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  • 4 de Outubro, 2014
  • Por Carlos Esperança
  • Ateísmo

Cristo nunca existiu

JESUS CRISTO NUNCA EXISTIU

Enviado por

João Pedro Moura

Religião Investigador conclui que Jesus nunca existiu

O título é já por si polémico, dado o número de crentes, espalhados pelo mundo que professam a fé cristã. Porém, a declaração não é nossa. É de Michael Paulkovich, um historiador que analisou 126 textos históricos sem encontrar qualquer menção a Jesus Cristo e que, por isso, concluiu que o ‘filho de Deus’ é apenas uma figura mítica, escreve o Daily Mail.

Michael Paulkovich é historiador e investigador. O seu mais recente trabalho consistiu na análise de 126 textos históricos, concluindo que, por não ter encontrado qualquer menção à figura de Jesus Cristo, este deverá tratar-se de uma figura mítica. Ou seja, Jesus poderá nunca ter existido.

As obras que mereceram a análise do investigador não tinha qualquer menção ao nome de Jesus e além deste facto não havia qualquer referência à figura de um messias, nos textos analisados.

Este facto causou espanto a Michael, sobretudo porque os milagres e a fama de Cristo deviam fazê-lo figurar nas obras do seu tempo.

O historiador defende, deste modo, que Jesus de Nazaré é uma criação dos seguidores do cristianismo para terem por base uma figura para ser adorada. Os testemunhos recolhidos por Paulkovich estão compilados num livro com o título “No Meek Messiah”.

 

jesus

143 thoughts on “Cristo nunca existiu”
  • Alfredo Carpinteiro

    O cristianismo não fez outra coisa do que apropriar-se de estórias e feitos de outros deuses. Basta ler o livro dos mortos do antigo egipto, ou então só como exemplo ver Mitra, da mitologia Persa, 3400 anos antes de cristo.

  • Oscar

    O filósofo Sócrates também nunca existiu porque apenas Platão escreveu acerca dele e não era historiador ? Buda e Maomé também nãor existiram porque não foram encontrados 126 historiadores a falarem deles ? Se ocorrer algum evento humano, esse evento só existe desde que certificado por historiadores ? Como é que o Michael explica os apóstolos de Jesus Cristo ? Todos obra de ficção ? E os evangelhos não são documentos demonstrativos da existência histórica de Jesus porquê ? Por não terem sido escritos por historiadores ? Se qualquer facto ocorrido no tempo de Cristo não tiver sido certificado por 126 historiadores, isso significa que não ocorreu ? Por último, os escritos dos historiadores Plínio o Jovem e de Suetónio, que atestam a existência histórica de Jesus Cristo, não chegam ? Têm que se 126 ?

    • Molochbaal

      Nenhum dos evangelistas conheceu nem escreveu no tempo de cristo caro aldrabão.

      • Manuel

        Ó Molochabaal porque será que te picas tanto, ou julgas que estás no tempo do santo ofício?

      • Deusão

        Procure no youtube o documentário ” a farsa do cristianismo”.

        tá aqui. achei.

        http://www.youtube.com/watch?v=Lrof15jN4oc

        Veja. Vale muito a pena assistir

        • Oscar

          És um idiota. Também não admira. Estás formatado na idiotia do ateísmo. Ora repara:
          http://www.youtube.com/watch?v=a-2HBSfPZpU

        • Simeão

          Este deusão é mais um idiota favelado. Mais um dilmo terrorista.

          • Oscar

            Idiota chapado és tu, ó bronco. O homem mostrou em apenas 7 minutos como vocês, os ateus, são uma cambada de chonés.

          • Oscar

            Desculpa o comentário anterior, quis referir-me ao imbecil do deusão.

          • Deusão

            HAHAHA É um imbecil mesmo; xinga a si próprio. Que asno.

      • Oscar

        És um ignorante crasso. Mateus e João foram os autores dos respectivos evangelhos.

      • Oscar

        Mentira. Os evangelhos segundo Mateus e João foram escritos pelos próprios.

    • João Pedro Moura

      A historicidade duma pessoa depende de testemunhos frequentes e credíveis, testemunhos e credibilidade esses que não se podem misturar com histórias fantásticas, surrealistas, sobrenaturais, que, naturalmente, invalidarão essas histórias, mormente na parte sobrenatural.
      Um investigador tem de ser cético, fazer a crítica interna e externa do documento e não validá-lo, sem mais nem menos.
      Também situações contraditórias e omissas levam à desconfiança.

      Por isso, hoje, ninguém acredita na mitologia greco-romana, por mais autores, como Hesíodo e Homero, gregos, e Virgílio, romano, narrassem as andanças de tais deuses de fancaria…
      Para só falar na mitologia greco-romana…

      • Oscar

        Toda a História se baseia essencialmente em relatos orais.E o facto de haver acontecimentos sobrenaturais não significa que o sobrenatural não exista. O critério de aferição do que é a realidade não tem que ser exclusivamente afinado pelo padrão materalista da idiotia ateísta.

        • Alfredo Carpinteiro

          Sobrenatural? Não me digas que tu vens do Entroncamento? Alguma vaca com duas cabeças?

        • João Pedro Moura

          OSCAR disse:

          “E o facto de haver acontecimentos sobrenaturais não significa que o sobrenatural não exista.”

          Afinal existe ou não existe???!!!
          E qual o teu critério de validação do sobrenatural?

          • Alfredo Carpinteiro

            O homem está todo baralhado. Muda de nick, fala para ele próprio, depois até se engana na resposta a ele próprio. Este Oscar é uma comédia.

          • Oscar

            Eu, para já ainda estou à espera que me venhas elucidar qual o critério da tua cultura geral e da idoneidade das fontes que citas. Podias começar por explicar como é que mais de meia dúzia de ” historiadores” do engenheiro aeronático ateu podiam escrever sobre Jesus de Nazaré, quando morreram antes de Cristo nascer.

            Queres começar por aí ou a vergonha é tanta que, sobre essa matéria, enfiaste o rabinho entre as pernas e deste às de vila diogo ?

    • João Pedro Moura

      OSCAR disse:

      “… os escritos dos historiadores Plínio o Jovem e de Suetónio, que atestam a existência histórica de Jesus Cristo, não chegam ?”

      Claro que não!
      Plínio escreveu, cerca de 112, ao imperador Trajano, pedindo instruções para lidar com uma turbulência social, de cariz religioso – os cristãos.
      Suetónio escreveu, cerca de 64, sobre castigos aplicados a uma “superstição” – os cristãos – e já havia escrito antes sobre a expulsão dos judeus de Roma, instigados por “Crestos”, denominação que tanto podia ser correta, como uma corruptela de Cristo.
      De qualquer modo, havia uma dissidência judaica, chamada “cristãos”, disso não há dúvida, mas esses autores nada nos esclarecem sobre Jesus, nome comum naqueles tempos, tal como havia vários “messias”, cuja tradução grega é “cristo”, sem que se pudesse evidenciar o tal “Jesus Cristo”…

      Acresce que os escritores da época, mesmo os posteriores, que fizeram narrativas sobre todo o tipo de crenças, dissidências e “superstições”, como Fílon, Justo de Tiberíades e, talvez acima de todos, Flávio Josefo, escritor judaico, nada referem sobre Jesus…
      …Mas tinham que referir, se ele tivesse realmente existido…

      Flávio Josefo, na sua “Guerra dos Judeus”, escrita cerca de 65, nada refere sobre Jesus, e nas suas “Antiguidades Judaicas”, cerca de 95, apresenta uma suposta passagem, muito conhecida, aludindo a Jesus, como Messias. Ora, um judeu jamais se poderia referir a uma pessoa como sendo o Messias, tão aguardado, e continuando a ser judeu…
      Um messias, na conceção judaica, é um redentor, um salvador que vem, em nome do deus deles, pegar no povo e levá-lo ao patamar duma nova vida, absolutamente destituída das penosidades terrestres, que os judeus sofriam e muito…
      Por isso se pensa que a frase ou frases apologéticas dum pretenso Jesus messiânico, no escrito de F. Josefo, foram interpolações posteriores, até porque o apologista Orígenes, no século III, afirmou que Josefo não acreditava em Jesus. Mas o primeiro historiador eclesiástico, Eusébio de Cesareia, amigo do imperador Constantino, no séc. IV, produziu uma versão de Josefo, que continha as passagens referentes a Jesus, como messias…

