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  • 3 de Março, 2012
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

O fascismo islâmico é pior do que o catolicismo

O prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, organismo da Santa Sé, solicitou o apoio de toda a Igreja Católica para evitar a fuga dos fiéis da Terra Santa perante a “violência” e a “opressão”.

“A emigração de cristãos tem-se agravado pela falta de paz, que tenta empobrecer a esperança, transformando-se no medo de estar sozinho perante um futuro que parece não existir a não ser com o abandono da própria pátria”, assinala o cardeal Leonardo Sandri, numa carta enviada aos bispos de todo o mundo, hoje divulgada pelo Vaticano.

11 thoughts on “O fascismo islâmico é pior do que o catolicismo”
  • HAMONBAAL

    Quando o fifi dá a desculpa esfarrapada de que defende histéricamente a igreja conservadora porque os ateus, segundo ele, só atacam a igreja católica, será que julga que não vemos estes post contra o islamismo ?

    É mesmo burro.

    • stefano666

       Pior??? AH é?? e o monsenhor Tiso.. onde fica?? e Ante Pavelic?? e os
      capelaes militares argentinos?? e os padres carniceiros de Ruanda???

    • stefano666

       engraçado…se somarmos o numero de vitimas das ditaduras croata(Pavelic),eslovaca(Tiso) e ruandesa(genocidio)… que tiveram respaldo clerical…
      faz muitos islamicos parecerem amadores.

    • stefano666

       http://www.youtube.com/watch?v=rHQG2H4A40Q

  • Kavkaz

    “O terrorista religioso é um zelota. Tem tendência a concentrar-se num único valor e a excluir todos os outros. No caso dos terroristas muçulmanos, o valor central é obedecer a Alá e ao Profeta e impor a lei islâmica, custe o que custar. A religião explica-lhe o mundo e o seu lugar enquanto indivíduos, mas ao mesmo tempo impulsiona-os à acção. Para estes zelotas não existem áreas cinzentas, mas branco e negro, e todas as ambiguidades morais são destruídas. As coisas são ou não são, não há meio-termo. Os terroristas vêem-se a si mesmos como o Povo de Deus e aos outros como o inimigo de Deus, e assim desumanizam o adversário ao ponto de o quererem matar como quem mata… formigas, por exemplo. Pretendem purificar o mundo e não percebem que apenas o conspurcam mais.”

    (Do livro “Fúria Divina”, José Rodrigues dos Santos, pág. 92. Editora Gradiva) 

  • Kavkaz

    «”Quando um cristão faz a guerra, é importante que perceba que ele está a desobedecer a Cristo. Não foi Jesus que disse que, quando nos batem numa face, devemos dar a outra? Ao recusar-se a dar a outra face e ao optar pela guerra, o cristão está a desobedecer ao seu Profeta, ou não está?
    “Claro que sim.”
    “Pois essa é uma diferença importante entre o cristianismo e o islão. É que, no islão, quando um muçulmano faz a guerra e mata gente pode estar simplesmente a obedecer ao Profeta. Não se esqueça de que Maomé era um chefe militar! No islão pode acontecer que o muçulmano que se recuse a fazer a guerra seja precisamente aquele que desobedece ao seu Profeta!”
    “Está a falar a sério?”
    “Registe isto que eu lhe vou dizer”, acrescentou o historiador, quase a soletrar as palavras. “A maior parte do Alcorão é constituida por versículos relacionados com a guerra”.
    O rosto da americana manteve desenhada a incredulidade.
    “Isso não pode ser!”, exclamou. “Sempre ouvi dizer que o islão é totalmente pacífico e tolerante.”
    “E é, se formos todos muçulmanos. O islão impõe regras de paz e concórdia entre os crentes. O problema é se não formos muçulmanos. Está escrito no Alcorão, creio que no capítulo 48: «Muhammad, é o enviado de Deus. Os que estão com ele são duros com os incrédulos, compassivos entre si.» O “compassivo entre si” é lido como uma ordem de tolerância entre os crentes e o “duros com os incrédulos” de intolerância para com os infiéis. No nosso caso, os não muçulmanos, as ordens inscritas no Alcorão ou no exemplo de Maomé são que temos de pagar aos muçulmanos uma taxa humilhante. Se não o fizermos, seremos mortos. Ou seja, se levarmos à letra as regras do islão, a escolha é muito simples: ou nos convertemos, ou nos humilhamos, ou somos assassinados.”
    “Mas eu nunca ouvi falar disso…”
    – “Nunca ouviu falar nisso porque no Ocidente estes factos são ocultados. A versão do islão que nos é apresentada é uma versão expurgada destes pormenores perturbadores. Dão-nos uma versão cristianizada do islão. É até frequente ouvir líderes islâmicos no Ocidente a citarem textos sufis para mostrar que o islão é só paz e amor. Acontece que o sufismo é um movimento místico islâmico muito minoritário e com forte influência cristã, coisa que não nos é explicada. A ideia que fica é que o islão é muito próximo do cristianismo, o que não é bem verdade. Maomé fazia coisas que, sendo naturais naquele tempo, são hoje inaceitáveis para uma mente ocidental. Essas coisas são-nos cuidadosamente escondidas.”
    (do livro “Fúria Divina”, de José Rodrigues dos Santos, pág. 296-297)

