Loading
  • 29 de Outubro, 2010
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Angola – Luta no mercado da fé

Católicos defendem emenda na Constituição angolana para travar a expansão do islamismo.

O bispo Emanuel Imbamba defende alterações constitucionais para impedir o avanço muçulmano, dificuldade acentuada pelo carácter laico do Estado e pela imposição constitucional da separação do Estado e das Igrejas.

Quando a Igreja católica devia defender a laicidade do Estado em todo o mundo, para evitar a situação injusta em que se encontra nos países islâmicos, implora privilégios que a diminuem e protecções que expõem a sua fraqueza.

16 thoughts on “Angola – Luta no mercado da fé”
  • JoaoC

    Angola a dar o exemplo à Europa!

    Esses monkies seguidores do pedófilo guardador de camelos têm mais é que voltar para o buraco de onde saíram e para o qual já foram repetidamente escorraçados.

    A expansão do islamismo tem forçosamente que ser travada. E tal como a expansão do ateísmo, de maneira urgente!, sob pena de agravamento do mal no mundo!

    • Luis Almeida

      E tal como a expansão dos ignorantes ( atrevidos, porque não sabem do que falam )!

  • Carlos, em lado nenhum da noticia vem dito que a Igreja pede privilégios. Mais a noticia limita-se a dizer, sem qualquer citação ou fonte, que um bispo disse que se deviam tomar medidas constitucionais para travar islamismo.

    Pegar nisto e dizer que os católicos aquilo e aqueloutro é falta de seriedade.

    • Anónimo

      OH ZÉ
      E SE A NOTÍCIA FOSSE

      …responsável muçulmano disse que se deviam tomar medidas constitucionais para travar o catolicismo…

      O QUE ACHAS AGORA?

      • António, n comentei o teor da noticia, mas sim a falta de fontes e a forma livre e irresponsável, já habitual, com que o Carlos Esperança faz extrapolações.

        Porém, basta olhar para os países confessionais cristão (Inglaterra, Suécia, Dinarmarca) ou que onde que, n sendo confessionais há uma grande proximidade entre o Estado e os Cristãos (Grécia, Rússia, EUA) e comparar com os Estados confessionais islâmicos para perceber que existe uma grande diferença.

        Em Inglaterra não ha pessoas presas por se converterem ao Islamismo, nos EUA não há mulheres apedrejadas à morte por terem sexo sem serem casadas, etc…

        O problema n é a confessionalidade ou não do Estado, mas que haja de facto liberdade.

        • Luis Almeida

          Mas o problema do Carlos Esperança, segundo infiro de outros escritos, é qua ICAR seja beneficiada em impostos, subsídios e outras fontes de receita pelo Estado. E que, além disso, seja MAIS beneficiada que as outras confissões religiosas. Tudo decorre das malfadadas Concordatas ( 1940 e 2004 ) entre a República Portuguesa que, na Constuição ( tanto a original de 1976 como as sucessivas revisões ) é um estado laico, sem religião oficial. E, onde a liberdade de praticar um culto desse ser custeada pelos fiéis desse culto e não por todos os portugueses. No fundo o que ele está a é a acusar o Estado de não cumprir a nossa Lei-Fundamental, de praticar uma ilegalidade! A Lei obriga toda a gente, incluindo o governo…

      • Luis Almeida

        E, de facto, em muitos países islâmicos as outras religiões não são toleradas e os seus membros brutalizados ou mortos. Mesmo na tolerante Turquia os cristãos-ortodoxos, nascidos na Turquia e portanto cidadãos turcos ( se tivessem de fugir não teriam para onde porque aquela é a sua terra ) têm sido discriminados e perseguidos. E a situação tem piorado muito nos últimos tempos: o radicalismo tem-se acentuado como resposta à actuação dos EUA ( e seus aliados ocidentais, incluindo Portugal ) na Somália e ultimamente no Iraque e no Afganistão. Os muçulmanos radicalizam-se como nunca antes porque sentem-se vítimas de agressões e dos autênticos genocídios de familiares e amigos. E depois há a questão da Palestina. Todo o mundo árabe sabe que, se os EUA quizessem os ataques de Israel contra a Palestina acabavam em poucos dias. Que se os EUA quizessem haveria hoje um estado independente e soberano, chamado Palestina, a viver lado a lado com Israel. É tudo isso que faz os muçulmanos agirem como agem. A fé em que acreditam não é, na essência, nada pacífica, como é, por exemplo o cristianismo ( na essência … ). E os pressupostos dessa fé ( ser escravo de Alá, a mulher abaixo de cão, não sei quantas virgens à tua espera no paraíso, etc ), são AINDA mais idiotas e imbecis do que os pressupostos do cristianismo!
        Mas, na prática e, apesar dessa religião já houve ,nos anos 50/60/70, países islâmicos tolerantes e até progressistas. Por exemplo: o Egipto no tempo de Nasser, ou a Argélia no tempo de Bourghiba ou de Ben Bella. Mas isso, por agora, acabou. Voltaram à idade-média e aos tempos iguais aos da nossa “Santa” Inquisição…
        É claro, que para mim é grato viver num país onde não sou perseguido por ser ateu e onde posso assumir o meu ateísmo ´publicamente. Mas, essa liberdade ninguém ma deu “de bandeja”. Dei o meu contributo, modesto e à escala da minha pessoa, para que o 25 de Abril de 1974 acontecesse. E, para que o regime fascista ( onde os ateus eram olhados de soslaio ) fosse derrubado.
        Desculpa o longo comentário…

