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  • 12 de Novembro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Ateísmo

A indústria dos milagres continua

Vaticano autoriza processo para beatificar surfista carioca

Guido Schäffer organizou diversos grupos de oração. Morreu em 2009, quando a prancha acabou atingindo sua nuca

terça-feira 11 de novembro de 2014 – 9:46 AM

Estadão Conteúdo / portal@d24am.com

Schäffer morava em Copacabana, era médico, seminarista e surfista.Foto: Acervo pessoal

Rio de Janeiro – O Vaticano autorizou a abertura de processo para a beatificação de Guido Schäffer, médico e seminarista nascido em Volta Redonda, cidade no sul fluminense, e morto em maio de 2009, aos 34 anos.

O pedido foi feito em maio deste ano pela Arquidiocese do Rio, que recebeu a resposta no fim de outubro e a anunciou nesta segunda-feira (10). Agora, a Arquidiocese vai instalar um tribunal para dar início ao processo.

16 thoughts on “A indústria dos milagres continua”
  • João Pedro Moura

    Esse menino, médico e seminarista, morreu atingido pela prancha de surf.
    A seguir, alguns religionários foram impetrar para a sua campa, ou em mera invocação “espiritual”, ajuda para os seus males. A seguir, dizem que houve curas miraculosas, provocadas pelo morto, muito devoto, mas que o seu deus o levou cedo…

    Está bem… tem tudo muita lógica…

    Eu até sugiro que mais devotos morram, nomeadamente padres e freiras, para prover de mais recursos hagiológicos o serviço curandeiro da Celestial Ordem dos Taumaturgos…

    • Frei Bento

      Caríssimo irmão em Cristo, tal como diz o preclaríssimo Oscar sem acento, são insondáveis os desígnios do Senhor. Claro que ele não deu uma explicação plausível e racional (que eu darei adiante) para o facto de o surfista ter morrido jovem, quando, até organizava grupos de oração, com que o Senhor se masturba, nem para os milagres.

      Meu irmão, a mente do Senhor é incognoscível, e já me doem os dedos de escrever isto. O Senhor apenas queria que o Guido começasse bem cedo a fazer milagres, já que era essa a sua vocação. Ora, seria uma perda de tempo irreparável esperar que o jovem se tornasse velho e depois morresse. Não é depois de velho que se obram milagres, já que a idade não ajuda, e corria-se o risco de perda de qualidade. Por outro lado, é consabido que os vivos não fazem milagres, mas também para isso tenho uma explicação, que escreverei mais adiante. Assim sendo, nada como pespegar, ao rapaz, com uma prancha de surf na cornadura, e chamá-lo à Sua Divina presença.
      Está explicado?
      Quanto ao facto de os vivos não fazerem milagres: é simples, evita-se o contraditório. Se algum filho da puta me atribuísse um milagre qualquer, eu espetava com o cabrão em tribunal, por difamação.
      Compreendido?
      Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

  • Oscar

    São insondáveis os desígnios de Deus, sobretudo para aqueles que acham que não são Deus.Exceptuando obviamente os tótós ateus deste site. Esses pemanecem imersos no seu infantilismo teológico. Este site é uma autêntica anedota. Alguns escassos ateus acham que podem interpretar, conhecer e condicionar a mente de Deus. É a chamada teologia de alguns ateus. Por que é que não mudam o nome do site para DtduA ( Diário teológico de uns Ateus) ? Ou então para DtdutA ( Diário teológico de uns tótós Ateus) ? Não acham que estaria mais apropriado ao vosso infantilismo teológico ?

    • Molochbaal

      Insondáveis…

      É uma boa maneira de dizer que nem vocês percebem patavina da vossa própria lógica teológica.

      Basicamente, explicas a tua ideologia, dizendo que não a consegues explicar.

      É como um professor de matemática dizer que não sabe fazer contas.

      Acreditas porque sim e pronto.

  • Carlos

    Pegando na ideia do Oscar, acho que ficava bem Diário teológico de uns tótós Ateus. Seria a forma de o titulo do blogue coincidir com o conteúdo.

    Diz o João Moura:
    Eu até sugiro que mais devotos morram, nomeadamente padres e freiras

    Vou comentar com as tuas palavras porque, quando eu digo que os ateus, por serem os seres mais malcriados, mais indecentes, odientos, mais preoconceituosos, xenófobos e mais mais anti-sociais, merecem ser castigados, tu respondes (com estas palavras que se aplicam, agora, a ti):

    Novamente a frieza crudelíssima dum cretino

    Que patifório!

