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  • 14 de Novembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Ateísmo

A Bíblia e a cabidela

A Bíblia – segundo as Testemunhas de Jeová –, fala na questão do sangue cerca de 400 vezes e de forma sempre coerente. A Bíblia – segundo os mesmos exegetas –, refere a questão do sangue, quer como alimento quer como forma terapêutica, dizendo que não há reaproveitamento do sangue tirado da circulação do corpo.

Devo dizer que desconhecia a contabilidade e não me dei conta, entre tanta tolice, dessa magna questão com que o livro dos livros conduz a variadas idiossincrasias.

Eu, que devo a vida a sucessivas transfusões e me deleitava com uma cabidela de leitão, não acredito que o livro que proíbe a cabidela imaginasse o perigo para a saúde causado pelo aumento do ácido úrico e da creatinina. Deus era então omnisciente, mas não podia adivinhar a ação devastadora da cabidela na gota e do perigo para a função renal.

O que talvez Deus soubesse, na sua imensa sabedoria, era o perigo das análises para os condutores que substituem o sangue pelo álcool ou, dito de outra forma, que o misturam em doses a que o Código da Estrada impõe limites.

Foi assim que um condutor, reincidente no álcool e na fé, se recusou a tirar sangue para a contra-análise do balão, que acusava 2,87 g/l de álcool no sangue. Invocou objeção de consciência mas os juízes da Relação de Évora, para onde tinha recorrido, percebendo a fé, não perdoaram oito condenações por embriaguez, e, mais atentos ao Código Penal do que à Bíblia, condenaram o delinquente a sete meses de pena suspensa e à inibição de conduzir durante dois meses.

Presume-se que pode exagerar em missas e orações mas deve moderar-se no consumo de álcool.

16 thoughts on “A Bíblia e a cabidela”
  • Molochbaal

    Vem isto a propósito dos abusos que os crentes fazem a respeito da hipótese de deus.

    Esta hipótese, que não passa de uma hipótese, é indefinida e não implica mais nada em si mesma.

    Por exemplo, moralmente deus poderia ser mau, indiferente, inconsciente, bom, assim-assim e tudo o que se possa imaginar.

    O conceito da sua existência não implica mais nada, para além da hipºótese de existir.

    Mas os crentes não se satisfazem com isso.

    ABUSIVAMENTE, acrescentam tudo o que lhes apetece, servindo-se das incertezas á volta do conceito como desculpa.

    Acontece que essas incertezas não desculpam nada, antes pelo contrário, implicam que se reconheça que não se sabe nada sobre o assunto.

    É exactamente o contrário do que eles fazem. MENTIROSAMENTE servem-se do facto de não se saber nada acerca de uma possível existência de deus, ou deuses, para inventar milhões de pormenores completamente arbitrários, à vontadinha do inventor.

    É assim que chegamos ao conceito ridículo de um deus omnipotente, omnipresente, omnisciente, omnibenevolente, que gosta de castidade e odeia cabidela.

    Como agnóstico é contra essas aldrabices declaradas que me insurjo e não contra a eventual hipótese de deus existir – seja lá o que isso for exactamente.

    • João Pedro Moura

      MOLOCHBAAL disse:

      “O conceito da sua existência não implica mais nada, para além da hipºótese de existir..”

      1- O que é indemonstrável é “deus existir” e não “não existir”!

      À pergunta: “deus existe?”, a resposta é não, pois que os crédulos, que são quem sustenta a ideia de deus, nada conseguem apresentar que escore o seu enunciado divino. É precisamente nisso que se baseiam os ateus: a falta de fundamentação de deus.

      2- Os ateus não podem olhar para o céu e deduzir, por quaisquer factos ou leis cósmicas, que deus não existe. A negação de deus, por parte dos ateus, fundamenta-se na inanidade da afirmação de deus, por parte dos crédulos, e só nisso!

      3- Pretender equivaler que as duas proposições, “deus existe” e “deus não existe”, são hipóteses equivalentes, é pretender atribuir valor a uma proposição, “deus não existe”, que só emerge na exata resposta negativa que dá à sua afirmação simétrica, “deus existe”, por esta não ter fundamento que a evidencie.

