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  • 17 de Dezembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Islamismo

Crimes sectários da fé contra a instrução

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24 thoughts on “Crimes sectários da fé contra a instrução”
  • Molochbaal

    Excelente exemplo do facto de a esmagadora maioria das vitímas do terrorismo islãmico radical serem outros islãmicos mais moderados.

    O que infere que a maioria dos inimigos do radicalismo islãmico são outros islãmicos mais moderados.

    Pelo que é um insulto provocatório e descabido tratar todos os islâmicos como “hediondos”.

    Aliás, durante quase toda a nossa hsitória, nós ocidentais, fomos tão hediondos como os radicais islãmicos actuais.

    Ainda hoje há entre nós quem apregoe o ódio aos outros povos.

    A quem servirão estas botas ?

    • Molochbaal

      Talvez estas…

      • João Pedro Moura

        Ai que horror de botas, Molochbaal!
        Que tristes figuras andaste a fazer…

        Devem ser as Dog Martens, ou do Cão Martins ou as Doc Mastins, ou coisa parecida…

        Não será melhor aplicar-lhes um tratamento …”islâmico”, isto é, decapitá-las e queimá-las?

        Ou vais contar com elas, para a cruzada anti-islâmica que teremos de preparar?…

        • Molochbaal

          Pois eu acho-as muito fofas.
          De qualquer maneira, com ou sem botas, a tua visão anti-imigração não se distingue em nada da de quem as usa.

  • João Pedro Moura

    A hedionda escumalha islâmica cometeu a sua maior facécia, até hoje, no Paquistão: invasão duma escola, frequentada por filhos de militares, e fuzilaria geral de tudo o que mexesse. Cômputo: 132 mortos, entre crianças e professores.

    Como é possível a besta islâmica ter a conceção de matar tudo, mesmo que sendo, também, pessoas islâmicas?! É possível, pelos vistos…

    Nada é impossível para estes nefandos trogloditas, esta subespécie de gente, geneticamente atávica e geneticamente impossível de progredir na sociedade, que, para se vingarem das ações militares, no noroeste paquistanês, donde é oriunda a Malala, não acharam melhor maneira do que assassinarem filhos de militares, a granel…

    Do género: “ai vós andais a perseguir e guerrear a nossa escumalha? Então, vamos vingar-nos, fuzilando e bombardeando os vossos filhos, na escola”…

    Que moral, que conceitos, que respeitabilidade, que sentido de justiça tem uma caterva de energúmenos, pretendentes à instauração dum Estado, portanto, pretendentes à instauração dum regime de justiça e de organização político-social, mas que matam, atrozmente, os filhos de militares?!

    Como é possível esta gentalha facinorosa ter apoio popular?!

    Quem leu o livro da Malala, como eu li, ficou a saber como é que estas seitas monstruosas se vão dispondo no terreno e conquistando, a pouco e pouco, apoios populares, a ponto de ditarem regras de comportamento, local e regional, a ponto de inibirem as raparigas de irem à escola ou de andarem na rua ou de se vestirem mais à vontade, conquistarem autarcas e outros figurões importantes da área, sem que a populaça temerosa e seus dirigentes os corram à vassourada e a tiro…

    O apoio à execração talibanesca vem do povo, de povos, de locais e regiões, independentemente de financiamentos espúrios…

    Quem é que pode apoiar seitas de assassinos crueis e ansiar para que, um dia, alcancem o poder político e instaurem um regime aflitivamente reacionário e tresloucado, sem paralelo na História contemporânea???!!! E é preciso recuar muito na História, para se descobrir regimes semelhantes, na cristandade, onde “o outro” é vilipendiado e execrado mortalmente…

    Regimes históricos esses, enfim, há muito ultrapassados pela civilização liberal e democrática e pela respeitabilidade cívica, normal entre gente normal.

