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  • 22 de Novembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Ateísmo

3 ARGUMENTOS CONTRA A ORAÇÃO

Por

João Pedro Moura

A propósito da nova aplicação informática para “orar”, oriunda da ICAR, exponho aqui as contradições do ato de rezar.

O que é rezar?

Rezar é pedir a uma entidade divina, duma forma livre ou estereotipada, mental e/ou vocal, pública ou privada, que dê uma benesse, isto é, que modifique uma situação desfavorável, convertendo-a em favorável ou que nos dê um bem, simplesmente.

Rezar é, também, agradecer à entidade divina determinada situação.

Reza-se, portanto, em variadas circunstâncias.

Em suma, rezar é coisa muito antiga e vulgar, inerente à religião.

Todavia, seguidamente, eu vou demonstrar que rezar é uma contradição antitética e intrínseca e, como tal, não tem ponta por onde se lhe pegar.

PRIMEIRO ARGUMENTO:

             O “ser absoluto” não tem defeitos, logo, a sua criação também não.

Admitir, por exemplo, que uma seca é um defeito e, portanto, clamar pela intervenção divina, é admitir que deus errou e que deverá, então, reparar o seu erro.

Ora, um deus, por definição, não erra, nunca.

Portanto, a seca, a inundação, a desgraça humana, o defeito físico, os seres virtuosos, a doença, a saúde, etc. são tudo criações de deus, por inerência concetual da doutrina religiosa. E, de acordo com tal doutrina, a criação é o que é. Pronto!

Os crentes deverão conformar-se, portanto.

Donde decorre que a oração impetrante contradita, antiteticamente, a perfeição divina. Intrinsecamente.

            SEGUNDO ARGUMENTO:

            Se deus é, por definição, imutável, não pode modificar o curso das coisas.

Os crentes têm o péssimo hábito de fazerem, do seu deus, uma espécie antropomórfica, a quem se pedem coisas e se chama a atenção, como se esse deus fosse uma pessoa distraída, que não soubesse o que se passava.

Ora, segundo a doutrina, deus criou e, concomitantemente, determinou há biliões de séculos (reparai no que eu disse: há biliões de séculos…) que o curso das coisas fosse o que é.

Sendo assim, que sentido tem uma pessoa pedir a deus que modifique uma determinada situação, porque está a causar prejuízos, como se deus não soubesse os prejuízos que causa???!!!

Rezar é, portanto, em termos práticos, qualquer coisa do género: “Olha, Nosso Senhor, eu peço-te que me dês saúde, porque esta doença consome-me, está-me a destruir aos poucos e a afligir os meus familiares…”, a que deus responderia: “Ah, pois é! Tens razão! Não tinha reparado nessa cena morbosa… eu já te trato da saúde…”.

Ora, é isto que pressupõe a oração impetrante: pedir a deus que modifique o que tinha criado e determinado anteriormente.

Mas deus não pode modificar, porque, senão, não era deus, por defeito.

            O ser imutável, por essência, não altera o curso das coisas. Senão, não era imutável. E se não fosse imutável, não era deus.

Logo, rezar, isto é, pedir a deus que modifique o que criou, é, pela segunda vez, uma contradição antitética. Intrinsecamente.

orar1   TERCEIRO ARGUMENTO:

            “Se Deus quiser” contraria a impetração…

Os crentes, na sua insipiência do conceito de deus, para escaparem a estas contradições insanáveis, arranjam sempre argumentos grotescos, não só para continuarem na sua teimosa e consolativa credulidade, mas também para justificarem o injustificável.

Daí que avancem sempre com o supino argumento de que “deus criou-nos, mas deu-nos liberdade para…”, então, “a liberdade implica responsabilidade, logo, podemos fazer coisas más…” e… “aí temos o mal feito pelos humanos, sem responsabilidade divina…”…

É desta maneira tosca que os cristãos tentam contornar a objeção dubitativa: “Então, se Deus nos criou e tudo o mais, por que é que não evita o mal?”

Mas, mais uma vez, vou demonstrar que esse argumento divinal do “dar liberdade” é, intrinsecamente, defeituoso e antitético.

A que expressões piedosas nos habituou o povo cristão?

Aí as temos: “Se Deus quiser”, “Deus queira”, “Até amanhã, se Deus quiser”, etc.

Então, se afinal as coisas acontecem “se Deus quiser” e se só chegaremos amanhã “se Deus quiser” e se só obteremos coisas, desde que “Deus queira”… para que é que andam a rezar???!!!

Para que é que pedem benesses ao seu deus???!!!

Para que é que pedem, o que quer que seja, a essa conceção imaginária, se essas expressões pressupõem, inerentemente, a impotência do humano ante o divino, invalidando, por concomitância, a oração impetrante???!!!orar2

Consecutivamente, a petição celestial é uma contradição antitética com o devir, sob potência divina. Intrinsecamente.