      Mas, enfim, é uma interpolação demasiado ingénua, pois um escritor judeu como F. Josefo, como eu disse, nunca poderia interromper uma narrativa para abordar um “messias”, que seria colossal e concitativo de total atenção, para depois retomar o fio à meada narrativa sobre a conjuntura judaica…

      O desespero pela falta dum guia carismático, nos séculos III/IV, sobre o qual incidissem as atenções e servisse de catalisador do povo, deve ter sido tal, que arranjaram um “Jesus” apropriado ao efeito, devidamente ratificado pelo Concílio de Niceia, em 325, sob a presidência do imperador Constantino…

      De resto, um taumaturgo, um dirigente duma nova igreja, uma suposta figura carismática que tivesse irrompido naqueles tempos, com as narrativas patentes na Bíblia, não seria apenas “mais um”, para a coleção de movimentos religiosos e seitas, mas o “UM”, o verdadeiro fundador da verdadeira religião, que, lógica e infalivelmente, congregaria toda a gente, sem exceção, pois que ninguém poderia ficar indiferente a atos milagrosos, verdadeiros e incontornáveis suportes de ação divina…

      Ora, segundo a Bíblia, uns seguiram-no; outros ignoraram-no e os historiadores e escritores judeus e romanos, nada disseram sobre uma figura que, a ter existido e segundo o relato bíblico, teria necessariamente uma entrada triunfal, por todo o lado onde andasse, e por toda a escrita da época…

  • Oscar

    Digam ao Michael Paulkolvich para ir ao Arquivo Geral de Simancas, em Espanha, onde se encontra o original da sentença que condenou à morte um tal Jesus de Nazaré.O homem parece saber tanto de História como eu do idioma mongol.

    • João Pedro Moura

      O original do “processo de Jesus”, em Simancas, na Espanha, sim senhor, muito bem conservado…
      Tem cá uma letra…
      Palpita-me que o lençol do sudário deve ter aparecido nalguma igreja… italiana…

      • Molochbaal

        Não gozes, que o fifi qualquer dia apresenta como provas a carta de condução e o bilhete de identidade de cristo.
        Autenticados pelos representantes das doze tribos, apesar dessas tribos não existirem na época de cristo, e pelo “prepresentante do império romano”, em bora esses representantes nunca se apresentassem assim, mas como representantes de Roma e do imperador.
        Porque o “império romano” significava as possessões de Roma e do imperador e não a entidade que os mandatava.
        Ma so fifi não recua perante nada. Parece o fifi de esquerda com as teorias da copnspiração.
        Temo mesmo que chegue a aprensentar uma foto de cristo a almoçar com o Big Foot, uma foto um bocado desfocada é certo, mas oinde re reconhece perfeitamente deus a comer uma mousse de chocolate à sobremesa. Big Foot, como sempre, preferiu um gelado.
        Confesso que, perante a conversa de anormais destes gajos, sou obrigado a dar-vos cada vez mais razão.

      • Oscar

        Sim, parece estar muito bem conservado. Os escritos de Platão são ainda mais antigos e também estão muito bem conservados. Os registos dos evangelhos do mar morto também estão muito bem conservados. Qual o problema ? Quanto à letra, a mim parece-me um pouco desfocada, mas também com mais de 2000 mil anos d:C o que é que esperavas ? Ah, as pinturas das cavernas rupestres também estão muito bem conservadas e têm milhares de anos. Também terão sido falsificadas ?

        • João Pedro Moura

          OSCAR

          Os escritos de Platão foram copiados e recopiados por copistas medievais e sobre eles não há controvérsia, a não ser a parte religiosa, porque o bom senso investigativo repudia isso.
          Não queiras comparar “sentenças” de Jesus, que ninguém conhece, supostamente constantes em arquivo espanhol, que ninguém cita, com pinturas rupestres bem estudadas e (algumas) conservadas, pelas circunstâncias específicas do lugar e do protecionismo oficial e artificial…

          • Oscar

            Se há ou não controvérsia depende de quem aceita ou não um facto como verdadeiro. E, quanto à sentença do arquivo de Simancas, ainda estou à espera de uma refutação fundamentada…

      • Pedro

        A verdade é que Espanha tem sido palco de grandes achados arqueológicos e documentais sobre religião. O Ultimo

        http://theweek.com/article/index/269337/speedreads-archaeologists-discover-one-of-the-earliest-known-images-of-jesus–and-hes-beardless

    • Deusão

      Animal, já havia sido inventado o papel de carta ? Porque não nos mostra o arquivo original em formato .doc ? Mostre a prova definitiva: os emails trocados entre pilatos e os chefes religiosos judeus, isto prova não só a existência de xeçuis mas também a conspiração entre judeus e romanos com o intuito de executarem deus, o criador do universo, em uma cruz .

      • Simeão

        Animal, volta prá favela. Xou! Atrasado mental.

        • Deusão, bem dotado

          E aí minha nega ? Está sentido falta de um macho ?
          Porque não aproveita para encher a boca, palerma ?

  • Oscar

    SENTENÇA DE CONDENAÇÃO DE JESUS CRISTO

    “No ano XVIII (sic) de Tibério César, imperador romano e de todo o mundo, Monarca Invencível na Olimpíada cxxi, na Clíade xxiv e na Criação do Mundo, segundo os números e cálculos dos Hebreus, quatro vezes m.c. lxxxvii, e da propagação do Império Romano Lxxiii, da libertação da escravidão da Babilônia mccxi, sendo Cônsules do Povo Romano Lúcio Pisano e Maurício Pisarico; Procônsules Lúcio Balesna, público Governador da Judéia, e Quinto Flávio, sob o regimento e Governo de Jerusalém, Governador gratíssimo Pôncio Pilatos, regente da baixa Galiléia, e Herodes Antipas, Pontífices do Sumo Sacerdote Anás, Caifás, Alit Almael o Mago do Templo, Roboan
    Ancabel, Franchino Centurião, e Cônsules Romanos e da Cidade de Jerusalém Quinto Comélio Sublima e Sexto Pontílio Rufo; no dia XXV do mês de Março. “EU, Pôncio Pilatos, aqui Presidente Romano dentro do Palácio da Arquipresidência, julgo, condeno e sentencio à morte a Jesus chamado pela plebe Cristo Nazareno, e de pátria Galiléia, homem sedicioso da Lei Mosaica, contrário ao grande Imperador Tibério César; e determino, e pronuncio, pela presente, que sua morte seja na Cruz, e pregado com cravos como se usa com os réus, porque aqui congregando e juntando muitos homens ricos e pobres não parou de causar tumultos por toda a Judéia, fazendo-se filho de Deus e Rei de Jerusalém, ameaçando trazer a ruína para esta Cidade, e para seu Sagrado Templo, negando o tributo a César, e tendo ainda tido o atrevimento de entrar com palmas, em triunfo, e com parte da plebe, na Cidade de Jerusalém e no Sagrado Templo. E ordeno que meu primeiro Centurião Quinto Comélio leve publicamente Jesus Cristo pela Cidade,
    amarrado e açoitado, e que seja vestido de púrpura e coroado com alguns
    espinhos, com a própria Cruz nos ombros para que seja exemplo a todos os
    malfeitores; e com ele que sejam levados dois ladrões homicidas, e sairão pela Porta Sagrada, agora Antoniana, e que leve Jesus ao monte público da Justiça chamado Calvário, onde crucificado e morto fique o corpo na Cruz, como espetáculo para todos os malvados; e que sobre a Cruz seja colocado o título em três idiomas, e em todos os três (Hebraico, Grego e Latim) diga: IESUS NAZAR REX IUDAEORUM.

    Da mesma maneira, ordenamos que ninguém de qualquer estado ou qualificação atreva-se temerariamente a impedir tal Justiça por mim ordenada, administrada e executada com todo o rigor segundo os decretos
    e Leis Romanas e Hebréias, sob pena de rebelião ao Império Romano Testemunhos da Sentença: pelas 12 tribos de Israel, Rabain Daniel, Rabain seg.12, Joannin Bonicar, Barbasu, Sabi Potuculam. Pelos Fariseus, Búlio, Simeão, Ronol, Rabani, Mondagul, Boncurfosu. Pelo Sumo Sacerdócio, Rabban, Nidos, Boncasado, Notarios desta publicação; pelos Hebreus, Nitanbarta; Pelo Julgamento, e pelo Presidente de Roma Lúcio Sextilio, Amásio Chlio”

    • João Pedro Moura

      Parabens OSCAR!