  • Kavkaz

    José Rodrigues dos Santos, em grande entrevista à revista “Visão” de 22-28 /10/2009, diz assim numa parte: “É interessante ver a tradução do Alcorão para inglês financiada pelo governo saudita. As notas de rodapé estão cheias de incitações à guerra contra o Ocidente. Mas nós não lemos essas coisas. O Islão, desde a origem, é um movimento expansionista. o profeta ameaçou de morte o imperador bizantino cristão e lançou contra ele o seu exército. Depois da morte de Maomé, Abu Bakr, que foi o primeiro califa (“califa” quer dizer “sucessor”), também atacou os cristãos, e o mesmo fez Omar ibn al-Khattab, o segundo califa, que conquistou a Terra Santa”. O jornalista comentou a JRS: “Agora dizemos que a Terra Santa é palestiniana”. JRS respondeu: “Sim, mas antes era cristã. Atacaram depois o Egipto, também cristão, atacaram a Síria… Toda a história do Islão é uma história de crescimento ofensivo, de ocupação e assimilação de povos. Faziam isto com regras, e daí que tolerassem a existência de cristãos ou de judeus desde que estes, se não se convertessem, aceitassem ser humilhados, transformados em dhimis, cidadãos de segunda classe. Comentário do jornalista “Sendo obrigados a pagar um imposto…” JRS responde: “Sim, um imposto humilhante. Os radicais gostam de lembrar que Maomé disse que desceu à terra com o Alcorão numa das mãos e a cimitarra na outra e que humilharia quem se lhe opusesse. por isso, para eles quem não aceita o Islão tem de ser humilhado ou morto”. (final deste excerto da longa entrevista a José Rodrigues dos Santos na revista “Visão” de 22-28 /10/2009).

