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Fartar, vilanagem

Ensino Moral e religião católica (EMRC)

«No biénio 2013/2014, o Estado concedeu 63 milhões de euros de benefícios fiscais aos colégios, que se somaram aos 388 milhões de euros que receberam em apoios diretos. A denúncia é da Inspeção-Geral de Finanças que critica a falta de controlo do Estado sobre um total de 451 milhões transferidos para os colégios.

Segundo o Correio da Manhã, a auditoria da IGF detetou falhas no controlo do destino dado ao dinheiro dos contribuintes. “Os documentos de prestação de contas” dos colégios “carecem de procedimentos de controlo pela Direção-Geral da Administração Escolar”, revela o relatório.

A maioria dos colégios “não publicita os apoios públicos que recebe” afirma a IGF acrescentando que “alguns dos maiores beneficiários de contratos de associação não cumprem o dever de divulgação das mensalidades praticadas nem a autorização de funcionamento do estabelecimento.” Também nos contratos simples a auditoria verificou “insuficiência na confirmação da situação socioeconómica do agregado familiar de alunos candidatos a apoios” a quem o Estado financia a frequência no colégio.»

Nota: Esqueci-me de registar a fonte.

1 thoughts on “Fartar, vilanagem”
  • João Pedro Moura

    CARLOS ESPERANÇA disse:

    1- «Ensino Moral e religião católica (EMRC)»

    O nome dessa disciplina é “Educação Moral e Religiosa”. Pode ser católica ou doutra igreja qualquer. Geralmente é católica, mas também há “Evangélica”, numa ou noutra escola, disciplina essa assegurada por uma igreja desse quadrante religioso: “evangélica”…

    2- «Nota: Esqueci-me de registar a fonte.»

    Pois, tu andas um bocado à deriva, conforme os temas e assuntos que por acaso descobres e requentas…
    Esses dados decorrem do relatório da Inspeção-Geral de Finanças, divulgado em 2016, e noticiado, por exemplo, pelo semanário Expresso, em 23-12-2016…
    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-12-23-Esquerda-aperta-cerco-ao-financiamento-de-colegios-privados

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