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  • 29 de Junho, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

Multiculturalismo, sim, humilhação da mulher, não

 

 

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Por cada mulher que o deseja há centenas que são obrigadas. Também houve escravos que recusaram  a liberdade que a abolição da escravatura lhes concedeu!

6 thoughts on “Multiculturalismo, sim, humilhação da mulher, não”
  • João Pedro Moura

    CARLOS ESPERANÇA disse:

    1- “Por cada mulher que o deseja há centenas que são obrigadas.”

    Hás de dizer onde foste buscar essa estatística…
    É provável que seja ao contrário…
    Essas parvalhonas são muçulmanas. Têm a peste islâmica bem entranhada na mente. São tacanhas, boçais, incapazes duma revolta. É a mais esquálida inópia mental e intelectual, próxima do zero absoluto.
    Têm a liberdade de serem mentecaptas e não querem outra…

    2- “Também houve escravos que recusaram a liberdade que a abolição da escravatura lhes concedeu!”

    Alguns, mas provisoriamente…
    Depois, deixaram de ser escravos…
    …Ao contrário daquelas idiotas, em que algumas libertaram-se da burka, após o derrube do regime talibanesco, mas, depois, as outras, a grande maioria, perseveraram nas vedações têxteis…

    Povo de infra-humanos, gentalha abominável, subespécie inferior da humanidade…
    Têm o que merecem!…

  • Oscar

    Que moralidade tem o sr. Carlos para se insurgir contra a burka ou o niqab, quando é um ferveroso adepto do aborto, por livre decisão da mulher ?

    Ai já não conta a censura à degradação humana ?

  • GriloFalante

    Vou tentar ser menos agressivo que os anteriores comentadores… Mas gostava que alguém me explicasse o que é isso de “multiculturalismo”. Significará, porventura, culturas diferentes conviverem em paz e harmonia e aceitarem, entre si, as naturais diferenças culturais? Se a ideia for essa eu, apesar de ateu, vou rezar para que assim seja.
    Realmente, não haveria nada mais bonito do que assistir,numa qualquer cidade do nosso Portugal, por exemplo, a um acto de excisão genital feminina. Por outro lado, tudo o que fosse homossexual seria devida e convenientemente lapidado, para aprender. Seria um sonho lindo ver um muçulmano e um judeu, em alegre confraternização, a beber uns copos de vinho verde enquanto comiam umas sandes de presunto. Os mais endinheirados até podiam comer lagosta.
    Não me parece que se possa falar em “multiculturalismo” sem se falar – e aceitar, naturalmente, a burca e outras “vedações têxteis” como bem lhes chama o João Pedro Moura. Não podemos, simultaneamente, estar a favor do multiculturalismo e contra a chaila. De contrário, cairemos na mesma ridícula situação daquele nosso conhecido que só aceita as partes da Bíblia que lhe interessam. Não podemos ser multiculturalistas “mas”. Ou somos, ou não somos.
    Eu não sou.

    • João Pedro Moura

      GRILOFALANTE perguntou:

      “Mas gostava que alguém me explicasse o que é isso de “multiculturalismo”. Significará, porventura, culturas diferentes conviverem em paz e harmonia e aceitarem, entre si, as naturais diferenças culturais?”

      É essa cena toda, caro GriloFalante…

      É haver diferentes etnias e nacionalidades, numa dada área, com as suas lojas típicas, vendendo produtos das terras de origem, os restaurantes com os sabores desses povos e países de origem, as suas roupas, enfim, os seus usos e costumes…

      O problema é quando essa gente não se integra bem no quadro sociocultural do país acolhedor e começam a reivindicar ações que se conformem com as suas conceções peculiares de imigrantes: são raparigas muçulmanas, que se recusam a vestir roupa própria para a prática da disciplina de Educação Física; não querem usar fato de banho ou biquini nas piscinas e reivindicam um horário próprio só para elas, como acontece em França; as vedações têxteis que insistem em usar, no ambiente de trabalho, mesmo que seja na profissão de polícia, a ira e reação destrutiva, relativamente a ditos e feitos de seres livres, sobre a religião ou a prática religiosa dessa gente, enfim, um conjunto de preceitos que levam à autossegregação dessas comunidades, relativamente aos autóctones e à desconfiança e desprezo por parte destes, pois que não encontram nesses comunidades imigrantes nada que os leve a cruzarem-se conjugalmente com eles, redundando em comunidades à parte.

      Com os atentados crescentes causados por essa hedionda escumalha islâmica e com a sua proliferação não menos crescente, com taxas de natalidade duplas e triplas dos autóctones, em países como a França, Holanda e Bélgica, onde serão 20 a 30% da população, em meados deste século, e metade da população lá para os finais do mesmo, imagina, meu caro GriloFalante, o cenário de pesadelo que se prepara na Europa, quando a turbamulta islâmica capitalizar em votos, nos seus partidos, a sua futura influência política…

      O agastamento mútuo, entre autóctones genuínos e estas comunidades inflexíveis, de arrogância desmedida e mentalidade horrível e aflitivamente totalitária e cruel, poderá culminar em guerras civis europeias e matanças, como nunca se viu.

      Os defensores do “multiculturalismo”, em abstrato, com destaque para a “esquerda revolucionária, xenófila e elitista”, são favoráveis à entrada descontrolada de imigrantes, avolumando o problema, que afundará a Europa, como já está a afundar a médio prazo.

      Depois, são povos menos dados ao empreendedorismo e ao trabalho afincado e ao êxito académico, tornando-os uma mera reserva de mão de obra barata, para empresários ciosos de bons lucros.

      Estas clivagens sociais, decorrentes de imigrações distorcidas, só podem levar à emergência de criminalidade e todo o tipo de atentados, que corroem e corroerão mais as sociedades europeias.

      Não é por acaso que mais de metade dos presos, nas cadeias francesas, são muçulmanos. Quando eles são, apenas, 10% da população.

      E mais não digo, porque isto já vai longo…

      • GriloFalante

        “imagina, meu caro GriloFalante, o cenário de pesadelo que se prepara na Europa, quando a turbamulta islâmica capitalizar em votos, nos seus partidos, a sua futura influência política…”
        Só não vê quem, mesmo, não quer ver. Ainda há quem ache que é o ISIS que vai islamizar o Ocidente. Não é! O Ocidente será islamizado sem que seja necessário disparar um único tiro. Vai ser islamizado LEGALMENTE, através de eleições democráticas.
        A quem quiser, estou disposto a explicar bem explicado. Mas não vai ser necessário.

  • Ateu Direito

    Multiculturalismo, NÃO! Humilhação da mulher, NÃO!

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