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O dia da oração

45% dos americanos sentem falta de Bush.

Em 1952 o Presidente Truman estabeleceu um dia no ano como “Dia Nacional de Oração.” nos Estados Unidos da América.
Em 1988 o Presidente Reagan designou a primeira quinta-feira em Maio de cada ano como Dia Nacional de Oração.
Em Junho 2007 o Candidato Barack Obama declarou que o E.U.A. já não era uma nação cristã.
Em 2009 o Presidente Obama cancelou a 21.º cerimónia anual do Dia Nacional de Oração na Casa Branca sob o pretexto de “não querer ofender ninguém”.
Em 25 de Setembro de 2009 das 04:00 até 07:00, o Dia Nacional da Oração para a religião muçulmana foi realizado no capitólio ao lado da Casa Branca.
Havia mais de 50 mil muçulmanos entre eles Barack Obama.

– Será esta uma razão?

* http://islamoncapitolhill.com/

17 thoughts on “O dia da oração”
  • Zyn

    «Havia mais de 50 mil muçulmanos entre eles Barack Obama.» – F. Fernandes

    Já me tinha parecido que Obama era muçulmano. Confirma-se!

    «Em Junho 2007 o Candidato Barack Obama declarou que o E.U.A. já não era uma nação cristã.» – F- Fernandes.

    Mas os USA são uma nação cristã. Alguém tem duvidas?
    Os USA não são uma nação laica nem ateia.
    Os cristãos são mais de 80% da população americana (americana).
    Os laicos/ateus são uma insignificante minoria.
    Os USA são uma nação cristã. Talvez até católica.

    Todas as projecções apontam para um crescimento da população cristã.~

  • Zyn

    «Havia mais de 50 mil muçulmanos entre eles Barack Obama.» – F. Fernandes

    Já me tinha parecido que Obama era muçulmano. Confirma-se!

    «Em Junho 2007 o Candidato Barack Obama declarou que o E.U.A. já não era uma nação cristã.» – F- Fernandes.

    Mas os USA são uma nação cristã. Alguém tem duvidas?
    Os USA não são uma nação laica nem ateia.
    Os cristãos são mais de 80% da população americana (americana).
    Os laicos/ateus são uma insignificante minoria.
    Os USA são uma nação cristã. Talvez até católica.

    Todas as projecções apontam para um crescimento da população cristã.~

    • antoniofernando

      Obama teria dado provas de coerência se tivesse recusado o ritual de tomada de posse, de jurar sobre a Bíblia, e de aí apelar para a protecção de Deus. Mas até um prémio Nobel da Paz como ele tem as suas hipocrisias…

    • carpinteiro

      Caro Zyn.

      Concordo consigo quanto ao facto de os E.U. não serem uma nação cristã, mas, também não é tanto como afirma:

      Protestantes 51.3%,
      Catolicos Romanos 23.9%,
      Mormons 1.7%,
      outros cristãos 1.6%,
      Judeus 1.7%,
      Budistas 0.7%,
      Muçulmanos 0.6%,
      outras religiões não especificadas 2.5%,
      Ateus ou não-religiosos 16.1%,

      (2007 estatísticas da CIA)

      Fonte(s):
      https://www.cia.gov/library/publications…

  • Mats

    Deve ser por isso que a popularidade de Obama está a descer a olhos vistos. As coisas estão tão más que os democratas que vão a votos em Novembro fazem os possíveis para se distanciarem dele.