Está clara a minha demonstração?

15 thoughts on “3 ARGUMENTOS CONTRA A ORAÇÃO”
  • Molochbaal

    De facto é ridículo.

    Afirmam a perfeição, omnipresença e omnipotência de deus, mas depois passam a vida a pedir-lhe que altere as coisas, porque o que que ele fez é tudo uma grande merda.

    E é suposto ele responder que sim, que estava distraído, mas que vai ver o que pode fazer…

    Ou seja, ora o apresentam como um ser perfeito, ora como um simples humano que faz merda e que não repara nisso.

    Anda distraído com outros afazeres, mas como no fundo até é bom rapaz, se lhe chamarem a atenção, ele vai ver se pode fazer alguma coisa para emendar a merda que fez.

    Os crentes estão tão viciados naquilo que nem percebem que estão a contradizer tudo o que apresentam como a essência do seu deus.

    Isto parece um filme cómico.

    • João Pedro Moura

      MOLOCHBAAL disse:

      “Isto parece um filme cómico.”

      Tragicómico…

      • Molochbaal

        “ELES (os santos) NÃO CESSAM DE INTERCEDER POR NÓS JUNTO A DEUS

        2- Oração a Nossa Senhora dos Remédios para pedir por todos os sofrimentos

        3 – Oração ao Arcanjo S. Rafael para pedir a cura de doenças

        4 – Oração a S. Lucas para conservar a boa saúde

        “O Vosso poder, a Vossa bondade, a Vossa misericórdia faz com que os cegos vejam, os surdos ouçam, os paralíticos andem, os mudos falem,”

        “Sarai esta enfermidade minha (ou de Fulano).

        Concedei-me ou concedei-lhe a saúde, restituindo o vigor e a disposição no trabalho ao corpo combalido por esta ruim enfermidade.”

        “livrai-me da peste, enxugai o meu pranto, aliviai-me desta dor que sofro,”

        “S. Rafael, curai-me (ou Fulano) desta doença. Restitui-me (ou a ele) a saúde, pois, não deixaremos de Vos render graças.”

        http://santossanctorum.blogspot.pt/p/oracoes-santos-pela-saude.html

        O cardápio de orações católicas a pedir proteção, nomeadamente contra a doença é infindável.

        Até metem abertamente cunhas aos mortos com quem falam (?), para que intercedam junto a deus. Porque deus pode estar a cagar-se para um pedido directo do crente…

        Tudo isto é sinistro.

        Estão tão fanatizados que não vêem que essas ladínhas infindas a pedir ajuda contra o sofrimento são a prova mesma que o deus deles não existe.

        Se existisse um deus absolutamente bom e omnipotente, obviamente não existiria sofrimento.

        Se existisse um deus omnisapiente, não seria necessário estar a chamar-lhe a atenção para este ou aquele assunto, porque ele já o conheceria e, se fosse bondoso, já teria resolvido o assunto muito antes de ser preciso pedir-lhe alguma coisa.

        Por outro lado, apresentam deus como o criador de tudo o que existe, logo, também foi o criador do sofrimento, logo, não pode ser absolutamente bom.

        É ridículo considerá-lo bom, quando é preciso estar a estar a pedir-lhe, de joelhos e de preferência com cunhas de mortos bem colocados na corte celestial, para minorar um sofrimento que ele próprio causou.

        Resumindo, as orações e a necessidade que as motiva são prova absoluta de que não existe nenhum deus bom e omnipotente.

  • Carlos

    Ou não, de certeza!

    Pedi, e vos será concedido; buscai, e encontrareis; batei, e a porta será aberta para vós. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, se lhe abrirá. Ou qual dentre vós é o homem que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se lhe pedir peixe, lhe entregará uma cobra?

    Assim, se vós, sendo maus, sabeis dar bons presentes aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará o que é bom aos que lhe pedirem!

    Se deus é, por definição, imutável, não pode modificar o curso das coisas.

    LOL. Que aberrante!

    “Imutável” é uma característica de Deus, não é uma característica das coisas. Logo, as coisas podem mudar. Mais ainda, sendo Deus “omnipotente”, poderá mudar as coisas sempre que entender.

    O ser imutável, por essência, não altera o curso das coisas. Senão, não era imutável. E se não fosse imutável, não era deus.

    A expressão, tal como está escrita, é uma antítese da noção de Deus. Aqui confundes “Deus” com “o curso das coisas”. Se Deus é imutável tudo o que Ele fizer também imutável? LOL… confundes a obra com o criador dela.

    a impotência do humano ante o divino, invalidando, por concomitância, a oração impetrante

    LOL. Outra aberração!

