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  • 14 de Novembro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

Terrorismo islâmico

Quando se lambem as feridas de mais um atentado terrorista que ensanguentou Paris e feriu a civilização, são inoportunas as referências a crimes que a Europa e os EUA têm cometido no Médio Oriente e noutros países do Planeta.

Lembrar a cimeira das Lajes, agora, é um ato masoquista e a forma de desviar atenções da natureza terrorista do Corão, do fascismo islâmico, dos gritos ululantes com que a rua islâmica assinala entusiasticamente o triunfo da fé sobre a razão.

Todos os democratas e humanistas lamentam que não sejam julgados os cruzados que invadiram o Iraque ou alimentam terroristas bons (os seus) contra os maus (os outros). Sabemos que a sinistra monarquia da Arábia Saudita pertencia aos bons e o Iraque aos maus, mas referir agora esses motivos minimiza a crueldade do Islão e apoia a demência da fé que um beduíno amoral espalhou.

Há hoje um combate que chama ateus, agnósticos e, sobretudo, crentes. É um combate na defesa da laicidade, na proteção dos crentes contra as suas crenças, na erradicação do proselitismo que ameaça a paz e a civilização.

Depois de mais um ato de horror que se repete com monótona regularidade é altura de gritarmos a indignação e de combatermos as pulsões racistas e xenófobas, os demónios que também podem nascer nos herdeiros do Iluminismo e da Revolução Francesa.

Ontem o fascismo islâmico e o cristão tiveram um dia de glória. O Estado Islâmico e a Frente Nacional saíram vitoriosos por entre corpos chacinados e o terror instalado.

O medo é o combustível que alimenta a fé e a extrema-direita. Um califa, algures no Médio Oriente, e Marine Le Pen tiveram ontem uma prenda.

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9 thoughts on “Terrorismo islâmico”
  • João Pedro Moura

    Mais um artigo desatinado do Carlos Esperança, em que dispara em todas as direções, mas titula de “terrorismo islâmico”. Isto é, deveria increpar mais um atentado terrorista da hedionda escumalha islâmica, mas logo no primeiro parágrafo se refere a pretensos “crimes que a Europa e os EUA têm cometido no Médio Oriente e noutros países do Planeta”, sem nunca esclarecê-los, como costumam fazer os insolentes, caluniadores e capciosos criptocomunistas…

    Num momento de dor e sofrimento, em que os democratas liberais mundiais se colorem de azul-branco-vermelho e se solidarizam com os franceses, o sicofanta Carlos Esperança evoca, provocatória e mendazmente, a “cimeira das Lages”… os “cruzados que invadiram o Iraque”… os “terroristas bons”, que, segundo o vilipendiador Esperança, seriam alimentados supostamente pelo ocidente… e que estes atentados de Paris teriam sido uma vitória para a Frente Nacional francesa, partido que o insolente e demencial caluniador, apoda de “fascismo cristão”…

    …Escamoteando, o toleirão Esperança, em que é que o “fascismo islâmico” também não seria “comunismo islâmico”…
    O que é que aquela seita terá de ”fascismo”, que também não tenha de “comunismo”?!…

    Para o desatinado e extremamente provocador e insolente, Carlos Esperança, o perigo não vem, especial e primordialmente, daquilo que ele chama, fantasmagoricamente, de “fascismo islâmico”, mas sim e também do que o tolaz chama de “extrema-direita” e, agora, “fascismo cristão”…

    Portanto, não só teríamos que combater, perseguir e reprimir a hedionda escumalha islâmica, mas também a extrema-direita, fascista e cristã, que o fantasista Esperança vislumbra em todo o lado, quiçá, à compita com a “h.e.i.”…

    Mal parece saber, o desatinado e pouco esperançoso articulista, que os nacionalistas da Frente Nacional e quejandos estrangeiros, que nada têm que ver com o nazi-fascismo, que é a verdadeira extrema-direita, avançarão na exata medida em que os democratas liberais não souberem lidar com os novos invasores bárbaros e com toda a imigração invasiva e corrosiva da coesão e vanguardismo cultural, por parte dos povos negroides, arabescos e demais etnias retaguardistas, geralmente incapazes de progresso e aculturação intelectual e económica, que estão a minar a Europa e a afundá-la, lentamente e em lume brando, tornando as próximas décadas uma penosidade decadentista e irreversível…

    Entretanto, o quixotesco Carlos Esperança continua a disparar em todas as direções, metendo tudo no mesmo saco, desde as democracias liberais do ocidente até ao fantasma da “extrema-direita”, passando pelo único e real perigo, a hedionda escumalha islâmica, sem fazer qualquer distinção entre inimigo principal e inimigos secundários ou meros adversários, numa patética e idiota demonstração de análise política distorcida, mendaz e caluniosa da civilização ocidental, democrática e liberal.