    Mas se a vertente mais tresloucada do islamismo, os talibans, é residual na Europa, os seus arautos, mesmo que noutras versões menos tresloucadas, exabundam na Europa, nos países árabes, no Médio Oriente, enfim, por toda a parte onde estas comunidades infestantes se instalam…

    Um povo que se vai deixando enredar nas teias viscosas das trevas islâmicas, é um povo medroso, emocionalmente perturbado e sem personalidade vincada, facilmente manipulável e ávido de manipulação e “segurança”, que tais díscolos infundem, com a sua “ordem nova” de “pureza” e totalitarismo islâmicos…

    Em cada mulher que se vela, isto é, em cada mulher, aparentemente pacatas e cordatas, que se veda ao outro, que se tapa às impurezas do mundo e se reclui no recato da sua “decência” islâmica; em cada mulher que prega, aos filhos pequenos, o ódio ao outro, aos ocidentais que os acolhem na imigração e na segurança social de que vivem muitos e, sobretudo, muitas delas no ocidente, está uma fautora de totalitarismo e de liberticídio.

    Em cada homem e mulher islâmicos que procriam, na imigração europeia, 3 e 4 filhos, em taxas duplas e triplas da natalidade autóctone, estão sementes de ódio e de terrorismo, que chegarão a 20 ou 30% da população, em países como o Reino Unido, a França, a Holanda e a Bélgica, em meados deste século e a 50%, nos finais do século, num cenário de pesadelo insuportável.

    Vós já imaginastes a existência de metade da população, de religião islâmica, em boa parte da Europa?

    Será algo de consequências inimagináveis, mas que poderão levar os genuínos europeus, depois de futuras guerras civis, sem paralelo na História, a encetarem uma solução final e desesperada, para o problema da peste islâmica, uma peste inflexível, tenebrosa, indomável, uma gente que não quer integrar-se na vida normal dos países de acolhimento, que vão conquistando bairros inteiros no Reino Unido e na França, levando as autoridades e os autóctones a intervirem cada vez menos nas áreas infestadas, naquela sensação de “já não vale a pena” e “é deixá-los”, com consequências crescentemente dramáticas para os orçamentos públicos, cada vez mais pesados com tais turbas, nos pontos sobre segurança social e a própria segurança geral.

    Em França, cerca de 60% dos presos são islâmicos, numa percentagem elevadíssima, em relação aos apenas cerca de 10% de maometanos na população total. Nos outros países europeus, deste tipo de imigrantes, deve ser igual, porque a peste é a mesma…

    Há centenas de islamitas terroristas presos em França, Itália, Espanha, Reino Unido, Alemanha, que, felizmente os serviços secretos ocidentais, nos últimos anos, foram prendendo por atentados ou preparação dos mesmos. Esses terroristas ainda vão sendo presos, porque não têm qualquer hipótese de prosperarem no mundo ocidental.
    Uma vaga de violações de mulheres norueguesas tem sido causada pelos energúmenos maometanos, que lá estão acolhidos, pela simpatia e solidariedade nórdicas. Em Malmo, terceira cidade sueca, aquilo parece ser cada vez mais um território islâmico, com inúmeras depredações e motins, há tempos, em escolas e outros locais.

    Mas, e os outros? A populaça reles das mulherezinhas veladas e seus homens patronais, mais as criancinhas tenrinhas que a estirpe viral vai segregando?

    Essa gentalha é uma força social e política crescente, e chegará um dia em que não haverá polícias suficientes para contê-los…
    Mormente o seu voto…

    Aonde é que isto vai parar?

    • GriloFalante

      JPM escreveu: Vós já imaginastes a existência de metade da população, de religião islâmica, em boa parte da Europa?”
      Eu já imaginei. Já imaginei, e já escrevi (noutro local) que esses seres nascidos nos países que acolheram os seu progenitores, passam a ser cidadãos desses países. Com os mesmos direitos, incluindo o de eleger e ser eleito. É preciso dizer mais?

      • João Pedro Moura

        GRILOFALANTE disse:

        “Já imaginei, (…) que esses seres nascidos nos países que acolheram os seu progenitores, passam a ser cidadãos desses países. Com os mesmos direitos, incluindo o de eleger e ser eleito. É preciso dizer mais?”

        É! É preciso dizer o que deve ser feito, nos países de imigrantes islâmicos, para conter esta ameaça civilizacional terrível…
        O que propões, meu caro GriloFalante?

        • Molochbaal

          Decapitá-los e queimá-los ?

          • João Pedro Moura

            Ó MOLOCHBAAL!

            Que cruel que tu estás!…
            Menos…

      • Molochbaal

        Caro grilo.

        Há séculos que já existe um povo europeu onde a maior comunidade religiosa é islâmica. E sim, têm os mesmos direitos, inclusive elegerem e serem eleitos.