      És o primeiro investigador da História (!…) a encontrar o “processo de Jesus”…
      Deves ter uma fonte ultrassecreta…

      • Oscar

        Tu é que tens jeito para ” descobrires”, como autoridade idónea para contestar a historicidade de Cristo um engenheiro aeronáutico ateu que, na sua listagem, inclui, como supostos autores, mais de meia dúzia de ” escritores” que morreram antes da data atribuída ao nascimento de Jesus de Nazaré. Deves ter um ” daimon” inspirador muito fraquito. Não tens vergonha de mostrares tão crassa ignorância ? De tão facilmente te meter a ridículo ?

    • Molochbaal

      Decididamente, tu és mesmo um aldrabão fifi.

      No tempo de cristo não existia esse tipo de letra, esse formato de papel, nenhum governador romano se apresentava como representante do “império”, nem doze tribos de israel.

      Cara besta, se lesses a bíblia, sabias que dez tribos desapareceram no Séc. VIII AC.

      Tu pensas que somos analfabetos como o pessoal da tua paróquia ?

      ´

      • Oscar

        Ai então a bíblia já é critério, para ti, para o desparecimento das tribos de israel ? Ah, então agora a bíblia, afinal, já possui para ti critério historicista. Ah, muito bem. Então também acreditas em Adãe Eva, não ? Afinal, também vem na bíblia…

    • GriloFalante

      1) – Só espero que o Chico argentino, a.k.a. Francisco, não leia o DdUA. Se o fizer, certamente exigirá aos reis de Espanha a devolução, no estado em que se encontrar, de um documento tão precioso como o sudário de Turim.

      2) – Peter Ghandy e Timothy Freeke elaboraram um excelente estudo, intitulado “Os Mistérios de Jesus”. Nessa obra, os autores demonstram, servindo-se de vários e fiáveis documentos, que Jesus mais não foi do que um deus pagão, com uma existência tão verdadeira como a de Osíris ou Dionísio onde, aliás, os cristãos gnósticos foram “beber”. Ou seja, que Jesus, mesmo na sua vertente “histórica”, pura e simplesmente nunca existiu como pessoa.

      3 – “Mateus 1:23

      Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome deEmanuel, Que traduzido é: Deus conosco.”

      Como disse? Emanuel, ou Jesus?

      • Deusão

        http://www.youtube.com/watch?v=Lrof15jN4oc

        Veja. E muito interessante. Mostra bem o processo de mitificação do tal xeçuis.

        • Oscar

          Ouve lá ? Tu nem sequer és capaz de perceber a vergonha por que passas ? Que grande idiota.

          http://www.youtube.com/watch?v=a-2HBSfPZpU

          • Deusão

            Palerma, o sujeito se apresenta como “historiador do cristianismo”, isso é o mesmo que historiador ?
            a única objeção oa video feita por esse indíduo é o fato de horús nascer em 25 de dezembro. Isso é o suficiente para provar que o cara é um imbecil – como todo asno crentóide- , pois o vídeo indica que hórus renasceu 3 dias após a morte do sol, Essa é a referência a 25 de dezembro. Mas estou perdendo tempo: você sabe disso e quer apenas fazer o seu habitual papel de palhaço.

          • Oscar

            Ó chungoso, qualquer pessoa que não sofra de idiotia ateísta e que possua um mínimo de cultura geral, facilmente desmascara o video idiota que tu editaste. Mas é o que eu digo: a idiotia ateísta é tão grande que vocês nem sequer conseguem perceber o vosso próprio ridículo.

          • Alfredo Carpinteiro

            Idiotia? É pá ó Oscar, essa é a tua palavra passe. Para quê mudar de nick? És muito parolo pá.

  • Oscar

    “Christus, o que deu origem ao nome cristão, foi condenado à extrema punição [i.e crucificação] por Pôncio Pilatos, durante o reinado de Tibério”

    (TACITUS, Cornelius, Annales ab excesso div August. Charles Dennis Fisher, Clarendon Press, Oxford, 1906)

    “No livro XV dos Anais, Tácito descreve a perseguição que Nero empreende,
    culpando os cristãos pelo incêndio de Roma, onde 15% da cidade foi
    parcialmente destruída.1 Segundo Tácito, havia suspeitas de que o próprio Nero teria causado o incêndio. A passagem sobre os cristãos é considerada por muitos autores a primeira referência pagã à existência histórica de Jesus Cristo”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%BAblio_Corn%C3%A9lio_T%C3%A1cito

    P.S. Chega ou querem mais ?

    • João Pedro Moura

      OSCAR

      Tácito escreveu isso cerca do ano de 116, portanto muito depois da época dita de Jesus, citando a crença corrente.
      Se a referência de Tácito se baseasse em investigação documental e não na crença corrente, o autor teria citado o “processo de Jesus” na documentação abundante que os romanos deixaram sobre processos judiciais.
      De resto, a confirmar-se a vaga referência de Tácito, este chama “procurador” ao Pôncio Pilatos, suposto promotor do processo, quando este era prefeito e não procurador…

    • Molochbaal

      Já chega de palhaçada fifi.

      Esse autor não é contemporãneo de cristo e está apenas a citar o que os cristãos diziam.

      • Oscar

        Ó palerma, grande parte dos acontecimentos historicos foram inicialmente transmitidos por via oral. E daí ? Só irias dar crédito a um evento histórico, fosse ele qual fosse, desde que os historiadores estivessem em cima do palco dos acontecimentos ?Toda a história é feita inicialmente de testemunhos. Estes são oralmente transmitidos e só depois é que ganham relevância histórica. O que é que querias idiota, que a batalha de Aljubarrota só fosse dada como tendo acontecido se, nessa batalha, tivesse estado algum historiador com a pena na mão a registar todos os golpes de espada? Grande imbecil.

        • Deusão

          A herpes também é transmitida oralmente…

          Toma:

          http://www.youtube.com/watch?v=Lrof15jN4oc

          • Oscar

            Eu acho é que o vírus da idiotia ateísta é pior do que o ébola. Vocês nem sequer enxergam o ridículo das vossas posições. 7 minutos chegam para vos meter a ridículo.

            http://www.youtube.com/watch?v=a-2HBSfPZpU

          • Deusão

            Esse velhote- um típico asno crentóide- é você ?
            Não vê o quanto é ridículo ?
            historiador do cristianismo é profissão e teologia é ciência ?
            Está como fome ? vá pastar, mula.

          • Oscar

            Volto a dizer-te o que já disse mais acima. Qualquer pessoa com um mínimo de cultura geral se ri à brava das vossas idiotices ateístas. Vocês são uns imbecis e uns ignorantes de primeira grandeza. Em idiotia vocês são os maiores, ninguém vos consegue ultrapassar.

  • João Pedro Moura

    “NO MEEK MESSIAH, Christianity`s Lies, Laws and Legacy”
    (Messias Não Manso, Mentiras, Leis e Legado do Cristianismo), um livro publicado em Março de 2013, nos EUA, mostra a falta de veracidade histórica da personagem bíblica Jesus Cristo.
    O autor aborda a literatura religiosa, ou não, dos 3 primeiros séculos da Era Comum (EC), e não encontra nenhum autor que pudesse testemunhar ou evidenciar a existência de Jesus Cristo, sem suspeita de interpolação posterior.
    http://www.amazon.com/No-Meek-Messiah-Christianitys-Legacy/dp/0988216116/ref=sr_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1412421679&sr=1-1

    Paulkovich, nesta sua obra, na primeira parte do índice examina diversos séculos Antes da Era Comum (AEC) e todos os séculos da EC, do 1 ao 21, exceto o séc. X (não sei porquê!), explanando por toda a história do cristianismo e suas crueldades e tiranias.

    A empresa não é original. O primeiro a fazê-la foi o italiano Emilio Bossi, com o seu livro “Jesus Cristo Nunca Existiu”, editado em português, nos princípios do séc. XX, em que o autor faz a síntese da exegese cristã até ao séc. XIX, examinando e reinterpretando a origem do cristianismo, a partir dos monumentais estudos dos exegetas David Strauss e Ernest Renan, os maiores investigadores novecentistas do cristianismo.

