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Não me parece o melhor caminho

Áustria aprova reforma polémica em lei que regulamenta o islamismo

Lei proíbe investimentos estrangeiros em mesquitas e gera críticas de muçulmanos.

Da BBC

O parlamento da Áustria aprovou nesta quarta (25) mudanças polêmicas em uma lei centenária que regulamenta o islamismo no país.

Um dos objetivos da reforma é coibir o islamismo radical. Por isso, ela veta, por exemplo, o financiamento estrangeiro de mesquitas ou de imãs (líderes religiosos). No entanto, a nova lei também amplia a segurança jurídica aos muçulmanos que vivem no país.

A aprovação das mudanças gerou protestos entre a comunidade muçulmana, que é numerosa no país – 7% da população, segundo dados de 2013.

Criada em 1912, a Lei do Islã tornava o islamismo uma religião oficial da Áustria e, na época, chegou a ser considerada um “modelo” para a Europa na forma de inclusão dos muçulmanos. Isso permitiu que eles ganhassem os mesmos direitos de católicos e judeus, tais como poder aprender sobre sua religião em escolas do Estado, por exemplo.

O Ministro da Integração da Áustria, Sebastian Kurz, defendeu as reformas, mas alguns líderes muçulmanos dizem que elas não os tratam com igualdade diante das outras religiões.

Ainda assim, algumas mudanças foram consideradas positivas pelos seguidores do islamismo. De acordo com a reforma, muçulmanos poderão, por exemplo, faltar ao trabalho em feriados religiosos sem receber punição e têm liberdade de orientação espiritual quando forem servir o Exército.

Por outro lado, quem é contrário à mudança diz que a proibição de investimento estrangeiro é algo “exclusivo” para muçulmanos, já que católicos e judeus não têm de seguir as mesmas regras.

Eles dizem a nova lei reflete uma desconfiança generalizada em relação aos muçulmanos e alguns estão pensando em contestá-la no tribunal.

Controle externo
O ministro Kurz disse à BBC que as reformas foram um “marco” para a Áustria e têm como objetivo acabar com a influência política de certos países muçulmanos que usam os meios financeiros para isso.

“O que queremos é reduzir a influência política e controle externo. Queremos dar ao Islão a oportunidade de se desenvolver livremente dentro de nossa sociedade e de acordo com os nossos valores comuns europeus”, disse.

Kurz também fez questão de reforçar que a reforma não foi uma reação aos recentes ataques perpetrados por extremistas islâmicos na França e na Dinamarca.

No entanto, a nova lei do país despertou reações diversas de muçulmanos pelo mundo, com o chefe de relações religiosas da Turquia, Mehmet Gormez, deixando clara sua insatisfação na última terça-feira.

“A Áustria vai regredir 100 anos em liberdade com essa reforma da lei do Islã”, disse Gormez, segundo a agência de notícias estatal Anadolu.

Quase meio milhão de muçulmanos vivem na Áustria hoje em dia, cerca de 7% da população – muitos deles têm origem turca ou bósnia.

41 thoughts on “Não me parece o melhor caminho”
  • Zeca Portuga

    Ora. Nós católicos fizemos muito melhor. Convertemos as mesquitas em igrejas e corremos com a população judaica e muçulmana.

    • Oscar

      Sim, mas fizemos tudo isso abençoados por Jesus Cristo.

      • AntonioFernando

        É verdade que tudo o que o estado islâmico está a fazer, já nós fizemos, mas não se esqueçam que os nossos santos papas são infalíveis e, por isso, foi muito bem feito para os infiéis.

      • Oscar

        “Sim, mas fizemos tudo isso abençoados por Jesus Cristo”

        Este comentário não fui eu que o fiz.

        • Oscar

          Estava a brincar, claro que fui eu.
          Voltando ao assunto. Evidentemente que, se voltássemos ao poder, tornávamos a fazer o mesmo que o estado islâmico faz agora.
          Mas como nos tiraram o poder, temos de fingir que somos muito bonzinhos.
          Enfim, nós, católicos, somos assim mesmo. Vivemos de mentiras e enganos.

          • Zeca Portuga

            Sim, mas quando mentimos, mentimos em nome de nosso senhor. Fica tudo muito mais santo. O que importa são as aparências. Os princípios morais são uma treta, para enganar os incautos. Na verdade fazemos tudo o que nos dá na gana. Mas disfarçamos, escondemos, fingimos e se for preciso dizemos que foi nosso senhor que mandou.