        E não, não é o inferno na terra, é um país europeu como qualquer outro.

        http://en.wikipedia.org/wiki/Bosnia_and_Herzegovina

        É preciso dizer mais ?

        • João Pedro Moura

          MOLOCHBAAL disse:

          “Há séculos que já existe um povo europeu onde a maior comunidade religiosa é islâmica.”

          Os bósnios são descendentes dos turcos e populações islamizadas europeias.
          Não têm a agressividade de árabes e outros médio-orientais. O problema está nestes!

          Esses bósnios, como europeus, já foram “tocados” pela mentalidade dos direitos humanos e pela respeitabilidade cívica. A política domina a religião, ao contrário dos outros.

          Todavia, é preciso recordar que já houve uma guerra na Bósnia, há 20 anos, causada pelas veleidades autonómicas dos bósnios muçulmanos…
          Também estão “tocados” pelo islamismo segregacionista e discriminador… mesmo que nacionalista…

          • Molochbaal

            Caro Moura.

            Os turcos foram dos povos muçulmanos mais agressivos. Não só conquistaram a maior parte do mundo muçulmano, como por pouco não conquistaram a Europa.

            Por outro lado, dizer que os europeus não são agressivos, quando conquistaram o mundo inteiro e criaram totalitarismos como o católico, o comunista e o nazi é, pelo menos bizarro.

            Também acho muita graça que aches que o facto de os Bósnios quererem a independência seja um defeito “muçulmano”, quando, por exemplo, o nosso país passou 500 anos em guerras com os vizinhos para obter e garantir uma independência “católica”. Mas isso para ti já deve ser virtude.

            E já agora, os massacres dos Sérvios cristãos contra os bósnios que queriam a independência não foram nada agressivos. Foram massacres “amigáveis” porque praticados por cristãos.

            E por exemplo, os países Bálticos quererem a independência nos anos 90 foi o quê ? Um defeito islãmico ? Ná, como eram cristãos, quererem a independência só pode ter sido uma VIRTUDE liberal.

            Ainda não percebi onde tu queres chegar, os mesmos actos, consoantes sejam praticados por muçulmanos ou cristãos, para ti são maus ou bons.

            Pareces o Goeebels quando falava dos judeus.

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL disse:

            1- “Os turcos foram dos povos muçulmanos mais agressivos. Não só conquistaram a maior parte do mundo muçulmano, como por pouco não conquistaram a Europa.
            Por outro lado, dizer que os europeus não são agressivos, quando conquistaram o mundo inteiro e criaram totalitarismos como o católico, o comunista e o nazi é, pelo menos bizarro.”

            a) E os turcos continuam a ser agressivos e a querer conquistar populações inteiras e impor-lhes o islamismo???!!!…

            b) Quem é que disse que os europeus não foram agressivos???!!!…
            Será que ainda andam pelo mundo a guerrearem povos e a impor-lhes a mentalidade… cristã???!!!…

            2- “Também acho muita graça que aches que o facto de os Bósnios quererem a independência seja um defeito “muçulmano”, quando, por exemplo, o nosso país passou 500 anos em guerras com os vizinhos para obter e garantir uma independência “católica”.”

            Lá andas tu nas comparações anacrónicas e desconexas…
            Os bósnios são uma entidade croata, “muçulmana” e sérvia, e não se entenderam com a reorganização do esboroamento do Estado jugoslavo, pegando em guerra: sérvios contra os dois outros povos.
            Ora, muçulmanos não são uma nação e falam o sérvio-croata, mas quiseram constituir-se em Estado, se necessário contra croatas e sérvios.
            Não é necessariamente um defeito, nem eu disse tal, mas regista-se a vontade de quererem ter um Estado, embora aquilo seja uma confusão, mantida por tropas estrangeiras…

            3- “E já agora, os massacres dos Sérvios cristãos contra os bósnios que queriam a independência não foram nada agressivos. Foram massacres “amigáveis” porque praticados por cristãos.”

            Isso são lutas políticas conjunturais, que nada interessam para este debate. Estamos a tratar da hediondez da mentalidade de muitos islâmicos e do perigo mundial que isso constitui…

            4- “E por exemplo, os países Bálticos quererem a independência nos anos 90 foi o quê ? Um defeito islãmico ? Ná, como eram cristãos, quererem a independência só pode ter sido uma VIRTUDE liberal.”

