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  • 30 de Dezembro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

Demência da fé

«Estou orgulhosa do meu marido e gabo-lhe tanto o seu mérito, ó se gabo! (…) Eu encorajei o meu marido a aterrorizar o povo francês, que tem tanto sangue nas mãos. Enquanto vocês continuarem a ofender o Islão e os muçulmanos, serão vítimas potenciais, não só os polícias e os judeus mas o mundo inteiro.»

KAHINA, mulher de Samy Amimour, um dos atacantes ao Bataclan, em Paris) [Fonte: DN, hoje, página 6]

4 thoughts on “Demência da fé”
  • João Pedro Moura

    Esta demonstração da mulher do terrorista demonstra, à saciedade e à sociedade, o elevado grau de tresloucamento da hedionda escumalha islâmica.

    Os terroristas islâmicos não são nenhuns malucos que tenham caído do céu, à laia de extraterrestres, com uma configuração demencial especial, só deles. Não!

    A hedionda escumalha islâmica é uma massa abjeta, uma enorme quantidade de gente, convicta de ideias totalitárias e crueis, capaz de impor esse totalitarismo religioso-político e aplicar leis e castigos crueis, absolutamente desproporcionais ao “crime” ou suposta infração.

    E o problema é que a maioria das populações islâmicas, duma maneira ou doutra, perfilha esse totalitarismo ou essa crueldade consuetudinária, como se comprova pelos regimes vigentes em meio islâmico:quase sempre ditaduras ou regimes pseudodemocráticos, iliberais.

    Os únicos que se safam desta negregosa paisagem político-religiosa são a Tunísia, o país árabe mais liberal, e a Turquia, o país islâmico mais liberal.
    A Tunísia porque tem muita gente liberal, mas que não constitui a maioria, pois esta votou em partidos islâmicos, cujo principal, o Ennhada, claudicou, mesmo ganhando as eleições, dado que a sua política, a ser aplicada, levaria ao descalabro económico do país, muito dependente do turismo, afugentando os estrangeiros.
    Por isso, não houve candidatos desse quadrante islâmico, nas eleições presidenciais, propiciando a vitória a um candidato laico.

    A Turquia porque balança, em movimento perpétuo, entre o ocidente moderno e vanguardista, e o oriente islâmico, retaguardista e boçal, quedando-se num estado de equilíbrio político-social, mas desfavorável à hedionda cultura islâmica, mais agressiva e totalitária.

    Então, temos a imensa mole arábico-islâmica, geralmente hedionda e tresloucada, capaz de propugnar aquilo que caracteriza, verdadeiramente a sua hediondez: a defesa da pena de morte para a apostasia e para o adultério…

    Perguntem a esses nefandos duas coisas: o que defenderiam se alguém da sua família, ou fora da mesma, mudasse de religião ou passasse para o ateísmo; e se houvesse casos de adultério ou de fornicação fora do casamento ou sem casamento…
    …E logo veríamos a dimensão do problema islâmico…
    …Como vemos, avezadamente, quando ocorrem tais factos…

    …E não há nada a fazer para convencê-la a ser pacífica, respeitadora dos direitos cívicos e da liberdade dos outros, pois há muito tempo que essa massa abjeta conhece e convive com a cultura ocidental, mas persevera no seu toledo tresloucado.
    Logicamente que se trata dum problema genético, portanto, dificilimamente alterável, porque, se o não fosse, tal massa aculturar-se-ia como todas as outras massas de emigrantes e de povos, na senda do progresso social, político, enfim, do progresso normal, típico da evolução histórica, de que esta massa abjeta está afastada…

    • Oscar

      O sr. João já reparou que, pelo tom sistematicamente agressivo das suas intervenções, poderia ter dado num qualquer fundamentalista islâmico ?

      Por outro lado, vossemecê não acha que é abandalhar uma estrutura elementar de raciocínio, afirmar que a maioria das populações árabes “perfilha esse totalitarismo ou essa crueldade consuetudinária ” ?

      Vocemessecê faz-me suspeitar que muitos dos jihadistas crueis foram formados na sua escola, agressiva e injusta de pensamento. Para eles, todos os que não pensem, segundo a mesma cartilha, são infiéis, que devem ser abatidos.

      Para vossemecê, a maioria dos árabes são cruéis.

      Será que alguma vez veremos aqui o sr. João Jihadista Ateu defender que todos os muçulmanos deveriam ser exterminados ?

      Alguma vez isso lhe passou pela cabeça ?

      • Deusão

        E aí ? passou bem o aniversário de papai noel ? ganhou presentes ?
        Mudando de pau para cacete, desta vez concordo com você. Sim, é fato que todos os religiosos fanatizados são idiotas, mas não se pode dizer o mesmo para todos os que frequentam uma igreja ou uma mesquita. Há crentes decentes que não se incomodam com a crença (ou a falta dela) dos vizinhos, que tem uma crença mais por razoes culturais do que por verdadeira fé, a este o meu respeito. Não digo o mesmo aos fanáticos de qualquer seita e nem mesmo aos ateus intolerantes.

  • carlos cardoso

    “E o problema é que a maioria das populações islâmicas, duma maneira ou doutra, perfilha esse totalitarismo ou essa crueldade consuetudinária”

    Infelizmente isso é verdade e o problema não tem solução fácil.

    Penso que as democracias devem alertar para a diferença entre o islão como religião do individuo, que deve ser aceite como toda a religião que não ponha em causa os direitos do homem, e o islão como modo de vida em sociedade, que deve ser combatido por ser contrario a esses direitos. Claro que a charia faz parte deste segundo islão e deve ser banida das sociedades que se pretendem democráticas.

    Este processo, que será longo, corresponde à separação entre o estado e a igreja, que começou na Europa há mais de duzentos anos. A educação e os meios de comunicação têm papéis importantes, assim como os intelectuais e os liders muçulmanos democráticos.

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