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Liberdade de escolha

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6 thoughts on “Liberdade de escolha”
  • Deusão

    muito engraçada a charge.
    Agora falando sério: mais um a recitar a ladainha estúpida da icar.
    O ritualzinho repetido desde o antigo Egito de molhar a cabeça da criança e de falar sobre um judeu que muito provavelmente nunca existiu. Tudo crendice de 5000 anos; coisa estúpida. Os religiosos são mesmos uns tapados.

    • Moloch Baal

      Bem, também existem rituais laicos.

      O juramento de bandeira, a cerimónia do casamento civil, as entregas de diplomas e formaturas, etc.

      • GriloFalante

        Pois. Mas nenhum deles é definitivo. Exceptuando, talvez, as entregas de diplomas e formaturas. No entanto, todos eles dependem da vontade do próprio. Por exemplo, quando participei no juramento de bandeira vi, a meu lado, camaradas que se limitaram a levantar o braço, mas ficaram em silêncio.
        A cerimónia do casamento civil é um acto voluntário, tal como as entregas de diplomas. Só lá vai quem quer, e duvido de que “aquilo” seja um ritual. Só se te referires à troca de alianças…
        De qualquer modo, tenho sérias dúvidas de que alguém tenha perguntado a opinião da criança que se vê na foto.

        • Messi

          O registo é que dá o nome à criança, é obrigatório e definitivo.
          Não se regista quem quer, não tem NIF quem quer, nem o pode mudar, etc, et al.

          • GriloFalante

            Estávamos a falar de “rituais”.

  • kavkaz

    “Se querem saber porque é que não acredito no vosso deus, pergunta a ti próprio porque é que não acreditas nos outros deuses. Espero que ajude.”

    @rickygervais

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