Pensamento tão menor e reducionista, este, de Hawking. A ciência ” pura e dura”, ou seja estritamente materialista, já se tem que confrontar hoje com fenomenologias que apontam para a existência de uma realidade igualmente imaterial e que são base de estudo de vários investigadores científicos, que não se conformam com o paradigma reducionista e estritamente materialista preponderante. Como, por exemplo, o físico quântico Amit Goswami. Temáticas como as das memórias regressivas de vidas passadas, das experiências de quase morte e de diversos relatos mediúnicos, apontam no sentido de que a alma existe e sobrevive à morte física. Isso implica romper com o paradigma estupidificante, de que Hawking é apenas um dos arautos. Da única vez que ele tentou formular uma equação matemática sobre a entropia dos buracos negros, falhou rotundamente. Hoje, já está demonstrado que essa equação, chamada ” paradoxo da informação”, está completamente errada e é para deitar para o caixote do lixo.
Por isso, Hawking fazia melhor em ser mais modesto nas suas proposições ditas científicas. Seja como for, os novos tempos científicos serão daqueles cientistas que vão estabelecer a ruptura com o paradigma de conhecimento estritamente materialista e avançar na investigação das fenomenologias da mais ampla realidade, que apontam já para a coexistência de níveis de realidade material e imaterial, que se conjugam e complementam. A palavra ” religião ” significa etimologicamente ” religar”, ou seja voltar a ligar o que sempre esteve unido: materialidade e imaterialidade, corpo e alma, precário e eterno.E quem o vai demonstrar serão como homens como Amit Goswami, não como Stephen Hawking.
“Temáticas como as das memórias regressivas de vidas passadas,”
Eu uma vez tive uma experiência de vida regressiva.
Vi-me como Napoleão à frente da Grand Armée na batalha de Austerlitz.
Comas alcoólicos à parte, a temática das “experiências” das vi
das regressivas e outros delírios do género prova precisamente a diferença entre os factos do mundo da ciência e os malabarismos circenses com muitos crentes são endrominados.
Seja com o tarot, as vidas regressivas ou a salvação da alma por não usar um coiso de plástico no pénis quando se vai coisar, a especulação abusiva é precisamente a maior falha das crenças religiosas e paranormais em geral.
Depois acordei com uma ressaca do caraças e jurei nunca mais misturar gin com vodka e cerveja.
“Temáticas como as das memórias regressivas de vidas passadas,”
Eu uma vez tive uma experiência de vida regressiva.
Vi-me como Napoleão à frente da Grand Armée na batalha de Austerlitz.
Depois acordei com uma ressaca do caraças e jurei nunca mais misturar gin com vodka e cerveja.
Comas alcoólicos à parte, a temática das “experiências” das vi
das regressivas e outros delírios do género prova precisamente a diferença entre os factos do mundo da ciência e os malabarismos circenses com muitos crentes são endrominados.
Seja com o tarot, as vidas regressivas ou a salvação da alma por não usar um coiso de plástico no pénis quando se vai coisar, a especulação abusiva é precisamente a maior falha das crenças religiosas e paranormais em geral.
Napoleão, o ambiguo…. firmou Concordata com o Papa… foi coroado em Notre-Dame pelo Papa. Disse que:”Religião é uma coisa excelente para manter as pessoas comuns quietas”mas por outro lado… ele invadiu a Espanha e aboliu a Inquisição, invadiu Roma e prendeu o Papa. (pois este condenou o Bloqueio Continental)…
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LIBER GENESIS [1:1-1]:
1 In principio creavit Deus caelum et terram.
2
Terra autem erat inanis et vacua, et tenebrae super faciem abyssi, et spiritus
Dei ferebatur super aquas.
