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  • 18 de Dezembro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Política

A demência também chega à política…

Arnaldo Matos regressou em força ao MRPP e já colocou o partido ao lado do Estado Islâmico. Num editorial do Luta Popular crítico da tomada de posição do Partido Comunista de França, Arnaldo Matos afirma que os atentados de Paris foram “um acto legítimo de guerra” e que foram cometidos por “combatentes dos povos explorados e oprimidos pelo imperialismo, nomeadamente francês”. Regista o homem que esteve três décadas em silêncio e regressou ao MRPP para afastar Garcia Pereira: “Foi praticado por franceses, nascidos em França, vivendo em São Dinis e noutros bairros do Paris suburbano”.

 

3 thoughts on “A demência também chega à política…”
  • JoseMoreira

    O que significa que quando se trata de demência, ela não escolhe religiões ou ausência delas. A demência tanto pode atacar um religioso como um ateu. Embora eu não saiba em que grupo, concretamente, se encaixa Arnaldo Matos. Mas desconfio.

  • João Pedro Moura

    O ex- “grande dirigente e educador do proletariado e do povo” e antigo secretário-geral do raquítico PCTP/MRPP, um partido com 2 nomes, quando o primeiro nome, PCTP, já deveria ter superado (dialeticamente…) o segundo, saiu da obscuridade em que esteve uns largos anos e reapareceu, no seu melhor estilo de estalinista impenitente e tresloucado…
    Não deixa de ser surpreendente como é que tal enormidade partidária ainda existe e concorre a eleições…
    Clamar pelo comunismo, puro e duro, como, de resto, tem que ser, para serem verdadeiramente considerados comunistas, em países democráticos e liberais e, ainda por cima, na atualidade, é um caso de psiquiatria, ou, no mínimo, de psicologia clínica e criminal…
    Mas, enfim, o mundo é como é. E não vale a pena apreciarmos mais delongadamente as opiniões e convicções dum advogado que defende o tipo de regime que defende…

  • Oscar

    O sr. Arnaldo é agora o grande educador do fundamentalismo islâmico…

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