      4- A suposta hipótese, “deus existe”, não é realmente uma hipótese, porque, uma hipótese é uma explicação plausível, a partir de factos, provisoriamente adotada para verificação metódica pela experiência.

      5- Não se conseguindo evidenciar a existência de deus, implica logo a afirmação de “inadmissibilidade de hipótese”, como resposta à pergunta: “deus existe?”. Decorrentemente, negar o que não existe nem faz sentido…

      6- Portanto, a pretensa categoria de pensamento filosófico, chamada ”agnosticismo”, não tem fundamentação que a sustente, pois que pretende equivaler duas proposições contraditórias (deus existe/deus não existe), que não só não são equivalentes, pois que a segunda nega a falta de fundamento da primeira, como nem a afirmação divina chega a ser uma hipótese.

      7- Quanto ao quesito, típico dos agnósticos, “e não poderá haver um deus criador, sem religião revelada ou contra a vigarice religiosa?”…

      … A resposta científica é: inadmissibilidade de hipótese!… Por falta, óbvia, de indícios sobre os quais se pudesse escorar uma hipótese.

      Como diria um tal Bonarelli: “Só quem fecha os olhos e crê, é que “vê” as coisas do céu”…

      Um dia, o físico e cosmólogo francês, Laplace, apresentou o seu sistema cosmológico a Napoleão. Era o sistema mais avançado da época. Maravilhado com o que via, Napoleão perguntou-lhe: “E onde está Deus no meio disso tudo?”

      Resposta de Laplace: “Deus foi hipótese de que não precisei”!

      8- Mas se o agnóstico afirma não saber se deus existe, equivale, na prática, a afirmar que não acredita na existência de deus…

      Se ele, agnóstico, tivesse provas da existência de deus, teria, inerentemente, que ser crente…

      Aliás, rebuscando mais a coisa e levando-a aos limites epistemológicos dum discurso científico, nem se trataria de crença, mas de certeza, perante provas da existência duma coisa…

      Pelo que, o agnosticismo é uma inconsistência concetual…

      Está clara a demonstração?

      • Molochbaal

        Caro Moura.

        O facto de não haver provas da existência de algo, não é prova de que esse algo não exista.

        Por exemplo, a organização da matéria em estruturas atómicas, a existência de vida microscópica, a vida em outros planetas, da primeira vez que foram postuladas, não havia quaisquer provas, nem indícios. Nem sequer modelos matemáticos. Era apenas pura especulação, que se veio a mostrar, ou que tudo indica que virá a ser, acertada.

        Por isso, não falo do que não sei.

        Logo, não proclamo hipóteses como certezas absolutas.

        Logo, sou agnóstico.

        • João Pedro Moura

          MOLOCHBAAL disse:

          1- “O facto de não haver provas da existência de algo, não é prova de que esse algo não exista.”

          Mas ao referires um “algo” e ao dares a designação de deus, já está implícito o omnipoderio do “algo”, sem que previamente o escores com um fundamento. Estás a invocar o deus dos crédulos, como se fosse uma hipótese plausível, mas realmente não é, como eu demonstrei.

          2- “Por exemplo, a organização da matéria em estruturas atómicas, a existência de vida microscópica, a vida em outros planetas, da primeira vez que foram postuladas, não havia quaisquer provas, nem indícios. Nem sequer modelos matemáticos. Era apenas pura especulação, que se veio a mostrar, ou que tudo indica que virá a ser, acertada.”

          a) Os “átomos”, no tempo dos gregos, não significavam o mesmo que hoje, mas sim estruturas elementares abstratas e pequenas, que configurariam a matéria, divisível ao infinito. Ainda não tinham a noção da estrutura atómica moderna, nem podiam ter.

          O conceito moderno de “átomo” é que foi buscar o nome ao conceito antigo, devido ao conceito grego de infinitude, mas são coisas fundamentalmente diferentes.

          b) A vida microscópica seria sempre uma hipótese plausível, antes de ser descoberta, pois se baseava na pequenez dos seres vivos e, portanto, na possibilidade de haver animais invisíveis à vista desarmada.

          c) A vida noutros planetas é sempre uma hipótese plausível, atendendo à existência de vida num planeta…

          Agora, deus! Baseado em quê???!!! Inadmissibilidade de hipótese…

          3- “Por isso, não falo do que não sei.”