            O que é que isso tem a ver com a mentalidade totalitária da escumalha islâmica???!!!…

            Continuas a confundir lutas nacionalistas com as depredações contínuas da hedionda escumalha islâmica, que não são conjunturais, mas antes assumem as características duma mentalidade atávica, inflexível, altamente tacanha e opressiva.

    • Molochbaal

      Sim, tens razão.
      É inimaginável pensar que bons europeus algumas vez teriam sido capazes de queimar pessoas vivas nas nossas praças públicas.
      E os que ainda hoje desejam voltar a esses tempos, um deles aqui mesmo, que dá vivas á inquisição, nos ameaça de morte, reza para que tornes paralítico e para que a minha família, que inclui crianças e católicos morra de cancro, devem ser hediondos muçulmanos infiltrados.
      Só pode.
      Bons europeus são civilizados por determinismo genético.
      Vimos isso em Auschwitz, Holodomor e na chantagem nuclear de genocídio total destruição de toda a vida na Terra em que as grandes potências de origem europeia mantiveram o mundo até aos anos 90.
      Para ti foi há milhões de anos.
      Eu vivi grande parte da minha vida nesse mundo de terror made in europa.

      • João Pedro Moura

        Ó MOLOCHBAAL!

        Lá estás tu a confundir a mentalidade ocidental e cristã de antanho, em que (é verdade!), tais massas se assemelhavam à mentalidade atual de grande parte dos islamitas, com a mentalidade islâmica atual, mormente dos mais hediondos…

        …E um ou outro idiota cristão atual, mesmo constantes neste diário… não fazem a primavera do liberalismo moderno…

        • Molochbaal

          Deixa ver se consigo acompanhar.

          O povo europeu, durante 1600 anos foi exactamente igual ao estado islâmico, mas como começou a melhorar nos ultimos 200, só temos de fingir que os outros 1400 anos não contam para nada e clamar bem alto que os ultimos 200 provam que somos superiores.

          Claro que, mesmo nestes ultimos 200 temos de fingir que não sabemos que a maior parte do tempo os povos europeus viveram sob ditaduras de direito divino, totalitarismo comunista, fascista ou capitalismo selvagem do mais brutal. Mas para ti isso tudo são pormenores e só os crimes cometidos por muçulmanos contam para aferir a superioridade ou inferioridade moral dos povos.

          Não. Não só não consigo acompanhar, como NÃO quero acompanhar esse raciocínio.

          Não me afastei de outras ondas para isto.

          • Molochbaal

            Só uma pequena prova da superioridade moral genética do liberalismo ocidental.

            Voos da morte – Wikipédia, a enciclopédia livre

            A democracia americana andou a exportar terrorismo durante 100 anos na América Latina.

            O Isis decapita opositores. Os militares muito católicos argentinos ás ordens da CIA torturavam-nos e atiravam-nos VIVOS de aviões.

            Qual é a diferença moral ?

            Ah, é que uns são ocidentais e tal, e então não faz mal e coiso.

            TRETAS.

            Sem dúvida que NESTE MOMENTO o terrorismo islâmico é o maior problema de direitos humanos a nível mundial.

            Mas isso não prova que o tenha sido sempre, o que o seja para sempre, ou que seja um problema exclusivo ou principalmente dos povos do médio oriente – afirmar isso é RACISMO puro.

            Os liberais ocidentais e os comunistas russos europeus estiveram a um triz de exterminar toda a vida na Terra com uma guerra nuclear e querem impingir-nos que, por causa do ISIS matar uns milhares, que os povos do médio oriente têm um defeito genético qualquer que os torna mais maus que os outros.

            TRETAS!

            Só a guerra suja na América Latina incitada pelos states matou muito mais gente do que o ISIS conseguiu matar.

            Matou das formas mais porcas possíveis. Estamos a falar de torturas monstruosas, violações e tudo o que se possa imaginar.

            E isto não foi há milhões de anos, foi no tempo da minha juventude.

            Querem fazer-nos de parvos ou quê ?