          • Oscar

            “Estava a brincar, claro que fui eu.
            Voltando ao assunto. Evidentemente que, se voltássemos ao poder, tornávamos a fazer o mesmo que o estado islâmico faz agora.
            Mas como nos tiraram o poder, temos de fingir que somos muito bonzinhos.
            Enfim, nós, católicos, somos assim mesmo. Vivemos de mentiras e engano”

            Este comentário não fui eu que o fiz

          • Oscar

            Claro que fui.
            Graças a nosso senhor e a santa Restituta posso continuar a enganar o pessoal.
            Até tenho o apoio de ateus, como o Moura, o mata-mouros que baixa a cerviz perante a cruz de nosso senhor Jesus Cristo, fingindo que não sabe o blog está a ser boicotado por um santo católico e ainda mandando bocas a quem reaja contra isso.
            O Moura está quase. quase, a ponto da conversão.
            Para já serve apenas de serviçal dos santos tamplários.
            Faz invectivas contra os muçulmanos, crianças incluídas mas diz que quem reaja contra os trolls cristãos é igual a eles. Porque o verdadeiro ateu é o ateu que sofre em silêncio e dá a outra face aos santos cruzados. Esse sim, é o verdadeiro ateu.
            Mias um bocado e ganha as esporas de templário.
            Um bocadinho só.

          • Oscar

            “Claro que fui.
            Graças a nosso senhor e a santa Restituta posso continuar a enganar o pessoal.
            Até
            tenho o apoio de ateus, como o Moura, o mata-mouros que baixa a cerviz
            perante a cruz de nosso senhor Jesus Cristo, fingindo que não sabe o
            blog está a ser boicotado por um santo católico e ainda mandando bocas a
            quem reaja contra isso.
            O Moura está quase. quase, a ponto da conversão.
            Para já serve apenas de serviçal dos santos tamplários.
            Faz
            invectivas contra os muçulmanos, crianças incluídas mas diz que quem
            reaja contra os trolls cristãos é igual a eles. Porque o verdadeiro
            ateu é o ateu que sofre em silêncio e dá a outra face aos santos
            cruzados. Esse sim, é o verdadeiro ateu.
            Mias um bocado e ganha as esporas de templário.
            Um bocadinho só.”

            Este comentário foi o molocho que o fez.

          • Oscar

            “Estava a brincar, claro que fui eu.
            Voltando ao assunto. Evidentemente que, se voltássemos ao poder, tornávamos a fazer o mesmo que o estado islâmico faz agora.
            Mas como nos tiraram o poder, temos de fingir que somos muito bonzinhos.
            Enfim, nós, católicos, somos assim mesmo. Vivemos de mentiras e enganos”

            Este comentário não fui eu que o fiz.

    • Zeca Portuga

      Está bom de ver que este blog necessita da minha presença… vai daí o Baal (Mocho-Baal), comenta com o meu nome, dada a falta de crédito e a conhecida desonestidade que o nome dele aqui goza.

      Estou convencido que é muito fácil de perceber quais são os comentários que não são de minha autoria.

      Vossemecê, reco Baal, continue a grunhir, a fossar e a fazer bolinas na pia – isso é tipíco dos porcos que são ateístas, irracionais e indecentes.

  • HAMONBAAL

    Tiraram-me o pio.

    • Oscar

      Este comentário fui eu que fiz.
      Deus nosso senhor autoriza os católicos a mentir para fazer dos ateus baratas tontas.

      Se não acreditam, vejam a história da igreja, com as falsas decretais e a falsa doação de Constantino etc.
      Ou a própria bíblia. Tudo aquilo é tão verdadeiro como o falso nick que eu uso para imitar o molocho.
      Nós católicos, temos de fazer estas figuras. Um bocado tristes, mas é a única maneira. Porque no campo argumentativo somos logo arrumados e não damos luta.

      • Oscar

        “Este comentário fui eu que fiz.
        Deus nosso senhor autoriza os católicos a mentir para fazer dos ateus baratas tontas.

        Se não acreditam, vejam a história da igreja, com as falsas decretais e a falsa doação de Constantino etc.
        Ou a própria bíblia. Tudo aquilo é tão verdadeiro como o falso nick que eu uso para imitar o molocho.
        Nós
        católicos, temos de fazer estas figuras. Um bocado tristes, mas é a
        única maneira. Porque no campo argumentativo somos logo arrumados e não
        damos luta.”

        Este comentário não fui eu que o fiz.

  • HAMONBAAL

    Pois eu continuo reduzido à minha insignificância.