          Se nada sabes do deus, apresentado pelos crédulos, também nem poderás admitir a sua existência, porque não tens uma hipótese em que te basear…

          4- “Logo, não proclamo hipóteses como certezas absolutas.
          Logo, sou agnóstico.”

          Se não proclamas “hipóteses”, ainda menos poderias proclamar “certezas”…

          Logo, és ateu… graças a deus…
          Isto é: atendendo àquilo que os crédulos dizem de deus, então és ateu…

          • Oscar

            Bom, embora correndo o risco que o pateta do molocho, venha dizer que eu também sou o JPM (o seu complexo de inferioridade e a sua mania de perseguição são, como se sabe, incorrigíveis),o seu comentário conduz-me a duas observações inevitáveis: Ou o pateta do molocho é um ateu envergonhado um crente envergonhado. Só duvido que alguma vez se tenha envergonhado dos assassinios que praticou em nome da sua ideologia nazi

          • Molochbaal

            Calma fifi.

            Não te esforces tanto.

            Já todos sabemos que estás sempre de acordo com seja quem for que discorde de mim.

            Até já te puseste do lado do nazismo.

            Do ateísmo então foram uma data de vezes, enquanto eu defendia a possibilidade da existência de deus.

            A única coisa que te interessa é contrariar.

            É por isso que todos te temos em conta de muito inteligente.

            PS

            De facto, sou aqui o único que defende a possibilidade da existência de deus.

            Tu, a única coisa que fazes é dar pinta de tarados aos crentes, com as tuas falsificações de nicks e “citações” aldrabadas, ameaças de morte e “gozações”.

            O melhor, para a crença, era tu não te meteres na conversa dos adultos.

            Mas, como não sou crente, até gosto muito de me rir de ti.

          • Molochbaal

            1 – Não está nada implícito omnipoderio nenhum. Durante a maior parte da história da humanidade, os deuses não eram omnipoderosos. Foi só com o avento do relativamente recente monoteísmo que passaram a ser.

            “Deus” podem ser deuses, pode ter-se extinguido com a criação do universo, pode ser o próprio universo, pode nem ter a noção da nossa existência, pode ter todo o género de limitações, eu sei lá.

            Os crentes sabem tanto de deus como nós, atribuir-lhes o monopólio da hipótese divina é um erro.

            Uma coisa é desmontar-lhes a arrogância de conhecerem o incognoscível, precisamente expondo o ridículo dos atributos que eles inventam a torto e a direito, sobre uma hipótese da qual não conhecem nada.

            Isto porque são tão aldrabões, que inventam atributos a mais, isto é, que acabam por se enredar e ser contraditórios e ilógicos.

            Outra coisa é negar á partida o núcleo duro da hipótese, a possibilidade de alguma espécie de ser estar na origem do universo. Pode parecer incrível, mas á medida que se conhece o universo, vão-se conhecendo coisas mais incríveis. Como ainda nos falta conhecer uns 99.99999999999% do universo, o melhor é manter a mente aberta…

            2 – “O conceito moderno de “átomo” é que foi buscar o nome ao conceito antigo, devido ao conceito grego de infinitude, mas são coisas fundamentalmente diferentes.

            Mas por alguma razão os cientistas modernos foram buscar esse nome – porque, sendo diferente, tinha de facto alguma coisa a ver.

            É precisamente aí que quero chegar. O conceito de deus dos crentes pode não ter nada a ver com a existência concreta daquilo a que eles chamam deus.

            Mas pode ser uma intuição, que dê uma pista sobre algo que realmente exista. Se calhar…

            3 – O facto de nada saber, não implica que não possa admitir hipóteses – isso implicaria que deixasse de pensar.

            Ora, o ser humano caracteriza-se essencialmente por pensar e estar sempre a colocar hipóteses, mesmo sobre coisas que nunca poderá confirmar.

            Não ter certezas significa que estou livre para manter várias hipóteses em aberto, implicando apenas que não possa escolher nenhuma como a verdadeira.

            4- “Logo, és ateu… graças a deus…”

            Com certeza. O agnosticismo é uma forma de ateísmo, visto que não partilha da crença. Acontece que é uma forma muito diferente, que tem de ser devidamente assinalada como tal.

