Loading

Blasfémia

66 thoughts on “Blasfémia”
  • Laico

    Falhaste Tony

  • Laico

    “A humanidade só saiu da barbárie mental primitiva quando se evadiu do caos das suas velhas lendas e não temeu mais o poder dos taumaturgos, dos oráculos e dos feiticeiros. Os ocultistas de todos os séculos não descobriram nenhuma verdade ignorada, ao passo que os métodos científicos fizeram surgir do nada um mundo de maravilhas. Abandonemos às imaginações mórbidas essa legião de larvas, de espíritos, de fantasmas e de filhos da noite – e que, no futuro, uma luz suficiente os dissipe para sempre.

    Gustave Le Bom

    • Anónimo

      “Enquanto a ciência não revela as imutáveis verdades, ocultas talvez sob as aparências das coisas, cumpre que nos contentemos com as certezas acessíveis ao nosso espírito.”

      Gustave Le Bon

      ” espírito” ?

      Gustave Le Bon certamente se equivocou quando, inadvertidamente, usou palavra tão impregnada de sentido religioso.

      Provavelmente terá querido significar:

      “Enquanto a ciência não revela as imutáveis verdades, ocultas talvez sob as aparências das coisas, cumpre que nos contentemos com as certezas acessíveis ao entrechocar de um punhado de aminoácidos”

      Ironias…

  • Anónimo

    1) Jesus Cristo nunca existiu;

    2) Moisés sim Senhor

    3) Josué idem aspas

    P.S. Tese de doutoramento em estudos bíblicos do finório Carpinteiro, tirada com grande e humano sacrifício no tempo que lhe restava quando foi sacristão.

  • Anónimo

    3 linhas de tese de doutoramento, mas brilhante. Mais ainda que a famosa E=mc2 do Einstein.

    Só que a dele a triplicar.

    O Carpinteiro não brinca em serviço e nunca deixou de ser um empenhado sacristão.

    Algumas más-línguas disseram que o finório escreveu uma tese tão curta por causa do vinho de missa ” Lágrima” que tanto apreciava.

    Mas não é verdade. Ele é mesmo curto e grosso. E, claro, brilhante…

  • Anónimo

    Indiscutivelmente brilhante:

    1) “Como toda a gente sabe, Jesus nunca existiu” :

    2) “Hoje sabemos que o Pentateuco não foi escrito por Moisés.

    Nele são mencionadas cidades que nem existiam na época em que Moisés viveu”;

    3) “Admite-se também que Josué não escreveu o livro que leva seu nome, pois nele há referências a eventos que ocorreram muito tempo após a sua morte”

    Mais adiante:

    4) “O que me causa alguma perplexidade, é o facto de você, um homem culto, da ciência e da razão, acreditar que Jesus existiu, sem nenhuma prova credível conhecida até agora.”

    Carpinteiro

    P.S. Fala-me então das tuas provas credíveis conhecidas sobre a existência histórica de Moisés e de Josué, que te permitiram distinguir sobre a suposta não existência de Jesus de Nazaré e a apregoada historicidade de Moisés e de Josué.

    O pensamento científico e racional agradece…

  • Kavkaz

    … uma vítima inexistente”?????

    Então uma maçã não foi a vítima da Bíblia?

    • Anónimo

      Em matéria de estudos bíblicos, a sumidade é o Carpinteiro. Pergunta-lhe que ele sabe tudo sobre Pentateuco e mais para trás…

  • Kavkaz

    “Na Alemanha não se fala de outra coisa: ao posar nua para a edição germânica da “Playboy”, Sila Sahin, actriz e modelo turco-germânica, tornou-se na primeira mulher muçulmana a fazê-lo. Mas não sem um preço: tem sido alvo de várias ameaças e insultos por parte de fanáticos” – jornal “Metro” de hoje.

    – O fanatismo religioso não respeita a individualidade e a liberdade das pessoas. Quer impor regras e comportamentos ditados pelos chefes religiosos que pretendem assim dominar e ter o PODER sobre as pessoas e as sociedades.

    A mulher é um ser de segunda categoria nos vários livros religiosos e religiões e não o é respeitado com a igualdade de direitos, como acontece na “Declaração Universal dos Direitos Humanos” e na Constituição Portuguesa.

    • Ah Pois!

      E posar nua para uma revista é uma proeza que deve ser elogiada. Uma revista que se dedica a explorar mulheres tornando-as meros objectos é algo de muito importante e necessário à humanidade.

      É ao contrário: As religiões impõem o respeito a individualidade, por parte da sociedade e da própria pessoa. Ao estado cabe o poder, quase absoluto, sobre as pessoas e a sociedade.