    Que indiferença cruel perante a vida humana, de gente que não foi acusada de nenhum crime

    Repugnante!!!

    Facínora!!!

    Estes [corsários incréus] chegam a ser duma frieza crudelíssima, completamente indiferentes à vida humana, vida essa que tais hediondos hipócritas afirmam defender estrenuamente.

    Que facínoras!…

    • Frei Bento

      Estimado irmão em Cristo, morrer é ir para junto de Deus. Excepto essa cambada ateísta, naturalmente, que tem o Inferno à sua – deles – espera. Por isso, e apesar de tudo, não posso levar a mal que o JPM deseje a morte aos devotos. É o tal tiro que sai pela culatra. Porque quanto mais depressa morrerem, mais depressa vão para junto do Senhor e, mais importante, mais depressa começam a obrar milagres. Os que estão vocacionados para isso, claro, como o estimado irmão Guido. É que o JPM esquece-se de que os devotos não morrem quando ele quer, mas quando Deus, que é o Senhor da vida e da morte, entende. Claro que já com os ateus, a coisa é diferente: morrem quando Satanás decide, mas acho que tudo depende das vagas que há no Inferno.
      Olhe, caríssimo irmão, não lhes ilhes ligue, que são uns ignorantes. Nem sei por que gasta o seu imenso saber com tal gente.
      Já agora, gostava de saber qual o dicionário que usa… O irmão usa palavras muito finas e caras.
      Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

      • Carlos

        Para começo de conversa, vai chamar “irmão” à tua estirpe patogénica.

        Na verdade, cada vez que abres a boca é para “obrar”, por isso vives com a merda na boca.

        Não sou cristão. Mas olhando para os cristãos e para o lixo dos corsários incréus, como tu… prefiro ficar do lado da sanidade, ra racionalidade, da educação, do civismo e da higiene intelectual… coisas que os corsários incréus nem sonham o que seja.

        • Frei Bento

          Caríssimo irmão em Cristo, acalme-se, por favor. Olhe que a ira é um pecado mortal – o quarto da lista. Entretanto, ajude-me a desfazer uma dúvida que me avassala.
          Eu trato o irmão, como todos os irmãos: por “você”, delicada e educadamente; o irmão trata-me por “tu”, grosseira e malcriadamente. Ora, a memória já me atraiçoa frequentemente, pelo que não consigo lembrar-me de quando me alimentei na manjedoura onde o caríssimo irmão refocila gulosamente, nem de ter frequentado a pocilga em cuja merda o irmão chafurda alegremente. Pode avivar-me a memória?
          O irmão não gosta que o trate por “irmão”. Lamento desapontá-lo, mas todos somos irmãos em Cristo. Com Cristo. Por Cristo. Ele está no meio de nós. Palavras da Salvação.
          Por outro lado, o caríssimo irmão assume-se como “não cristão”. Declaração desnecessária, por redundante, já que que é manifesto o seu afastamento de Cristo. Mas também sei que não é católico, pese embora o facto de o seu sentido de humor se assemelhar ao de um mastim alimentado a óleo de fígado de bacalhau. Qualquer católico, por mais abjecto que seja, que os há, há-de situar-se vários níveis acima do seu. Também não é ateu nem agnóstico. Isto porque os ateus e agnósticos que frequentam este local, e outros que eu conheço pessoalmente, não conseguem descer tão baixo como o irmão, pese embora o louvável esforço que fazem nesse sentido. Infelizmente, o meu sentido ético e a minha apurada educação religiosa impedem-de de o classificar devidamente. Se me fosse permitido – e não é! – colocá-lo-ia, em termos religiosos, algures entre a besta quadrada e a cavalgadura psicótica. Ainda bem, portanto, que não posso classificá-lo.
          Caríssimo irmão, não desespere. Ainbda há uma esperança para si. Chama-se “Oração”. Eu vou passar a recomendá-lo nas minhas orações,com muito fervor. Não sei se vai resultar, porque tenho andado a rezar pelo Oscar, “O-Sem-Acento”, e a verdade é que o desgraçado parece um comboio sem travões numa descida, quase a alcançar o irmão Carlos em termos de baixeza de nível. A boa notícia é que o irmão Carlos ainda não bateu no fundo, em termos éticos, mas vai a descer rapidamente..
          Eu vou rezar, mas o irmão tem de dar uma ajuda. Olhe, faça uma peregrinação a Fátima. Comigo, resultou, quando eu andava a atravessar uma crise existencial. Fui lá, e dei 150 voltas à Capelinha das Aparições. Não de joelhos, porque a minha artrose não o permite, nem a pé, por causa dos joanetes. Mas pedi uma Egiro emprestada, e depois pedi a equivalência. Se, mesmo assim, não resultar, experimente ir até à puta que o pariu.
          Saúde e merda, que Deus não pode dar tudo.

