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Carta ao PM, MNE e grupos parlamentares

Excelências

Exmas. Senhoras e Senhores

A Constituição da República portuguesa determina a separação das igrejas e outras comunidades religiosas do Estado e determina a inviolabilidade da liberdade de consciência, de religião e de culto
A religião católica continua a ser imposta aos portugueses que professam outras religiões e aos que que não professam nenhuma.
E que não se evoque a tradição!

Os feridos nacionais religiosos impõem aos portugueses a religião católica como se ainda fosse a religião do Estado!

A Concordata não pode atar eternamente Portugal e os portugueses obrigando-os a dançar sob a batuta dos senhores da Santa Sé.

SOU PORTUGUÊS, FILHO DE PAIS PORTUGUESES, NASCIDO EM PORTUGAL!

NÃO SOU CIDADÃO DO VATICANO!

Que os feriados religiosos sejam substituídos por feriados eminentemente nacionais, e são tantas as datas históricas que orgulham os portugueses.
E para que mais datas históricas possam ser celebradas alguns dos feriados nacionais poderão móveis.

Que o Governo dispa a farda do Vaticano e deixe de impor a religião católica aos portugueses com os feriados religiosos e a missa dominical no canal de televisão do Estado pago pelos portugueses, etc.

Apresento a vossas Excelências
a expressão da minha mais alta consideração

Manuel Peñascoso

7 thoughts on “Carta ao PM, MNE e grupos parlamentares”
  • Oscar

    O sr. Manuel Peñascoso deve pensar que Portugal é a Albânia de Enver Hoxha ou a Coreia do Norte de Kim Jong Un, por isso deve parecer-lhe muio estranho que no nosso país se celebre o Natal e a Páscoa.

  • João Pedro Moura

    APOIADO!!!

    Mas…

    MANUEL PEÑASCOSO disse:

    1- “Que os feriados religiosos sejam substituídos por feriados eminentemente nacionais…”

    Os feriados religiosos não têm que ser substituídos, mas sim suprimidos.
    As datas históricas de Portugal já têm feriado…
    Exceto o “24 de agosto” (1820), data da revolução liberal, que deveria ser feriado, mas não é…
    …Talvez por essa revolução liberal ter ocorrido no Porto… e só uns dias depois ter chegado a Lisboa…

    2- “E para que mais datas históricas possam ser celebradas alguns dos feriados nacionais poderão móveis.”

    Hâ???!!!

  • GriloFalante

    Concordo, em parte, com o Manuel Peñascoso. No entanto, entendo que certos feriados, dadas as raízes pagãs, que ainda se mantêm, deviam permanecer. É o caso do Natalis Solis Invictus, e do Equinócio da Primavera que, como se sabe, se festeja no primeiro domingo de lua cheia logo após o dia 22 de Março, e se destina a celebrar a vitória da luz sobre as trevas como, aliás muito bem, referiu Isabel II, no seu discurso de Natalis. Quanto a essa dos feriados nacionais “móveis”… confesso que não percebi lá muito bem. O 24 de Agosto é 24 de Agosto, ponto final.

    • João Pedro Moura

      GRILOFALANTE disse:

      “O 24 de Agosto é 24 de Agosto, ponto final.”

      E então?!

      • GriloFalante

        Então, não faz sentido ser festa móvel. Só isso.

        • João Pedro Moura

          Obviamente!
          Eu apenas referi a falta desse feriado.
          Pois, festas móveis não fazem sentido…
          Só mesmo os maluquinhos cristãos é que têm a sua Páscoa… móvel…
          …E o seu “Corpo de Deus”… móvel…
          Que imobilismo!…

    • Oscar

      Portanto, vossemecê, enquanto ateu, defende que a religião politeísta pagã já deve ser festejada.

      Linda e tão ternurenta forma de coerência ateísta.

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