      Não é verdade que as mulheres sejam consideradas seres de “segunda categoria” nas religiões cristãs. Cada elemento da sociedade tem os seus papéis e as suas funções. Algumas são exclusivamente masculinas ou exclusivamente femininas. A própria natureza deu à mulher algumas funções que lhe são exclusivas( por exemplo a maternidade) e ao homem fez o mesmo.
      Não conheço um só ponto em que as religiões cristãs, no plano dos direitos, contrariem a Declaração Universal dos Direitos do Homem.

      • Kavkaz

        O seu problema é querer mandar na vida dos outros… E quando alguém pensa pela sua própria cabeça e é livre de decidir o que quer para si e se apresenta publicamente livre e feliz aparecem logo uns fanáticos moralistas a criticar e a condenar.

  • Kavkaz

    Sila Sahin não lamenta a sua atitude corajosa. Ao fotografar-se nua ela quis ultrapassar todos os seus complexos de infância. “Eu, finalmente, senti-me livre!” – disse ela. A actriz apelou a que outras mulheres muçulmanas sigam o seu exemplo. “Durante muito tempo eu tinha de fazer tudo por regras. Eu simplesmente quis mostrar a todas as turcas que é preciso apresentarmo-nos, como nós somos”, disse a actriz.

  • Kavkaz

    Sila Sahin não lamenta a sua atitude corajosa. Ao fotografar-se nua ela quis ultrapassar todos os seus complexos de infância. “Eu, finalmente, senti-me livre!” – disse ela. A actriz apelou a que outras mulheres muçulmanas sigam o seu exemplo. “Durante muito tempo eu tinha de fazer tudo por regras. Eu simplesmente quis mostrar a todas as turcas que é preciso apresentarmo-nos, como nós somos”, disse a actriz.

  • Anónimo

    ” A mulher é um ser de segunda categoria nos vários livros religiosos e religiões”

    Kavkaz

    Infelizmente, também é assim evocada por alguns dos teus confrades ditos ateus:

    “Maria de Magdala uma reles e vulgar meretriz”

    “Sendo mais explícito, os homens portugueses são criados para servir um género mais masculino do que eles, que são as mães autoritárias, as austeras beatas de Fátima, ou as palestinianas da Beira, talvez a pior coisa que produzimos, se excetuarmos as variantes, que Darwin nunca estudou, e dão
    em Mães-de-Cantanhede, uma coisa extinta em todo o mundo, exceto nas kasbahs do Médio Atlas, e nas aldeias do Sul do Líbano, antes de serem bombardeadas terapeuticamente por Israel”

    “Virgem” Maria era tão lésbica que até teve de realizar inseminação artificial”

    “Já agora diga-me: Maria foi fecundada pelo espírito santo, ou não foi necessária esta intervenção? E a pomba era realmente pomba ou neste caso podemos dizer que era pombo? Partindo do princípio que era pomba, estaria esta sujeita ao toque rectal para comprovação dos divinos ovos que então debitava do sagrado gargalo”

  • Anónimo

    E depois há aqui outro gajo, um tal ex- sacristão Carpinteiro, o qual, nos intervalos das missas diárias em que participava, punha-se a bebericar o vinho ” Lágrima” e a ver telenovelas venezuelanas e o resultado dava nisto:

    “O pequeno cristiano ronaldo que cada português frustrado arrasta no seu libidinoso limbo, no Zeca transforma-se numa daquelas enxovalhadeiras esganiçadas das telenovelas venezuelanas, destravadas e com tendências histéricas do síndroma do coito interrompido, que começam por dar a todos, e só depois, lá bem no fim da telenovela é que se aviam com o homem certo, no momento certo, e no dia da procriação”

  • Anónimo

    “As palestinianas da Beira são a pior coisa que produzimos se exceptuarmos as variantes que dão em Mães-de- Cantanhede”

    Carpinteiro

    ” Pior coisa” Carpinteiro ?

    Ou será necessário vir aí o Cfranco recordar-te que ” na taxonomia , o homem pertençe ao Reino Animal” ( sic) ?

    Andas muito fugido Carpinteiro. Ainda te recordas dos tempos em que aparecias cobardemente a insultar-me, a tentar amesquinhar-me , à cobardolas, quando eu já não estava a comentar os tópicos em que emergias de forma deliberadamente retardatária, para me ” apunhalares” pelas costas ?

    Não foste só tu, há mais da mesma estaleca, como tu, que seguiam a mesma exacta estratégia.

    Pois bem,os tempos mudaram, aparece agora de frente e no momento certo. Tu e todos os demais que quiserem entrar em debate aberto a na hora contemporânea.

    Tenho muita ” coisa” interessante para vos dizer.

    Anda, sai da toca, vem defender as tuas ” interessantes” teses misóginas e os teus elaborados estudos bíblicos…

    • Isabel Castro

      O Antonio Fernando teve algum “affair” mal resolvido com algum marceneiro?
      Parece.
      Assuma-se homem!

      • Anónimo

        ” Isabel”

        Este é o tipo de comentário que está bem ao nível do misógino Carpinteiro.

        Andas a ver telenovelas venezuelanas a mais, Lé Lé Camarinha.