    http://www.moonbattery.com/archives/2010/10/we-came-we-saw.html

    • Oiced Mocam

      Ora, ora…as religiões não são diferentes do racismo, uma versão dela “inspira” e provoca a outra. No decorrer da história já vimos que religiões são multiplicadores de ódios entre tribos e países.
      Quando digo inspira, vejam o exemplo e interesse do vice- presidente de Bush, Dick Cheney, que foi secretário de Defesa em 1991.
      Durante anos Cheney, foi um ano antes de ser o vice de Bush, em 2000, diretor-presidente da empresa Halliburton, onde ganhou US$ 36 milhões em salários e gratificações, segundo o New York Times e outros jornais. A Halliburton apareceu envolvida em falcatruas bilionárias em obras para reconstruir o que os EUA destruíram no Iraque. Em 2003, obteve do exército e do governo um contrato de US$ 1,4 bilhões de dólares, ainda que auditores do Pentágono demonstrassem que a Halliburton tinha superfaturado US$ 61 milhões no envio de gasolina ao Iraque.
      George W Bush, sua primeira eleição foi duvidosa. Com menos votos populares que o democrata Al Gore. Só a fraude eleitoral no Estado da Flórida (governado pela família Bush) o levou a ser proclamado “eleito” pelo intrincado mecanismo do colégio eleitoral. O desastrado presidente conseguiu reeleger-se. Invadiu o Afeganistão, ocupou o Iraque para usufruir dos campos de petróleo. Parte da Europa, o apoiou, outra o incriminou.. A indústria bélica americana passou a ganhar orgias de lucro. Bush filhou, legou trilhões de dívidas públicas.
      Para os americanos o mundo é oval, porque tudo que se resolve na Casa Branca é resolvido no Salão Oval. Daí a administração incompetente e política fracassada dos republicanos, quando estavam no poder. Estima-se que duas gerações terão que trabalhar duro para pagar esse rombo da guerra e da crise financeira recente!

      ….ainda sou mais Obama e Democrata do que Republicano!

  • Mats

    Deve ser por isso que a popularidade de Obama está a descer a olhos vistos. As coisas estão tão más que os democratas que vão a votos em Novembro fazem os possíveis para se distanciarem dele.

    http://www.moonbattery.com/archives/2010/10/we-came-we-saw.html

  • JoaoC

    Ainda há quem diga que haverá necessidade de novas Cruzadas….

    Pela Fé Católica e por uma sociedade cristã, viver e morrer!

    • carpinteiro

      «Pela Fé Católica e por uma sociedade cristã, viver e morrer!»

      E ainda há quem duvide que as religiões são pacificas…

  • Antonioporto

    Como será que foi a reação de Barak Obama, diante dos atentados de setembro de 2001?
    Cometidos por muçulmanos, diga-se de passagem.
    Bin Laden não foi capturado, o taleban continua matando.

    • Antizion

      cometidos por islamicos?? Tens provas disto?

      • Oiced Mocam

        Lembrando do 11 de Setembro 2001 ? Com milhares de mortos, atribuído a Osama, filho de Mohamed Bin Laden, que teve 22 mulheres e 53 filhos.
        Vejamos a opinião da autoridade muçulmana sobre o assunto,
        que reproduzo por uma questão de bom senso, representada pela grande maioria do clero brasileiro e mundial.
        O Xeque Ali Mohamed Abdduni, do Conselho Superior para Assuntos Islâmicos no Brasil, que explica aos não muçulmanos :

        “- …que a verdadeira preocupação muçulmana de sua religião, é ser pacífico e tolerante. A palavra Islã, significa paz, justiça e submissão total à vontade de Deus. A guerra só pode ser uma forma de um muçulmano se defender, ainda assim dentro do seu território. Quando alguém comete um atentado, nós repudiamos. Quando for provado que Osama Bin Laden organizou os atentados de 11 de setembro, ele também será condenado pelo Islã. O responsável deve ser julgado e punido, seja quem for, seja de que religião for. Muitas vezes, não sabemos se realmente os autores são muçulmanos, mas, se for, somos contra da mesma maneira. Se uma pessoa, se submeter à vontade de Deus, ela jamais terá envolvimento com o terrorismo”. O Islã, tem catorze séculos de existência, uma história marcada pela tolerância. Se o Brasil, a Espanha e a América Latina, são hoje católicos, isso se deve à tolerância que prevaleceu nos oito séculos em que o império muçulmano dominou a Andaluzía, na Península Ibérica”

  • rew@sapo.pt

    Ahahaha, os ateus que são tão poucos , votaram no obama, e agora tem uma pais muculmano.
    de rir as gargalhadas, rsrrss

  • Oiced Mocam

    Discurso de Barack Obama sobre religião
    (Ver Google )
    “…Com o aumento crescente da diversidade americana, os perigos do sectarismo são maiores que nunca. O que quer que nós fôssemos antes, hoje não somos mais uma nação cristã, ou pelo menos não apenas cristã. Somos também uma nação judia, uma nação islâmica, uma nação budista, uma não hindu, e uma nação de descrentes. E mesmo que tivéssemos apenas cristãos, e expulsássemos todos os não-cristãos dos Estados Unidos da América, qual cristianismo ensinaríamos nas escolas??

