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  • 15 de Junho, 2016
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

O Islão e o terrorismo

Seria injusto e perigoso ver nos crentes, em todos os crentes, por mais idiotas que sejam as crenças, um grupo de terroristas. Aliás, há no Corão e na Suna, afirmações para todas as interpretações, que dizem uma coisa e o contrário, como se compreende de uma cópia grosseira do judaísmo e do cristianismo, registada por um beduíno analfabeto.

O que não se aceita é a benevolência com homilias que apelam ao ódio e a intoxicação que os catequistas fazem. O que reclama combate, como aconteceu no cristianismo, é o proselitismo e valores defendidos, em madraças e mesquitas, por pregadores exaltados.

A defesa da escravatura e pena de morte, por sodomia, homossexualidade, trabalho ao sábado e adultério feminino, por exemplo, constam do Antigo Testamento, e foi preciso submeter a palavra de Deus ao escrutínio sábio dos homens, para impedir tais crimes.

Ninguém acredita que os nazis fossem todos pérfidos, que a demência lhes viesse de um livrinho escrito por um pintor de tabuletas e, no entanto, o nazismo incentivou as mais vis atrocidades e deu origem à mais sangrenta de todas as guerras.

Quem acredita no ‘misericordioso’ beduíno que desposou uma menina de seis anos e consumou o casamento quando ela tinha nove, tem direito a fazer jejum e abstinência, a recusar a carne de porco, rezar cinco orações diárias, dar esmolas e fazer uma excursão a Meca, mas não lhe podem ser consentidas a poligamia, a discriminação da mulher e a decapitação de infiéis ou a lapidação de adúlteras, nem deixar à solta pregadores de tão iníquos ensinamentos.

O fascismo islâmico é responsável pelo terrorismo que os preconceitos pios incentivam. A tragédia de Orlando, EUA, levada a cabo por um crente alienado pelo Corão, cujo pai diz que cabe a Deus julgar os homossexuais, no fundo são culpáveis, é de uma violência sectária e gratuita que abala os alicerces da civilização.

Tal como o nazismo ou outro totalitarismo, político ou religioso, o islamismo deve ser combatido, até para defesa dos muçulmanos e dos que o não são. A escola pública e a laicidade do Estado têm de ser a base de um combate urgente que ao multiculturalismo sobreponha o cosmopolitismo, à tradição a razão e à barbárie a civilização.

Na Europa, hoje, já é tarde para começar a pedagogia e o combate, que deviam estar em curso, para prevenir o terrorismo e reiterar a supremacia dos direitos humanos sobre quaisquer crenças particulares.

2 thoughts on “O Islão e o terrorismo”
  • João Pedro Moura

    Ao ouvir as declarações públicas da ex-mulher e outros conhecedores, sobre a personalidade do hediondo assassino muçulmano, que matou 49 pessoas na discoteca de Orlando, Florida, EUA, eu estava a verificar a mesma descrição que faço desta biltragem cruel e nefanda.

    A mulher referiu-se a ele como padecendo de bipolaridade, isto é, foi capaz de ser amistoso e simpático, no início do casamento (para conquistá-la…), mas depois tornou-se ríspido e agressivo…

    É esta a perspetiva como encaro esta escumalha islâmica: ora parecem amigáveis e hospitaleiros, ora se tornam extremamente agressivos e descontrolados, inçados de ódio vesgo, cruel e assassino, capazes de defenderem e até cometerem atos mortíferos e vingativos.

    Como se tivessem uma propensão genética para reagirem, minazmente, às adversidades, mormente a contrariedades religiosas.

    Não existe mais ninguém assim no mundo, como as etnias árabe e médio-orientais. Sobretudo este conjunto…
    Perigosíssimas!