        Aproveita, ó ex-sacristão Carpinteiro, para depilar o bigode que assim, nem travestida de ” Isabel Castro”, te safas…

      • Domingos

        Isabel, o antónio anda desesperado, nota-se pelo tipo de intervenções. É normal que acabe a falar sozinho. Dizia aqui atrás, penso que era o Laico, que o antónio fernando lhe metia nojo e quando via um comentário dele passava literalmente à frente. Não me admira o homem é pura e simplesmente insuportável. Penso que não só o Laico mas grande parte dos leitores rejeitam este comentador.

        Eu faço o mesmo, já não consigo ler o que escreve, cansei-me. É pena que este espaço fique refém de um provocador barato, um arruaçeiro, como já alguém lhe chamou, mas esse é o critério da direcção do blog que insiste em manter a situação.

        Pela minha parte vou fazer o que certamente já outros comentadores e leitores (onde se inclui o comentador sousa a quem este fulano denegria constantemente com epitetos como: “bicicleteiro”, “vai mas é pedalar” e outras baboseiras do género) fizeram.
        Adeus até um dia…

        • Anónimo

          Vai em santa paz Domingos e leva a ” Isabel” contigo, mas tem cuidado que ” ela” tem mamas postiças e tresanda a vinho ” Lágrima”.

        • Anónimo

          Domingos, ou quem quer que você seja:

          Aqui no “D.A.”, só talvez 2 pessoas tenham sempre escrito com irrepreensível correcção:

          a) Jovem 1983;

          b) Pedro

          Mais ninguém.

          Essa sua atitude fica-lhe mal. Quer aparentar um ar de ” bonzinho”, ignorando ostensivamente todas as constantes ofensas que aqui foram debitadas por diversos comentadores ateus.

          A tentativa pidesca de saneamento selectivo dos comentadores deste blogue foi exclusivamente direccionada contra os comentadores crentes.

          Você sabe disso, mas faz de conta que não sabe.

          No dia em que consegui reentrar neste site, deparei com dois comentários do ajpb :

          a) ” Agora respira-se melhor”.

          b) ” Os tipos da ICAR são uns macacos”

          Onde estava você nesse dia, quando alguns talibans ateístas de serviço bloquearam as entrada aos crentes ?

          Eu digo-lhe: estava a rir-se com os comentários do ajpb.

          E onde estava nessa altura o Carlos Esperança ?

          Estava calado a assistir, impávido e sereno, à ranhosa ofensa do ajpb.

          Onde estavam os seus restantes confrades, incluindo o purista msousa ?

          Eu digo-lhe:

          Este,fazendo de conta que ouvia Frank Zappa. Os outros, esfregando as mãos de contentes.

          A ” CARTILHA DA MARALHA” não é infelizmente obra de ficção: ela resultou de todas as javardices dos seus confrades ateus, que as proferiram, com a sua constante conivência e a do Carlos Esperança.

          Você não a quer ler ? Não leia. Mas eu sei que já a leu. E como sempre entupiu…

  • Ah Pois!

    Realmente é louvável a coragem e o esforço pelo bem-estar da humanidade. Até parece que acabou a guerra na Líbia, a pobreza na Turquia e as perseguições na Ásia.
    “Ao fotografar-se”, não. Não fez mais do que uma episódio de “prostituição fotográfica”. Não vejo em que isso dignifique a mulher, o homem, a humanidade, a liberdade, os direitos de alguém ou os direitos universais.

    “Durante muito tempo eu tinha de fazer tudo por regras.”
    Durante muito tempo, não; terá que fazer tudo por regras a vida toda. As sociedades estão reguladas e as regras aplicam-se a praticamente tudo, incluindo a vida particular ou privada. Acontece apenas que muitas delas não são levadas a sério, são tolerados abusos e não só. Mas, ela terá sempre, até final da sua vida, de “fazer tudo por regras”… até a “prostituição fotográfica” tem regras a que ela tem que obedecer.

    • Kavkaz

      O termo que utilizou, “prostituição fotográfica”, é seu e a si diz respeito, é subjectivo e define quem o utiliza.

      Realmente as sociedades têm regras a cumprir. Quanto menos regras tiverem melhor e mais fácil é a vida dos seus cidadãos. Serão mais livres e independentes da sociedade, terão mais possibilidades de realizarem as suas iniciativas e criarem algo, poderão trabalhar mais e obter rendimentos sem terem de estar dependentes de outros. Por isto, e por sabermos da falta de liberdades das mulheres nos países muçulmanos, é-me fácil compreender a alegria da libertação individual do pesadelo da censura e do controlo que perseguiu esta mulher desde a infância.

      • Ah Pois!

        “Quanto menos regras tiverem melhor e mais fácil é a vida dos seus cidadãos.”

        Bebeste ou estás a delirar?

  • Ah Pois!

