Por acaso.
Luísa G
Tu e todos os ateus deste blogue, ou são maricas ou misóginos ou nunca estiveram com uma mulher.
Fica aqui patente a fobia e ódio às mulheres, visivelmente personificado na minha pessoa.
Luísa, a pílula que toma tem a fórmula errada. Sobe-lhe ao cérebro e em vez de servir para o amor, serve-lhe para o ódio!
Moloch Baal
Mas o antolo toma a pílula ?
Então isso não é para mulheres?
Aquilo deve fazer-lhe mal à cabeça.
Deusão
Uma mulher que concorda com as patifarias da gibibribria ? Que concorda com a violação ?
Realmente, nunca estive com uma mulher (?) como você, e nem pretendo. Graças a mim, o Deusão.
Moloch Baal
Sim.
Se estivesses com uma mulher como a “luisa” ias ter a maior surpresa da tua vida!
Deusão
É. Imagino.
Ainda mais paralítica e avançada em anos, 93, se não me engano…
Moloch Baal
Paralítica com mais de 90 anos, sim, mas firme e hirta como uma barra de ferro!
Não ias gostar de ver aquilo…
kavkaz
Pergunta aos crentes:
– Mas que mal é que o carpinteiro José fez a “Deus” para levar um par de cornos do “Espírito Santo”?
Respondam lá, s.f.f. Gostaria de saber se os crentes conseguem raciocinar e responder a esta pergunta simples.
Do ponto de vista dos crentes, e José era crente também, a questão está formulada ao contrário.
“Que sublime merecimento teria José ante Deus para ser digno de tão excepcional dom.”
Para já, o casamento judeu daquele tempo tinha umas formalidades, pouco ortodoxas, para ser aceite. José e Maria não eram casados. A “boda” não significava, como hoje, selar um casamento.
José, ao que consta, foi também informado do assunto e sentiu-se honrada com a tarefa que Deus confiara à sua família.
A tua observação é de uma misoginia segregacionista atroz. Segundo a tua versão, toda a mulher que tivesse algo com outro homem que não aquele com quem vai casar, deveria ser “repudiada”.
Que primário!
Eheheheh… Que anedota de resposta! Enfiaste bem o barrete!
Segundo a estorieta da Bíblia, José “foi informado” à posteriori da gravidez da mulher prometida. Não foi convidado nem achado por “Deus”, nem pelo “Espírito Santo”, para o começo da “festa”. Helder, Conheces deficientemente a Bíblia, evidentemente, pelo que dizes. Essa de escreveres “José, ao que consta,…” é para rir! Não conheces a Bíblia e vens apelidar os outros de “primário”? José ficou muito zangado quando soube que a prometida mulher Maria estava grávida de desconhecido. “José, seu esposo, que era homem de bem, não querendo difamá-la, resolveu rejeitá-la secretamente.” (Mt 1, 19)
José, depois de acordar de um sonho delirante, em que viu um anjo a dar-lhe ordem para se casar com Maria e a chamar de Jesus ao filho de outro é que ele se mudou e aceitou cumprir uma ordem messiânica. É o relato de Mateus 1, 20-24. Aqui já não há metáforas?
Helder, vejo que aceitavas bem que uma mulher da tua família ficasse grávida de um Jesus qualquer e seres informado depois. Trabalharias arduamente para sustentar a criança do outro. E ficarias “honrado com a tarefa que Deus confiara à sua família”. Não é assim, Helder?
Nascer de uma virgem fecundada por “Deus” foi um moto pagão bastante difundido em todo o mundo antigo anterior a Jesus. Isto já tinha acontecido na China em que os antigos santos e os homens divinos eram chamados filhos do Céu, porque as suas mães concebiam pelo poder de Tien (céu), e só com ele podiam ter filhos; na tradição dos Tártaros, Ulano, seu primeiro rei, nasceu de uma virgem; o famoso fundador do Império Mongol Gengis Cã autoproclamou-se descendente de um dos três filhos gémeos da virgem Alankava que engravidara depois de um esplendor a ter envolvido, penetrado pela boca e percorrido todo o corpo. E outros do mesmo tipo…
Helder, enfiaste um belo barrete e nem conheces bem a Bíblia!