    • Oscar

      É o mal de roubar o ncik ao molocho.
      Posso copiar o nome e a imagem, mas depois não tenho bitátá para acompanhar a conversa dele.
      O que vale é que muitos ateus fingem que não percebem que um santo cruzado está a boicotar o blog deles e ainda se dão ao luxo de mandar bocas aos poucos que reagem.
      Santos são esses ateus.
      São como os kapos judeus de Auschwitz, que só eram violentos contra os camaradas presos e os aconselhavam vivamente a irem mansinhos para a câmara de gás.

      • Oscar

        “É o mal de roubar o ncik ao molocho.
        Posso copiar o nome e a imagem, mas depois não tenho bitátá para acompanhar a conversa dele.
        O
        que vale é que muitos ateus fingem que não percebem que um santo
        cruzado está a boicotar o blog deles e ainda se dão ao luxo de mandar
        bocas aos poucos que reagem.
        Santos são esses ateus.
        São como os
        kapos judeus de Auschwitz, que só eram violentos contra os camaradas
        presos e os aconselhavam vivamente a irem mansinhos para a câmara de
        gás.”

        Este comentário não fui eu que o fiz.

  • Guest

    No geral um bom artigo.

  • João Pedro Moura

    CARLOS ESPERANÇA disse:

    1- “Um dos objetivos da reforma é coibir o islamismo radical. Por isso, ela veta, por exemplo, o financiamento estrangeiro de mesquitas ou de imãs (líderes religiosos).”

    Não acho bem. Compreendo que se reaja contra a turba islâmica e se aplique medidas preventivas, mas os financiamentos externos e relações externas, em benefício de entidades nacionais, deve ser considerado normal e aceitável.

    Tudo depende de quem é financiado…

    Se o Estado aceita as organizações islâmicas e respetivas mesquitas, não há razão para proibir o financiamento externo, que geralmente é traduzido por apoio à construção de mesquitas…

    …Tal-qualmente a Igreja católica, com sede no Vaticano, ou qualquer outra estrangeira, também pode financiar a sua congénere austríaca.

    Já para não referir os judeus e eventuais apoios de entidades judaicas externas…

    Se as autoridades austríacas entenderem ou descobrirem que está formada uma hedionda escumalha islâmica, na mesquita A ou B, ou com o clero A ou B, aí nem sequer os deve tolerar, proibindo-os ou encarcerando-os por banditismo, e expulsando sempre quem não estiver naturalizado…

    …E proibindo os imigrantes islâmicos de se instalarem no país, resolvendo (parte de…) o problema logo à partida…

    Instituindo leis discriminatórias aplicáveis a quem já vive, trabalha e está naturalizado, é que não está correto, civicamente falando, como é o caso da questão do financiamento externo das mesquitas e do clero dirigente.

    Partindo do princípio de que os muçulmanos austríacos são, sobretudo, imigrantes bósnios inofensivos…

    2- “De acordo com a reforma, muçulmanos poderão, por exemplo, faltar ao trabalho em feriados religiosos sem receber punição e têm liberdade de orientação espiritual quando forem servir o Exército.”

    Errado, novamente.

    O “feriado” muçulmano semanal é a sexta-feira. Como é?! Os alunos e os trabalhadores islâmicos poderão faltar às aulas e ao trabalho, à sexta-feira?!

    Claro que não! Sob pena de se instituírem privilégios inadmissíveis, que vão prejudicar, seriamente, a carreira escolar e o bom desempenho dos profissionais.

    Numa perspetiva laica, os “feriados” religiosos, instituídos pelo Estado, nem deviam existir, porque a religiosidade é um assunto privado e não público, logo são improcedentes os privilégios adredes, pois iriam prejudicar os outros ou certas profissões e profissionais, obrigando-os a compensarem o trabalho dos faltosos, ou prejudicando, significativamente, o bom desempenho do serviço.

    Isto não invalida que os religionários, pretendentes a este ou àquele privilégio religioso, não possam fazer acordos com as entidades patronais, nesse sentido.

    Mas, qualquer acordo, não pode ser feito às custas de quem não segue essa religião ou nenhuma, sob pena de estar a prejudicar uns para beneficiar este ou aquele religionário.