    É natural que o autor não saiba o que é a blasfémia, e por tal motiva incorra na asneira que aqui apresenta.

    A Blasfémia é “todo o acto ou afirmação insultante contra o que se considera como sagrado”.

    Existem muitos milhares de páginas escritas sobre o assunto, que o autor deve desconhecer.
    Há um ponto que importa aqui explorar: Por esta definição, o ofendido é aquele que “considera como sagrado” aquilo ou a coisa que foi ofendida.
    Portanto, a blasfémia é ofensiva para a pessoa crente e não para o “elemento de culto”. No entanto, a Blasfémia é hoje considerada, em quase todas as sociedades, como uma afirmação não fundamentada e “contrária à razão” e por essa via desculpável como um mero acto ímpio.
    No entanto, a doutrina do direito internacional, nomeadamente a Declaração Universal dos Direitos do Homem, mas também a Constituição de maior partes dos países ocidentais, permite aliar o insulto religioso às ofensas pessoais. As Nações Unidas têm algumas recomendações no sentido de que a blasfémia seja considerado um insulto pessoal, tal como o insulto à raça, à cultura, à língua, à nacionalidade, e não só, de uma pessoa.

    Um jurista permitir-se estas patacoadas, como aquela que vemos nesta imagem, não é um forma muito coerente e profissional de se mostrar.

  • Anónimo

    Na minha opinião, o conceito de ” blasfémia” não faz sentido, o do insulto a sentimentos religiosos, sim. Por isso é que essas ofensas são punidas como crimes na maior parte das legislações dos países civilizados, incluindo Portugal.

    Existem, porém, vários países democráticos que ainda hoje mantêm leis contra as blasfémias, como é, por exemplo, o caso dos EUA e do Reino Unido e, curiosamente, da própria Dinamarca, não obstante a questão das caricaturas a Maomé, que tanta polémica gerou.

    • Ah Pois!

      A Blasfémia não é mais nem menos do que o “insulto ao sentimento religioso”.

      • Anónimo

        Não concordo. Sobre esta matéria já disse o que penso e o conceito de ” blasfémia” não é o mesmo do que o ” insulto ao sentimento religioso”. Prova disso está no facto de a maior parte dos países civilizados considerar crime a ofensa a sentimentos religiosos e já não prever nem punir o crime de blasfémia, como é, por exemplo, o caso de Portugal, que só prevê a punição de ofensa a sentimentos religiosos.
        Só muito poucos países, à escala mundial, ainda punem o ” crime de blasfémia”, como é o caso do ” democrático” Irão e, curiosamente, também dos EUA e Reino Unido…

        • Ah Pois!

          Não posso concordar por vários motivos que não vou aqui citar.

          Em Portugal o que é punido é a “ofensa” particular por motivos religiosos. Será mais a discriminação por motivos religiosos. Não é propriamente a ofensa ao sentimento de religiosidade, nem o respeito que merecem os sentimentos religiosos de outrem.
          É um tema interessante, se bem que muito complexo, mas se ajusta aos parâmetros de discussão deste lugar. Aqui prefere-se o insulto religioso.

          A questão do Irão não é assim tão linear. Aquilo que nós chamamos blasfémia, no Irão é tido como “insulto à sociedade”, como insulto colectivo, pois a lei iraniana entende a sociedade como a família islâmica. Desse ponto de vista não está mal. Há exageros, como em todos os lugares. O facto de eu não ser islâmico não representa qualquer problema, desde que não me insurja contra os valores da família islâmica.
          Ao contrário, por exemplo, do Paquistão, onde praticar outra religião é crime.

  • Anónimo

    ORAÇÃO AO DEUS DESCONHECIDO

    Antes de prosseguir em meu caminho
    e lançar o meu olhar para frente uma vez mais,
    elevo, só, minhas mãos a Ti na direção de quem eu fujo.
    A Ti, das profundezas de meu coração,
    tenho dedicado altares festivos para que, em
    Cada momento, Tua voz me pudesse chamar.
    Sobre esses altares estão gravadas em fogo estas palavras:

    “Ao Deus desconhecido”.

    Sim, sou eu, embora até o presente tenha me associado aos sacrílegos.
    Sim, sou eu, não obstante os laços que me puxam para o abismo.
    Mesmo querendo fugir, sinto-me forçado a servi-lo.
    Eu quero Te conhecer, desconhecido.
    Tu, que me penetras a alma e, qual turbilhão, invades a minha vida.
    Tu, o incompreensível, mas meu semelhante,
    quero Te conhecer, quero servir só a Ti.

    [Friedrich Nietzsche]

    (Traduzida do alemão por Leonardo Boff)

    http://www.youtube.com/watch?v=xbPbruNNuVk

  • Kavkaz

    É preciso falta de escrúpulos para os provocadores meterem orações no “Diário Ateísta”… Cambada… É só LIXO.

