O texto em alemão pode ser encontrado em Die
schönsten Gedichte von Friederich Nietzsche, Diogenes Taschenbuch, Zürich 2000,
11-12 ou em F.Nietzsche, Gedichte, Diogenes Verlag, Zurich 1994.
Todos sabemos o tamanho do descaramento dos profissionais das fés (elas são tantas q dá dó) e a quantidade de mentiras que difundem (aos pobres de espírito e iletrados) após a morte dos que sempre e de forma racional disseram que os deuses são inventos do homem.
Não acredito nem numa palavra desse aldrabão pregador. O mentiroso é tão trafulha que nem sequer informa em que livro, carta, palestra, data, local e por aí adiante para provar a mentira que apregoou.
Joaquim, faça por favor um scanner do original para nós ateus ficarmos com algumas dúvidas, porque isto de ser ateu não é igual a ser crente. Nós não somos descrentes por ouvirmos palestras de anti-deuses bem falantes, somos ateus sim porque cada um de nós pensa por sim próprio.
O texto em alemão pode ser encontrado em Die
schönsten Gedichte von Friederich Nietzsche, Diogenes Taschenbuch, Zürich 2000,
11-12 ou em F.Nietzsche, Gedichte, Diogenes Verlag, Zurich 1994.
Antes de prosseguir em meu caminho
E lançar o meu olhar para a frente,
Uma vez mais elevo, só, minhas mãos
A ti de quem eu fujo.
A ti das profundezas do meu coração,
Tenho dedicado altares festivos para que,
Em cada momento, tua voz me
Pudesse chamar.
Sobre esses altares estão gravadas em fogo
Palavras: ao deus desconhecido.
Teu, sou eu, embora até o presente
Tenho me associado aos sacrilégios.
Teu, sou eu, não obstante os laços que
Me puxam para o abismo.
Mesmo querendo fugir, sinto-me
Forçado a servir-te;
Eu quero te conhecer, desconhecido
Tu, que me penetras a alma e,
Qual turbilhão invades a minha vida.
Tu, o incompreensível, mas meu semelhante,
Quero te conhecer, quero servir só a ti.
Friedrich
Nietzsche (1844-1900) em Lyrisches und Spruchhaftes (1858-1888). O texto
em alemão pode ser encontrado em Die schönsten Gedichte von Friederich
Nietzsche, Diogenes Taschenbuch, Zürich 2000, 11-12 ou em F.Nietzsche,
Gedichte, Diogenes Verlag, Zurich 1994.
«Que significa a ‘Boa Nova’ ? A
vida eterna não é prometida, está aqui, está em vós: como vida no amor,
no amor sem retraimento e exclusão, sem distância. Cada um é filho de
Deus – Jesus nada absolutamente pretende
para si apenas -, como filho de Deus, cada um é igual a todos.»
[Nietzsche, O Anticristo, § 29.°]
Kavkaz
Mas foi isso que eu lhe perguntei? Não foi, com certeza! Não responda sem resposta…
O seu “Deus” é o mesmo que Nietzsche desconhecia ou é outro desconhecido? O seu “Deus” é o que tirou uma costela ao Adão? Sabe qual é o seu “Deus”? Consegue dizer algo sobre ele?
Joaquim Silva
“A
partir desse momento revoltaram-se contra a ordem estabelecida,
começaram
a compreender Jesus
como um insurrecto contra a ordem estabelecida. Até
então este elemento militante, negador estava ausente em sua imagem; ainda
mais, isso representava seu próprio oposto. Decerto a pequena comunidade não
havia compreendido o que era precisamente o mais importante: o exemplo
oferecido pela sua morte, a liberdade, a superioridade sobre todo o ressentimento
– uma
plena indicação de quão pouco foi compreendido! Tudo que Jesus poderia desejar
através de sua morte, em si mesma, era oferecer publicamente a maior prova
possível, um exemplo de seus ensinamentos.
O
próprio Jesus havia suprimido o conceito de “culpa”,
negava
a existência de um abismo entre Deus e o homem; ele viveu essa unidade
entre Deus e o homem, que era precisamente a sua “boa-nova”… E não como
um privilégio!”
Nietzsche
Anti- Cristo
Anónimo
Desiste, pá. O homem ligou a cassete.