    Quem não pode alterar o curso das coisas terá, necessária e obrigatoriamente, recorrer a quem poder de alterá-las, se pretender que elas mudem, tomem um dado rumo, ou tenham uma dada consequência (causal ou consecutiva).

    Está clara a minha demonstração?

    Claro que não, pois ainda não fizeste nenhuma demonstração. Disseste algumas criancices sobre o tu pensas, Quando a demonstração… aguarda-se!

    Agora, que já escreveste asneiras, indica, pelo menos, uma contradição do acto de orar. Até agora ainda não dissestes nada.

  • Oscar

    Osa marretas do costume, em mais uma demonstração do seu infantiismo
    teológico.

    Cá, para mim, suspeito que o moura e o molocho foram infectados pelo vírus da estupidez, recentemente descoberto.

    É que eles são tão patetas que nem sequer mostram aperceber-se da sua própria idiotia.

    http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4231562

  • Frei Bento

    Caríssimo irmão em Cristo JPM, é mais que evidente que não tem razão nenhuma. Pelo contrário, o irmão Carlos, esse sim, tem toda a razão. Vejam só a profundidade teofilosófica da frase “Pedi e vos será concedido” (Mateus, 7;7). Verifique, caríssimo irmão JPM que os hospitais estão cheios dessa gentalha ateísta, que nada pede ao Senhor; porque aqueles que, como eu, pedem saúde, porque crêem, ei-los que nem a um centro de saúde se dirigem, quanto mais a um hospital! Fossem todos como eu e como o irmão Carlos, e as farmácias iriam todas à falência.
    Ainda há semanas, fui em visita pastoral a um hospital de uma ordem religiosa. Estava vazio, nem um doente para amostra! Tudo porquê? Ora, porque as freiras se fartam de rezar pela saúde de todos, esquecendo-se de que o que é bom para uns acaba por ser mau para os outros. Neste caso, o hospital, que se encontrava às moscas. Resultado, em vez da visita pastoral e do conforto aos enfermos, tive de gramar o dia inteiro a jogar com as freiras às prendinhas do senhor abade.
    Podem vir argumentar, ah, e tal, e as pessoas que morrem a caminho de Fátima, ou no decurso de outras manifestações religiosas? O que é que tem a ver? Se virmos bem, essas pessoas certamente foram deprecar saúde. Ora, morrendo, nunca mais ficam doentes, pois não consta que haja alguém com maleitas junto do Senhor.
    Em resumo, e indo ao encontro do amantíssimo irmão Carlos: não há memória de alguém que, tendo pedido COM FERVOR, e isto é importante, tem de ser com fervor, não lhe tenha sido concedido. Evidências: o directos do SEF e outros, são ateus e estão presos por se abarbatarem a tostões; o Espírito Santo abarbatou-se a milhões, e anda cá fora. E agora? Quem é ateu, e quem é crente?
    Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

    • merda-pró-frei-pedófilo-ateu

      O que é bom para ti, não será bom para uma pessoa decente. O que é bom para um assassino, não é bom para mim e para todas as pessoas ; o que é bom para um bandido sociopata como tu, não é bom para mim e para as outras pessoas; O que é bom para um delinquente ateu, não é bom para mim e para todas as pessoas que não têm problemas mentais como vós.

      Muitos são os que, sendo realmente justos e fervorosos, quando pedem coisas justas, são atendidos. São incontáveis.

      E quem são os justos?
      Os que fazem ou defendem o aborto, por exemplo, mesmo dizendo-se crentes?

      Os humanos poderosos só gozam de liberdade se os humanos poderosos-da-justiça, assim o permitirem, ou seja, se forem tão criminosos como os primeiros. Em Portugal parece que já tiveram melhores dias…

      • Molochbaal

        Mas, fifi, ser uma pessoa decente é querer assassinar quem não concorde contigo e desejar o sofrimento e a morte a crianças e outros católicos, como tu fazes ?

        Explica lá essa tua “moral” católica, que é incognoscível como os vossos deuses.

        Ou então é só moral de merda, para gente de merda…

    • João Pedro Moura

      FREI BENTO disse:

      1- “Vejam só a profundidade teofilosófica da frase “Pedi e vos será concedido” (Mateus, 7;7). Verifique, caríssimo irmão JPM que os hospitais estão cheios dessa gentalha ateísta, que nada pede ao Senhor; porque aqueles que, como eu, pedem saúde, porque crêem, ei-los que nem a um centro de saúde se dirigem, quanto mais a um hospital!”

      Tenho de concordar com o frei Bento.

