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  • 1 de Dezembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Imprensa

Imprensa – JN

Judiciária faz buscas na diocese do Porto para investigar denúncias anónimas

por DN.ptHoje

As cartas terão começado depois de D. António dos Santos decidir mudar alguns padres de paróquia
As cartas terão começado depois de D. António dos Santos decidir mudar alguns padres de paróquiaFotografia © Pedro Correia / Global Imagens

As cartas anónimas assinadas “M. Saleixo” levantam acusações graves contra membros do clero.

A Polícia Judiciária (PJ) procura o autor de cartas anónimas, enviadas a dezenas de padres, que levantam acusações contra vários membros do clero. Segundo o Jornal de Notícias, os inspetores da PJ fizeram buscas nos serviços centrais da diocese e analisaram computadores em várias paróquias.

As cartas, assinadas “M. Saleixo”, começaram a surgir depois do bispo do Porto, D. António dos Santos, ter anunciado que tencionava trocar alguns padres de paróquia.

Segundo o Jornal de Notícias, alguns sacerdotes sublinham que pode existir ligação com a mudança de padre na paróquia de Canelas, quando Roberto Sousa foi afastado. A paróquia de Canelas foi uma das visadas pelas buscas a computadores.

Além disto, a PJ investiga também uma conta de e-mail que foi criada no nome dos serviços centrais da diocese, usada para enviar uma denúncia feita pelo Padre Roberto Sousa. A carta, enviada a um jornal a partir desse endereço de e-mail, acusava outro padre de ter abusado sexualmente de alunos de seminários.

 

8 thoughts on “Imprensa – JN”
  • Carlos

    PARECE UMA ANEDOTA, mas não é: O MANUAL PARA ATEUS

    Você viu a “luz” e decidiu entregar sua vida à militância ateísta. Muito bem. Agora que você vai lutar por um mundo melhor (livre de crenças religiosas, principalmente o cristianismo), há certas coisas que você não pode dizer ou pensar. Pode até pensar, mas tem que ter o cuidado de nunca dizê-las. Há certos chavões e atitudes que podem fazer toda a diferença em sua vida. Ficam aqui algumas dicas que podem ajudá-lo a ser um militante ateu intelectualmente realizado:

    1) Sempre que lhe apresentarem evidências da existência de Deus, diga que é um “argumento do espantalho”, “raciocínio circular” ou “falácia da bifurcação”. Se alguma coisa for transcrita de outro lugar, diga que é “quote-mining”. Se a afirmação for de um evolucionista, diga que “foi tirada do contexto”.

    2) Sempre que um cristão disser que “coisas criadas implicam um Criador”, rejeite esse argumento de senso comum, dizendo: “Isso é o velho argumento do relógio de William Paley”. Tome o cuidado de nunca diz como isso refuta o que o cristão disse.

    3) Sempre que um cristão lhe disser que, ao aceitar Cristo, você tem tudo a ganhar e nada a perder, diga que isso é a velha “aposta de Pascal”.

    4) Sempre que um cristão lhe disser que existem dezenas de historiadores antigos que mencionam o Senhor Jesus como figura histórica, diga que “os relatos foram todos adulterados pela Igreja Católica”. Atenção: nunca diga que a Igreja tinha pouco ou nenhum controle sobre a composição do Novo Testamento, uma vez que, em vez de andar adulterando textos que consideram sagrados, os cristãos estavam em fuga para salvar a vida.

    5) Meta na cabeça a ideia de que a Bíblia está cheia de contradições e erros, mesmo sem ter lido as passagens em questão. Aprenda a respeito da Bíblia, não por tê-la lido, mas a partir de sites ateístas.

    6) Diga que, tempos atrás, você já foi um “cristão genuíno” que “sempre ia à igreja” e até ensinava lições às crianças e aos adolescentes (uma das coisas que há de bom nisso de ser ateu é que você pode mentir à vontade, já que não acredita em valores morais absolutos). Se um cristão contestar essa sua afirmação, dizendo: “Mas se você deixou de acreditar em Deus é porque nunca foi um cristão de verdade”, diga que isso é a falácia do “nenhum escocês de verdade”.

    7) Decore os ensinamentos dos grandes militantes ateus da sua década. Aprenda aquilo que tipos como Sam Harris, Richard Dawkins e Christopher Hitchens dizem a respeito da religião e vá dizê-lo nos blogs dos cristãos. Ah, uma coisa muito importante: não se dê ao trabalho de fazer distinção entre as religiões. Cristianismo e islamismo são a mesma coisa, tanto em doutrina como em valores.

