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  • 18 de Abril, 2015
  • Por Carlos Esperança
  • Religiões

Eu também…

Livro póstumo do diretor do Charlie Hebdo defende o direito de gozar com qualquer religião

Charb, que foi assassinado nos ataques de janeiro, critica tanto o paternalismo da esquerda como a atitude de políticos como Sarkozy, que “libertam” o racismo.

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Livro póstumo do diretor do Charlie Hebdo defende o direito de gozar com qualquer religião

FOTO REUTERS

“Carta Aberta aos Vigaristas da Islamofobia que Fazem o Jogo dos Racistas.” É este o título de um curto livro escrito por Stéphane Charbonnier (mais conhecido como Charb), que foi direto do jornal satírico Charlie Hebdo aé ao dia 7 de janeiro, quando dois radicais islâmicos o assassinaram durante um ataque a tiro em que morreram igualmente outras onze pessoas. Publicado agora, meses depois desse ato terrorista que comoveu e indignou o mundo inteiro, o livro soa no mínimo profético.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/livro-postumo-do-diretor-do-charlie-hebdo-defende-o-direito-de-gozar-com-qualquer-religiao=f920391#ixzz3XfJuF7si

7 thoughts on “Eu também…”
  • K.

    • Carlos

      Isto são coisas que passam só pela tua cabeça de ateu. Aliás, isso tem uma justificação lógica: de certeza absoluta e sem margem mínima de erro, o número de ateus pedófilos é umas 200 vezes maior do que o de clérigos pedófilos (em Portugal será cerca de 800 vezes maior), logo esta observação é uma manifestação da tara dos ateus.

      • K.

        Mas que grande entendido em estatística. Vejo que a Casa Pia te proporcionou uma educação esmerada.

  • Carlos

    O culto dos mortos feito pelos ateus é um espectáculo.

    Agora já há mortos ateus a escrever livros… pois nunca se constou que o tivesse escrito em vida (nem tinha grande capacidade para isso!):

    • Frei Bento

      Caríssimo irmão em Cristo, essa gentalha ateísta não passa de um reles bando de macacos de imitação. Lã porque Deus Nosso Senhor permite que haja quem faça milagres depois de morto, e até houve um que sofria da doença de Parkinson e nunca se curou, mas curou uma freira que sofria da mesma doença, mas só a curou depois de estar morto, o milagreiro, eis que aparece um reles ateu a escrever um livro depois de ter levado uns balázios na chifradura. O que eles queriam, esses ateus, era serem, também eles, beneficiários de milagres. Era o que faltava! Milagres, só para os crentes. E nem para todos, que isto não é a sopa dos pobres.
      Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

  • Oscar

    ” O veneno radica no coração dos homens»

    Albert Camus

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