” Na verdade, parece evidente que uma aplicação errada da tortura nos devia deixar muito menos preocupados do que os danos colaterais: afinal, não há notícias de bébés encarcerados na Baía de Guantánamo, apenas alguns jovens
degenerados, muitos dos quais foram flagrantemente apanhados a tentar matar os nossos soldados. A tortura nem sequer precisaria de submeter as suas vítimas a um risco de vida ou de invalidez significativo. Se a nossa intuição acerca do carácter errado da tortura resulta de uma aversão à forma como as pessoas
normalmente se comportam quando são torturadas, deveríamos notar que esta
infelicidade em particular poderia ser contornada farmacologicamente, já que as
drogas paralisantes poderiam dispensar-nos de ouvir os gritos ou assistir às
contorções das vítimas. Poderíamos facilmente engendrar métodos de tortura em
que o torturador seria tão cego aos suplícios das vítimas como um piloto a
trinta mil pés. Donde a nossa aversão natural às visões e sons do Inferno não
fornecem qualquer argumento àqueles que pretendem opor-se ao uso da tortura.
Para demonstrar até que ponto os tormentos das vítimas da tortura podem ser
apresentados sob uma aparência abstracta, basta imaginarmos uma « pílula de
tortura ideal» – uma droga que nos proporcionasse não só os instrumentos da
tortura como também o instrumento do seu total encobrimento. A acção do
comprimido seria produzir um estado transitório de paralisia e sofrimento de
tal ordem que nenhum ser humano alguma vez se lhes poderia submeter uma segundavez. Imagine como nós, torturadores, nos sentiríamos se, depois de ministrarmoseste comprimido aos terroristas prisioneiros, todos se deitassem numa aparente sesta de meia hora para depois acordarem e confessarem imediatamente todos os pormenores do funcionamento da sua organização. Não acabaríamos enfim por ceder à tentação de chamarmos a isto a « pílula da verdade»? Não, não há qualquer diferença ética na forma como o sofrimento dos torturados ou das vítimas colaterais se nos apresenta. Se estamos dispostos a lançar bombas, ou mesmo correr o risco de que uma salva de tiros de pistola possa errar o alvo, deveríamos estar igualmente dispostos a torturar uma certa categoria de suspeitos de crimes e de prisioneiros militares. Julgo ter conseguido
argumentar a favor do uso da tortura em quaisquer circunstâncias em que
estivéssemos dispostos a causar danos colaterais. Tendo em conta aquilo que
muitos de nós acreditam sobre as exigências da guerra ao terrorismo, a prática
da tortura afigurar-se-ia, em certas cirunstâncias, não só admissível como
necessária”.
Sam Harris, O Fim da Fé, páginas 214, 216, 217 a 219.
E curiosamente, quem aplicou a tortura em guantánamo foi o cristão evangélico Bush.
Aliás, a própria pena de morte é aplicada nos states, principalmente no BIBLE BELT, os estados mais cristãos, onde a maioria dos CRISTÂOS são a favor da pena de morte, trabalhos forçados etc.
Não escreva burrices sem nexo. Mostre lá onde é que leu que os ateus apoiaram a tortura em Guantanamo! Se não o fizer tenha vergonha na cara e não volte a escrever com fé.
Para burrices e javardices já basta o palhaço antolo!
É o mesmo, porra! A Luísa é o antolo,, que resolveu assumir-se. O que só lhe fica bem, entenda-se, já que é um acto de coragem. Infelizmente, não conseguimos saber, ao certo, o sexo da/o coisa/o.
É assim uma espécie de concorrente do Castelo.
Helder
E qual foi o ateu que foi lá protestar. Organizações religiosas vi algumas, ateus…
kavkaz
Tu não vês nada! Cala a boca, burro!
Moloch Baal
Ah. Pois.
Agora não foi o Bush.
Deve ter sido o Esperança que organizou a tortura em Guantánamo.
Não convém admitir a merda que os políticos cristãos fazem não é caro antololuiso?
Foi Bush ou a maior organização terrorista do mundo – a CIA.?
A CIA de cristã ou de religiosa não tem nada.
Guantanamo não é uma prisão, mas sim um campo de concentração.
A tua observação é pouco honesta. Os maiores defensores da pena de morte, das torturas e dos trabalhos forçados são a China e Coreia do Norte. depois o Afeganistão… o EUA aparecem muito depois.
Sim. Sim.
O Bush e os conservadores americanos não têm nada a ver com a política da CIA.
Coitadinhos, se calhar nem sabem o que é a CIA.
E a política de tortura, guantanamo etc foram políticas GOVERNAMENTAIS, directamente orientadas pelos membros do governo cristão conservador dos teus amiguinhos cristãos defensores da pena de morte e da tortura, não uma política escondida da CIA.
E meu aldrabão de merda. eu referi-me a que DENTRO dos states, são os estados mais cristãos os maiores defensores da pena de morte.