        • Eu

          ah claro… a igreja é sempre a santinha e o islam o mal absoluto!!! E o ke me diz de Ruanda?

    • Luis Almeida

      Zé,
      O Carlos Esperança NÃO disse “…que os católicos aquilo e aqueloutro…” como Você diz!
      O que ele DISSE foi “Quando a Igreja católica devia defender a laicidade”. A IGREJA CATÓLICA! Um bispo não é a Igreja Católica ? Não fala, pelo menos, em nome dela ?
      Ai, estes ataques flácidos !…

  • Carlos, em lado nenhum da noticia vem dito que a Igreja pede privilégios. Mais a noticia limita-se a dizer, sem qualquer citação ou fonte, que um bispo disse que se deviam tomar medidas constitucionais para travar islamismo.

    Pegar nisto e dizer que os católicos aquilo e aqueloutro é falta de seriedade.

  • antoniofernando

    Um bispo já passa a ser uma multidão de católicos. Pelo menos é o que se depreende do teor da notícia. Eu não esperaria vir ao Diário Ateísta assistir ao ” milagre” da multiplicação de um bispo por sabe-se lá quantos católicos. Esta foi uma grande escorregadela,ó Carlos Esperança… 🙂

    • Luis Almeida

      Antoniofernando.
      Onde que você viu escrito “uma multidão de católicos”. Você ataca o homem com a MENTIRA !
      O que ele DISSE foi “Quando a Igreja católica devia defender a laicidade”.
      A IGREJA CATÓLICA!
      Um bispo não é a Igreja Católica ? Não fala, pelo menos, em nome dela ?
      Ai, estes ataques MENTIROSOS !

  • Anónimo

    ESTA ICAR ESTÁ CADA VEZ PIOR…
    MUDAM A MANEIRA DE PENSAR CONFORME OS SEUS INTERESSES…

  • Antonioporto

    Catolicismo e islamismo crescem da mesma maneira e nem sempre
    com a mesma intensidade, e não através de conversões,
    mas sim de nascimentos.
    Famílias católicas, tem filhos católicos, famílias islamicas…

  • Anónimo

    A igreja, a superstição e crenças em geral só tendem a proliferar em países de analfabetos e não venham com excepções porque é verdade…

    Se a formação e a qualidade de vida se propagasse tanto como o ópio do povo este mundo era bem melhor.

    A conquista pelo mercado do ópio entre islâmicos e cristão já não é de hoje nem de ontem,…Até entre sunitas e xiitas que acreditam no mesmo Deus não se entendem com quota do mercado do ópio. E o mesmo se passa com as várias seitas cristãs.

  • Luis Almeida

    Que eu saiba, em Angola praticamente não existem muçulmanos e não é de temer o seu avanço. Em Moçambique e noutros países do Índico sim. Mas não creio que mesmo aí sejam em número que faça prever um aumento do seu poder.
    Eu, estive na Guiné-Bissau, na tropa, e o espertalhão do Spínola ( pelo menos mais esperto que o seu antecessor, Arnaldo Schulz, e por isso, mais perigoso ) pagava aos chefes tribais das etnias muçulmanas ( fulas, mandingas, saracolés, beafadas, etc ) a deslocação a Meca para o “Hadjh” ( sonho de uma vida de qualquer muçulmano que se preze ) pensando assim atrair para o lado “português” ( e, portanto, afastando-as do PAIGC ) as tribos de que eles eram chefes.

You must be logged in to post a comment.