    Se é costume, num país “cristão”, trabalhar-se à sexta-feira, então, os muçulmanos, que lá trabalham, deverão submeter-se a essa prática de trabalho e de folga; tal-qualmente um “cristão” se deverá submeter à prática de trabalho ao domingo, num país muçulmano…

    SEBASTIAN KURZ disse:

    “O que queremos é reduzir a influência política e controle externo. Queremos dar ao Islão a oportunidade de se desenvolver livremente dentro de nossa sociedade e de acordo com os nossos valores comuns europeus”

    Se o Kurz vai por esse caminho de redução de “influências políticas e controle externo”, deverá começar pela “redução” da influência e diretivas da União Europeia, na Áustria; do afastamento do núncio apostólico, em Viena, e do corte de relações diplomáticas com o Vaticano…

    Essa agora! No mundo e nas relações externas, tudo influencia tudo!…

    Qual é o problema?! “Desenvolver livremente” não é condição para a “proibição de influência e controlo externo”…

    …Frequentemente até é o contrário! Tudo depende dessas influências e controlos…

    …E, sobretudo, tudo depende de quem está a ser financiado…

    A linha demarcadora é o que separa a liberdade do liberticídio, a respeitabilidade cívica e tolerância pelo diferente e a irrespeitabilidade intolerante e minaz de grupos liberticidas…

    • JoseMoreira

      O grande problema, JPM, reside numa palavra: tolerância. No meu entender, a tolerância deve exercer-se num contexto de reciprocidade; mas o que nós vemos é que os fanáticos exigem a tolerância num só sentido. De preferência, no sentido em que os beneficia. O mesmo acontece, aliás, com o conceito de “democracia”.
      E repara que, quando digo “fanáticos”, não me refiro, apenas, a fanáticos desta ou daquela religião. Fanáticos, ponto. Há quem seja fanático por um clube, ou quem seja fanático CONTRA qualquer coisa. Conheces, certamente, os anti-comunistas primários, ou os anti-ateístas primários. São “anti”, porque sim.
      Quando o fanatismo entra em acção, a razão desfalece.O problema é que nunca sabemos onde pode estar o fanatismo “anti”: pode estar numa mesquita ou num blogue. Diz o povo que cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém; e o governo austríaco pode estar a tomar cautela e caldos de galinha.
      Por outro lado, o excesso de tolerância pode ser danoso. Também é o povo que diz que “quem o inimigo poupa, às mãos lhe morre”. Se o administrador deste blogue tivesse, na devida altura, tomado em conta estes dois provérbios, talvez este portal não tivesse chegado ao estado a que chegou.
      Graças ao fanatismo “anti”.

      • Molochbaal

        OOOOOHHHHH!!!!!

        Acabaram os argumentos ao Josemoreira!!!!

        Coitadinho!

        Nada como pessoalizar a questão como último recurso não é ?

        Agora devo fazer o quê ? Comentários às suas entradas de cabelo ?

        • Oscar

          Não fui eu que fiz este comentário…

          • Oscar

            “Não fui eu que fiz este comentário…”

            Não fui eu que fiz este comentário.

      • João Pedro Moura

        JOSÉ MOREIRA disse:

        1- «…mas o que nós vemos é que os fanáticos exigem a tolerância num só sentido. De preferência, no sentido em que os beneficia. O mesmo acontece, aliás, com o conceito de “democracia”»

        Pois é, Zé! E verificamos um certo capitulacionismo, nos governos e comunicação social ocidentais, para com a hedionda escumalha islâmica…

        Em nome do antirracismo, dos direitos humanos e demais constrangimentos sentimentais, tolera-se demasiado o estabelecimento de comunidades islâmicas, que não passam de carcinomas, que corroem o tecido social, consumindo muita “segurança social” e “segurança”…

        2- «Conheces, certamente, os anti-comunistas primários, ou os anti-ateístas primários. São “anti”, porque sim.
        Quando o fanatismo entra em acção, a razão desfalece.(…) e o governo austríaco pode estar a tomar cautela e caldos de galinha.»

        a) Conheço os anti-ateístas primários deste sítio. Como não têm grande argumentação contra os ateus, pois que ou já não são católicos ou custa-lhes renegarem os últimos pingos da sua credulidade cristã ou meramente teísta, dedicam-se a lançar objurgatórias irracionais, deturpadoras e caluniosas contra o ateísmo e os ateus, ou tentando aproveitar algumas falhas argumentativas dalgum ateu, que também há, increpando-o odiosamente…

        b) Quanto á “cautela e caldos de galinha” do governo austríaco, bem, trata-se de medidas descaradamente anti-islâmicas e discriminatórias. A nível da igualdade entre os cidadãos, não sei como defendem a nova lei, mas se querem conter a ameaça islâmica, investiguem-nos, inquiram sobre a opinião de tal gente, verifiquem o grau de criminalidade, etc…. e depois falamos… e depois poderão agir em conformidade…

        3- «Por outro lado, o excesso de tolerância pode ser danoso. Também é o povo que diz que “quem o inimigo poupa, às mãos lhe morre”. Se o administrador deste blogue tivesse, na devida altura, tomado em conta estes dois provérbios, talvez este portal não tivesse chegado ao estado a que chegou.
        Graças ao fanatismo “anti”.»

