Loading
  • 19 de Novembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Laicidade

A ICAR e os privilégios

Parlamento não mexe em isenções fiscais religiosas

por Miguel MarujoOntem

Proposta levaria a rever ou suspender Concordata
Proposta levaria a rever ou suspender Concordata

Só BE acompanha Associação República e Laicidade na exigência de revogar isenção nas tributações no património e no IVA das comunidades religiosas.

O Parlamento não vai mexer nas atuais isenções fiscais das comunidades religiosas, apesar de todas as bancadas terem sido desafiadas a fazê-lo no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2015. Apenas o Bloco de Esquerda respondeu positivamente ao pedido da Associação República e Laicidade (ARL) – que defende a secularidade do Estado e quer que as várias religiões deixem de ter isenções de impostos patrimoniais e que seja revogada a devolução do IVA a estas comunidades religiosas.

12 thoughts on “A ICAR e os privilégios”
  • Molochbaal

    Claro. Este governo é um governo de fifis. Estão lá todos. Os democratas cristãos do CDS, os betinhos papa-
    ostias do PSD. O povo que lhes pague as missas.

    • Xanana Gostosão

      Sim, espera lá que os betos merdosos do BE são gente muito respeitável e de quem o povo gosta muito… Dá-me ideia que só pelo facto de aparecer o nome do BE na proposta faz com que ela vá diretamente parar ao caixote do lixo. Local, aliás, onde os bloqueiros costumam inspirar o cérebro de azeitona para parirem as suas idiotices.

      • Molochbaal

        Estou.me nas tintas para os betos do bloco. Têm defeitos diferentes, mas tão graves como os betos neoliberais cristãos.

        Mas há uns 49 anos que os betos tipo bloco estão na prateleira, mas os betos neoliberais nesse mesmo período de tempo possuiram e possuem um poder absoluto, pelo que é com eles que me preocupo.

  • Oscar

    Nada a opor ao princípio da laicidade do estado, mas não às cegas. Desde que o estado esteja em condições de satisfazer todas as exigências de um condigno estado social. Mas se uma igreja ou qualquer organização religiosa afectar os seus bens e o seu património, incluindo o imobiliário, à consecução de fins comprovadamente sociais, não vejo porque não há de beneficiar de uma justa prerrogativa de ordem fiscal. E o que é válido para qualquer organizaão religiosa, que actue nos exactos termos que atrás enunciei, é igualmente válido para qualquer entidade não religiosa, que prossiga similares objectivos sociais. Em nome de que sentido de justiça não se há-de isentar de impostos as instituições,religiosas ou não, que, por exemplo, acolhem as crianças que são sujeitas a abusos familiares e encaminhadas para essas instituiçoes pelos tribunais, na sequência da intervenção das comissões de protecção de menores ?

    • Molochbaal

      Isso dito assim, eu até era 100% a favor.

      O problema é que é exactamente o contrário que se passa.

      É o estado que financia essas instituições, que brilham com o dinheiro dos outros.

      Tirando honrosas excepções, essas instituições não passam de negociatas, propaganda paga pelo estado para igrejas ou meios de autopromoção pessoal para os dirigentes.

      Concretamente trata-se de uma estratégia de destruição do estado social, entregando a gestão dos dinheiros públicos aos privados.

      • Oscar

        Estou-me completamente nas tintas para aquilo que tu pensas ou deixas de pensar.

        • Molochbaal

          Hoje já não vou conseguir dormir, de preocupado com isso.

          Acontece fifi, que por mais que tentes, não consegues impedir que cada um diga aquilo que pensa.

          A inquisição, que tanto elogias, já acabou.

          Temos pena.

      • Carlos

        Continuas burro e palerma como sempre.

        O que os Estado dá não chega para um quarto dos encargos. mas, não é “dinheiro dos outros”, é dinheiro dos portugueses que têm muita honra e vê-lo na mão dessas instituições, têm toda a confiança nelas e merecem-lhe todo o respeito (o que só se pode dar às instituições com este grau de respeitabilidade).