    David Strauss (1808-1874), com a sua “Vida de Jesus”, http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Friedrich_Strauss
    E Ernest Renan (1823-1892), com a sua “História das origens do Cristianismo” (1863-1883), dessacralizam Jesus Cristo e a origem do cristianismo, sem o negarem, mas remetendo-o para uma pessoa agitadora e dirigente dum movimento dissidente do judaísmo, mas sem inequívoca evidência histórica.
    Bossi vai mais longe, numa época, viragem do séc. XIX para o XX, em que o conforto das velhas ideologias e religiões é posto em causa pela exegese e hermenêutica não-apologéticas, e nega a existência histórica de Jesus, apresentando as contradições das referências à personagem e fustigando exaustivamente os preceitos bíblicos cruéis, opressivos e liberticidas.
    A referida obra de Bossi foi editada há cerca de 30 anos, pelas Edições Numar, mas tanto essa obra como a editora desapareceram pouco tempo depois…
    …E toda esta literatura crítica foi só o começo…

    O impacto foi tal, que levou ao aparecimento da corrente do “modernismo católico”, http://pt.wikipedia.org/wiki/Modernismo_(teologia), de finais do séc. XIX a princípios do séc. XX, corrente esta que procurou modificar a dogmática católica mais retorcida, mentecapta e imobilista, intentando fazer do catolicismo uma ideologia mais de acordo com o desenvolvimento científico, muito acentuado ao longo do séc. XIX, pois que este punha em causa o criacionismo físico-químico e biológico e respetivas datações, das conceções tradicionais da Igreja, invalidando-o.
    É desse modernismo católico que vai emergindo, a pouco e pouco, a conceção de que uma parte da Bíblia é eminentemente mitológica, além de que defendiam também a abertura e tolerância da igreja relativamente ao mundo e suas pluralidades políticas e ideológicas, modernidade esta que apenas se consagrou com o concílio Vaticano II (1962-65).

    Veja-se uma síntese pelo próprio M. Paulkovich:
    http://www.jesusneverexisted.com/paulkovich.html

    Sobre o mesmo assunto:
    http://www.cmjornal.xl.pt/mundo/detalhe/investigador_conclui_que_jesus_nunca_existiu.html

    Raphael Lataster, antigo fundamentalista cristão, mas agora ateu e investigador de Estudos de Religião, na Universidade de Sydney, na Austrália, é outro autor recente, também com um livro publicado em 2013, a negar a historicidade de Jesus e a infirmar a argumentação religiosa, chamado “Não Havia Jesus, Não Há Deus: Uma Análise Académica da Evidência & Argumentos, Filosóficos, Históricos e Científicos para o Monoteísmo”
    http://www.amazon.com/there-was-Jesus-God-Philosophical/dp/1492234419/ref=pd_rhf_ee_s_cp_7_AYCW?ie=UTF8&refRID=0PEBHMEWD0EMG0WBR3J1

    • João Pedro Moura

      ADENDA

      Parece que não passou a hiperligação para o Ernest Renan. Segue agora:

      http://pt.wikipedia.org/wiki/Ernest_Renan

      • Anonimo

        Para quem faz uma tão longa colecção de “Cut & Past”, pondo em pé de igualdade os que dizem que Jesus não existiu, com os que dizem que existiu mas era um pessoa normal, fico sem saber o que estás a escrever:
        Achas que Paulkovich é um aldrabão (e apresentas provas de outros autores), ou não sabes o que estás a dizer?

        • João Pedro Moura

          ANONIMO disse:

          “Achas que Paulkovich é um aldrabão (e apresentas provas de outros autores), ou não sabes o que estás a dizer?”

          “Anonimo”, tu não compreendes o que eu escrevo?!
          Eu inseri o M.P. num apontamento histórico sobre os estudos da origem do cristianismo. Percebeste agora?

    • Molochbaal

      É possível que não tenha existido.

      Mas uma eventual exist~encia não levanta qualquer problema histórico.

      “Profetas” havia-os aos centos naquela época.

      A única coisa que fica bem estabelecida é que o homem não escreveu nada e quem escreveu não o conheceu pessoalmente. Os próprios escritos destinavam-se a “exportação” da fé em regiões onde cristo nunca viveu e foram escritos por individuos com interesses pessoais na seita. Os evangelhos foram escritos com o objectivo expresso de espalhar a fé.

      Ou seja, trata-se de propaganda.

      Logo, podem ter alterado, embelezado, kitado e acrescentado todo o tipo de artifícios para aumentar o efeito propagandístico.

      Logo, embora o próprio possa ter existido, a história e figura de cristo não é fiável

      • Anonimo

        “Os evangelhos foram escritos com o objectivo expresso de espalhar a fé.”

        Nada indicia isso. Foram, porém, usados para esse fim.

        • Molochbaal

          Ok. Foram escritos para passar o tempo, porque na época ainda não havia palavras cruzadas.

          Entretanto foram usados para propaganda, por isso são propaganda.

          Obrigado por tão inteligente observação.

    • Anonimo

      i>(…) 3 primeiros séculos da Era Comum (EC), e não encontra nenhum autor que pudesse testemunhar ou evidenciar a existência de Jesus Cristo, sem suspeita de interpolação posterior.

      Só falta saber se Era Comum é o mesmo que Era Cristã. Nenhuma Norma ou Convenção se refere à primeira designação. Portugal é signatário da Norma ISO 8601, e esta não esclui a designação até aí usada, atestando e certificando, inclusive, a designação AD (Anno Domini) e BC (Before Christ).

      No caso corrente:

      Paulkovich, en termos de História, é um trapaceiro. Desde logo, ele é um escritor à procura de leitores (e Jesus continua a vender!) e não um historiador sério.

      Basta ver que ele não sabe que os três primeiros séculos estão compreendidos entre o ano 0 AD (o “ano zero” não existiu) e 300 AD. Se soubesse, ou não fazia tão infantil afirmação, ou teria demonstrado que efectivamente perdeu tempo a ler algo sobre o assunto. Acredito que tenha consultado a Internet.

      Se tivesse lido Cássio, que era um funcionário público, ou seja, um hsitoriador profissional, perceberia que não sabe nada sobre o Império Romano.

      A sua falta de formação leva-o a afirmar indecências intelectuais como dizer que que as referencias de Josefo “foram introduzidas mais tarde por escritores posteriores, não por Josefo”.

      Talvez diga também que os “apócrifos”, recentemente descobertos, foram forjados.

      Alguém honesto e que tenha lido algo sobre o assunto faria esta afirmação?

      “Paulo não tem conhecimento da virgem mãe, desconhece como Jesus nasceu e quem são seus pais, e os acontecimentos de sua vida, os milagres, os apóstolos, a traição, o julgamento e a paixão dolorosa. Paulo não sabe onde ou quando Jesus viveu, e considera que a crucificação é uma metáfora ““.

      Como é possível que hoje, em pleno século XXI, ainda haja quem dê crédito a uma pessoa que escreve estas barbaridades, seja crente ou ateu?

      • João Pedro Moura

        ANONIMO

        Tu estás demasiado obnubilado pelo teu fanatismo crédulo de cristão e não consegues, mental e intelectualmente, contra-argumentar… a não ser com exclamações…
        Eu compreendo os teus males…
        São ancestrais…
        Mas continua aqui, que estás bem…
        Com a ajuda dos ateus e com a tua força de vontade, poderás melhorar e alcançar um mundo novo…
        Mas lê bem o que eu escrevo nesta caixa de comentários…

  • GriloFalante

    1) – Só espero que o Chico argentino, a.k.a. Francisco, não leia o DdUA. Se o fizer, certamente exigirá aos reis de Espanha a devolução, no estado em que se encontrar, de um documento tão precioso como o sudário de Turim.