Podes mentir e distorcer à vontade, como fanático que és, que são factos que toda a gente conhece.
Venho para defender o sr José das infames calúnias ditas contra àquele pai extremamente amoroso.
O sr. José era o verdadeiro pai – os exames de dna realizados à época comprovam isto- do menino maluquino, o xeçuis.
Um pai pode ser condenado por ter um filho maconheiro e rabeta ?não, meus caros. é claro que não.
As más companhias e as ervas estragadas que o o palerminha fumou é que fizeram o estrago. O sr. José tentou afastar o menino dos pescadores pecadores, mas não houve remédio. O menino maluquinho já estava contaminado e apaixonado por aqueles homens rudes, todos os doze – algumas vezes, com os 12 ao mesmo tempo.
Que fez o sr. José ? recusou o filho. Cansou-se de ser chamado de pai do viadão. Disse-lhe:
você não tem mais pai. Me esqueça.
O xeçuis chorou tanto que borrou toda a maquiagem. E pensou:
vou dizer a todos que o meu pai é deus – o outro, eu não, Quero distancia do palerminha rabeta – é assim serei a bicha mais poderosa do pedaço.
E assim foi feito.
O xeçuis recusou o nome de família
“se não me aceitam como sou, também não quero mais saber deles”
E seguiu seu caminho.
Mais tarde, as bichas velhas da icar seguiram o exemplo do rabetinha e passaram a divulgar o evanjegue seguindo xeçuis.
Amai-vos uns aos outros e nós aos nossos amiguinhos do clube.
O rabetinha também disse: que venham as criancinhas participarem. E os padréfilos levaram todos os ensinamentos muito a sério.
E se alguém tem dúvidas, leia o deuteronômio. Aquilo mais parace o kama sutra para viadões
Os doze ao mesmo tempo ?
Já estou a ver onde o antolouiso foi buscar inspiração para a mudança de sexo.
Há também rumores de que faziam qualquer coisa esquisita com as sardinhas.
Se alguma dúvida existisse (e não creio que exista) sobre a insanidade, a ignorância, e falta de capacidade intelectual e a burrice dos ateus, este post e os comentários ateus que se lhe seguem, podem ser citados para confirmar tais problemas dos ateus.
Luís Grave Rodrigues é advogado. Eventualmente o mais ridículo e reles dos advogados.
A julgar pela sua produção neste blogue, é licito perguntar-se como uma pessoa com estas capacidades pode exercer tal profissão e como (por que meios e com que meios) lá chegou.
O nº 2376 do catecismo da igreja é tão objectivo e concreto que só um demente pode ter problemas de leitura ou interpretação.
Este artigo diz, simplesmente que, no actual estado da ciência, é desonesto (não licito) a interposição de um terceiro humano num casal, em questões de reprodução humana.
Pretende salvaguardar a parentalidade e a consanguinidade, condenando (e muito bem) uso de técnicas que dissocia o nascituro da consanguinidade materna e paterna.
Ora, será possível que alguns dos comentários aqui produzidos sejam de adultos que não estejam embriagados ou que não sejam dementes?
Quando ao autor, que conheço vagamente (de forma pessoal), a atitude pode explicar-se pelo baixo coeficiente intelectual e pelo fanatismo ridículo que (vagamente) lhe conheço. Como não conheço mais nenhum dos comentaristas, suponho que sejam ainda piores do que ele, a ponto de o acharem merecedor de algum uste.
A infantilidade dos comentários, a falta de educação e civismo dos comentadores ateus e estupidez contida na sua argumentação, levam-me a concluir que os ateus, padecem de uma forma de demência qualquer, são completamente ignorantes, não têm noção do ridículo das suas afirmações e podem representar pessoas capazes de cometer acções violentíssimas. O recalcamento, a insanidade e o ódio que demonstram nos seus comentários são motivo suficiente para alertar ~para o perigo que os ateus representam.
Passo a ser anti ateu, por prevenção.
Apesar de perfeitamente integrados na sociedade, não creio que pessoas cujos comentários têm o teor dos aqui se lêem, reúnam condições para uma vida autónoma e saudável, sobretudo em família.
Caro baralhado Santos, se tivesse lido bem o estimado LGR não escreveu uma única linha ou fez qualquer comentário. Apenas reproduziu um ponto do Catecismo. Não há nada dele a não ser o nome!
Tanto palavreado da sua parte parece ser dirigido contra a divulgação do catecismo da Igreja Católica. Não serve mesmo para aqui esse ódio irracional católico doentio e ataques pessoais a quem não deu opinião!
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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76 thoughts on “Procriação medicamente assistida”