É dever socorrer refugiados e combater o proselitismo quer se trate do fascismo cristão do governo húngaro ou do fascismo islâmico que se mistura com refugiados.
5 thoughts on “Refugiados e prosélitos”
Oscar
A fascistada não gosta de refugiados, já se sabe, mas não vale a pena o sr. Carlos mostrar a sua ignorância quando fala em ” fascismo cristão” ou em “fascismo islâmico”, pois tais categorias políticas não existem.
Aliás, o sr. Viktor Orban pertence a um partido inscrito na Internacional Liberal e não consta que os partidos liberais sejam propriamente cristãos ou fascistas.
Caríssimos irmãos em Cristo, em geral, e estimado Carlos Esperança em particular: embora seja fora do contexto, uma boa notícia cabe sempre em qualquer “post”. E a boa notícia é que ontem vi os telejornais, e em todos Sua Santidade o Papa Francisco se apresentava já com a tez rosada, como é habitual, com aspecto mais saudável, e até falou espanhol, coisa que não é costume. Os jornalistas não esclareceram se lhe foi aplicado algum contra-veneno, ou se se tratou da evolução natural própria de quem, tendo acabado de fazer uma viagem de horas dentro de um avião se sente, naturalmente, aturdido e mentalmente desenculatrado. Não é, também, de descurar o facto de nós, aqui no convento, termos rezado desesperadamente, logo após termos dado conta da preocupação do estimado irmão Carlos. Sabemos que ele não reza, como bom ateu que é, mas percebemos a mensagem, e rezámos nós. Trezentas e oitenta e cinco avé-marias, cento e cinquenta e sete padre-nossos, e noventa e cinco salvé-rainhas, três vezes ao dia, logo após as refeições, como manda a posologia religiosa. O resultado está à vista, com a graça de Deus. Também viemos a saber, por um nosso irmão infiltrado, que um dos elementos no “cockpit” era ateu, embora não tenha sido possível averiguar se era o comandante se o co-piloto. Em qualquer dos casos, era motivo para preocupação tendo em conta, além do mais, que Sua Santidade se dirigia para um país comunista, governado por comunistas.. Graças a Deus, tudo acabou bem. Felizmente que a próxima escala vai ser nos EUA, onde Deus até anda nas notas de dólar. Só lhe fata ir ao Reino Unido, por causa do “Dieu et Mon Droit”. “Honi soit qui mal y pense”…
Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.
Lá vem o impulsivo-extremista Carlos Esperança com o seu linguajar epitético, ofensivo e disparatado, a enxovalhar o chefe do governo húngaro, Viktor Orban, só porque este barrou o caminho húngaro às sucessivas hordas muçulmanas, que estão a invadir a Europa, torrencial e imparavelmente…
Só porque a Hungria não pode nem quer aguentar com centenas de milhar de invasores, já é fascista, para o passador Carlos Esperança, que acha que os países devem deferir a entrada às hordas estrangeiras…
Bom, eu não gosto de ser teimoso e acho que não estou psicótico, mas este balbuciar repetitivo e intragável da palavra fascismo já começa a enjoar e só revela bem o fanatismo deste CE. Escrever fascismo em cada texto já enoja, agora escrever a palavra duas vezes na mesma frase… Não vás à farmácia não!
Engraçado que no caso islâmico deveria ser mais um estalinismo islâmico, pois só os estalinistas são peritos em chacinar o seu próprio povo em nome de uma ideologia, neste caso religião o que é a mesma trampa pois o islão é também uma ideologia politica.
A preocupação com a defesa dos seus cidadãos que o governo húngaro demonstra é de louvar e pelo menos eles mostram ao mundo que não vão na hipocrisia politicamente correta das esquerdas. Quem chama aos selvagens refugiados, aos que à força tentam entrar sem pedir licença e que fazem da fronteira da Hungria uma verdadeira intifada só pode estar mesmo catatónico.
Resta saber como é que o postador compulsivo resolveria o problema da recepção de milhões de fanáticos da fé muçulmana numa europa já saturada e que se debate com gravíssimos problemas causados pelos milhões de ex migrantes muçulmanos que nunca se adaptaram à nossa cultura.
O que este escriba afirma é próprio do pensamento alienado da malta da foice. Ou seja: deixem-nos entrar aos magotes mas retirem-lhes aquilo que eles mais estimam, mais do que os próprios filhos que sujeitam à morte em barcos sem condições, a religião! Certo! És grande, camarada. És grande. Não sei o quê, mas és grande.
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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