          • Molochbaal

            Guerra suja na Argentina

            “O termo “Guerra Suja na Argentina” designa internacionalmente o modo habitual o regime de violência indiscriminada, perseguição, repressão ilegal, tortura sistemática, desaparecimento forçado de pessoas, manipulação da informação e terrorismo de Estado, que caracterizou a ditadura militar autodeterminada Processo de Reorganização Nacional, que governou o país entre 1976 e 1983. Vítimas da violência incluiram vários milhares de ativistas de esquerda, incluindo sindicalistas, estudantes, jornalistas, marxistas e os guerrilheiros peronistas1 e simpatizantes.2 Cerca de 10 mil desaparecidos sob a forma dos Montoneros, guerrilheiros do Exército Revolucionário do Povo (ERP) foram mortos.3 4 As estimativas para o número de pessoas que foram mortas ou “desapareceram” variam de 9.000 a 30.000!”

            “Qual foi o seu primeiro conhecimento sobre os voos da morte da Esma?.
            -Os voos foram comunicados oficialmente por Mendía (vice-almirante da Armada) poucos dias depois do golpe militar de Março de 1976. Informaram que o procedimento para a gestão dos subversivos na Armada seria sem uniforme. Foi explicado que na Armada os subversivos não seriam fuzilados, pois não se queria ter os problemas sofridos por Franco na Espanha e Pinochet no Chile. Também não se podia ir contra oPapa, mas a hierarquia eclesiástica foi consultada e foi adotado um método que a Igreja considerava cristão, ou seja, pessoas que despegam num voo e não chegam ao destino. Perante as dúvidas de alguns marinhos, foi esclarecido que os subversivos seriam atirados em pleno voo. Após os voos, os capelães tratavam de os consolar recordando um preceito bíblico que fala de “separar a erva má do trigal”.”

            Guerra Civil de El Salvador

            “A Guerra Civil de El Salvador teve um efeito devastador sobre a população do país, deixando entre 60 e 80 mil mortos – dos quais cerca de 30 mil foram assassinados -, 9.000 desaparecidos2 , além de um milhão de desabrigados e um milhão de exilados.”

            Augusto Pinochet

            “Calcula-se que o número real de mortos e desaparecidos do governo de Pinochet esteja próximo a 50.000 pessoas, entre elas estão os brasileiros Jane Vanini, Luiz Carlos Almeida, Nelson de Souza Kohl, Túlio Roberto Cardoso Quintiliano e Wânio José de Matos.23”

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL disse:

            “Sem dúvida que NESTE MOMENTO o terrorismo islâmico é o maior problema de direitos humanos a nível mundial.”

            Finalmente, que reconheces “o maior problema”!…
            Já começas a acompanhar…

            As ditaduras fascistas americanas… já lá vão, e em nada concernem ao totalitarismo islâmico, que é uma mentalidade altamente tacanha e opressiva, sem paralelo na História contemporânea…

            O islamismo político é uma estrutura mental duradoura, insidiosa, cruel e atávica; as ditaduras, que referiste, foram lutas de classes e de conceções políticas sobre a sociedade.

            Foi a dualidade capitalismo/socialismo…

            O totalitarismo islâmico é muito pior do que isso, pois que é uma mentalidade religiosa arreigada, que impregna povos e os reclui na indigência da credulidade.

            As ditaduras ocidentais foram fenómenos conjunturais, comandados pelos próceres políticos e financeiros de classes dominantes, ditaduras essas próprias de povos mais atrasados, sem grande brio em matéria de respeitabilidade cívica e liberal.

            O totalitarismo islâmico é um atavismo mental, estrutural, dificílimo de anular ou contrariar, que afeta populações inteiras…

          • Molochbaal

            “Finalmente, que reconheces “o maior problema”!…
            Já começas a acompanhar…”

            Sempre reconheci. Já o reconheci umas dez ou vinte vezes.

            Onde NÂO acompanho é que os médio-orientais tenham um “defeito genético” que os torna mais “maus” que os ocidentais.

            Isso é racismo do mais obtuso.

            Assim como é obtuso continuares a afirmar que as ditaduras ocidentais foram conjunturais, quando o totalitarismo católico durou 1400 anos, a monarquia de direito divino uns mil anos, o comunismo uns 70 anos, o capitalismo selvagem uns 100 anos, o colonialismo uns 500 anos, o fascismo 20 anos, Salazarismo 40 anos, a opressão dos USA na América latina outros 100 anos etc etc.

            É falso que tudo isto seja “conjuntural”. Antes pelo contrário, denota um comportamento consistente por parte da civilização europeia tendente à agressividade e opressão.