            Concretamente, face a um assunto acerca do qual não existem provas, o agnóstico está como Sócrates, diz que só sabe que nada sabe.

            Claro que haverá quem gostasse de me dar a cicuta, por não alinhar nas certezas dos outros…

          • Oscar

            Um Deus com limitações nem ao Diabo lembrava. Mas, quando essa patetice é proferida pelo maior tótó deste site, já tudo é possível, até admitir um Absoluto que, afinal, não é Absoluto mas Relativo.

          • Molochbaal

            Não admites a hipótese de deus ter limitações ?

            Tu conhece-lo assim tão bem, ao incognoscível, para garantir exactamente o que ele pode ou não pode ter ?

            És tão inteligente.

            De qualquer maneira, escusas de estar muito surpreendido, porque durante a maior parte da história da humanidade, os deuses tinham limitações.

            Já ouviste falar do crepúsculo dos deuses ou da derrota de Saturno ?

            Eu não tenho culpa que sejas analfabeto fifi.

            E então quando dizes que o gajo não é capaz de prever os acontecimentos humanos ? Isso não é uma limitação ?

            Tão inteligente que tu és.

            Dizes coisas tão profundas.

            Agora, para rematar, só te falta uma boa citação de Sartre, ou do cozinheiro Abel.

          • João Pedro Moura

            MOLOCHBAAL disse:

            1- “Não está nada implícito omnipoderio nenhum. Durante a maior parte da história da humanidade, os deuses não eram omnipoderosos. Foi só com o avento do relativamente recente monoteísmo que passaram a ser.”

            Ó Molochbaal, quando falamos de deuses é dos monoteístas que falamos…
            Os politeístas já passaram do prazo de validade, há muito tempo…
            …A não ser na Índia, entre os hindus, onde centenas de milhões de deuses servem para brincadeiras divinais, lá…

            2- “”Deus” podem ser deuses, pode ter-se extinguido com a criação do universo, pode ser o próprio universo, pode nem ter a noção da nossa existência, pode ter todo o género de limitações, eu sei lá.”

            Pois, tu sabes lá!…
            Até podem ser vermelhos, azuis, amarelos, cor de rosa, cor de burro quando foge, etc.
            …Podem ser e não ser omnipoderosos, só um bocado, três quartos, tem dias, etc.
            E isso que tu dizes até deve ter interesse para alguma coisa… e tudo!…
            Deves basear-te nalguma hipótese científica…

            3- “Isto porque são tão aldrabões [os crédulos], que inventam atributos a mais, isto é, que acabam por se enredar e ser contraditórios e ilógicos.”

            Claro! Os crédulos, quando começam a falar ou escrever sobre o seu deus, não têm ponta por onde se lhe pegar…
            …Mas nós temos que pegar numa ponta e, piedosamente, mostrar-lhes o desvario…

            4- “Como ainda nos falta conhecer uns 99.99999999999% do universo, o melhor é manter a mente aberta…”

            É mais a matéria negra… e uns quasares a biliões de anos-luz de distância…
            …Mais uns calhaus e uns gases esféricos, mais ou menos reluzentes, um muito por todo o lado…

            A não ser que tu aventes a possibilidade, que teria de ser lógica e cientificamente fundada, do tal deus estar escondido naquela negritude ou andar a cirandar por aquele brilhantismo longinquíssimo…

            5- “É precisamente aí que quero chegar. O conceito de deus dos crentes pode não ter nada a ver com a existência concreta daquilo a que eles chamam deus.
            Mas pode ser uma intuição, que dê uma pista sobre algo que realmente exista. Se calhar…”

            Uma “intuição” crédula “sobre algo que realmente exista. Se calhar”???!!!

            É!…
            Algo que realmente exista…
            A credulidade realmente existe… e não é “se calhar”…

            6 – “O facto de nada saber, não implica que não possa admitir hipóteses – isso implicaria que deixasse de pensar.”

            É… devem ser “hipóteses” sobre o… nada saber…

          • Molochbaal

            “Ó Molochbaal, quando falamos de deuses é dos monoteístas que falamos…”

            1 – Eu recuso ter o meu pensamento definido à partida, por igrejas ás quais nem pertenço. Qualquer hipótese acerca de deus está em aberto, incluindo a que se trate de mais do que uma entidade.