          • Carlos

            A educação de um pedaço de ranho nojento, como tu és, é um insulto e é motivo de asco.

            Talvez devesse estar-te grato por reconheceres o teu tratador. Sempre ouvi dizer que os suínos da tua espécie, apesar da merda que lhes enche por completo a caixa craniana, mantêm remanescências da imagem do bondoso Ser Humano que lhe enchia a pia.

            Acabas de provar isso.

            O cheiro nauseabundo que exalas, o roncar afinado e a habilidade para fazer “bolinhas de ar” enquanto desgostas a lavadura na pia de pedra em que te repastas, tudo junto faz de ti um artista.

            Portanto, se alguma vez me viste perto do imundo chiqueiro onde cresceste e vives, é porque eu estive aí lançar-te sobras e lixo, de que tu, a tua porca mãe, o teu barrasco pai e mais os bacorinhos teus irmãos se alimentam, enquanto chafurdam e cuincam.

            Nesse tempo, em que alimentei toda a tua família, por estar perto estar perto da merda que vós sois (sempre com facto de protecção e mascara), eu era ateu.

            Hoje detesto os esgotos e toda a fauna que neles vive, ou seja, o ateísmo e todos os ateus.

            Claro que também não sou nenhum cristão, muito menos católico, porque não sou baptizado. Aliás, até já fui insultado por cristãos deste blogue. Mas, entre os crentes que vivem com higiene e os porcos ateus, prefiro ficar do lado dos crentes.

            Deus não está “no meio de vós” porque, para os porcos da tua estirpe, enviou ele os demónios e os espíritos imundos.

            Não admira que vivas a chafurdar merda e grunhindo estupidez, mais a porca que te pariu, a puta porca que é tua companheira e enlameados bacorinhos que são tua descendência.

            Como vez, sendo eu cristão ou não, tu nunca poderia ser meu irmão porque tu és descente do demo e eu já não sou ateu .

          • Molochbaal

            Claro fifi.

            Não és crente.

            Apenas ameaças de morte todos os que não o sejam.

            Além de católico és burro que nem uma porta.

          • Frei Bento

            Fica em paz, irmão. Para a próxima, dou-te bolota.

    • Molochbaal

      O que tem isso a ver com a stuas constantes ameaças de morte fifi ?

      O Moura apenas fez notar que, de facto, vocês parecem funcionar melhor depois de mortos.

      Em vida não fazem milagres nenhuns. Antes pelo contrário, nem a vocês próprios se conseguem ajudar.

      Depois de mortos, os outros que cá ficam juram que os que morreram ganharam uma data de super-poderes.

      Ou seja, tu acreditas que, depois de morto, vais ser um super-homem do caraças.

      Tá-se mesmo a ver.

  • carlos cardoso

    A propósito de teologia, este episódio de Jesus&Mo é esclarecedor:

    http://www.jesusandmo.net/2014/10/15/iron2/

    “Teologia é a prática de inventar desculpas para acreditar em asneiras”.

  • Molochbaal

    Organiza grupos de oração e leva com a prancha na cabeça. Os outros iam orar e morrem esmagados no autocarro.

    Sabendo nós k os crentes costumam orar a pedir proteção, dirse-ia que deus se está a cagar para eles.

  • Agnóstico

    Pois eu, que sou agnóstico, não acredito em Deus, mas admito que possa existir. Ainda não sei se sob a forma de gambozino ou de nuvem passageira, mas, prontos, admito perfeitamente que exista.

    Porque sim.

    • Molochbaal

      Sim fifi.

      Se existir, eu não sei o que é deus.

      Posso ter uma ideia, muito vaga, do conceito.

      Porque é um conceito indefinido e que não se pode provar.

      Por isso é que, quem disser que sabe que deus existe e que sabe exactamente como ele é, não é agnóstico, é mentiroso.

      São os autores de telenovelas divinas, como tu. Sempre os houve aos magotes. Uns contavam a história, com todos os pormenores, de Anúbis o deus chacal.

      Vocês contam a história do deus das tribos de cameleiros do deserto.

      É só histórias.

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