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  • 18 de Maio, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Israel

Israel – A entrada, no Governo, dos judeus ultraortodoxos, conhecidos pelas trancinhas à Dama das Camélias e cabeçadas no Muro das Lamentações, é uma vitória do sionismo radical e um estímulo à escalada da violência no conflito israelo-árabe.

13 thoughts on “Israel”
  • Nelson

    Como costume, violencia gera violencia. Israelitas sentem-se ameaçados e reagem, mas não conseguem ver que parte desta ameaça é por sua culpa e pela ocupação ilegal de territorio palestiniano.

    • João Pedro Moura

      NELSON

      Essa “ocupação ilegal” tem que se lhe diga…
      Os palestinianos, na prática, não reconhecem Israel… e este desconfia dos palestinianos, pelo que, não saem dos territórios ocupados…
      Alguém tem de ceder e estabelecer compromissos de paz…
      Palpita-me que são os árabes (palestinianos) que mais dificultam a paz…
      Quem havia de ser?!…

      • Oscar

        “Palpita-me que são os árabes (palestinianos) que mais dificultam a paz… Quem havia de ser?!..”

        Eu se fosse a ti jogava no Euromilhões.

        Com tamanha fezada nos teus palpites nunca se sabe se serias eleito o rei dos palpiteiros…

        • Deusão

          com certeza são os palestinos ! quem mandou esse povinho reclamar quando lhe tomaram as casas e as terras ? porque reclamar ? deveriam se alegrar por servir ao povo escolhido pessoalmente pelo sinhô.

          • Oscar

            Andas a tomar os remédios ? Já não bebes caipirinhas com xanax ?

            Então aproveita agora para te instruíres na correcta forma de escreveres na língua portuguesa.

            ” palestinos” o que é que significa em brasileirês ?

            Será o mesmo que “palestinianos” no idioma português?

          • Deusão

            aé mesmo quando eu concordo com vocẽ não escapo às suas palermices ?
            Sim. O natural da Palestina é palestino no meu idioma.
            E asno crentóide = cristão em português nativo ?

          • Oscar

            O brasileirês é de facto um idioma muito estranho…

          • Deusão

            Mesmo? o Atan2000 compreendia bem o meu idioma, antolo. Ou era Athan2000 ? são tantos nicks…

          • Oscar

            Por hoje o teu recreio terminou.

            Já é hora de tomares os teus comprimidos

      • carlos cardoso

        A grande maioria dos palestinianos, incluindo a Autoridade Palestiniana, reconhece Israel, só o Hamas não reconhece. Hoje não são os palestinianos que dificultam a paz mas sim os israelitas.
        O grande erro dos árabes, incluindo os palestinianos, foi não terem aceitado o plano de partição da ONU de 1947, que
        os judeus aceitaram (a segunda imagem acima). Hoje os palestinianos estão dispostos a aceitar menos do que isso: só querem as fronteiras de 1967 (a terceira imagem), o que o governo israelita não aceita.

        • João Pedro Moura

          CARLOS CARDOSO disse:

          1- “A grande maioria dos palestinianos, incluindo a Autoridade Palestiniana, reconhece Israel, só o Hamas não reconhece. Hoje não são os palestinianos que dificultam a paz mas sim os israelitas.“

          Não é bem assim, Carlos Cardoso.
          As eleições para a entidade palestiniana, em Janeiro de 2006, deram a vitória ao Hamas, que conquistou 76 dos 132 lugares no parlamento.

          Posteriormente, em Junho de 2006, aproveitando a turbulência política causada pela vitória do Hamas, o presidente Mahmoud Abbas destituiu o primeiro-ministro, Ismail Haniyeh, do Hamas, nomeando Salam Fayyad, afeto à Fatah, a que pertence Abbas.

          O Hamas vingou-se, expulsando a Fatah da Faixa de Gaza, numa guerra civil fulminante, com inúmeras execuções de militantes da Fatah.

          Esta é a maneira da hedionda escumalha islâmica, e da menos hedionda (!…), lidar com conflitos políticos…

          Em ambiente de eleições livres e de liberdade política, os fundamentalistas islâmicos ganham sempre as eleições, como eu já expliquei em intervenções anteriores.

          É um problema genético-populacional insolúvel…

          Portanto, os israelitas sabem muito bem que a Autoridade Nacional Palestiniana, nas mãos da Fatah, é instável, e só se mantém à custa de golpismos e aldrabices.

          Se lhes derem a oportunidade, em ambiente de lisura democrática, o Hamas conquista tudo e a populaça revigoraria de cólera contra Israel.

          Ora, Israel não pode aceitar tamanha ameaça mortal às suas portas, mormente na Cisjordânia, em que quaisquer baterias de lançadores de foguetes, e estou a falar dumas centenas a dispararem ao mesmo tempo, lançaria o caos em Israel, na sua parte mais populosa e sensível, e seria muito difícil combater tais ataques, a não ser com um contra-ataque devastador e exterminador de Israel, que incendiaria a região…

          2- “O grande erro dos árabes, incluindo os palestinianos, foi não terem aceitado o plano de partição da ONU de 1947, que os judeus aceitaram (a segunda imagem acima).”