  • Kavkaz

    Excertos da entrevista de JRS à revista “Visão” de 22-28 /10/2009. Diz assim: “Uns 60 % do Alcorão são versículos relacionados com a guerra. (…) Não percebemos que o Islão é uma religião totalmente diferente do Cristianismo. (…) Nós achamos que todas as religiões defendem a paz, e que quem não o faz é contra a religião. Ora, isto é verdade no Cristianismo, no Budismo ou no Judaísmo, mas no caso do Islão o Profeta defendia em certas circunstâncias a guerra, a matança. O que faz lei no Islão, o que faz a Sharia, é o que diz o Alcorão, porque o Alcorão é Deus a falar com os fiéis. E o Alcorão diz várias vezes “sigam o exemplo do Profeta”, porque o que ele faz é também lei. (…) Há um hadith que diz que o Profeta estava em Medina com os companheiros quando veio um poeta que começou a criticar o Islão. E quando o poeta se foi embora Maomé virou-se para um dos companheiros e disse-lhe: vai e mata o poeta. Então o companheiro ergue-se e decapita o poeta. Perante o poeta morto, o Profeta diz: criticou o Islão, mereceu a morte. Conclusão: criticar o Islão é um crime punível com a morte. Foi esse o exemplo que o Profeta deu. É uma religião diferente das outras que conhecemos. É uma religião diferente das outras que conhecemos, e nós não percebemos isso. E é preciso que entendamos que os radicais não são um bando de loucos. Todos os testes feitos pela CIA e pela Mossad aos fundamentalistas que detiveram mostram que se trata de pessoas normais. (…) A nós, é-nos difícil imaginar um profeta que mande matar um poeta por ter criticado a religião. Mas como o Alcorão manda seguir Maomé e diz que dele é o belo exemplo, matar quem critique o Islão tornou-se lei. (…) E essas pessoas que fizeram ameaças e as cumpriram no 11 de Setembro e depois no 11 de Março (de 2004 em Madrid), e em Londres, e por aí fora, já fizeram declarações a apelar à reconquista da Península Ibérica, o Al-Andaluz, designadamente Ayman al-Zawahiri, número dois da Al Qaeda. Às vezes vemos manifestações a defender o Hamas… Ora, também o Hamas, nos seus textos, inclui a afirmação de que o Al-Andaluz é para ser reconquistado! Há políticos que o desconhecem, mas outros estão a par. Joschka Fisher, ex-ministro dos Negócios Estrangeiros alemão, disse que se Israel caísse, o país a ficar sob ataque seria a Espanha. O projecto é: primeiro, fazer com que os estados muçulmanos actuais se tornem Estados fundamentalistas (é o projecto dos talibans e da Al Qaeda); depois, reconquistar as terras que foram islâmicas mas que os infiéis recuperaram: Israel, os Balcãs e a Península Ibérica; o terceiro passo é conquistar todo o planeta”. (…) Pergunta do jornalista a JRS: “Este conflito não tem fim à vista”? Resposta de JRS: “Podemos estar numa fase. O radicalismo islâmico não existiu sempre. Há períodos em que recrudesce, por razões difíceis de explicar, pois não podemos fazê-lo pela pobreza e pela ignorância. Mas é minha opinião que o radicalismo islâmico não tem possibilidades de triunfar”. (fim dos excertos da entrevista de José Rodrigues dos Santos)

  • José Gonçalves

    O espertalhão Maomé que pelo que consta nem sabia ler,afinal fez o mesmo que o Moisés que falou com Deus no Monte Sinai e dêle recebeu as Tábuas da Lei ou seja os Dez Mandamentos dos biblico-judaico-cristãos.Pois o Maomé também disse que tinha falado com um Anjo enviado por Deus e que êste lhe ditou o Corão.Acredita quem crê em bruxas ou em lobishomens,em almas do outro mundo e na vigarice dos Vigários de Cristo ou dos Imãs e dos Califas,enfim que crê no absurdo,pois todos os Deuses foram criados pelo Homem,à sua imagem e semelhança e as respectivas Religiões segundo os seus interêsses,exactamente para em nome dum Deus,impôr a submissão a Povos e Nações.

  • stefano666

    Pior??? AH é?? e o monsenhor Tiso.. onde fica?? e Ante Pavelic?? e os capelaes militares argentinos?? e os padres carniceiros de Ruanda???

  • Kavkaz

    Padres vão ganhar no mínimo 950 euros
    Na Diocese de Viana do Castelo

    Os padres da Diocese de Viana do Castelo vão ter um «salário mínimo» de 950 euros. A decisão do bispo D.Anacleto Oliveira tem como objetivo que as paróquias mais ricas partilhem receitas com as mais pobres, segundo o «Jornal de Notícias».Os sacerdotes vão receber esta semana, diz o mesmo diário, uma carta do bispo com as devidas explicações relacionadas com os novos estatutos económicos do Clero e do Fundo Diocesano do Clero.Um documento que determina a uniformização das remunerações em todas as paróquias já a partir desde mês.

    http://www.agenciafinanceira.iol.pt/dinheiro/padres-salarios-salarios-padres-viana-do-castelo/1330279-3851.html

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