    Sendo um problema genético, e eu acredito que sim, não há maneira de evitá-lo, quando estas populações se confrontam com situações adversas, reagindo, normalmente, pela agressão armada e, tendencialmente, mortal, pois são gentalha pouco polida e avessa à convivência cívica, respeitadora da liberdade e democracia.
    Não têm tino civilizacional, como nós temos, estando eivados de extrema e coercitiva religiosidade, como há séculos atrás, na Europa, indiciando que sofrem, assim, dum problema genético, imune à aculturação…

    Em matéria islâmica, é difícil descortinarmos um país democrático e liberal.
    Há as exceções, Tunísia, o país árabe mais liberal, e a Turquia, o país islâmico mais liberal. Mas, no que toca à Tunísia, os “liberais” ganharam eleições, por falta de comparência dos islamitas, que haviam ganho as primeiras parlamentares, da “primavera árabe”, pois esses islamitas viram que não tinham nada para oferecer ao povo, mesmo tendo ganho, pois o seu programa iria liquidar a atividade turística tunisina e lançar o caos na economia. Por isso, essa corja se afastou da vida política…
    …Mas o povo votou neles…

    Tratam-se de jovens, portanto e aparentemente, mais propensos à inovação e à liberdade democrática, mas que renitem à mudança liberal, mesmo vivendo em países democráticos e liberais…
    E se os jovens se manifestam com tamanha hediondez, imagine-se as outras faixas etárias, tendencialmente mais conservadoras…

    Isto não significa que todos sejam hediondos e potencialmente matadores.
    Significa que, numa massa abjeta deste calibre, há muito mais probabilidade de aparecerem seres nefandos e crueis, capazes de cometerem atrocidades, porque vivem num ambiente cultural propício a tais irrupções maléficas.

    Pergunte-se a esta praga étnica, excessivamente idiota e perigosa, o que se deve fazer a quem abandona o islamismo e passa para outra religião ou para o ateísmo…
    …Ou o que fazer a pessoas que têm relações sexuais, sem estarem casadas…
    As respostas seriam desconcertantes… de cretinice e hediondez…

    Uma maneira de afastá-los é isso mesmo: afastá-los, impedi-los de acederem aos países democráticos e liberais, corrê-los da Europa para fora e dos locais onde se acoitam.
    Devia-se fazer inquéritos, a começar nas escolas, a toda esta gente, e traçar-lhes um perfil de respeitabilidade cívica: todos aqueles que perfilharem ideias assassinas, constituindo potencial ameaça, seriam expulsos, se fossem estrangeiros ou reeducados, em ambiente escolar, se fossem nacionais.

    Uma boa maneira de fazer a triagem desta escumalha civilizacional é inquirir as mulheres veladas, que andam nas ruas. Quem é velada é porque deve ter um homem que lhe estimula o desatino indumentário ou faz parte da massa abjeta, em geral.
    Fora com esta escumalha!

    Só ficavam os que, comprovadamente, assumiam o preceituário democrático e liberal, a começar por declarações públicas de paz e aceitação do nosso modo de vida, democrático e liberal.

    A não ser assim, resta-nos esperar pela lenta decadência europeia, carcomida pela proliferação infrene destas etnias reles, e por futuras guerras civis e guerrilhas islâmicas, de que estamos a ter uns meros vislumbres…

    • João Pedro Moura

      No ano passado, estive em Amesterdão, na Holanda, país onde esta relice étnica campeia, na casa de 5 a 10% da população…
      O meu quarto era gerido, em termos de asseio, por uma camareira-de-cabeça-velada, exemplar típico do Homo Islamicus, mas que ainda se veem algumas a trabalharem (!…), sinal de que estarão afetas ao trabalho remunerado e não na dependência do macho, pai ou marido…
      …Ou então, estarão à espera do casamento… para se desempregarem…

      Mas o que eu quero revelar e denotar é a negligência desta gente, indiciadora, quanto a mim, de alto desprezo pelo que fazem, pois devem odiar mesmo a cultura ocidental, na qual vivem e onde procuraram refúgio das suas maleitas de vida.

      Pois a dita camareira muçulmana deixou, por duas vezes, a luz do quarto de banho acesa, ainda por cima ligada a um barulhento exaustor. Deixou acesa de manhã, durante as limpezas, até meio da tarde, quando regressei ao hotel. Umas 6 horas, no mínimo!…

      Além disso, a bruta não esticava os lençois da cama, tapando-a, apenas, com o cobertor…
      Reclamei e a atitude parece ter mudado ligeiramente, no dia seguinte, isto é, os lençois não estavam tão dobrados.

      Conclusão: como nunca vi uma facécia destas, trata-se duma manifestação de grande desprezo pelos clientes e, muito provavelmente, um assomo de ódio pela cultura ocidental, traduzida nesta negligência propositada, como a clientela “cristã” e “infiel” é tratada…

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