  • Jesus Cristo

    Colocar aqui este escrito de Friedrich Nietzsche, ateu e niilista, que proclamou a morte de Deus e o nascimento do “super-homem”, o Homem libertado das grilhetas de Deus e da religião, só pode ter um de dois significados:
    – Ou quem o colocou é ateu, e o fez por ironia;
    – Ou quem o colocou é crente, e o fez por estupidez.

    • Jesus Nazareno

      Estás enganado. O Nietzsche, quando se aproximava a hora da morte, lembrou-se de tentar entrar em contacto com Deus. Acontece a muitos ex-ateus, Nietzsche está longe de ser a excepção.

      • Laico

        Muito bem dito: acontece a muitos ex-ateus. Pelo menos é o que os crentes querem fazer passar mas daí à realidade vai uma lonjura infinita. No início desta semana foi a sepultar um amigo de há muitos anos. Acompanhei de perto o seu sofrimento durante 4 mêses. Nunca o ouvi falar de deus nem a perguntar-se porquê eu? Queria viver mas chegou ao ponto de não acreditar mais nessa possibilidade. Também nunca o ouvi dizer que era ateu. E assim fiquei sem saber para sempre porque também nunca lhe perguntei.
        Crentes, não sejam histéricos como este desmiolado que faz do DA o posto de vigília dele. Só pode ser um solitário sedentário que nasceu sem habilidade alguma que o fizesse ser feliz em qualquer outra situação. Descarrega aqui o fel que lhe sai da boca contra tudo e todos os que gostam de pensar pela sua própria cabeça. Ele acha que por ter liberdade de escrever neste site pode fazer disto o ganha pão. Se lhe cortarem a labita, ele jamais dará em maluco. Porque maluco já ele é e nem se dá conta do sofrimento mental de que sofre. Os doentes mentais sofrem sem se aperceberem.
        Também os alcoólatras nunca reconhecem o vício.
        Todos sabem a quem me refiro mas por questão de desprezo não digo o nome.

  • Anónimo

    “Eu jamais iria para a fogueira por uma opinião minha, afinal, não tenho certeza alguma. Porém, eu iria pelo direito de ter e mudar de opinião, quantas vezes eu quisesse.”

    Frederico Nietzsche

  • Jairo

    Leis de blasfémia nos países islâmicos = criminalizam a não-adesão ao islão.

    Leis de blasfémia nos países ocidentais = criminalizam a ofensa gratuita e odiosa aos membros de qualquer religião. Como por exemplo, mergulhar arte sacra em urina ( ou coisas ainda piores nas manifestações gays de países de leste) ou insultar pessoas por aquilo em que acreditam ou cultos religiosos socialmente pacíficos que realizem.

    No primeiro caso, temos leis de blasfémia contra a liberdade religiosa e de pensamento.
    No segundo, as leis de blasfémia servem para proteger a liberdade religiosa. Ela não existiria, como prevê a DUDH ( que os ateus deste diário fingem defender), se não fosse salvaguardado o direito a ter religião e a expressá-la publicamente, incluindo pelos ritos, sem o indivíduo ser incomodado ou perseguido pelas suas convicções. ( isto está na DUDH, não é inventado por mim).

    Sobre Nietzshce, se esse indivíduo misógino é exemplo para alguém, só pode ser para quem odeie a moral judaico-cristã. Estranhamente, ainda não é o caso dos ateus deste Diário, que se fingem interessados no bem-estar dos mais fracos e oprimidos:

    “Qual de nós seria livre-pensador, se não houvesse a Igreja? A Igreja é que nos repugna, não o seu veneno… Não considerando a Igreja, também nós amamos o veneno…” Friedrich Nietzsche, Genealogia da Moral;

    Ora, a que veneno se referia esse bigodaças ( ao que dizem) embeiçado pela irmã? Simples, a coisas como a ideia de que é um dever do mais forte proteger e respeitar o mais fraco. Cito outra vez:

    “Que as ovelhas tenham rancor às grandes aves de rapina não surpreende: mas não é motivo para censurar às aves de rapina o fato de pegarem as ovelhinhas. E se as ovelhas dizem entre si: “essas aves de rapina são más; e quem for o menos possível ave de rapina, e sim o seu oposto, ovelha – este não deveria ser bom?”, não há o que objetar a esse modo de erigir um ideal, exceto talvez que as aves de rapina assistirão a isso com ar zombeteiro, e dirão para si mesmas: “nós nada temos contra essas boas ovelhas, pelo contrário, nós as amamos: nada mais delicioso do que uma tenra ovelhinha”. Exigir da força que não se expresse como força, que não seja um querer dominar, um querer-vencer, um querer-subjugar, uma sede de inimigos, resistências e triunfos, é tão absurdo quanto exigir da fraqueza que se expresse como força.” Genealogia da Moral.