    • GriloFalante

      Ainda há coisas que eu não consigo compreender…
      Julgo que toda a gente sabe o que é e o que pretende o Estado Islâmico. O que é e o que tem sido. Mas foi preciso agredir um país que, queiramos ou não, é exemplo de L.I.F. para que “agora é que vai ser!”. Agora? Porquê só agora? Que interesses haverá em ter permitido este “banho-maria” aos assassinos? E não me refiro, naturalmente, aos que estiveram em Paris. mas, principalmente, aos mandantes. Paninhos quentes para essa gente, porquê? Os chamados “aliados” não serão capazes de dar cabo daquela gentalha de uma vez por todas? Se sim, por que não o fazem? Se não, que andam lá a fazer? A proteger o negócio do armamento? Ou a lucrar com ele?

      • João Pedro Moura

        GRILOFALANTE perguntou:

        1- “Porquê só agora?”

        Não é só agora. A França anda a bombardear o “Estado Islâmico” há cerca de um ano. Agora há, talvez, uma reafirmação mais veemente do combate a essa hedionda escumalha islâmica…por razão óbvia…

        2- “Que interesses haverá em ter permitido este “banho-maria” aos assassinos?”

        Não houve nenhum “banho-maria”. Apenas uma revigorada contumácia dos franceses em combater essa biltragem assassina e crudelíssima…por razão óbvia…

        3- “Paninhos quentes para essa gente, porquê?”

        Não há “paninhos quentes”. Haverá, doravante, uma maior acutilância e agressividade francesa contra a “h.e.i.”, por razão óbvia…

        A França não tinha que fazer ataques maciços e devastadores contra o E.I., porque não tinha sido atacada, como agora foi…

        É preciso concordar que as grandes potências ocidentais não são polícias do mundo, logo, não têm que reprimir, necessariamente, as investidas da “h.e.i.”, nos países onde operam, porque isso é problema local e não internacional…
        …A não ser que tal escumalha atinja diretamente uma potência, como foi agora o caso…

        Já muito têm feito os EUA, Rússia, França, Reino Unido, EAU e demais coligados, em bombardear esses vermes ascorosos, mas não é uma obrigação internacional. Digamos que é uma solidariedade ou uma atitude defensiva, para obstar à conquista de países por essa “h.e.i.”, que, certamente, seria crescentemente pior para um equilíbrio geopolítico internacional…

        É preciso não esquecer o Mali e a República Centro-Africana, recentes vítimas da ofensiva da “h.e.i.”, e a atitude exemplar da França, em dizimar tais vermes, pois que, se não o tivesse feito, a esta hora o Mali e a RCA estariam entregues à depredação flagiciosa da hedionda escumalha islâmica e à sua vocação para propagar a sua nefasta atividade aos países vizinhos…

        4- “Os chamados “aliados” não serão capazes de dar cabo daquela gentalha de uma vez por todas? Se sim, por que não o fazem? Se não, que andam lá a fazer? A proteger o negócio do armamento? Ou a lucrar com ele?”

        a) Ora, vamos lá ver, meu caro GriloFalante…
        A beligerância atual, de baixa intensidade, não é de fácil resolução, como se depreende das tuas objeções…

        Os “aliados” ocidentais discrepam do governo atual (?!…) sírio e apoiam uma ou outra facção obscura, razoavelmente ineficaz, facções essas que, inicialmente, visavam combater o regime sírio…

        Entretanto, com a proclamação do “Estado Islâmico” (califado), em 29 de Junho de 2014, e com a avançada impressionante dessa escumalha, na Síria e no Iraque, o inimigo principal virou E.I. e os ocidentais tentam limitar tal avançada, pois que terá consequências terríveis, para os países da região, como a Jordânia, Líbano e Iraque, a linha da frente que poderia tombar ante a turbamulta mais hedionda.

        Ora, tudo isto geraria desequilíbrios graves, na geopolítica regional, com a turbulência causada por países caídos nas malhas do E.I..

