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A devolução do IVA e o financiamento partidário

O ódio aos partidos leva a que seja virtude o que é feito à Igreja católica, aos bombeiros, às IPSS e às comissões fabriqueiras das paróquias, e pareça crime o que é decidido, de igual modo, para os partidos políticos.

Penso que não devia haver, em qualquer circunstância, isenções de IVA, embora um anómalo tratado assinado por Durão Barroso e a Santa Sé, mais ruinoso do que o de Methuen (Tratado dos Panos e Vinhos), em 1703, com a Inglaterra, tenham obrigado o Estado português a conceder privilégios vitalícios em troca de eventuais indulgências.

É urgente denunciar a Concordata e acabar com privilégios sem contrapartidas.

1 thoughts on “A devolução do IVA e o financiamento partidário”
  • Frei Bento

    Caríssimo irmão em Cristo, deploro veementemente a sua cruzada contra a Santa Igreja Católica, como é meu dever. E isto não obstante a nossa Abadia não estar isenta desses impostos, infelizmente. Mas tenho fé de que os afectos do nosso PR chegarão até nós, mesmo que tenhamos sido postos de parte pela Igreja de Roma; e, nessa altura, já poderemos prescindir dos serviços do nosso Irmão Contabilista que, coitado, mesmo velho, ainda vai conseguindo ums fugas espectaculares ao Fisco. É por isso que todos o recomendamos nas nossas orações. Ao irmão, claro. Quanto ao PR, enquanto não nos der os mesmos privilégios que a ICAR tem, que se vá contentando com umas avé-marias, que os padre-nossos e as salve-rainhas, que são orações com outra qualidade e outro poder, são só para quem nos ajuda financeiramente.
    Amém.
    Que Deus Nosso Senhor ilumine o pio PR.
    Ósculos e amplexos.

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