    Portanto, esforcem-se mais porque ainda estão demasiado sensíveis para o super-ateu e vosso inspirador Nietzcshe, o qual não aprovaria nada a choraminguice aqui tantas vezes vista de pintarem o ateísmo como caminho para um utópico e pacífico mundo cor-de-rosa, à base de respeito e consideração pelos mais fracos e minorias….

    E assim se vê a coerência destes indivíduos. Queixam-se de quão opressora é a Igreja Católica por ( dizem eles) usar o seu poder de forma terrível contra as minorias e mais fracos; vendem o ateísmo como a coisa mais pafícica e inclusiva que já existiu à face da terra, e ao mesmo tempo que são capazes de citar e honrar esse grande humanista chamado Nietzcshe, que considerava um atentado à vida a moral judaico-cristã de ajuda e valorização dos mais fracos-…

    http://neoateismoportugues.blogspot.com/2010/11/jugular-e-o-anti-cristianismo.html

    • Ah Pois!

      Não me digas, Jairo, que não concordas com a criminalização dos insultos gratuitos às religiões.

      Todos os insultos gratuitos deveriam ser criminalizados, incluindo aquilo que alguns mentecaptos chamam “arte”.

    • Ah Pois!

      Não me digas, Jairo, que não concordas com a criminalização dos insultos gratuitos às religiões.

      Todos os insultos gratuitos deveriam ser criminalizados, incluindo aquilo que alguns mentecaptos chamam “arte”.

      • Jairo

        “Não me digas, Jairo, que não concordas com a criminalização dos insultos gratuitos às religiões”

        Quando disse que não concordava?

  • Anónimo

    “A mulher foi o segundo erro de Deus”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Para a mulher, o homem é um meio: o objectivo é sempre o filho”

    “Comparando no seu conjunto homem e mulher pode dizer-se: a mulher não teria engenho para se
    enfeitar se não tivesse o instinto do papel «secundário» que desempenha”

    “Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?”

    “Se uma mulher tem inclinações eruditas é porque, em geral, há algo de errado na sua sexualidade. A esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; é que o homem, com vossa licença, é de facto «o animal estéril».

    “As próprias mulheres, no fundo de toda a sua vaidade pessoal, têm sempre um desprezo impessoal – pela mulher”

    “Onde amor e ódio não concorrem ao jogo, o jogo da mulher torna-se medíocre”

    “Tudo na mulher é adivinha e tudo nela tem uma única solução e essa é a gravidez”

    Frederico Nietzsche

  • Anónimo

    “A mulher foi o segundo erro de Deus”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Para a mulher, o homem é um meio: o objectivo é sempre o filho”

    “Comparando no seu conjunto homem e mulher pode dizer-se: a mulher não teria engenho para se
    enfeitar se não tivesse o instinto do papel «secundário» que desempenha”

    “Na vingança e no amor a mulher é mais bárbara do que o homem”

    “A mulher aprende a odiar na medida em que desaprende – de encantar”

    “Levar insidiosamente o próximo a uma boa opinião de nós e, depois, acreditar piamente nessa boa opinião: quem consegue imitar nesta habilidade as mulheres?”

    “Se uma mulher tem inclinações eruditas é porque, em geral, há algo de errado na sua sexualidade. A esterilidade predispõe a uma certa masculinidade do gosto; é que o homem, com vossa licença, é de facto «o animal estéril».

    “As próprias mulheres, no fundo de toda a sua vaidade pessoal, têm sempre um desprezo impessoal – pela mulher”

    “Onde amor e ódio não concorrem ao jogo, o jogo da mulher torna-se medíocre”

    “Tudo na mulher é adivinha e tudo nela tem uma única solução e essa é a gravidez”

    Frederico Nietzsche

  • Anónimo

    Grande reaça este Nietzsche.

  • Kavkaz

    Jesus, nos Evangelhos, preconizou a igualdade de direitos da mulher, o que não impediu que a Igreja Católica se transformasse numa instituição que a marginaliza social e religiosamente.

  • Anónimo

    “Jesus, nos Evangelhos, preconizou a igualdade de direitos da mulher”

    Ouve lá, tu regulas bem da mona ?

    Fazes-te de tonto ? Não te lembras do que andaste a dizer de Jesus Cristo nos textos anteriores ?

    Modera o alcool que não tens estaleca para aguentares tanta bebida…

  • Jairo Filipe

    Kavascado, ainda que essa tua mentira fosse verdade, continuaria patético defenderes quem se baseia em Nietzcshe com uma falácia “tu quoque”.

    De resto, vocês atacam a Igreja pela veneração a Maria, mas também por marginalizar religiosamente as mulheres.

    Enfim..

    • Kavkaz

      Jairo, você escreve o meu nick de forma rasca. Mas você tem necessidade de se apresentar aqui e de escrever de forma rasca? Penso você que não tem necessidade disso… É a sua imagem que fica mal.