    Seria o de James Thompson ou o de Allan Sharper? Quais passagens da bíblia deveriam ser a nossa política? Deveríamos seguir o Levítico, que diz que a escravidão é aceitável? Que comer camarão é uma abominação? Ou vamos seguir Deuteronômio, que diz para apedrejar um filho, se ele se desviar da fé? Ou vamos nos apegar apenas ao sermão da montanha? Uma passagem que é tão radical, que é improvável que nosso departamento de defesa sobreviveria à sua aplicação (risos e aplausos da platéia).

    Então antes de nos empolgarmos demais vamos ler as nossas bíblias. As pessoas não têm lido suas bíblias.

    O que leva ao meu segundo argumento, que a democracia exige que os que são motivados pela religião transmitam suas preocupações com relação ao todo, ao invés de valores específicos. Ou seja, que o proponente esteja sujeito à argumentação razoável. Por exemplo, eu posso ser contra o aborto por motivos religiosos, mas se eu quiser aprovar uma lei proibindo a prática, eu não posso usar os ensinamentos da minha igreja ou evocar a vontade de Deus. Eu tenho que dizer por que deveria ser proibido para as pessoas de todas as crenças, inclusive para as pessoas que não têm crença nenhuma.

    E isso vai ser difícil para as pessoas que acreditam na inerrância da bíblia, como muitos evangélicos, mas para uma decisão realista não temos outra escolha. A política depende da nossa habilidade de persuadir os outros a se acomodarem à nossa realidade comum. Ela envolve dar o braço a torcer às vezes.

    E a um certo nível fundamental, religião não permite dar o braço a torcer. Está na ordem do impossível. Se Deus fala, espera-se que os seguidores sigam suas ordens, não importando as conseqüências. Então submeter a sua própria vida a esse estilo rígido pode ser sublime, mas fazer as nossas decisões políticas baseadas nesses compromissos, pode ser algo perigoso, e se vocês duvidam deixem-me dar um exemplo: Todos nós conhecemos a história de Abraão e Isaque.

    Abraão é ordenado por Deus a sacrificar seu próprio filho. Sem exitar ele sobe até a montanha e amarra seu filho no altar. Ele ergue a faca e prepara para agir, como Deus ordenou. Bem, nós sabemos que as coisas acabaram bem, Deus mandou um anjo interceder no último segundo, e Abraão passa do teste de devoção de Deus. Mas é justo dizer se que qualquer um de nós, ao deixar essa igreja, víssemos Abraão no teto de um edifício, erguendo sua faca, nós, no mínimo, chamaríamos a polícia! E esperaríamos que o conselho tutelar tirasse Isaque de Abraão. Nós faríamos isso porque nós não escutamos o que Abraão escutou. Não vemos o que Abraão vê.

    Então o melhor que podemos fazer é agir de acordo com aquilo que todos nós podemos ver, e todos nós podemos escutar: as leis comuns e a razão básica.

    Então temos trabalho pela frente, mas tenho esperança de preencher a lacuna que existe e vencer o preconceito que aparecem nesse debate, e tenho esperança que milhões de crentes nos EUA querem que isso aconteça. Não importa o quão religiosos ou não-religiosos sejam, as pessoas estão cansadas de ver a religião como arma de ataque.

    Elas não querem que a religião seja usada para diminuir e dividir as pessoas, porque no fundo não é como elas vêem a fé em suas próprias vidas.”
    ======================================

  • Oiced Mocam

    Discurso de Barack Obama sobre religião
    (Ver Google )
    “…Com o aumento crescente da diversidade americana, os perigos do sectarismo são maiores que nunca. O que quer que nós fôssemos antes, hoje não somos mais uma nação cristã, ou pelo menos não apenas cristã. Somos também uma nação judia, uma nação islâmica, uma nação budista, uma não hindu, e uma nação de descrentes. E mesmo que tivéssemos apenas cristãos, e expulsássemos todos os não-cristãos dos Estados Unidos da América, qual cristianismo ensinaríamos nas escolas??