    2) – Peter Ghandy e Timothy Freeke elaboraram um excelente estudo, intitulado “Os Mistérios de Jesus”. Nessa obra, os autores demonstram, servindo-se de vários e fiáveis documentos, que citam e identificam, que Jesus mais não foi do que um deus pagão, com uma existência tão verdadeira como a de Osíris ou Dionísio onde, aliás, os cristãos gnósticos foram “beber”. Ou seja, que Jesus, mesmo na sua vertente “histórica”, pura e simplesmente nunca existiu como pessoa. Inclusivamente demonstram que o culto de Dionísio foi introduzido na Grécia por Pitágoras; e que os gnósticos plagiaram o culto, modificando-o, e substituindo Dionísio por Jesus que, no entanto, manteve o sobrenome de Chrestus” – ungido. “Chrestus” é uma palavra grega, como se sabe, e não faria (julgo eu) sentido que um judeu tivesse um cognome grego.

    3 – “Mateus 1:23

    Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome deEmanuel, Que traduzido é: Deus conosco.”

    Como disse? Emanuel, ou Jesus?

    • Anonimo

      Se quiseres saber o rigor com que “Peter Ghandy e Timothy Freeke” falam de religião, basta ver as suas afirmações sobre Mitra, que, segundo eles, também nasceu de um Deus e uma virgem terrena, numa gruta, em 25 de Dezembro…

      Agora vê o relato original:

      “Não existem textos sobre o mitraísmo escritos pelos adeptos pelo que as únicas fontes para o conhecimento da religião são as imagens encontradas nos templos.
      1. Relato mítico

      Segundo as imagens dos templos e os escassos testemunhos escritos, o deus Mitra nasceu perto de uma fonte sagrada, debaixo de uma árvore sagrada, a partir de uma rocha (apetra generatrix; Mitra é por isso denominado de petra natus). Este aspecto relaciona-se com as tradições arménias sobre a caverna de Meher (Mitra). No momento do seu nascimento trazia na cabeça o barrete frígio, uma tocha e uma faca. Foi adorado pelos pastores pouco tempo depois do seu nascimento. Com a sua faca, cortou as folhas da árvore sagrada com as quais criou a sua roupa.”

      Ainda tens a lata de citar estes fulanos?

      • Molochbaal

        Antes isso do que cair no extremo da idiotia de acreditar que um museu espanhol regional qualquer tem o original da condenação de cristo, facto completamente desconhecido por todos os historiadores.
        É preciso ser muito idiota.

      • Padre Inácio

        Caro antoniofernando, tu acreditas no que quiseres. Já agora: quem te garante que esse é o “relato original”? Quantos “relatos originais” existem? Qual deles é o verdadeiro? Já agorsa, e por falar em “relato original: qual das genealogias de Jesus é a verdadeira: a e Lucas, ou a de Mateus?

  • Oscar

    O ATEÍSMO É MESMO UMA IDIOTIA

    Vistos e revistos os habituais comentários dos tótós ateístas de serviço, não há dúvidas que o ateísmo é mesmo uma idiotia.

    Vejamos:

    Para os tótós ateístas de serviço, desde que um qualquer engenheiro aeronáutico, chamado Michael Paulkolvich apresente 126 nomes de personagens completamente desconhecidas, logo esses tótós confiam nas patacoadas desse enegneheiro aeronáutico.

    E, claro, desde que se trate de referências de individuos que terão vivido depois do 1 século d.C, não há problema nenhum em aceitarem o que eles digam ou não digam sobre Jesus Cristo.

    O problema só passará a existir, para esses broncos, se os historiadores, que tenham vivido, na época de Cristo ou no 1 século d.C. atestarem a sua existência histórica.

    Depois, para esses tótós, vale mais um escrito sensacionalista de um engenheiro aeronáutico do que todos os académicos conceituados que asseveram a figura histórica de J.C.

    Enfim, os tótós do costume quiserem vir aqui mostar até que ponto os conduz a idiotia ateísta.

    • Alfredo Carpinteiro

      Não tens uma única ideia. Só sabes, e mal, consultar a wikipedia. O que apresentas é ridículo pela facilidade com que é desmontável – aliás já feito. Por ultimo, andas para aí a dizer que os evangelhos são demonstrativos da existência de Jesus. Ora se o primeiro dos evangelhos começou a ser escrito 60 anos após a morte do suposto Jesus, não sei porque carga de água é que durante 60 anos ninguém se lembrou que tinha andado pela terra um deus. Por outro lado atendendo a que há 2000 anos a esperança média de vida era de 30 anos, passaram duas ou três gerações até alguém se lembrar que tinha existido na terra um deus chamado Jesus.
      E o mais extraordinário é que Jesus tinha logo que aparecer numa região do globo completamente atrasada. Olha que não apareceu aos chineses que na altura estavam bastante avançados comparativamente. Não, nada disso, tinha que aparecer para gente estúpida com rezas no meio do deserto. Uma coisa contudo é certa, 2000 anos depois, ainda há estúpidos que acreditam em contos de fadas.

    • João Pedro Moura

      OSCAR disse:

      “…vale mais um escrito sensacionalista de um engenheiro aeronáutico do que todos os académicos conceituados que asseveram a figura histórica de J.C.”

      1- Não é por Michael Paulkovich ser engenheiro aeronáutico que não poderia escrever o que escreveu ou que estaria impedido de investigar um assunto fora do seu domínio profissional…

      2- O indivíduo, em Portugal, que mais sabe sobre a origem do cristianismo, fora do domínio das igrejas e dos teólogos, é o engenheiro civil e urbanista, António Sérgio Pessoa, que publicou o melhor livro de autor português sobre a matéria…

      http://www.bulhosa.pt/search.ud121?trigger_pre_event_0=search_result&trigger_event_0=print_search_result&search_criteria=%5E%A7UP.author%A8%3DANT%D3NIO+S%C9RGIO+PESSOA&from_zone=

      • Anonimo

        ahahahahahahahahahah

        E quem mais sabe de o padre de Vilar de Perdizes. Basta ver o que ele não sabe sobre as propriedades dos extractos das plantas.
        Em contrapartida, quem mais sabe sobre estas questões históricas ligadas à religião é o Zé Rodrigues dos Santos. Ainda não leste os calhamaço dele?

    • João Pedro Moura

      OSCAR disse:

      “…do que todos os académicos conceituados que asseveram a figura histórica de J.C.”

      1- Quais “académicos conceituados”?!

      2- Como “asseveram” eles?!

      • Anonimo

        Eu diria que mais de 95% dos historiadores, arqueólogos e paleógrafos mundiais, especialistas do mais reconhecido mérito de todo o mundo (incluindo toda a Ásia – da Rússia à China).

        • Molochbaal

          Caro idiota que acredita que as doze tribos de israel ainda existiam no tempo de cristo, nenhum historiador apresenta provas da existência de cristo, porque não há nenhuma. Limitam-se a aceitar a possibilidade da sua existência.

          • Oscar

            Mostra então aí as provas de não existiam as 12 tribos de israel no tempo de Cristo.

            E, já agora, uma vez que já afirmaste que acreditas na existência histórica de Cristo, apesar de agora dizeres que não há nenhuma prova da sua existência, explica aí ao pessoal como chegaste a essa crença ? Terá sido o Anjo Grabriel te fez essa revelação, ó imbecil ?

          • Molochbaal

            Cara besta.

            Acabei de te dizer e já te disse umas 50 vezes.

            Lê o que os outros dizem antes de dizeres asneiras.

          • Oscar

            Ó bronco, então e as tuas provas sobre as 12 tribos de Israel ficaram no tinteiro ?

            E não consegues explicar de onde te veio a tua crença sobre a existência histórica de Jesus Cristo ?

            Às tantas, és a Alexandra Solnado em versão masculina.

          • Molochbaal

            Cara besta. Eu que te comprazes a exibir a tua ignorância de palhaço de merda.

            Vou-te responder outra vez, a décima, lê qualquer história do povo judeu.

            Quanto a porque é que acho perfeitamente aceitável que Jesus tenha existido, já te disse umas 50 vezes, lê as minhas respostas.

            Obrigado.

          • Oscar

            Sem provas, só paleio.Não tens vergonha de não conseguires provar o que sustentas ?

            Quanto a acreditares que Jesus Cristo existiu, estás no teu pleno direito, mas como é que essa crença te surgiu ? Por obra do Espírito Santo ? Foi o próprio Jesus quem te apareceu em sonhos ? Explica aí ao pessoal.

          • Anonimo

            “Caro idiota” é uma forma de tratamento que não tenho que tolerar-te. Se não tens educação suficiente para debater com pessoas, retira-te ou forma-te primeiro.

