Loading

Associação Ateísta Portuguesa (AAP)

SIC – “Queridas manhãs da SIC»

Amanhã, dia 28, terça-feira, a partir das 11H00 estarei em estúdio, como convidado, para um debate entre crentes e não crentes (ao que me dizem).

Temo sempre estes programas pois já me saiu a Alexandra Solnado a dizer que falava com Deus e a quem me limitei a dizer que duvidava que a inversa acontecesse. Num outro programa [CMTV] saiu-me a taróloga Maya, que tinha um milagre gravado para me mostrar.

Bem, amanhã terei, pelo menos, um médico psiquiatra como interlocutor, além de um prosélito erudito.

6 thoughts on “Associação Ateísta Portuguesa (AAP)”
  • Catarina Pacheco Rodrigues

    Estarei atenta!! Boa Sorte!!! É preciso… 🙂

  • Catarina Pacheco Rodrigues

    Isto não foi um debate…. cada um deu a sua visão… Precisava de um outro tipo de programa e que fosse um verdadeiro debate!!!

  • João Pedro Moura

    CARLOS ESPERANÇA disse:

    “Amanhã, dia 28, terça-feira…”

    Querias dizer, quarta-feira…
    Mas, é claro, como desprezas os comentários dos leitores, não irás corrigir o dislate…
    …A não ser que repares…
    …Mas, como é difícil corrigires os teus próprios erros…

  • João Pedro Moura

    Mais um debate (?…) razoavelmente inútil, bem próprio de programas televisivos matutinos, feitos para entreter o povo ocioso das manhãs, constituído, sobretudo, pelas habituais mulheres domésticas, reformados e demais seres tendencialmente tórpidos, de mente e físico…

    De debate não teve nada, porque os apresentadores têm sempre o tempo limitado, pelo que as questões nunca ficam suficientemente esclarecidas, mas sim levemente afloradas… em monólogos…

    Dos vanilóquios do psiquiatra aos do “terapeura” de Reiki, proferiu-se apenas conversa sobre o “espiritual”, sem nada de relevante…

    O Carlos Esperança, como ateu, manifestou a posição ateísta sobre o assunto, sem tempo para mais, terminando bastante bem ao tomar a iniciativa, antes que os responsáveis pusessem fim à sensaboria, de perorar que aquilo do Neale Walsch não passava de propaganda mística. Certeiro!

  • JoseMoreira

    Como estive ausente, tive de me contentar com a visão diferida. E não gostei. Como disse a Catarina Pacheco Rodrigues, aquilo não foi um debate, foram três monólogos. De qualquer modo, sempre deu para atentar no psiquiatra mai-la sua tese das experiências de quase-morte. Obviamente embrenhado nas pesquisas, nem teve tempo de ir à Internet para verificar que essas experiências estão devidamente explicadas… pela Ciência. Não têm nada de místico ou de sobrenatural: é tufo físico.
    Neale Walsch acabou por confirmar aquilo de que suspeitava: cada um tem o deus que lhe dá mais jeito. E sim, pode falar com esse deus, do mesmo modo que eu posso falar com o Rochedo de Gibraltar. Nada no mundo mo impede. Ou antes: sou impedido pela minha lucidez. Ou o que me vai restando dela. Duvido é que o Rochedo me responda, e o deus do Neale Walsch também não lhe respondeu. Rezar a um ou a outro, vale o mesmo. A única e grande diferença entre os dois, é que o Rochedo de Gibraltar existe.
    Relativamente ao “terapeuta”, pois bem, nem me dei ao cuidado de lhe prestar grande atenção. Mea culpa, mas não me lembro de que é que, objectivamente, falou.
    Gostei, mas sou suspeito, do tiro final do Carlos Esperança.

    • João Pedro Moura

      JOSÉ MOREIRA disse:

      1- »…sempre deu para atentar no psiquiatra mai-la sua tese das experiências de quase-morte.»

      Esta coisa da “quase-morte” parece servir para alguns místicos, ou outros contemporizadores, alegarem que fulano, sicrano ou beltrano, desmaiado ou comatoso, revelou que viu uma luz, num túnel, a afastar-se ou que viu isto ou aquilo, em pose divinal, etc.

      Ora, isto é assim: uma pessoa tem uma determinada experiência de vida gravada no cérebro, em suma, uma cultura pessoal, decorrente da sua própria vida e do meio social onde vive. Ao desmaiar ou entrar em estado comatoso, ou ter ficado em paragem cardiorrespiratória, a sua mente como que se transfigura, evocando cenas passadas ou cenas mentais transtornantes, que podem denotar uma evocação da “luz da vida”, como último sinal de vida, a desaparecer num túnel, ou outro qualquer efeito decorrente duma situação de saúde precária, momentaneamente…

      É a mente à solta, em que qualquer cena de vida é evocada, provinda das profundezas do inconsciente, e duma maneira mais ou menos realista ou fantasista. É como que a proximidade da morte e o transtorno mental que daí deve decorrer…

      Uma vez, eu desmaiei e lembro-me que sonhei intensamente, durante os breves momentos em que estive desmaiado. Nada mais…

      2- «E sim, pode falar com esse deus, do mesmo modo que eu posso falar com o Rochedo de Gibraltar.»

      Eu acho uma piada, por um lado, e tenho uma aversão, por outro, a todos aqueles néscios e crédulos que dizem que falam com deus.
      O jornalista pergunta na rua: “olhe, você costuma falar com deus?», e é certo e sabido que muitos dos entrevistados vão dizer que sim…
      Uma toleirona ainda respondeu que falava com… mas que ele nunca respondia, omitindo, a néscia, que, para falar com alguém, implica que esse alguém dialogue, senão não está a falar para ninguém…

      Como é que alguém pode dizer, sinceramente, que fala com deus, sem que este fale para essa pessoa???!!!…
      Estes cretinos nem distinguem entre rezar ou falar sozinho “para deus”…e dialogar…

      É preciso ser muito tolo, para dizer que fala com deus!…
      È claro que o jornalista deveria perguntar o que é que tal deus lhe diz, mas, para ajudar à cretinice, o jornalista nunca pergunta…

You must be logged in to post a comment.