    Seria o de James Thompson ou o de Allan Sharper? Quais passagens da bíblia deveriam ser a nossa política? Deveríamos seguir o Levítico, que diz que a escravidão é aceitável? Que comer camarão é uma abominação? Ou vamos seguir Deuteronômio, que diz para apedrejar um filho, se ele se desviar da fé? Ou vamos nos apegar apenas ao sermão da montanha? Uma passagem que é tão radical, que é improvável que nosso departamento de defesa sobreviveria à sua aplicação (risos e aplausos da platéia).

    Então antes de nos empolgarmos demais vamos ler as nossas bíblias. As pessoas não têm lido suas bíblias.

    O que leva ao meu segundo argumento, que a democracia exige que os que são motivados pela religião transmitam suas preocupações com relação ao todo, ao invés de valores específicos. Ou seja, que o proponente esteja sujeito à argumentação razoável. Por exemplo, eu posso ser contra o aborto por motivos religiosos, mas se eu quiser aprovar uma lei proibindo a prática, eu não posso usar os ensinamentos da minha igreja ou evocar a vontade de Deus. Eu tenho que dizer por que deveria ser proibido para as pessoas de todas as crenças, inclusive para as pessoas que não têm crença nenhuma.

    E isso vai ser difícil para as pessoas que acreditam na inerrância da bíblia, como muitos evangélicos, mas para uma decisão realista não temos outra escolha. A política depende da nossa habilidade de persuadir os outros a se acomodarem à nossa realidade comum. Ela envolve dar o braço a torcer às vezes.

    E a um certo nível fundamental, religião não permite dar o braço a torcer. Está na ordem do impossível. Se Deus fala, espera-se que os seguidores sigam suas ordens, não importando as conseqüências. Então submeter a sua própria vida a esse estilo rígido pode ser sublime, mas fazer as nossas decisões políticas baseadas nesses compromissos, pode ser algo perigoso, e se vocês duvidam deixem-me dar um exemplo: Todos nós conhecemos a história de Abraão e Isaque.

    Abraão é ordenado por Deus a sacrificar seu próprio filho. Sem exitar ele sobe até a montanha e amarra seu filho no altar. Ele ergue a faca e prepara para agir, como Deus ordenou. Bem, nós sabemos que as coisas acabaram bem, Deus mandou um anjo interceder no último segundo, e Abraão passa do teste de devoção de Deus. Mas é justo dizer se que qualquer um de nós, ao deixar essa igreja, víssemos Abraão no teto de um edifício, erguendo sua faca, nós, no mínimo, chamaríamos a polícia! E esperaríamos que o conselho tutelar tirasse Isaque de Abraão. Nós faríamos isso porque nós não escutamos o que Abraão escutou. Não vemos o que Abraão vê.

    Então o melhor que podemos fazer é agir de acordo com aquilo que todos nós podemos ver, e todos nós podemos escutar: as leis comuns e a razão básica.

    Então temos trabalho pela frente, mas tenho esperança de preencher a lacuna que existe e vencer o preconceito que aparecem nesse debate, e tenho esperança que milhões de crentes nos EUA querem que isso aconteça. Não importa o quão religiosos ou não-religiosos sejam, as pessoas estão cansadas de ver a religião como arma de ataque.

    Elas não querem que a religião seja usada para diminuir e dividir as pessoas, porque no fundo não é como elas vêem a fé em suas próprias vidas.”
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  • Anónimo

    OBAMA PARECE-ME CAPAZ DAS MELHORES ATITUDES E DAS MAIORES CONTRADIÇÕES.

  • Jeferson de Almeida

    O lado mulçumano de Barack Obama começou a aparecer.
    Ou será que ele está fazendo média com os mulçumanos?
    Ele suspende uma porcaria e participa de outra porcaria igual.

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