            Há tantas provas da existência de Jesus (Cristo és tu que dizes), como da existência de todos os faraós do Egipto, dos povos da Suméria ou Babilónia, ou até dos oficiais, reis e imperadores romanos.

            Se tomarmos tudo por falsificável, como Paulkovich – que NÃO É INVESTIGADOR DE NADA -, nenhum tudo é relativo e indeterminado. Se é esse grau de seriedade que tu usas na argumentação, então estamos falados.

          • Molochbaal

            Então estamos falados.

            Fica com a tua “condenção original” de cristo, assinada pelas doze tribos etc etc.

            Que eu não tenho pachorra para falar com doidos.

        • João Pedro Moura

          ANONIMO

          Tu não sabes o que dizes!…
          Essa deveria ser a percentagem… até ao séc. XIX…
          O assunto da origem histórica do cristianismo é o mais complexo da História e nem mesmo entre os ateus há homogeneidade de pensamento…

          A tua igreja fartou-se de matar e destruir opositores e documentos, que nos esclareceriam cabalmente alguns problemas, unido-se aos tronos que lhe garantiram o sucesso… à força…

          • Anonimo

            Provavelmente imaginas que descobriste algo que ninguém sabia, ou que hoje se estuda mais ( e mais profundamente) este tema do que em 2000 anos de História. estás redondamente enganado.

            Tudo o que tu hoje dizes, já era discutido há séculos. Os ateus ou os crentes, para questões como esta não interessam. O problema é que aparecem alguns ateus, imbecis e aldrabões, como este PaulKovich, que se serve deste assunto para tentar tirar proveito.

            A existência física de Jesus não oferece nenhuma dúvida, se estivermos a discutir a sério. A questão que se coloca é se esse Jesus era o “Cristo” (e aí há dúvidas, sim).

            Quanto à questão de matar ou não matar, além de absurda, nada tem a ver com o assunto.
            TODAS AS IDEOLOGIAS, em todos os tempos, e hoje mesmo, se livraram dos seus opositores, segundo as regras, leis e normas de cada época.
            Hoje mesmo, no meu país, não é permitido criar um partido de cariz fascista. Porquê? Porque, interdependente de ser bom ou mau, tenta livrar-se dos seus opositores.
            Um herege estavam para os regimes católicos como os fascistas estão para a democracia. Noutros tempos matavam-se (ainda hoje se faz no mundo islâmico), hoje já não é assim, mas elimina-se a bem ou o mal.

            Não foi a religião que determinou que se procedesse assim, foram as pessoas que o teorizaram e foi aceite no seu tempo.

            Exactamente como fizeram os ateus e livre-pensadores, por exemplo na França ou Leste, onde se mataram pessoas, destruíram suas obras e proibiram seus ensinamentos.

            Portanto, essa conversa é absurda e, como argumento é ridiculamente inválida.

          • João Pedro Moura

            ANONIMO disse:

            “Não foi a religião que determinou que se procedesse assim, foram as pessoas que o teorizaram e foi aceite no seu tempo.”

            Não mintas nem deturpes!
            Foram as religiões do livro, como o cristianismo, que de per si ou aliadas aos políticos cristãos, fustigaram impiedosamente o pensamento alternativo, queimando e matando, fazendo seguir um determinado curso da História…

          • Molochbaal

            Pode ser.

            Mas como as religiões foram feitas por essas mesmas pessoas, temos a eterna pescadinha de rabo na boca.

    • Deusão

      Mostre um tiranossauro ressuscitado por xeçuis – ou qualquer outra coisa impossível ( para simples mortais ) de ser feita- e eu serei fiel da sua igreja contribuindo com 100 % dos meus rendimentos.
      Agora, se não tiver nenhuma prova efetiva, eu continuo achando que você, assim como o seu jesus, é um bobo alegre, o nosso palhaço plantonista.

  • Oscar

    Eis um exemplar daquele tipo de sumidades, como o engenheiro aeronáutico Michael Paulkolvithc, em que os tótós ateus acreditam, para se pronunciarem sobre questões históricas. Os broncos nem sequer têm o menor sentido do ridículo. Por isso mesmo é que se formaram na idiotia do ateismo.

    • Molochbaal

      Olha fifi, eu tenho para venda o atestado d ebaptismo do JC, assinado pelo João Baptista e pelos representantes das doze tribos que já não existiam nessa época.
      Depois mando-te o meu nib, para fazeres a transferência.
      Tótó.

      • Deusão

        Acabei de obter, com exclusividade, os e-mails trocados entre pilatos e o rabino isaac da silva. A correspondência atesta a existência de xeçuis, de maria, a parideira virgem e ainda prova que xeçuis andava sobre a água- a qual ele transformava em vodka -, e tinha asas, as quais foram cedidas à maria, para que ela o visitá-se no ceuzinho cor de rosinha.

  • Oscar

    DEPENDE DOS DIAS…

    Há dias em que os tótós ateus de serviço aparecem a clamar, aos quatro ventos, que Jesus Cristo não existiu. Mas isso depende dos dias. Também há dias assim:

    1 -“A história de Pedro é a de alguém que renegou o seu mestre,
    por medo, mas mais tarde ganha coragem para se deixar matar como um herói”

    Molochbaal

    http://www.diariodeunsateus.net/2013/07/31/homenagem-do-diario-de-uns-ateus/

    2 -“Jesus era casado? Era o mais certo,

    O Evangelho de Filipe, livro apócrifo, refere Jesus como tendo uma companheira, portanto, casado, mas isso não convinha à Igreja triunfante, que teve muito tempo, o tempo todo do mundo, para fazer e refazer bíblias e outros textos… e mandar outros para o estado… apócrifo…

    Agora, a questão que se coloca é esta: terá a académica, e seus pares, que traduziu o manuscrito, força suficiente para impor o “casamento” do Jesus bíblico, como facto histórico-literário, ante a majestade da ICAR?…”

    http://www.diariodeunsateus.net/2012/09/18/jesus-era-casado/

    • João Pedro Moura

      “Jesus era casado? Era o mais certo…”

      Estamos a tratar da personagem bíblica, como eu disse e se poderá confirmar pelo “link”, mas que tu preferiste escamotear, dando a ideia de que eu estaria a ratificar a existência histórica dessa espécie de ectoplasma divinal, para lançar melhor a confusão maldosa, de que tu gostas muito…

      • Anonimo

        Afinal, existiu ou não?

        • Molochbaal

          Caro fifi, o Moura estava a falar de Cristo, como quem fala do personagem de uma telenovela – não de uma pessoa real.
          Se quiseres eu explico-te mais coisas, visto que o teu arguemento principal é fingir que não percebes o que te dizem, posso-te explicar todos os factos da vida. Devagarinho…

        • João Pedro Moura

          ANONIMO perguntou:

          “Afinal, existiu ou não?”

          Não.

          • Molochbaal

            Acho que ele ainda não percebeu.

            Acho que tens de dizer outra vez, 50 vezes, antes de ele mudar de assunto.

          • Anonimo

            Portanto, os muitos ateus que dizem que existiu mas não era “filho de Deus”, estão a mentir.
            Ou seja, tu andas a citar mentirosos, pois muitos dos teus citados, neste e noutros tópicos, dizem que existiu.

          • João Pedro Moura

            ANONIMO

            “Mentir” implica intenção…
            Um indivíduo, mesmo sendo ateu, pode aceitar que tenha existido um Jesus qualquer, deificado por uma igreja, mas destituído de santidade…
            É a corrente dos que aceitam esse Jesus como um dirigente revolucionário, religiosamente falando… posteriormente recuperado e mitificado por uma igreja, que se impôs pela força e pela aliança com o trono…

            Vê lá se percebes o óbvio, para eu não ter que vir sempre aqui prestar-te assistência intelectual…

          • Molochbaal

            De facto é cansativo.

            Tudo o que lhe dizemos, temos de lhe vir explicar depois. Muitas vezes. E devagarinhoooooooooooooo…

    • Molochbaal

      Caro fifi.
      Eu sempre disse que acredito na existência histórica do JC, pelo que não vejo para quê que te estás a dar a esse trabalho de copista.
      Entretanto, tal como a maior parte dos historiadores, eu acredito, não por haver qualquer prova indesmentível, que não há, mas por ser perfeitamente possível e não ver grandes razões contra a ideia da sua existência.
      Como tal, também aceito que possa não ter existido, embora esteja mais inclinado a aceitar que existiu.
      O que não é o mesmo que fazer como tu, típico charlatão de merda, que anda a inventar e a reproduzir provas falsas.

