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  • 17 de Outubro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

O Islão é tolerante

Sacerdotes, bispos, religiosas e leigos relataram à Fundação Ajuda à Igreja que Sofre casos de violência que testemunharam nos quatro cantos do mundo. “Perseguidos e Esquecidos?” é o título do relatório que compila esses relatos, divulgado terça-feira em todo o mundo.

MARGARIDA MOTA

No verão de 2014, a tomada de Mossul e Nínive, no Iraque, pelo autodenominado Estado Islâmico (Daesh) forçou 120 mil cristãos ao êxodo. Pela primeira vez em 1800 anos, não houve missa dominical em Mossul.

4 thoughts on “O Islão é tolerante”
  • João Pedro Moura

    CARLOS

    Já chega de dizer que o Islão é tolerante ou pacífico, mesmo por irónica antífrase…
    Devem ser fustigados por aquilo que são!
    Os islamitas são frequentemente hediondos e escumalha e é difícil destrinçar os que o não são.

    Por trás de seres aparentemente pacíficos, esconde-se ou mostra-se uma conceção totalitária e cruel sobre os outros, a relação com os outros, incluindo os familiares.

    A melhor interrogação a um muçulmano, sobre o seu grau de (in)tolerância e falta de opinião liberal, é perguntar-lhe o que faria, ou pensaria, se um seu familiar próximo, a começar por aqueles que vivem consigo, abandonasse o islamismo…

    Arrisco a dizer que mais de 90% cortaria relações com o apóstata e mais de 50% aceitaria o seu assassínio ou mesmo participaria…

    Daqui decorre uma conceção política eminentemente totalitária, fovente de ditadores e ditaduras, subserviente de figuras carismáticas, religiosas e políticas, figuras essas determinadoras do rumo a seguir, pastorais, autoritárias, inspiradoras de “segurança” tutelar e paternal, pois que há um défice genético qualquer, naquela gentalha, que os atrai ao poder absoluto e totalitário, tal-qualmente sucedia na Europa, até à Revolução Francesa e demais revoluções liberais, a partir das quais, as populações, cada vez mais liberais e democráticas, se foram libertando do servilismo político e religioso, que tanto carateriza a massa abjeta, arabesca e médio-oriental…

    • Karl Ifa

      Bem dito. Há também um teste muito simples de se fazer aos muçus. Aceitam tirar o mal que há no corão e o acrescentar com o bem que há no mundo e nas pessoas?

      É que há muitas boas ideias livros pessoas e exemplos, só que a doutrina maometana está de tal modo formatada, estruturada, que não reconhece o bem que haja por melhor que seja, e pior do que isso, faz tudo para o ignorar, negar e destruir.

      • carlos cardoso

        Para um muçulmano é inimaginável conceber que há algum mal no corão e muito menos ainda que se possa tirar de lá qualquer coisa.

        Ao contrário da maioria dos cristãos – que admitem hoje que muito do que está na bíblia é metafórico, o que lhes permite não vender as filhas como escravas e não apedrejar os que apanham lenha ao fim de semana – para os muçulmanos o corão é a palavra de deus à qual não se pode alterar sequer uma vírgula.

  • Karl Ifa

    Bem dito

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