          É uma grande verdade! Os árabes, na sua casmurrice genética, de mentalidade totalitária e hedionda, pensaram expulsar e exterminar os israelitas, em 1948. Perderam a guerra e perderam terras e propriedades.

          Tentaram mais vezes, guerreando os israelitas em 1956, 67 e 73, mas perderam sempre, mais duas guerras no Líbano e duas contra o Hamas.

          A boçalidade arabesca, duma pertinácia impressionante, nunca cedeu, a não ser uns acordos intergovernamentais entre o Egipto, a Jordânia e Israel. Mas isso são os governos árabes mais moderados e conciliadores. Não é a vontade do povo árabe. Israel sabe isso e não cede, enquanto não houver outra solidez de vontades e compromissos…

          3- “Hoje os palestinianos estão dispostos a aceitar menos do que isso: só querem as fronteiras de 1967 (a terceira imagem), o que o governo israelita não aceita.”

          O problema é muito mais complexo que isso, Carlos Cardoso!

          Há 3 problemas cruciais entre palestinianos e israelitas, que impedem um acordo…

          Há muita casmurrice do lado palestiniano…
          …Mas não estou ciente da boa-vontade israelita…

          • carlos cardoso

            A destituição do primeiro-ministro Haniyeh pelo presidente Abbas (em Junho de 2007, não 2006) teve os seus motivos, entre os quais a retenção por Israel de milhões de dólares por mês de impostos devidos à autoridade palestiniana, o boicote por parte dos Estados Unidos e da União Europeia e sobretudo o facto de o Hamas estar a substituir todos os funcionários a todos os níveis, incluindo juízes e agentes da polícia, por pessoas da sua confiança (o que conseguiu na faixa de Gaza mas foi travado na Cisjordânia).

            É verdade que em ambiente de eleições livres e de liberdade política, os fundamentalistas islâmicos tendem a ganhar as eleições, como aconteceu com
            Morsi no Egipto e a Enhhada na Tunísia (e já agora também com Erdogan na Turquia, que não é árabe), mas na Tunísia já não foram os islâmicos que
            ganharam as segundas eleições e o mesmo poderia acontecer na Palestina (embora eu não meta a mão no fogo…)

            Eu sei que o problema é mais complexo. O que eu quis dizer é que se Israel aceitasse como princípio o retorno às fronteiras de 1967, os outros problemas cruciais (retorno dos refugiados e estatuto de Jerusalém) seriam resolvidos.

            Quanto à segurança de Israel, lembro que os países árabes já propuseram garanti-la a troco da solução do problema palestiniano.

          • João Pedro Moura

            CARLOS CARDOSO disse:

            1- “É verdade que em ambiente de eleições livres e de liberdade política, os fundamentalistas islâmicos tendem a ganhar as eleições, como aconteceu com
            Morsi no Egipto e a Enhhada na Tunísia (e já agora também com Erdogan na Turquia, que não é árabe), mas na Tunísia já não foram os islâmicos que
            ganharam as segundas eleições e o mesmo poderia acontecer na Palestina…”

            a) O Erdogan turco não é “fundamentalista”, nem o seu regime o é, nem o islamismo turco tem nada a ver com a boçalidade arabesca…

            b) Os islâmicos tunisinos não ganharam as segundas eleições porque nada tinham a oferecer ao povo, além da retórica do islamismo e porque houve uma grande queda do turismo, receita essencial para a Tunísia, pelo que, os islamitas do Ennahda “baixaram a bolinha” e moderaram-se, pois a sua agressividade deu rapidamente uma grave crise de receitas…

            E moderaram-se tanto que nem apresentaram candidato às presidenciais…

            Significativo da sua inoperância…

            E é também significativo que os tunisinos tenham compreendido isso…

            Honra lhes seja feita, porque é o primeiro povo árabe a compreender o caráter nefasto do fundamentalismo…

            Também não é por acaso que é o país árabe mais liberal…

            2- “Eu sei que o problema é mais complexo. O que eu quis dizer é que se Israel aceitasse como princípio o retorno às fronteiras de 1967, os outros problemas cruciais (retorno dos refugiados e estatuto de Jerusalém) seriam resolvidos.”

            O problema é que os outros problemas não “seriam resolvidos”, a partir da posição reivindicativa do regresso dos refugiados… de 1948 e seguintes…

            O estatuto de Jerusalém oriental… é capaz de ser uma casmurrice… israelita…

            3- “Quanto à segurança de Israel, lembro que os países árabes já propuseram garanti-la a troco da solução do problema palestiniano.”

            Os “países árabes” nada têm a garantir quanto à segurança de Israel. Só estes é que a garantem…

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