      • Oscar

        Ai acreditas na existência histórica de Jesus Cristo ? Mas de onde te veio essa inspiração ? Do Anjo Gabriel ? Da Virgem Maria ? Do próprio Jesus Cristo ? Vá, ó palerma, explica aí ao pessoal de onde te veio essa inspiração.

  • Oscar

    A SENTENÇA CONDENATÓRIA DE CRISTO…

    Por último, quanto à sentença condenatória de Cristo à morte, as reacções dos tótós de serviço não podiam ser as mais imbecis.

    Claro, que só podiam entrar em imediato furor negacionista. Devem ter aprendido com o Stefano, que nega a auttenticidade de todos os documentos de que não gosta.

    Mas se os tótós de serviço querem refutar esse documento idóneo, têm uma boa solução: desloquem-se ao Arquivo Geral de Simancas, que, desde a sua fundação, tem figurado como uma das referências da Península Ibérica em matéria de conservação e armazenamento de documentos.

    E procurem pelo documento com a seguinte referência:” Estado, Leg, 867, 60, Simancas”, que, para vossa enorme amargura. aí é apresentado como a verdadeira sentença condenatória de Pilatos.

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquivo_Geral_de_Simancas

    • Alfredo Carpinteiro

      Tu andas na drogaria. E da pesada.

    • Molochbaal

      Caro atrsado mental.
      Como é possível, até tu seres tão besta que acredita que um documento desses possa ser ignorado por todos os historiadores ?
      É evidente que, a ser verdadeiro, seria talvez o documento histórico mais conhecido a nível mundial.
      O facto de estar num arquivo, não quer dizer que seja verdadeiro minha besta quadrada.
      As falsas decretais e a falsa doação de Constantino também estão em arquivos e toda a gente sabe que são falsas.
      Os merdosos dos fifis da tua igreja produziram toneladas de documentos falsos e de falsas relíquias, para ganhar protagonismo para atua igreja.
      Até tenho vergonha de ter de te dizer estas coisas. Estou mesmo a perder tempo com um atrasado mental.

      PS
      E já te disse que ainda por cima o falsificador era péssimo. Esse tipo de letra não era usado, não havia doze tribos, os governadores não se apresentavam como prepresentantes de nenhum império, mas de Roma, do imperador, do senado e do povo romanos.
      Deixa de ser bronco meu, tu és uma vergonha para todos os crentes.

      • Oscar

        Os teus escarros não são provas, Para refutares o que eu afirmei é preciso mais do que os teus vómitos, imbecil.

        • Molochbaal

          Falas muito bem tu.

          Apresenta aí então os inúmeros estudos hsitóricos, que com certeza não poderão deixar de existir, sobre esse documento importantíssimo, o único que atesta a existência de jesus.

          Ah. Deixa ver, só o contínuo do arquivo de Simancas conhece esse documento…

          TÓTÓ.

          PS

          Se quiseres arranjo-te documentos inquisitoriais, aqui mesmo em Portugal, na Torre do Tombo, que “atestam” que bruxas se transformam em gatos negros e voam nas noites de Lua cheia.

          TÓTÓ.

          • Anonimo

            Isso é que não arranjas, garanto-te!

          • Molochbaal

            Caro fifi.

            Vocês andaram mais de mil anos a matar mulheres por bruxaria.

            Agora também me vais exigir provas das vossas perseguições ?

            Vais dizer que é mentira meu animal de merda ?

            Eu não vou dar provas nenhumas da vossa caça às bruxas. é um afcto histórico de todos conhecido, assim como o desaparecimento das doze tribos.

            Podes fazer-te de atrasadinho mental.

            Já agora pede provas de que a Terra gira em volta do Sol.

            Vocês também queriam matar o Galileu por dizer isso.

            Tótó.

          • Oscar

            Só tens sílabas, mas provas do que afirmas nem uma. És mesmo um grande ignorante. Também não me admira nada. Tu também foste formatado na dupla idiotia nazi-ateísta, o que é que se havia de esperar de um imbecil como tu ?

          • Molochbaal

            Mas que “provas” são precisas do desaparecimento das doze tribos ?

            É um facto histórico dos mais conhecidos.

            Qualquer livro de história judaica te diz isso.

            Que tu nunca tenhas pegado num livro, isso é outra coisa.

            Já todos percebemos que tu nem a bíblia conheces.

          • Oscar

            Provas nicles, nem vê-las, também não admira. És a cultura do nacional-porreirismo no seu ” melhor”.

          • Molochbaal

            Já agora exige-me “provas” de que houve uma segunda guerra mundial.

            Pató. Tu pensas que eu vou entrar nos teus esquemas de provocação ?

            Toda a gente sabe do desaparecimento das tribos de israel.

          • Oscar

            Toda a gente sabe do desparecimento das tribos de Israel ? Mas estás com imensa dificuldade de apresentares um documento credível sobre essa patacoada, não é ? És mesmo um grande ignorante. Mandas uma bocas soltas, mas fundamentá-las é que não consegues.

  • Oscar

    O ” RIGOR” HISTÓRICO DO ENGENHEIRO AERONÁUTICO…

    Estive a analisar alguns dos supostos autores, citados pelo engenheiro aeronáutico Michael Paulkovich e só para verem o ” rigor ” histórico,de que os tótós ateístas deste site tanto se ufanam, seleccionei este exemplo muito interessante para vos mostrar:

    Asclepiades of Prusa, citado pelo referido engenheiro, também conhecido por Asclepiades of Bithyinia viveu entre 124 ou 129 a.C e 40 a.C. E era médico, não historiador

    http://en.wikipedia.org/wiki/Asclepiades_of_Bithynia

    Dos 14 primeiros nomes da lista de Paulkovich nenhum foi historiador, eram todos filósofos gregos.

    P.S. Os tótós do costume que venham agora mostrar qual o rigor intelectual de um engenheiro aeronáutico ateu, que, entre outros, cita como exemplo da não historicidade de Cristo um médico grego que morreu em 40 a.C.

    Vá, tótós, mostrem agora o crédito que possui o vosso engenheiro ateu…

    • Oscar

      C:Cassius Longinus, mais um da lista do engenheiro aeronáutico ateu, viveu entre 85 a.C e 42 a.C.

      http://en.wikipedia.org/wiki/Gaius_Cassius_Longinus

      Era, portanto, muito natural que não soubesse nada sobre a historicidade de Jesus Cristo, não acham tótós ?

      P.S. Então, embatucaram ? Onde ficou agora o vosso bitátá ? Já viram agora a vergonha por que estão a passar ?

      • Oscar

        Gnaeus Domitius também não podia saber nada acerca de Jesus Cristo, não é tótós ?

        Morreu em 31 a.C…

        http://en.wikipedia.org/wiki/Gnaeus_Domitius_Ahenobarbus_%28consul_32_BC%29

        • Oscar

          Hallicarnensis Dionysus II morreu em 343 a.C.

          http://en.wikipedia.org/wiki/Dionysius_II_of_Syracuse

          Outro que nada podia saber sobre a historicidade de Jesus Cristo, não é tótós ?

          • Oscar

            O Lucian, da lista do engenheiro aeronáutico ateu, deve ser Luciano de Samosata. Vejam agora tótós o quão pouco ele sabia da historicidade de Jesus Cristo:

            http://marceloberti.wordpress.com/2011/05/04/luciano-de-samosata-e-a-historicidade-de-cristo/

          • Oscar

            Lysimachus, outro da lista do engº aeronático ateu, também nada podia saber de Jesus Cristo, por ter morrido em 281 a.C.

            http://en.wikipedia.org/wiki/Lysimachus

            Não é tótós ?

          • Oscar

            Phaedrus também nada podia adiantar quanto à historicidade de Cristo, por ter falecido em 393 a. C., não é tótós ?

            http://en.wikipedia.org/wiki/Phaedrus_%28Athenian%29

          • Oscar

            Então João Pedro Moura, gostaste dos exemplos atrás referidos ? Aparece agora e vem mostrar a tua lábia. Anda, salta da toca.

