Mais um exemplo da “defesa intransigente da verdade” praticada pelos cristãos.
O que eu de facto disse, em relação a um caso concreto em que a acusação era de homicídio do marido, foi que concordo com a pena de morte para assassinos, sejam homens ou mulheres, desde que não haja atenuantes, como por exemplo terem sido vitímas de violência domèstica, etc.
Também referi expressamente que, lapidações por adultério our azões religiosas, deviam ser consideradas crime de homicídio e os próprios juízes é que deviam ser condenados à morte.
Mas o que queres ?
Como os fifis estão completamente encostados á parede e não conseguem justificar nenhuma das suas afirmações ideológicas, têm de se socorrer de aldrabices.
Agora é que se percebe que tu dás para todos os lados, mas isso já era visível desde o tempo em que tanto elogiavas Franco, Hitler ou Oscar Romero. Tu és capaz de tudo, até de negares a ti próprio o a tua própria mãe. Por isso não me admira nada que tenhhas defendido novamente a lapidação islâmica, já não seria a primeiravez que o fizeste, como no caso da iraniana Ashtani. Agora, porque o moura te interpelou, já dás o dito por não dito. Tu és daqueles nazi, que tanto elogias o III Reich e o teu amado Hitler, como logo a seguir vens negara tua profissão de fé nazista. És um autêntico asco.
Molochbaal
Sim fifi ?
Estás mesmo desesperado por se ter descoberto k o teu deus é de pacotilha não é ?
A tua unica forma de justificar o teu deus é entrares em guerra de falsificação de nicks, para fugir ao assunto não é ?
Tadinho.
Carlos
IMAGINE QUE NÃO HAVIA ATEÍSMO COMUNISTA
“Yeonmi Park. Este é o nome da rapariga que conseguiu fugir da Coreia do Norte e que mostra ao mundo o que realmente significa viver sob o regime de Kim Jong-Un.
Numa entrevista à BBC, a jovem explica que vivia permanentemente num ambiente de violência e que passava fome – Park disse que tinham que comer relva e insectos para sobreviverem.
“Ver uma execução pública não era nada de especial, vi-as muitas vezes. Mas houve uma vez que a pessoa que ia ser executada era a mãe da minha melhor amiga (…) vi pedaços do seu corpo e do cérebro a voarem”, recorda Yeonmi Park, que, na altura dos acontecimentos, tinha apenas 9 anos de idade.
A mãe desta jovem chegou mesmo a ser presa por apenas mudar de casa com a família. Esteve dois anos na cadeia.
Aos 13 anos, Park foge com a família para a China. Mas o que pensavam que ia ser uma melhoria nas suas vidas, acaba por se tornar num verdadeiro pesadelo “A minha mãe foi violada à minha frente. O alvo era eu, mas ela protegeu-me e sacrificou-se por mim”, explica a jovem.
Hoje com 21 anos, Yeonmi Park vive na Coreia do Sul e dá várias palestras pelo mundo, alertando para o que realmente de passa no seu país.”
O Diário de uns ateus é o blogue de uma comunidade de ateus e ateias portugueses fundadores da Associação Ateísta Portuguesa. O primeiro domínio foi o ateismo.net, que deu origem ao Diário Ateísta, um dos primeiros blogues portugueses. Hoje, este é um espaço de divulgação de opinião e comentário pessoal daqueles que aqui colaboram. Todos os textos publicados neste espaço são da exclusiva responsabilidade dos autores e não representam necessariamente as posições da Associação Ateísta Portuguesa.
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9 thoughts on “O Islão e a violência contra as mulheres”