Joaquim Silva
«Este
‘alegre mensageiro’ morreu como viveu, como ensinara – não para
‘redimir os homens’ mas para mostrar como se deve viver. A prática foi o
que ele deixou à Humanidade: a sua conduta perante os juízes, perante
os verdugos, perante os acusadores e perante toda a espécie de calúnia e
ultraje – o seu comportamento na cruz [. . .] Não se defender, não se
encolerizar, não responsabilizar … mas também não resistir ao mal –
amá-lo» [Nietzsche, O Anticristo, § 35.°]
Kavkaz
Tanta burrice de Jesus!
se7e
dae Kavkaz!! sussa?!
Cara não chame de burrice um pensamento diferente do seu, pq até msm o seu “deus” Nietzsche, disse que não veio curar, salvar ou trazer uma verdade sobre a vida para a humanidade, se vc se diz um “discípulo” dele, teria que pensar por vc, e não pelo que ele diz, pois essa é a proposta de Nietzsche no Crepúsculo dos Idolos, que é vc n se deixar levar por ideais externos, e sim por vc msm, o “Super-Homem”. Mas bem vamos lá, o Joaquim Silva de fato não te respondeu se o “Deus desconhecido” de Nietzsche é o mesmo que ele acredita, ou o mesmo da Bíblia. Fiz algumas pesquisas e descobri que na Bíblia, no livro de Atos cap.17 versículo 23, Paulo passando por Atenas, começou a debater com alguns epicureus e estoicos, e isso vc pode confirmar neste mesmo capítulo que lhe passei, e disse que ele estava anunciando o “Deus desconhecido”, o qual tinha um altar com essa descrição, e que, semelhantemente Nietzsche faz menção, muito minuciosa, e fiel, na oração publicada pelo nosso amigo joaquim. E, se quiser, vc pode tbm ler o livro “Fator Melquisedeque”, que vai explicar o pq em Atenas existe esse altar ao “Deus desconhecido. Então, meu amigo, sim, eu acredito, e afirmo, que o “Deus desconhecido” de Nietzsche, é o Deus dos cristãos. Agora se mesmo depois de vc pesquisar, pois não quero q aceite só por eu estar falando, ainda assim quiser desacreditar de tudo isso, peço que siga um conselho de Nietzsche, que é AMAR o mundo como ele é, e as pessoas como elas são, pois quando ele apresenta o AMOR FATI, tbm explica que essa amor significa amar o mundo como ele é, oq implica em termos que amar as pessoas, msm elas tendo pontos de vista diferentes, pois se vc n amar assim, estará criando um ideal, e Nietzsche destrói todos os ideais em “O crepúsculo dos deuses”
Meio-Papa Pssst…, o teu herói Jesus era judeu conservador e acreditava piamente no Antigo Testamento. Agora tu, Meio-Papa Pssst…, queres rasgar o livro sagrado de Jesus… ???
Vais parar ao Inferno, Meio-Papa Pssst….! Ai, vais, vais!
Lá por te veres como ” maricas” e ” marinconço” e não te assumires como és,não queiras transferir os teus complexos de culpa para terceiros.
Agora, um tonto como tu ,a defender, na televisão, o casamento entre homossexuais e vires para aqui mostrar a tua verdadeira face homofóbica nem ao Diabo lembrava.
Tu és tão mariconço que até tens medo de dizer-nos que tens medo do Inferno.
Sabes onde fica o Inferno? Pensas que é atrás do monte, mariconço? O Inferno não existe, Meio-Papa Pssst… ! Foi inventado para meter medo aos crentes para fazerem de lambe-botas de uns tantos!
Não tenhas medo nem vergonha de revelar-nos que estás pronto a fazer de ovelha radical só para não ires para o Inferno. Só um medricas do Novo Testamento é capaz de tanto.
Então, já sabias que o Yeshu era judeu e andava apenas à procura de ovelhas perdidas em Israel e não queria mais nada? Ele próprio o disse. Tens de ir para Israel badalar para te salvares do Inferno. De outra forma vais lá parar, vais, vais! Tem medo, muito medo, mariconço!
P.S. Não rasgues o Antigo Testamento, pois Jesus ficaria sem orientação…
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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19 thoughts on “Ingenuidade”