        Se não fossem as IPSS, há muito que o Estado Português tinha deixado de ser um “Estado Social” e teria visto falidas todas as suas instituições sociais. As instituições não vivem só com dinheiro. O trabalho gratuito da Igreja e o voluntariado que ela capta representam para o Estado um economia superior ao que o Estado afecta a essas instituições. Precisamente por isso é que o Estado continua a fazer crescer os protocolos com a Igreja, pois são os únicos que lhe dão lucro e com muitas vantagens.

        És tão demente e parvalhão que até falas na “autopromoção pessoal para os dirigentes”. Qual auto-promoção, palerma?

        Alguém conhece os gestores e os ecónomos das muitas IPSS que estão espalhadas pelo país? O que é que eles ganham com esse trabalho? Qual o reconhecimento social?

        Basta ver a forma suína como tu (e os outros suínos ateus) os tratas.

        • Molochbaal

          Mas alguém liga ao que um aldrabão como tu diz ?

          Por falar nisso, já arranjaste os links para os posts do blog nazi onde vais buscar “citações” aldrabadas e descontextualizadas ?

          Tu és um mentiroso de merda, as IPSS são financiadas quase integralmente pelo estado.

          Sugiro-te que vás á porta de uma das reconhecidamente melhores IPSS, até por mim, a AMI.

          Vais ver grandes “bombas” de ultimo modelo, conduzidas pelo presidente e pelos seus familiares, todos empregados pelo presidente papá ou sogro em cargos dirigentes da AMI.

          O mesmo papá que se serviu da autopromoção garantida por essa actividade, para tentar ser presidente da república pela esquerda e, logo a seguir, quando a coisa não resultou, presidente da assembleia da república, pela direita que ainda um mês antes insultava.

          E estou a falar, daquilo que é, se calhar, um dos melhores casos. Imaginemos os piores.

          As IPSS são um poço de corrupção que vive à nossa custa.

          Se assim não fosse, se fosse como um mentiroso de merda como tu diz, não precisavam do estado para nada.

          Mas pelo contrário, passam a vida a pedinchar isto e aquilo.

          Afinal, são os pobres que precisam delas ou são elas que precisam dos pobres como pretexto para os estado lhes pagar os ordenados e a autopromoção dos gestores ?

          • Molochbaal

            E não esqueçamos outra magnífica IPSS, a criada e usada por Relvas e Passos Coelho, para chular dinheiro ao estado e arranjar contratos chorudos para a tecnoforma.

            As IPSS são o máximo, para empresários “empreendedores”.

  • Carlos

    Só BE acompanha Associação República e Laicidade

    E qual é a diferença entre uns e outros? Não são a mesma merda?

    Radicais imbecis ligados à politica, que se alimentam da palermice de alguns analfabetos que lhe dão credito, do outro lado estão os mesmos radicais imbecis, na sua facção menos politica.

    O que é absurdo é ver uma associaçãozeca de merda, uma meia-dúzia de palermas, quase todos semi-adultos e analfabetos escolarizados, radicais extremistas a masturbarem-se com os rios de sangue que correram com a revolução francesa, com os assassinatos, os roubos, o racismo, a xenofobia, a discriminação e a misoginia da 1ª república.
    Se esta associaçãozeca de merda acha que tem alguma importância para peticionar algo ao país, o que faria a Associação Portuguesa de Jogadores de Snooker, ou a Associação Portuguesa de Astrologia.

    É evidente as religiões estão muito acima da política. Desde logo porque são elementos culturais da maior importância (e, no campo cultural, a política não é nada), depois porque as religiões são intuições que sempre sobreviverão aos mais diversos sistemas políticos, económicos e ideológicos, além de merecem todo o respeito da sociedade e da humanidade.

    É mais fácil acabarem as associações radicais da república laica e dos fundamentalistas ateus, do que as religiões acabarem.

    • Molochbaal

      És esqusito estares sempre a falar em assassinatos, quando reconhecidamente queres assassinar todos os presentes neste blog.

      Tu até crianças e católicos queres torturar e assassinar.

      És um bom exemplo do que é um cristão radical.

      Não fazes diferença nenhuma de um jiadista, um SS ou um NKVD.

You must be logged in to post a comment.