3 Dixitque Deus: “Fiat lux”. Et facta est lux.
A confiança
na RAZÃO HUMANA não pode ser anterior à OBSERVAÇÃO e à EXPERIÊNCIA.Não pode ser um
ponto de partida, mas só pode ser um ponto de chegada, um fruto e um resultado
da EXPERIÊNCIA, quer dizer, da prática.A
confiança na RAZÃO HUMANA, em seu poder e em sua eficácia, só pode ser um
fruto do trabalho, que pressupõe o conhecimento do objeto, da matéria, do dado
natural que se propõe transformar.O comportamento regular do Universo, da
eficácia dos instrumentos fabricados para tratar a terra, construir habitações,
produzir objetos úteis, caçar e pescar, etc.,todas essas experiências implicam
a presença da Racionalidade, como estrutura do Mundo Natural, e do Mundo Humano
e como capacidade humana de desvelar, ou revelar, essa estrutura, por meio do
trabalho que lhe permite conhecer e transformar essa realidade.A confiança na RAZÃO HUMANA não pode
anteceder o contato do ser humano com a realidade, pois é ao longo desse
contato,pela OBSERVAÇÃO e pela EXPERIENCIA,que o homem verifica que há uma
racionalidade objetiva,que está nas coisas,e não nele apenas,verificação essa
que está sempre implícita em sua conduta, que o mundo é cosmos e não
caos,porque se fosse caos,total IRRACIONALIDADE (a família de doutrinas que negam ou denigrem o poder
da Razão Humana e propõem substituí-la pela iluminação religiosa – misticismo
-,sentimento, intuição ou alguma outra coisa.), A VIDA HUMANA NÃO SERIA POSSÍVEL.Se o ar pudesse, a
qualquer momento,transformar-se em fogo,o fogo em terra,a terra e a água em
fogo,se o Universo não obedecesse a leis,quer dizer,se entre os seres, as
realidades,os objetos que o compõem não houvesse relações relugares e
constantes,que permitissem ao homem prever o que acontecerá, se o Universo
fosse desordem e não ordem,A VIDA HUMANA SERIA IMPOSSÍVEL. Linguagem física? Mas somos
nós que a utilizamos para descrever o universo. A física apareceu como
resultado do desenvolvimento cognitivo do homem. Foi o acúmulo cultural de
informação que possibilitou a melhor estruturação de todo o conhecimento. E
tanto da matemática quanto da física. Aliás, se o Universo[ Eu
consigo enxergar átomos, e elétrons, e prótons, e nêutrons, e dentro desses
últimos tem quarks, há interações elétricas e nucleares em curso, talvez hajam
supercordas num nível mais baixo, talvez não, os “espaços
vazios” estão cheios de flutuações quânticas… Mas de imaterial não tem
absolutamente nada.] fosse caos,nenhuma vida seria possível, e, a
rigor, nem mesmo a existência do Universo seria possível,pois um Universo
caótico não seria um Universo.A experiência da Racionalidade
está,pois,implícita na vida quotidiana do ser humano,que,para poder viver,
precisa confiar no FUNCIONAMENTO REGULAR, isto é, de acordo com regras, do
Mundo em que se encontra,quer seja o Mundo Natural quer seja o Mundo Humano,e
essa CONFIANÇA,indispensável á sua vida, não é um ATO DE FÉ MÍSTICA, no
invisível e no que é incognoscível pela RAZÃO HUMANA, mas, ao contrário, o
fruto de uma experiência que se repete todos os dias, e cujo pressuposto é a
RACIONALIDADE.Se a objetividade constantemente nos decepcionasse, se das
sementes de batata não nascessem batatas,mas,cada dia,leguminosas diferentes,
se das vacas não nascessem bezerros,mas,cada dia,animais diferentes, se a água
nem sempre molhasse e o fogo nem sempre aquecesse, e se os seres humanos
perdessem constantemente a sua identidade, A VIDA, TORNADA IRRACIONAL, SE
CONVERTERIA EM PESADELO, TORNANDO-SE TOTALMENTE IRREAL.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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6 thoughts on “Stephen Hawking dixit…”