    8) Quando você estiver debatendo com um cristão num chat ou num blog e ele lhe fizer alguma pergunta, responda com dois ou três links (se possível, textos grandes e que não estejam na língua materna do cristão com quem você está debatendo). Depois, quando ele lhe disser que isso é uma boa maneira de você fugir ao debate, diga que ele só está é dando desculpas.

    9) Diga que “nenhum ser humano pode ter certezas absolutas de nada” e complete afirmando: “Só a ciência [que é feita por seres humanos] pode nos dar certezas absolutas.”

    10) Quando você estiver debatendo com um cristão, faça com que seus argumentos sejam acompanhados de insultos (como “burro”, “estúpido”, “ignorante”) e táticas intimidatórias (como “vou pôr o que você disse na comunidade das pérolas cristãs”). Isso dá mais força ao seu argumento e se você tiver a sorte de apanhar um cristão mais inseguro, poderá fazer com que ele pare de debater e você poderá dizer que ganhou na argumentação.

    11) Não se esqueça de ter à mão certos clichés como “vá estudar!”, ou “até uma criança de cinco anos percebe isso!”

    12) Culpe o cristianismo pela Santa Inquisição e pelas Cruzadas. Se algum cristão lhe responder e disser que regimes ateístas como o comunismo, em menos de 200 anos, foram responsáveis pela morte de mais pessoas do que todas as guerras religiosas em dois mil anos, diga que um ateu não pode ser culpado por aquilo que outro ateu faz.

    13) Diga aos cristãos que os cientistas já mostraram que Deus não foi necessário para o Universo e a vida aparecerem. Se algum cristão lhe disser que há muitos cientistas que acreditam em Deus, diga que esses “não são verdadeiros cientistas”. Se lhe perguntarem como distingues um verdadeiro cientista de um falso cientista, diga com confiança: “Os verdadeiros cientistas não acreditam em fantasmas do céu.” Se o cristão lhe mostrar a circularidade dessa alegação, rejeite-a escrevendo “LOL!”.

    14) Se algum cristão lhe disser que os “pais da ciência”, como Galileu, Copérnico e Newton, conseguiam harmonizar a religião com o conhecimento científico, diga-lhe que esses primeiros cientistas, que nos legaram o método científico, eram “apenas místicos”.

    15) Se um cristão lhe disser que cientistas contemporâneos como Francis Collins (Projeto Genoma) e Antony Flew (maior filósofo ateu do século 20) abandonaram o ateísmo e passaram a crer em Deus, parta para o ataque pessoal e diga que eles ficaram senis.

    16) Finalmente, mas não menos importante, procure desenvolver boas relações com militantes ateus mais experientes. Procure fazer amizade com aqueles ateus que já dominam os princípios acima. Use e abuse de conceitos como moralidade, lógica e justiça. Não se esqueça: ser ateu é dizer que Deus não existe, mas ao mesmo tempo utilizar conceitos que só fazem sentido se Deus existe.

    P.S.1: Imprima uma cópia deste texto e leva-o sempre como um guia de bolso.

    P.S.2: Antes de desprezar a crença que você vai combater, aceite o desafio de conhecê-la, lendo pelo menos estes livros.

    • Molochbaal

      zzzzzzzzzz

      Quando é que deixas de ser parvinho fifi ?

    • Oscar

      Achei um piadão ao manual, apenas discordo do título.

      MANUAL PARA TÓTÓS ATEUS é que seria um título perfeito para perfeitos imbecis.

      • Creio em Deus

        Concordo contigo. Felizmente que nenhum ateu se identifica com o texto, manifestamente escrito por um crente.

        • Pedro

          Mais do que “identifica com”, está aqui provado que o segue sem restrições e descaradamente.
          Até esta negação é parte integrante do manual.

        • Molochbaal

          Precisamente. É mesmo um manual para tótós. Vê-se que foi escrito por um crente tótó do princípio ao fim.

    • Luísa G

      Não te conhecia esses dotes de autor. Mas acho que o artigo está parco de imaginação.

  • Molochbaal

    É interessante o nervosismo destes tipos quando se fala em pedofilia. O fifi não tardou a postar um manual não sei do quê, cheio d eparvoíces, para desviar o assunto.

    Ainda me lembro do tempo em que o gajo nos ameaçava de morte, quando propunhámos que a igreja adoptasse a política que agora está a seguir – depois de a isso ser obrigada, após quase ir à falência com processos crime e indemnizações impostas pelos tribunais. Apesar dos fifis dizerem que ocultar um crime e permitir que o criminoso prossiga a sua actividade não é crime.

    Pelo visto, os tribunais do mundo inteiro não pensam assim…

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