      Ainda estou à espera à da sua resposta ao que lhe escrevi no post anterior. Calou-se e vem aqui comentar? Quer que eu lhe mostre facilmente a verdade que eu escrevi com citações da Bíblia? Você é que não a conhece, nem o Vaticano a respeita, como várias vezes o venho indicando!

      Ora escreva o que tem a dizer ao meu comentário anterior, antes de falar deste, O.K.?

      Repito o que escrevi:

      “Jairo, você entende tudo mal e entende as pessoas como más só porque pensam de outra forma. Você está perfeitamente errado.

      Quem defende como eu, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a República e a Constituição Portuguesa não defende, claramente, os métodos utilizados pela justiça de há dois mil anos atrás. Este é o princípio geral.

      No caso particular que a Bíblia relata sabemos que o que nos contam é que Jesus saberia ao que ia antecipadamente. É o que diz o relato. Não sou eu. Eu parto do que está lá escrito. Entendo que não tenho que chorar quem se dá ao luxo de se crucificar porque assim quis. Você chora a dezena de filipinos que este ano (e em anos anteriores) se crucificaram e autoflagelaram? Não, nem falou deles aqui…

      Ao contrário de si, eu compreendo que as religiões vivem destas cenas de violência, flagelação, autosacrifício, condenações a fogo eterno. Vivem de arrasar os nervos aos outros. O objectivo é aterrorizar, meter MEDO aos crentes para os controlar, dominar e obrigar a cumprir a vontade dos chefes religiosos. É esta verdade que está por detrás das religiões. Quem não cumprir o que os chefes religiosos mandam será duramente castigado ou cá ou lá ou nos dois sítios… E os crentes vão na conversa deles!

      Falando ainda de Jesus você leva o relato da Bíblia a sério. Está no seu direito. Mas eu não o vejo assim. Daí eu viver bem com a vida sem religião e você ter que se subordinar a uma terrível má disposição quando o contrariam com Jesus. É a diferença de entendimento entre nós no tema religioso.”

  • Ah Pois!

    O Carlos Esperança faleceu ou está de férias?

    Passou poucas vezes por aqui, mas tenho saudades da sua magistral estupidez. Este LGR é mais do tipo “cínico ignorante”.

    • Anónimo

      Os comentadores ateus são tão ” solidários” com o Carlos Esperança que, até ao momento, nem se dignaram perguntar por ele.

      Do Carlos Esperança, recordo duas fases, uma louvável,a dos textos inteligentemente bem escritos e desprovidos de raiva e outra tristemente mesquinha e panfletária.

      Finalmente, uma terceira, a de uma enorme desilusão.

      Toda a gente sabe qual foi, os crentes que comentam neste blogue, por sua não vontade, que o digam.

      Seja como for, a diferença entre Carlos Esperança e Luís Grave Rodrigues é imensa.

      CE escrevia muito bem, descontando as críticas que sempre lhe fiz quando entendi justificar-se.

      LGR nem sequer escreve. Edita “cartoons” ao seu estilo menor e fica-se por aí…

    • Laico

      O nosso querido Carlos Esperança está vivo felizmente.

    • Zemano

      «Todos os insultos gratuitos deveriam ser criminalizados…»
      «O Carlos Esperança faleceu ou está de férias? Passou poucas vezes por aqui, mas tenho saudades da sua magistral estupidez. Este LGR é mais do tipo “cínico ignorante”. »

      *Ah Pois!

      «Vai insultar a puta da tua mãe»

      *Tony

  • Andreia_i_s

    Realmente é verdade como é que podem acusar alguém se esse alguém não existe? Alguém está a ver a ironia :)?

    • Anónimo

      Como é que se pode então acusar uma pessoa de ofensa a alguém que já tenha falecido e portanto não exista ? Tem resposta ?

      Está a ver a ironia : ) ?

  • Laico

    Alguém q mete nojo meteu a pata na poça ao dizer que nós ateus somos tão solidários que nem nos dignamos perguntar por ele (Carlos Esperança).
    Nós, os ateus, pessoas de bom carácter, não precisamos de saber dele através do site. Temos os meios próprios. Também sabemos o que é o respeito e por isso garantimos a sua privacidade.

  • anonimo

    Aviso à navegação?

    Limpesa da primavera?

    Ah Pois!

  • Ramati1950

    Para o Marco Antonio Jesus não existiu. Entretanto ele acridta em Moisés, nos fatos da bíblia como sodoma, gomorra, Arca deNoé, etc. Ou seja, cre no que convém. É claro que para acreditar em Jesus Cristo ele teria que crer em seusmilagres, e a própria ressurreirção, bem como na sua elevação aos céus. Nesses caso, abrigatóriamente ele teria que admitir que só é capaz de quebrar as leis imutáveis da natureza e do universo QUEM AS FEZ, o que o deixaria muito mal diante de seus iguais. E a vida e os milagres de Jesus nunca foram contestados por ninguém, princiipalmente pelos judeus, seus inimigos, que o levaram à cricificação. E certamente ele acredita na mitologia grega,platão, aristótels,Alexanre etc., e todos os outros fatos hiistóricos de 5 a 10 mil anos atrás. O atéu não é só hipócrita, mas não vê o ridículo a que se submete por não ter “olhos para ver” nem ouvidos para escutar”…