            O que tu estás a querer fazer é dizer é que só o que se passa neste preciso momento interessa, tentar fazer esquecer toda a história. Porque a história prova que não tens razão.

            Porque agressividade e atavismo mental apresentam TODOS os povos em diversos momentos da história.

            Hoje em dia é relativamente pior no islamismo, mas houve tempos, estamos a falar de séculos inteiros, em que o islamismo era muito menos opressor que o cristianismo europeu.

            E sim, a história NÂO é para ignorar, porque permite compreender o que está a acontecer neste momento e não demonizar povos inteiros à custa da sua ignorância.

            É essa demonização de certos povos ou religiões específicas que eu não acompanho.

            Merda todos fizemos e ainda fazemos. Não é preciso sair da Europa para encontrar atrocidades e pessoas que ainda hoje os querem fazer.

            Tu próprio, ao incitar ao ódio contra as comunidades islâmicas, é o que estás a fazer.

            Começa logo que a maior parte dos seus membros são CIDADÂOS dos países europeus.

            O que queres fazer ? Expulsar cidadãos nacionais, mesmo inocentes de qualquer crime, just in case ?

            E em que é que te diferencias do atavismo xenófobo que levou à expulsão dos judeus e muçulmanos pelo atavismo totalitário católico ou nazi que fez exactamente a mesma coisa ? E em que é que te dfiferencias do ISIS que está a fazer a mesma coisa ?

            Ah. É por seres ocidental, que estás apenas com uma crise de racismo xenófobo “conjuntural”. Nada de grave, portanto…

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL disse:

            1- “Onde NÂO acompanho é que os médio-orientais tenham um “defeito genético” que os torna mais “maus” que os ocidentais.”

            Então, se não adotam o estilo de vida, liberal e democrático, próprio da contemporaneidade, há muitos anos, e se renitem ferozmente a esse estilo de vida, é porque sofrem de atavismos… que só podem ser genéticos, senão adotariam o estilo de vida liberal e democrático.

            Num processo de aculturação, entre dois sistemas de vida, há influências mútuas, mas o sistema mais forte impõe-se naturalmente. É racional e normal. O que não o é é a renitência a tal aculturação, indiciando, assim, que há atavismos inibitórios. Se estes fossem apenas culturais, de mera mentalidade, o sistema mais forte impor-se-ia sempre, mais ou menos rapidamente, conforme a influência.

            Ora, nas etnias árabe e médio-orientais, não é apenas uma questão de diferenciação cultural ou de mera mentalidade, mas sim, pela renitência à aculturação que se vê, uma questão de atavismo genético, portanto, inflexível, e dificilmente mutável…

            2- “Assim como é obtuso continuares a afirmar que as ditaduras ocidentais foram conjunturais”

            Referia-me às ditaduras contemporâneas que focaste, americanas e europeias, decorrentes de lutas de classes e do dualismo capitalismo/socialismo, mais o inevitável nacionalismo.

            De facto, uma boa parte delas não foram conjunturais, foram estruturais, mas não têm comparação possível com o grau de totalitarismo propugnado pela hedionda escumalha islâmica.

            É isto que está em causa.

            Só podemos deparar com grau semelhante, recuando na História à época do totalitarismo católico.

            Mas este evoluiu, domado e condicionado pelo liberalismo & democracia, próprios da época contemporânea.

            O islamismo político não! Não evoluíram e mantiveram-se arreigados às suas tradições e reacionarismo.

            Basta dizer que a democracia & liberalismo triunfaram em todos os continentes e povos, mas não no “mundo” arabesco e médio-oriental.

            E mesmo nos povos islâmicos, em geral, as formalidades democráticas, apesar de existirem em vários países, dificilmente coexistem com a mentalidade político-social liberal.

            O mais avançado é a Turquia, com a Tunísia a seguir; depois, vamos imergindo cada vez mais em regimes político-sociais pseudodemocráticos, iliberais e tenebrosos…

            3- “É falso que tudo isto seja “conjuntural”. Antes pelo contrário, denota um comportamento consistente por parte da civilização europeia tendente à agressividade e opressão.”

            Isso já lá vai e não adianta nada estarmos a discutir épocas históricas, para justificar ou compreender o islamismo atual.