      De facto, com tal “profundidade teofilosófica” e tão taxativa… é só pedir, isto é, impetrar às figuras do jardim da celeste corte e… já está… graça recebida!…

      Por isso é que os hospitais, nomeadamente os religiosos, têm pouca gente: as pessoas impetram em casa e lá são curadas. Pelo que, só ateus e outras criaturas suspeitas é que devem pulular pelos hospitais e centros de saúde…

      Todavia, meu caro frei Bento, ainda estou para saber como é que um insigne médico católico, como o Daniel Serrão, foi atropelado há tempos, no Porto, sem que o seu deus o tenha valido, isto é, impedido o infausto caso…

      2- “Ainda há semanas, fui em visita pastoral a um hospital de uma ordem religiosa. Estava vazio, nem um doente para amostra! (…) Resultado, em vez da visita pastoral e do conforto aos enfermos, tive de gramar o dia inteiro a jogar com as freiras às prendinhas do senhor abade.”

      “…a jogar com as freiras às prendinhas do senhor abade”?!…
      Não sei que jogo é esse, mas já começo a suspeitar de tanta ociosidade freirática e de certas “visitas pastorais”…

      Olhe que nós já tivemos um rei, o D. João V, que também ia em visitas a sítios cheios de freiras, mas não era em visita pastoral…

      3- “Podem vir argumentar, ah, e tal, e as pessoas que morrem a caminho de Fátima, ou no decurso de outras manifestações religiosas? O que é que tem a ver? Se virmos bem, essas pessoas certamente foram deprecar saúde. Ora, morrendo, nunca mais ficam doentes, pois não consta que haja alguém com maleitas junto do Senhor.”

      Não tinha pensado nisso, mas parece-me lógico: de facto, morrendo, mesmo que tivessem ido “deprecar saúde”, como o frei disse, nunca mais ficam doentes e, certamente, vão para o céu, imersas em felicidade perpétua…

      4- “…o Espírito Santo abarbatou-se a milhões, e anda cá fora.”

      É verdade! Esse nome é poderoso e, parece-me, muito protegido, divinalmente falando…

      5- “Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.”

      “Saúde”, concordo. Mas “merda”, frei Bento???!!! Por que o dizeis?! Por que preconizais?! O estimado frei Bento, o único cristão respeitável que aqui anda, não poderia retirar essa “merda” do seu epifonema?

      • Frei Bento

        Caríssimo irmão em Cristo e estimado JPM: por via de regra, não costumo responder a comentários aos meus comentários. Ocorre, porém, que o irmão JPM é uma das poucas pessoas decentes que pululam por aqui. Lamento que seja ateu, pois afigura-se-me que daria um excelente cristão, fosse católico ou nem por isso. Razão, pois, que me leva a excepcionar a regra que a mim próprio impus.
        Ponto 1: o insigne médico e eminente católico Daniel Serrão. Convenhamos que para ateu anda o irmão bastante distraído. Não tem lido, certamente, os iluminados comentários dos irmãos em Cristo Carlos, Oscar e outros cujo nome não me ocorre, tantos eles são? Pois eis que eles se cansam de afirmar – e eu assino por baixo, que a mente de Deus é incognoscível? Mais palavras para quê? No entanto, repare: eu tenho uma teoria: Deus prepara-se para, num futuro mais ou menos próximo, mandar beatificar, quiçá santificar, o excelente médico. Mas isto sou eu a prever, claro.
        Ponto 2: porquê “Saúde e merda”? Questão de livre-arbítrio. caríssimo irmão: ofereço as duas coisas, cada um é livre de escolher o que mais lhe agradar.

        Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

    • Molochbaal

      Nem sabes como estás certo.

      Espirito Santo, não é só o nome.

      O Ricardo Salgado é uma das figuras centrais da organização dos empresários católicos. Ele e a outar besta, o Ulrich-

      A juntar ao aldrabão-católico residente deste blog, podemos ver bem a pinta destes tipos.

  • GriloFalante

    “Pedi, e vos será concedido;” Mateus, 7:7

    “Assim, se vós, sendo maus, sabeis dar bons presentes aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai que está nos céus dará o que é bom aos que lhe pedirem!” Mateus, 7:11

    “Só um idiota acha que conhece a mente de Deus” Carlos/Oscar-o-sem-acento, multinikcs,etc.

    • João Pedro Moura

      Ó GriloFalante, e se “pedirem” e não for concedido?!

      • Molochbaal

        E mesmo que seja concedido ?

        Deus safa-te de uma pneumonia, para alguns anos depois te matar com um cancro. Ou vice versa.

        Mesmo que fosse concedido, deus estava a gozar com o desgraçado.

        • João Pedro Moura

          MOLOCHBAAL disse:

          “Deus safa-te de uma pneumonia, para alguns anos depois te matar com um cancro. Ou vice versa.”

          Pois, é esse o problema…

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