  • Ramati1950

    Sr. Laico. Para que a ciência operasse os prodígios que hoje desfrutamos, foram necessários milhares de anos e, certamente NÃO graças ao ateísmo, mas ao trabalho árduo de pessoasdedicadas e crentes, em si e num mundo transcedental. Fosse pelo ateísmo, que prega a inutilidade da vida e o suícidio, resumindo a vida em um sofrimento inútil, desaconselhando inclusive a formação de familias e criação de filhos, estaríamos no idade das cavernas. Basta ler Nitsche, Sartre e outros menos famosos.
    Somente com uma visão transcendental o homem luta por um mundo melhor, dentro do preceito Crescei e multiiplicai-vos, e dominai a terra”, ou seja, na busca da implantação do reino de Deus na terra. Basta que se diga que, se todos praticassem a doutrina evangélica, os trillhões de dólares que se gastam anualmente em guerras, drogas, sequestros, escravidão, etc. poderiam transformar o mundo em um paraíso, ou seja, em um mundo de paz, igualdade e justiça. o exemplo de São Francisco de Asis, Luther King e Gandhi, entre outros,que plasmaram suas vidas às doutrinas evangélicas.

  • Ramati1950

    Sr. Laico. Para que a ciência operasse os prodígios que hoje desfrutamos, foram necessários milhares de anos e, certamente NÃO graças ao ateísmo, mas ao trabalho árduo de pessoasdedicadas e crentes, em si e num mundo transcedental. Fosse pelo ateísmo, que prega a inutilidade da vida e o suícidio, resumindo a vida em um sofrimento inútil, desaconselhando inclusive a formação de familias e criação de filhos, estaríamos no idade das cavernas. Basta ler Nitsche, Sartre e outros menos famosos.
    Somente com uma visão transcendental o homem luta por um mundo melhor, dentro do preceito Crescei e multiiplicai-vos, e dominai a terra”, ou seja, na busca da implantação do reino de Deus na terra. Basta que se diga que, se todos praticassem a doutrina evangélica, os trillhões de dólares que se gastam anualmente em guerras, drogas, sequestros, escravidão, etc. poderiam transformar o mundo em um paraíso, ou seja, em um mundo de paz, igualdade e justiça. o exemplo de São Francisco de Asis, Luther King e Gandhi, entre outros,que plasmaram suas vidas às doutrinas evangélicas.

  • RaMATI1950

    Sr. antonio Fernando: Enquanto o Sr. aguarda que a ciência responda às suas angustias e ansiedades, una-se ao Sr. Rchard Hawkins, que espera encontrar seu “guindaste” definitivo para provar que Deus não existe. Ou vc não leu o seu livro? Esta é sua tese “provisória”, juntamente com o princípio antrópico, para provar o surgimento da partículo que continha todo o universo (antes do big bang). Seria menos ridículo se ele sustentase que a famigerada partícula surgiu ao acaso, não achas?

  • Ramati1950

    sR. kAVKAZ: Pelo seu texto, constatoque seu conhecimento da bíblia estácompletamente distorcido.. É fácil de entender sua posição, na medida que a encara como uma obra humana, e pelos maus exemplos históricos protagonizados pelas religioes, e que ainda ocorem eventualmente(como no Libano, Irlanda, entre os muçulmanos, etc). Entretanto, a biblia prega o reino de Deus, sendo Cristo o grande protagonista, que veio com esa misão específica, cmo filho de Deus. Queres ver? Dise Jesus, entre outras coisas: Amai os vossos inimigos (a ponto de oferer a outra face), não julgueis para não serdes julgados, perdoar sem limites (veja as parábolas do filho pródigo, do pastor e as ovelhas…), bem aventurados os pobres em espírito, os humildes (que serão exaltados), os misericordiosos (que alcançarão misericordia), os mansos, os pacíficos e pacificadores, e os que tem sede e fome de justiça, que serão saciados. Gandhi seguiu exatamente a orientação de Jesus e venceu o império ingles. É de se perguntar: se todos seguisem o exemplo de Jesus, o mundo seria o paraíso que ele pregou, não concorda? Não baseie seu julgamento nas ações humanas, seja de quem forem, do contrário vc não chegará a lugar algum. Quem pregou esa doutrina, além dos inúmeros milagres que operou, resuscitou a si mesmo e elevou-se aos céus. São fatos comprovados históricamnte, sem qualquer contestação, principalmente dos judeus da época, que, além de conseguirem sua condenação junto a Pilatos, conseguiram colocar guardas junto ao túmulo de Cristo, para evitar o sequestro do corpo. Pensa niso.

You must be logged in to post a comment.