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  • 2 de Outubro, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

A polícia dorme?

Jovens britânicos denunciam perseguição após deixar islã

Ex-muçulmanos contam que sofreram ameaças e até agressões de familiares por terem optado por abandonar religião de seus pais.

Da BBC

 Alguns britânicos muçulmanos acreditam que abandonar islamismo é pecado que pode ser penalizado com morte  (Foto: BBC)Alguns britânicos muçulmanos acreditam que abandonar islamismo é pecado que pode ser penalizado com morte (Foto: BBC)

A opção de adotar uma religião ou crença diferente da dos pais não é tão simples como pode parecer, é o que vários britânicos que decidiram renunciar ao islamismo tradicional de suas famílias estão sentindo na pele.

Essa opção pode ser vista quase como um crime – como era na época medieval. A decisão de renunciar a uma fé, ou apostasia, está rendendo ameaças e até agressões físicas a jovens britânicos que optaram por deixar o islamismo.

6 thoughts on “A polícia dorme?”
  • Deusão

    essa patetices do reino dos atrasados mentais é tão idiota quanyo a patetice anterior, a catoleca, ou a mais antiga das tolices monoteístas , a parvaioce ( ou judaismo)

    • Deusão

      religião: é a maior idiotice já inventada pelos humanos ou similares (tenho dúvidas quanto a origem dos crentóides; a evolução é sábia, não coneteria tal erro. Pode ser que dels inventou os crentóides para nos incomodar).

      • Oscar

        Vossemecê também deve admitir que essas passagens bíblicas, tão estúpidas, possam ter sido concebidas por ateus para desacreditarem a religião.

        Naquele tempo ainda não havia Internet e facebook, mas já havia engenho suficiente para esse tipo de manobras engenhosas.

        Será que esta hipótese não ocorreu a vossemecê ? É assim tão ingénuo que não imagina os ateus a fazerem esse tipo de manipulações ?

  • João Pedro Moura

    Estais a ver por que lhes chamo “hedionda escumalha islâmica”?

    São hediondos porque preconizam ou concretizam mesmo ameaças de morte a quem, da sua família, renegar a fé islâmica.
    Já têm acontecido inúmeros casos, embora sejam sempre escassos, de pessoas que, ao renegarem o islamismo, são assassinados por irmãos, pais ou outro qualquer parente relevante destas famílias opressivas. Ou fogem…

    É o que aconteceria, até ao séc. XVIII, na Europa cristã, se houvesse renegados, “blasfemos” ou hereges destes…

    Só que os europeus evoluíram…
    Todavia, ainda há uns cristãos especiais, como as Testemunhas de Jeová, por exemplo, que cortam relações com os seus renegados, mesmo que familiares próximos. Como não podem matá-los, porque o ambiente democrático-liberal é outro… renegam-nos…

    É uma autêntica escumalha de gente, a islâmica hedionda, porque defendem uma cultura de tal modo opressiva e coercitiva da liberdade, que os remete para uma situação de crime e de atentados aos direitos humanos, como esse de poder assumir a religião que se quiser…ou não…

    Arrisco a afirmar que 90% dos muçulmanos cortariam relações com quem renegasse a doutrina, dentro da família. E também arrisco a dizer que mais de 50% dessa gentalha era capaz de punir mortalmente os seus egressos…

    Senão, os regimes onde predomina a religião islâmica seriam democrático-liberais. Mas não o são…
    E se não o são, significa que tais idiotas são uma espécie de coágulo no tempo, imunes à evolução histórica, como se tivessem uns atavismos genéticos fortíssimos que lhes inibissem a evolução, mesmo em ambiente de imigração aculturante, no ocidente…

    Agora, imaginem os milhões de islamitas que vivem na Europa, mormente os árabes e outras etnias médio-orientais agressivas, reforçadas com o milhão de imigrantes que entraram e continuarão a entrar na Europa, este ano, mais o que continuará a entrar nos anos seguintes…

    • carlos cardoso

      Perguntas interessantes. Aqui vão as minhas respostas:

      1. Querem ira para a Alemanha e para o Reino Unido porque sabem que é onde há mais oportunidades de trabalho;

      2. Não acredito que paguem 10000 euros por pessoa para vir de barco para a Europa e não ficam na Turquia porque é a Turquia que os está a mandar para a Europa;

      3. Muitos saíram da Síria há anos (a guerra já dura há 4) e foram gastando o que tinham. Quando já lhes sobra pouco, usam esse pouco para vir para a Europa;

      4. Exactamente como 2/3 dos emigrantes portugueses nos anos 60 e 70 eram na maioria homens: estes vão à frente e depois mandam vir as famílias;

      5. Sim, provavelmente muitos deles deveriam ser tratados como imigrantes e não como refugiados;

      6. Alguns países árabes estão, como a Jordânia e o Líbano, mas não são os mais ricos. Apesar de terem a mesma língua e a mesma religião, não me admiraria que estes refugiados se sintam mais protegidos na Europa que, por exemplo, na Arábia Saudita. Talvez, de certa maneira, eles estejam precisamente a fugir de uma cultura e de uma religião incapazes de lhes oferecer perspectivas de futuro.

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