            Este é que é agressivo e totalitário. Numa época em que a “civilização europeia” já não o é, há muito tempo. Acrescidamente, o totalitarismo islâmico é muito pior que as ditaduras contemporâneas, cujo prazo de validade acabou. O que torna a situação atual muito mais grave…

            4- “Hoje em dia é relativamente pior no islamismo, mas houve tempos, estamos a falar de séculos inteiros, em que o islamismo era muito menos opressor que o cristianismo europeu.”

            a) É isso que interessa: a pioria islâmica! Que é que interessa, para o debate político atual, tratar dos totalitarismos de antanho???!!!

            b) O islamismo nunca foi ”muito menos opressor que o cristianismo europeu”…
            Foram semelhantes…

            5- “Começa logo que a maior parte dos seus membros são CIDADÂOS dos países europeus.
            O que queres fazer ? Expulsar cidadãos nacionais, mesmo inocentes de qualquer crime, just in case ?”

            Pois, isso é um problema… muitos são cidadãos nacionais…mas muitos não o serão…
            A política terá de insistir na expulsão de imigrantes islâmicos ilegais, coisa normal, mas que parece não se praticar muito na Europa…

            E atacar, violenta e judicialmente, as manifestações de ódio antiocidental dessa escumalha, prendendo-os e condenando-os, não os isentando de destituição da cidadania, caso enveredem por atos e ditos hediondos…

            Acrescidamente, deverá retirar-se as benesses sociais de segurança social a toda uma fauna de imigrantes, que vivem da mesma, e nunca aceitar as suas tendências para o segregacionismo sexista e ideológico…

            6- “E em que é que te diferencias do atavismo xenófobo que levou à expulsão dos judeus e muçulmanos pelo atavismo totalitário católico ou nazi que fez exactamente a mesma coisa ?”

            Que confusão de “expulsões” e ”xenofobias”! Exatamente a que te referes ou o que queres comparar?

            7- “E em que é que te dfiferencias do ISIS que está a fazer a mesma coisa ?”

            Que comparação maluca!…

            Que é que o totalitarismo reacionário, tresloucado e sanguinário do ISIS tem a ver com a minha pretensão, que visa precisamente, prevenir e combater fenómenos como esse?!…

        • Ateu sem tacho na AAP

          Tu não fechas bem a porta.

          Tu estás a imaginar o desprezo pelo Ser Humano, a desumanização, a falta de solidariedade e respeito pelas pessoas que hoje se faz sentir no Ocidente, incluindo no nosso país?

          Nós regredimos a um séc. XV ou XVI, não mais.
          Não venhas com a treta da democracia, da liberdade, da constituição. Tudo isso é merda para tapar os olhos a gente estúpida.
          No meu bairro conheço 12 idosos acamadas, desprezados pela familia, que passam todos os dias sozinhos, sem ninguém que lhes dê um simples copo de água, enquanto os familiares vivem em locais de luxo, sem quais problemas.

          Sabes quem são os unicos que se atrevem a ajudar estas pessoas?

          Não são os mamões da AAP, podes ter a certeza.

    • Ateu sem tacho na AAP

      Tretas!
      Tu confundes islâmicos com bandidos.

      Sabes quantas vezes os EUA atacaram escolas, creches e autocarros escolares?
      Sabes que a isso os EUA chamam “efeitos colaterais” e nem um só caso deu lugar a nenhuma condenação?

      Neste caso os responsáveis serão castigados.

      Nas cadeias estão bandidos de todos os sectores sociais. A grande parte tem tanto de religioso como tu. Mais de 90% são ateus, pá!
      Tu chamas crentes a todos os que pertencem a uma etnia ou familia de crentes. Nesse caso tu também és.
      Se fores preso serás um católico preso.

      Estás a ver a estupidez da tua observação?

  • Ateu sem tacho AAP

    Quando a questão não é de terrorismo interno (contra o povo do Oriente Médio), mas quando é contra os ocidentais, sobretudo EUA, quem pode ser tão estúpido que condene os Islâmicos?

    Ainda hoje podemos ler isto:

    ““Nós vamos responder. Vamos responder proporcionalmente e vamos responder num local, numa hora e de uma maneira à nossa escolha”, disse Obama na conferência de imprensa de resumo do ano.”

    SE assim é, os outros povos podem fazer o mesmo. Ou será que eles são menos do que os americanos?

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