            2 – “Deves basear-te nalguma hipótese científica…”

            Foi a humanidade que criou a ciência e não o contrário. O facto de uma hipótese ainda não dispor de dados suficientes para ser submetida ao método científico, não quer dizes que não se possa colocar.

            4 – Não fazemos a mínima ideia do que realmente é o universo, de onde veio, nem se é único, pelo que a tua pergunta é um bocado limitada. Deus, seja lá o que isso seja, pode ser o próprio universo, pode andar a “cirandar” por outros universos ou fazer parte de nós próprios – não faço ideia. Mas ser proibido de pensar nisso por tais hipóteses não poderem ser testadas implicaria, por exemplo, que o homem nunca tivesse conseguido voar ou ir à Lua. Hipóteses que se puseram muito antes até de existir a ciência moderna.

            5 – “Uma “intuição” crédula “sobre algo que realmente exista. Se calhar”???!!!”

            Sim. Se calhar.

            É normal eu pensar nesses termos, porque nem nem ninguém faz a mínima ideia de como funciona 99.999999999999% do universo/os, pelo que me remeto à minha ignorância.

            6 – “É… devem ser “hipóteses” sobre o… nada saber…”

            Como ninguém faz a mínima ideia de como funciona 99.999999999999999% do/dos universo/os a maior parte da humanidade ou coloca hipóteses sobre o que nada sabe ou vive apenas para pensar na próxima refeição.

            Graças aos deuses que o faz, porque se não, nem tinha sido capaz de criar a ciência, que nasceu, precisamente, para tentar responder ás hipóteses que a humanidade sempre colocou cobre o que nada sabe.

            O que não quer dizer que alguma vez consiga responder a todas.

  • Oscar

    O molocho admite a existência de Deus, mas não faz a mínima ideia porquê,nem quem seja ou para que sirva.

    • Molochbaal

      Sim fifi.

      Já disse que só aldrabões como tu dizem que conhecem o incognoscível.

      Se deus existir, tu também não fazes ideia quem seja, nem porquê, nem nada, mas mentes como o porco que és, a dizer que conheces o incognoscível.

  • Oscar

    “O conceito da sua existência não implica mais nada, para além da hipótese de existir”

    molocho

    Parabéns, molocho. Afinal converteste-te à incognoscibilidade de Deus. Se continuares assim, ainda te retiro do nível mais baixo do infantilismo teológico.

    Mas agora vou ter que dar umas lições de existencialismo filosófico.

    Então não sabes que,segundo Sartre, ” a existência precede a essência” ? E que o conceito de existir pressupõe precisamente uma caracterização concreta da respectiva dimensão vivencial ?

    Andas a confundir o essencialismo platónico com o exstencialismo sartreano.

    És mesmo um nacional-porreirista bacoco.

    Grande palerma.

    • Molochbaal

      Caro fifi.

      Escusas de te armar em intelectual, com citações acerca das quais toda a gente percebe que tu não percebeste nada.

      As referências que fazes não têm nada a ver com o que está a ser discutido.

      A possibilidade de deus existir, não te dá qualquer direito de mentir como um porco, a dizer que o conheces muito bem, que é um compincha teu, que jogaste á bola com ele e que o tratas por tu e que sabes perfeitamente o que ele é e o que quer.

      Como sempre, apenas estás a demonstrar que és um aldrabão de merda.

      Podias estar a vender droga adulterada pelas esquinas, em vez disso, deu-te para andar a vender histórias da carochinha acerca da hipótese de deus.

      Porque, das poucas certezas que podemos ter sobre o assunto, é que vocês sabem tanto de deus como eu.

      Só que, assim como falsificas nicks, também te fazes passar por grande conhecedor daquilo de que não fazes a mínima ideia que seja e falsificas histórias da treta acerca de deus.

      Concretamente, os ateus respeitam muito mais deus do que vocês, que abusam do seu nome e se fazem passar por “videntes” e afirmam conhecer o que não sabem.

  • Ah Pois!

    Então não é que… os ateus querem fazer cabidela com sangue humano!

    E não são perigosos!?…

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