        Portanto, os coligados ocidentais não têm que afrontá-los, como fizeram no Iraque, pois que este país foi acusado de, hipoteticamente, estar a desenvolver armas nucleares, que seriam um perigo nas mãos do Saddam Hussuíno, hostil ao ocidente e aos EUA…

        Logo, a coligação atacou, devastadoramente, o Iraque, outrora, mas não o E.I., agora, pois que isto é um problema de guerra civil, no Iraque e na Síria, portanto a ser resolvida pelos povos respetivos e não por coligações estrangeiras…

        Todavia, a agressividade do E.I. espicaça uma maior intervenção dos coligados…

        O aparentemente estranho papel da Rússia no conflito decorre do seu desejo de proteger as suas bases, naval e aérea, respetivamente, de Tartus e Latakia, e portanto estará do lado do governo sírio (?!…), que controla algumas áreas…

        b) A ampla coligação, alargada à Rússia, poderia aniquilar o E.I. se intensificassem os ataques aéreos e houvesse apoio terrestre, mas parece que nenhuma força terrestre tem capacidade para avançar vitoriosamente sobre tal escumalha, pois que o E.I. representará uma genuína força, de amplo apoio popular, senão já teriam sido dizimados…

        c) Como sabes, sempre que há eleições a sério nos países árabes, o partido ou os partidos mais extremistas ganham a grande maioria, o que decorre do tal genuíno apoio popular e do atavismo genético dessa gentalha, que não consegue lidar com a liberdade, em termos democráticos e liberais normais, votando sempre nos partidos mais reacionários e autoritários, porque reacionária e autoritária é a mente da gentalha arabesca, como se estivessem presos num coágulo genético qualquer, que os inibisse de se tornarem seres respeitadores e normais. Isto é outro assunto…

        d) Olha o que acontece no Iraque, que está dividido entre sunitas, que apoiam o E.I, xiitas, que apoiam o governo, e curdos, que se autonomizam cada vez mais ao norte, alheios às disputas sectárias das hediondas escumalhas islâmicas e árabes, pois os curdos são outro povo, mais democrático e liberal!…

        e) No meio desta horrível confusão, sectária, religiosa e, sobretudo, politicamente demencial, o que é que queres que a coligação faça?! Que entre a matar, pela Síria e Iraque dentro, e, depois… fique a governar tais dementes?!

  • João Pedro Moura

    4 MIL TERRORISTAS INFILTRADOS NOS REFUGIADOS?

    http://odia.ig.com.br/noticia/mundoeciencia/2015-0

  • João Pedro Moura

    HINO FRANCÊS, com legendas francesas e portuguesas.

    https://www.youtube.com/watch?v=YLi5A7BiBVk

  • João Pedro Moura

    LIBERTÉ! ÉGALITÉ! FRATERNITÉ!

  • João Sousa

    Allez les Bleus!!!!

  • Ivani Medina

    Tão perigosa quanto à imbecilidade assassina do Estado Islâmico é a covardia ocidental. Na década de 50 o historiador britânico Arnold J. Toynbee havia previsto que a próxima guerra seria entre cristãos e muçulmanos. Vale lembrar que Gerge W. Bush ainda usava calças curtas naquela época e nesses últimos 15 anos contabiliza-se quase 25.000 ataques islâmicos.

    Dizer que nem todo islâmico é terrorista significa o quê? Absolutamente nada! Dizer que os terroristas não são islâmicos, “se fingem de islâmicos”, significa o quê? Que são cristãos disfarçados a confundir a opinião pública?

    Além de mentirosa e ridícula, essa mania de isentar o islamismo da sua responsabilidade é uma opção covarde e equivocada. Não se vai evitar nada de ruim desse modo, uma vez que a omissão favorece a expansão do islã por toda parte. Seria mais digno e eficiente dizer: “Resolvam logo isso entre vocês. A construção de mesquitas, madraças, centros culturais e a difusão da sua crença estarão suspensas no Ocidente até que se mostre,
    na prática, uma solução confiável e duradoura para esse confronto”.

    Hoje, com as informações que dispomos relativas ao comportamento humano, podemos concluir que as atitudes mais ou menos agressivas acabam dependendo muito da índole do indivíduo. A maioria da espécie humana parece tender a boa índole. O problema é que a minoria má é grande demais. Quando o indivíduo se sente liberado à barbárie, não só pela falta da educação, mas principalmente por causa dela ou pela sua cultura religiosa, são os atos dessa minoria altamente numerosa que
    vão deixar todos em perigo.

