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Espanha – um mau exemplo

Hacienda ha recaudado 2.500 millones para los obispos desde el inicio de la crisis

El importe de la asignación tributaria ha permanecido prácticamente estable desde 2007, mientras el gasto público era víctima de la política de recorte.
El rey Felipe VI con varios miembros de la Conferencia Episcopal, en la visita que realizó el pasado noviembre.

El rey Felipe VI con varios miembros de la Conferencia Episcopal, en la visita que realizó el pasado noviembre.

@vicente_clavero

MADRID.- La Conferencia Episcopal Española (CEE), a través de la asignación tributaria, ha tenido una vía de financiación pública muy estable incluso durante la fase más aguda de la crisis, cuando los recortes eran la tónica general. Desde su entrada en vigor en 2007, el modelo pactado con el Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero ha proporcionado a la Iglesia católica 2.500 millones de euros en números redondos.

1 thoughts on “Espanha – um mau exemplo”
  • João Pedro Moura

    Mau exemplo em quê, exatamente?

    Em Espanha e noutros países, como Portugal, o Estado faculta a dádiva de dinheiro, digamos uns 0,5% dos impostos, às instituições que o contribuinte quiser. E isso processa-se através da declaração de rendimentos, vulgo IRS, onde o contribuinte preenche o respetivo campo.

    Tudo legal. Tudo normal.

    Agora, podemos puxar a coisa para o lado do mau exemplo, da seguinte perspetiva:
    O Estado não tem nada que mediar dádivas, a instituições particulares do agrado pessoal do contribuinte, através do seu sistema fiscal. Até porque isso vai ocupar funcionários na gestão das dádivas, isto é, vai ocupar funcionários, pagos pelos impostos, para gerir a coisa… privada…
    …Que não é pública… logo, em que o Estado não tem que meter o bedelho…

    Quem quer doar que o faça diretamente…
    …Sem o abelhudo Estado, sempre a meter-se em tudo e a querer regular tudo… até simples dádivas, de particulares para particulares…

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