        O administrador deste blogue, o Carlos Esperança, não tem grande jeito para administrador, pois que é raro ele ler os comentários, como ele costuma ufanar-se, o que denota um grande desprezo pelos comentadores e pela opinião dos outros. Sobretudo, esta última. O que é uma grande indignidade da parte dele. Ao não ler os comentários, nem se apercebe dos erros que comete e das correções que deveria fazer. A arrogância de pedestal dá nisto…

        Por outro lado, o conhecido crédulo, heteronimista metastático, que frequenta este blogue, à falta de bons argumentos da sua igreja (?!…) e das suas credulidades, está pior da cabeça, enveredando por usurpações de nomes, tentando lançar a confusão e acabando por provar do veneno que exalou…

        Veneno esse que, infelizmente, está disseminado, tornando esta caixa de comentários numa espécie de caixa de lama para lutas entre energúmenos…

        • Frei Bento

          Caríssimos irmãos em Cristo João Pedro Moura e José Moreira, eu vos abençoo.
          Permiti que vos diga que estais a ser cruéis para com o pobre irmão Oscar-o-sem-acento, mas outra coisa não era de esperar de dois ateus compulsivos. É da doutrina de Cristo Nosso Senhor nunca bater num homem caído. E embora Ele nunca se tenha pronunciado sobre isso, a verdade é que nunca bateu em homens caídos , e mesmo aquela cena dos vendilhões, não consta que algum deles estivesse rojado pelo chão, como está, infelizmente, o nosso irmão supra-citado. Vós, que pensais que o irmão Oscar-sem-acento, Oscar para os amigos, está a desbundar, atendei que ele apenas está a lançar a toalha ao chão. Acabados, porque decorados, os eloquentes textos tão diligentemente baixados da net, esgotou-se a “capacidade argumentativa” do pobre coitado. Sem possibilidade de argumentar, vencido pela lábia ateísta, ao Oscar nada mais resta do que chafurdar no fundo aonde se remeteu, e desfrutar o seu transtorno esquizoafectivo. Coitado, como se já não lhe bastasse o fanatismo cristão…. Eu, que tinha expectativas de vos ver derrotados por uma verve que se sugeriu elevada, acabrunho-me e cabisbaixo-me com a derrota sofrida. Que não me dói. pois Jesus Nosso Senhor sofreu muito mais. Mas tenho medo. Ao ler a imprensa, receio que o mundo acabe dividido em três metades: chineses, ateus e islâmicos. E pergunto-ne o que vai ser de nós, pobres cristãos, Oscar incluído.
          Vou voltar a recomendá-lo nas minhas orações, seja o que Deus quiser.Pior não lhe pode acontecer.
          Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

  • HAMONBAAL

    Já não consigo ser eu próprio.

  • Deus Gay

    Anda aí um miudito que ainda não se cansou de teclar “este comentário não é meu”. O que será que ele quer dizer? Hummmm…. estranho, muito estranho, alguém andar sempre a justificar-se. Se calhar leva tau-tau da mamã, ou do senhor priôr, se por aqui alguém escreve algo em seu nome.

  • HAMONBAAL

    Ninguém me liga, sinto-me existencialmente despedaçado.

  • Ah Pois

    O João Pedro Moura e o José Moreira necessitam abrir os olhos.

    Quando os ateus começam a pensar (se é que têm capacidade para isso), acabam assim:

    http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=178400

  • Ah Pois

    Quem desdenha quer comprar…

    Tanta negação cheira a recalcamento e a um desejo louco de ser crente.

    Um dia destes a noticia será igual à do video:

    Ela achava que não tinha fé. Mas a vida do Papa Francisco inspirou-a a escrever-lhe uma carta. Os ateus não imaginavam é que mudariam a vida. Na noite de 4 de Abril, sábado santo, o Papa Francisco vai confessar os ex-ateus Carlos Esperança, João Pedro Moura e José Moreira, no Vaticano. –

    See more at: http://vmais.rr.sapo.pt/default.aspx?fil=886628#sthash.pnuCvkWV.dpuf

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