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  • 21 de Novembro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

A culpa morre solteira

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3 thoughts on “A culpa morre solteira”
  • João Pedro Moura

    Pois é!… As cleptocracias petrolíferas árabes não se chegam à frente, para receberem os refugiados sírios, que moram mais perto desses regimes monárquicos ditatoriais, do que da Europa…
    Mas tais refugiados preferem a riqueza e liberdade europeias do que a cultura islâmica matricial dos plutocratas do Golfo Pérsico…
    Eles lá sabem porquê…
    O que dá para entender sobre o conceito de solidariedade islâmica…
    …E sobre as preferências geográficas “cristãs” desse povo islamita refugiado…
    Tais refugiados que reflitam, ao menos, sobre os países e suas culturas, onde há melhor qualidade de vida…
    …E que respeitem as culturas de acolhimento… e se aculturem…

  • Oscar

    Bem visto…

  • carlos cardoso

    Como já aqui escrevi há tempos, muitos destes refugiados fogem de uma cultura e de uma religião incapazes de lhes oferecer perspectivas de futuro. Devemos ajudá-los a adaptarem-se culturalmente. O principal problema é que o Islão, mais do que uma religião, é um modo de vida e que esse modo de vida é incompatível com os chamados “valores ocidentais”, que são a democracia, o estado de direito e o respeito pelos direitos do homem. Não vai ser fácil convencer os muçulmanos a descartarem a parte “civil” do Alcorão mas, enquanto eles os não
    aceitarem a separação entre o civil e o religioso, o problema não poderá ser resolvido.

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