    Nesse caso, o ego coletivo pode ser comparado, argumenta Toynbee, ao poderoso e mitológico monstro bíblico Leviatã. Este poder coletivo a mercê das paixões subconscientes escapa à censura pessoal que freia os baixos impulsos do ego. A má conduta, que seria condenada sem hesitação, no entanto, quando o indivíduo transita do singular para o plural, ainda mais sob a instigação de clérigos exaltados amparados por um livro sagrado (Alcorão), encontra a responsabilidade individual em recesso.

    Então, estes, chegam às barbaridades sem culpa alguma, e aqueles que não têm tal inclinação a flor da pele não os condenam Sabem que seus irmãos de crença agiram em cumprimento do livro imutável que orienta a todos. Portanto, ideologicamente devem apoiá-los. Mesmo que essa maioria se sinta constrangida e prejudicada nos seus interesses nas sociedades ocidentais que as abrigam, se veem moralmente contidas. São as sociedades ocidentais que reclamam dos excessos dos seus e não as delas. O Alcorão pode incitar a violência? Dizem que não. Então vejamos alguns versículos de algumas das suas suras.

    Sura 2,193 “E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a
    religião de Allah”.

    Sura 3, 85 “Quem quer que almeje (impingir) outra religião, que não o islã,
    (aquela) jamais será aceita e, no outro mundo, essa pessoa contar-se-á entre os desventurados.”

    Sura 5:33 – “O castigo, para aqueles que lutam contra Deus e contra o Seu Mensageiro e semeiam a corrupção na terra, é que sejam mortos, ou crucificados, ou lhes seja decepada a mão e o pé opostos, ou banidos. Tal será, para eles, um aviltamento nesse mundo e, no outro, sofrerão um severo castigo”.

    Sura 8:12 “E quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois aos fiés! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!”

    Sura 8:13 “Isso, porque contrariaram Deus e o Seu Mensageiro; que Deus é severíssimo no castigo”.

    Sura 7, 4 “Quantas cidade temos destruído! Nosso castigo tomou-os (a seus
    habitantes) de surpresa, enquanto dormiam, à noite, ou faziam a sesta”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para
    intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros
    que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala
    causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 8, 60 “Mobilizai tudo quanto dispuserdes, em armas e cavalaria, para
    intimidar, com isso, o inimigo de Deus e vosso, e se intimidares ainda outros
    que não conheceis, mas que Deus bem conhece. Tudo quanto investirdes na causa de Deus, ser-vos á retribuído e não sereis defraudados”.

    Sura 8, 72 “Os fiéis que migraram e sacrificaram seus bens e pessoas pala
    causa de Deus, assim como aqueles que os amparam e os secundaram, são protetores uns aos outros. Quanto aos fiéis que não migraram, não vos tocará protegê-los, até que o façam. Mas se vos pedirem socorro, em nome da religião, estareis obrigados a prestá-lo, salvo se for contra povos com quem tenhais um tratado; sabeis que Deus bem vê tudo quanto fazeis”.

    Sura 8, 74 “Quanto aos fiéis que migraram e combateram pela causa de Deus, assim como aqueles que os ampararam e os secundaram – estes são os verdadeiros fiéis – obterão indulgência e magnífico sustento”.

    Sura 9, 14 “Combatei-os! Deus os castigará, por intermédio de vossas mãos, aviltá-los-á e vos fará prevalecer sobre eles, e curará os corações de alguns fiéis”.

    Sura 9, 111 “Deus cobrará dos fiéis o sacrifício de seus bens e pessoas,
    em troca do Paraíso. Combaterão pela causa de Deus, matarão e serão mortos. É uma promessa infalível que está registrada na Torá, no Evangelho e no Alcorão. E quem é mais fiel a sua promessa do que Deus? Regozijai-vos, pois, a troca que haveis feito com Ele. Tal é o magnífico benefício”.

    Qualquer semelhança não é mera coincidência com o perfil desses ataques e organizações. O Alcorão incentiva ou não a violência? Fica difícil alegar inocência do islamismo quando ele mesmo depõe contra si ao tentar impor seu ponto de vista.

    O cristianismo já passou por essa fase. Felizmente, a abnegação dos pensadores ocidentais, de todas as épocas, e o iluminismo, na busca constante do aperfeiçoamento, nos ensinou a arte da persistência, pois o pensamento não tem ponto final. Não nos vieram de graça a liberdade de pensamento e expressão que ora desfrutamos. Custou-nos muitas dores, sangue e lágrimas em nossa construção. Devemos muito a memória daqueles que fizeram por onde.

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