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Reflexão

Interrogo-me sobre o que levará tantos voluntários a morrer e a matar para agradarem a um deus que desconhecem sendo incapazes de um pequeno sacrifício pelas pessoas que sofrem à sua volta.

Parece que o medo do Inferno e a sedução do Paraíso exercem influência maléfica em quem prefere sacrificar-se por uma ilusão a evitar o sofrimento humano.

1 thoughts on “Reflexão”
  • João Pedro Moura

    CARLOS ESPERANÇA disse:

    «Interrogo-me sobre o que levará tantos voluntários a morrer e a matar para agradarem a um deus que desconhecem sendo incapazes de um pequeno sacrifício pelas pessoas que sofrem à sua volta.»

    De facto… é coisa que nos deverá levar à reflexão: como é que existem tantos milhares de hediondas criaturas, capazes de se matarem, matando outros… em prol duma vida… melhor???!!!
    Um completo desatino!…

    Em primeiro lugar, foi raro, na História, verificar tão desaustinado fenómeno…
    Quem é que, ao longo da História, enveredou por assassínios suicidários?!
    Recordo aqui, particularmente 2 casos:

    – os kamikazes japoneses, que se lançavam, pilotando os seus aviões carregados de bombas, contra os barcos americanos, no oceano Pacífico, em 1945, quando a tenaz americana se apertava cada vez mais no corpo imperialista nipónico.
    Foram uns centos de pilotos japoneses que se sacrificaram, com pouco proveito…

    – os “Tigres de Libertação de Tamil Eelam”, no Sri Lanka, que também enveredaram, uns centos deles, por assassínios-suicidários, contra objetivos governamentais, nas décadas de 80 e 90, até à derrota final dessa guerrilha, em 2009.

    Pouco mais haverá para apontar, em matéria de homicídio-suicidário, na época contemporânea ou em qualquer outra época.

    Em segundo lugar, observamos que o assassino-suicidário atual é…muçulmano e, sobretudo, de etnia árabe, o que leva a concluir sobre o elevado e estranho grau de emotividade assassina e suicidária, vigente nessa etnia, espécie de animais ferozes, que não só não podem ser contrariados, como, sendo-o, se avantajam em vozearia tonítrua e minaz (minacíssima!…), culminando, frequentemente, em guerras sociais e/ou individuais, contra quem os contrariou…

    Ora, para conter esta subespécie de gente, só com regimes ditatoriais, em pose de ferocidade proporcional às turbulências da turba…
    Daí, a falta de democracia e liberalismo, generalizada nos países arabescos e noutros países islâmicos, não-árabes…
    Resumidamente, só temos a Turquia, como país islâmico mais democrático e liberal, e a Tunísia, como país árabe mais liberal e democrático…
    E estes ainda têm que se lhe diga, mas não aqui…

    Isto é, o escol político, mais liberal, que governa estes povos fanáticos, de couraça emocional e pestífera, têm que ser muito duros para governar essa gente.

    Daí regimes, como o de Saddam Hussuíno, no Iraque: uma certa liberalização de costumes, laica e com estilo de vida à moda ocidental, mas extremamente repressivo para toda e qualquer oposição política.
    O resto dos regimes políticos muçulmanos foram apenas menos repressivos ou sem necessidade de tanta repressão, pois as populações islâmicas estavam mais ou menos domesticadas…
    Mas, introduzindo a liberdade política nesses povos… é o caos!
    Essa gentalha vai logo votar nos partidos mais reacionários do mercado político, que ganharam as eleições: Egito, Tunísia, Gaza, Argélia, ou enveredaram por guerras civis, provocadoras duma mortandade, sem paralelo na História, gerando, tais povos islâmicos, grupos absolutamente tresloucados e aflitivamente os mais reacionários da História, como os talibans e o “Estado Islâmico”, denotativos duma demência psicopolítica, sem paralelo na História Contemporânea.

    Em terceiro lugar, temos as características emocionais e psicopolíticas dessa gentalha combativa, como seguem:

    – Os mais extremistas são o grupo de assassinos-suicidários diretos: indivíduos de qualquer idade e sexo, mas mais na casa dos 20 anos, jovens idealistas e tresloucados, que se fazem explodir com cintos explosivos no meio de gente, matando inúmeras pessoas.
    Pelos vistos, são milhares e sempre a aparecerem. Como é possível haver tanta gente maluca?!

    – Depois, certamente em maior número, temos o assassino-suicidário indireto: indivíduos que disparam, esfaqueiam, lançam-se em veículos mortíferos ou atiram bombas, sabendo que vão ao confronto direto com as forças militares ou policiais, sendo que estes os vão matar… mas eles não se importam de serem mortos e procuram mesmo isso, pois combatem até à morte ou até não poderem mais…

    – Segue-se o grupo, necessariamente mais numeroso: o dos assassinos, puros e duros, mas não suicidários, obrigatoriamente. Indivíduos que não aguentam uma contrariedade familiar ou política ou social qualquer, reagindo com castigo mortal, contra um familiar que “violou” regras islâmicas, ou contra alguém, político ou não, que, segundo o biltre, atentou contra a “lei islâmica”.

    – A seguir, vem, necessariamente, a imensa mole humana, o povo, néscio e crédulo, a gentalha, doentiamente islâmica e reacionária, capaz de ulular o seu temperamento de emotividades desenfreadas e acometedoras, em manifestações ou depredações, não provocando, necessariamente, mortes, mas ameaçando os seres ou atos livres…

    O assassino-suicidário, direto ou indireto, não é um extraterrestre, que tenha aparecido num corpo populacional. Pelo seu número, é um produto gerado pela população islâmica e árabe, sobretudo.
    Só assim se justificam as votações massivas em partidos reacionários islâmicos e toda a prática social e conceções da gentalha.
    O “Estado Islâmico” é o povo islâmico, em todo o seu esplendor brutal. Se não houvesse interferência estrangeira e clivagens entre xiitas e sunitas, O “Estado Islâmico” sunita teria tomado o poder em inúmeros países.
    Ainda bem que eles estão divididos em xiitas e sunitas… e matam-se por isso… numa deriva tresloucadamente religiosa… ou religiosamente tresloucada, conforme se quiser…

    Portanto, isto é um problema genético, gravado naquela gentalha, sem qualquer solução…
    Os genes são coisinhas que demoram muito a mudar. E seriam precisas muitas gerações para ocorrer tais mudanças progressistas… no código genético…

    Enquanto a população islâmica, mormente a árabe, tiver tal carga genética, indutora de emotividades tresloucadas e desenfreadas, incapazes de conviverem, normalmente, em regime familiar, social e político, com o diferente, com o outro, enquanto esta corja étnica encarar a mulher como propriedade do homem, e a comunidade, a “umma”, como proprietária dos indivíduos, o caráter mortífero desta massa abjeta continuará a manifestar-se…

    Esperem que os imigrantes muçulmanos, sobretudo os árabes, na Europa, sejam 20 a 30%, em meados deste século, e 50 %, no final do século…

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