          • Oscar

            Entupiste JPM ? Agora andas de garimpa baixa ? Tens aqui mais um motivo para vires em defesa do engenheiro aeronáutico ateu.

            Ora repara:

            Sotion morreu em 170 a.C.

            http://en.wikipedia.org/wiki/Sotion

            Também não podia saber nada sobre Jesus Cristo, nao é tótós ?

          • João Pedro Moura

            OSCAR disse:

            “Entupiste JPM ? Agora andas de garimpa baixa ?”

            Não, Oscar, nem ando “entupido” nem de “garimpa baixa”…
            Simplesmente, não tenho o teu profissionalismo, de passar o tempo neste diário, de manhã à noite, em que intentas sempre ser o primeiro a comentar, mesmo que nada esclareças ou adites, mas desde que contraries, de qualquer maneira, os ateus, verdadeiro móbil da tua presença aqui…

            Mas, desta vez, o teu requisitório é pertinente…

            1- Michael Paulkovich apresenta 126 autores que, segundo ele, nada disseram sobre Jesus, o que, manifestamente minoraria até à insignificância a historicidade do mesmo…

            De permeio, adito que o facto de haver 126 autores, que nada esclarecem sobre a historicidade dum indivíduo, não significa que cada autor teria, necessariamente, que referir a veracidade da existência da criatura ou contar coisas coetâneas…

            Significa antes que, num universo vastíssimo de autores, coevos ou posteriores, duma suposta pessoa importantíssima na História, necessariamente que inúmeros desses autores teriam que referenciá-la e aboná-la, não só inequivocamente, mas também amplamente, com noticiário e exaltação, pois que se trata dum suposto taumaturgo, aterrando e perambulando em pose majestática e triunfal, por umas terras médio-orientais, numa área duns meros 10 000 Kms quadrados e só nalguns lugares, comparativamente aos milhões quilométricos mundiais…

            …Numa área dum “povo eleito”, a que ele iria trazer, supostamente, não só o reforço do cumprimento da “lei divina”, mas também a “espada” justiceira dessa mesma lei…

            … Ignorando os outros milhões de pessoas, de todas as partes do mundo, que, certamente se fossem “filhos do mesmo deus”, também seriam credores da benesse presencial de tão ínclito figurão do jardim da celeste corte…
            …Mas, pelos vistos, não eram…

            2- M.P. refere inúmeros autores, que viveram antes da suposta vida de Jesus, e/ou outros cujos escritos, aparentemente, não estarão existentes.

            3- Das duas, uma:
            …Ou M.P. nomeia apenas autores da nossa Era Comum, como ele afirma em intervenções que já li, confundindo-se alguns deles com homónimos anteriores a JC, o que não está esclarecido e eu duvido…

            …Ou M.P. comete um erro grave ao nomear indivíduos extemporâneos ao JC, incluindo-os, disparatada ou abusivamente, no rol dos escritores que poderiam ou deveriam ter escrito algo sobre JC, mas nada disseram, porque JC nunca existiu…

            Entretanto, para esclarecer isto, enviei um e-mail ao “blogger” americano que divulgou o seu livro e abriu a página ao próprio autor, como eu já divulguei, e espero tais esclarecimentos…

            Claro que me comprometo a divulgar aqui tais esclarecimentos, se os receber.

            4- O teu pressuroso fervor, prestimoso Oscar, em tentar “apanhar” em falso algum ateu, infelizmente não é similar à tua defesa da Bíblia, pois que em 4 artigos, onde eu fustiguei e arrasei a coerência bíblica, nem num só os leitores puderam contar com o teu pressuroso fervor de crédulo cristão a defender a mesma… antes te recluíste, de rabinho felpudo entre as pernas, na soturna toca fideísta onde te acoitas, a ver se a minha “tempestade” argumentativa passava depressa…

            5- Se uma qualquer incoerência ateísta não desfaz a primavera da sapiência e veracidade, até porque os ateus, sendo humanos, são imperfeitos, o mesmo não se poderá dizer da sacralização duma obra, a Bíblia, cuja coerência divinal nunca poderia ser infirmada…
            …Mas foi-o…

            As contradições da Bíblia, incluindo sobre Jesus, nos meus 4 artigos, neste diário:

            1- http://www.diariodeunsateus.net/2013/10/28/biblia-contradicoes-1-de-4/

            2- http://www.diariodeunsateus.net/2013/11/02/biblia-contradicoes-2-de-4/

            3- http://www.diariodeunsateus.net/2013/11/06/biblia-contradicoes-3-de-4/

            4- http://www.diariodeunsateus.net/2013/11/12/biblia-contradicoes-4-de-4/

          • Oscar

            Ena tanto paleio para quê ? Para tentares demonstar o indemonstrável ? A questão é muito simples : que idoneidade merece um engenheiro aeronáutico ateu, que inclui na sua listagem, mais de meia dúzia de ” historiadores” ( a maior parte deles filósofos gregos, ou médicos, ou pretores romanos) que até morreram antes de J.C, nascer ? Nenhum. Um badameco que actua com tamanha falta de honestidade intelectual não merece a menor credibilidade. Depois, se a tese dele fosse válida, então, por exemplo, qualquer um de nós poderia coligir 126 indivíduos de qualquer nacionalidade e dizer, por exemplo, que nenhum deles teria aludido a Buda, a Maomé e que, portanto, Buda e Maomé nunca teriam existido. O argumento é obviamente falacioso. E tanto mais quanto é certo que, na época de Cristo, as pessoas não estavam propriamente em processo de globalização. Não sei se sabes, mas, nessa altura, ainda não havia Internet.

          • Anonimo

            E falta dizer que todos os documentos relativos a este assunto foram procurados e destruídos por judeus e romanos.
            Hoje vamos encontrando alguns que sobreviveram enterrados, mas são, de certeza, uma minoria.

          • anonimo

            O Paulkovich não investigou nada, nem sequer tem formação em línguas antigas. O que ele fez foi escrever um livro para totós, a desancar em cima do catolicismo (que ele nem sabe que é apenas um ramo do cristianismo e que os restantes ramos do cristianismo juntos, de forma crescente, aproximam-se de ser a segunda força religiosa do Ocidente e do mundo).
            Imaginou que tinha a capacidade fantasiosa e a prodigiosas imaginação de Dan Brown, mas ainda está muito longe.

            Aliás, usa dados completamente arbitrários, retirados da Internet, como se aqui existisse algo de cientificamente fiável. Depois, preocupa-se em contabilizar mortos, atribuindo-os à religião, quando nada tem ver.

            O Saramago, apesar de mais maçudo, era mais coerente.

          • Molochbaal

            Seja como for, não pode ser tão mau, como uma besta que nem sabe que as doze tribos já não existiam no tempo de cristo.

          • Oscar

            E onde está a tua prova, patarata ?

          • Alfredo Carpinteiro

            Acho que já estás a dar tilte. Toma os comprimidos que isso passa. Ainda não percebeste que todos aqui se estão a cagar para a tua conversa da treta. Quantos anos é que tu tens, 4? És muito infantil pá!!!

          • Molochbaal

            4 ?

            Conehço putos de quatro anos que são uns sábios intelectuais ao pé deste anormal.

            Agora deu-lhe com o arquivo de Simancas…

          • Molochbaal

            A minha prova ?

            Cara besta, a minha prova está na tua Bíblia e em qualquer livro de história hebraica, que relatam a destruição das dez tribos.

            TÓTÓ

            Eu nunca vi uma coisa destas, só vocês exibem a ignorância mais crassa com orgulho desmesurado, como se ser ignorante fosse uma grande coisa.

          • Oscar

            Ah, agora o molocho nazi deu-lhe para se armar em exegeta bíblico. Portanto, o que a bíblia diz, para ele, já passa a ser verdade. Mas diz lá então onde é que está essa cena bíblica sobre a não existência das 12 tribos de Israel. Vá, faz um esforçozinho, como se estivesses a cagar na tua latrina e precisasses de expelir mais um cagalhão.

          • Molochbaal

            Eu já te disse umas dez vezes fifi.

            Continua a fingir que não sabes ler ó palhaço de merda.

            Eu, com certeza, é que não vou ficara repetir eternamente a mesma coisa só para fingires que és ceguinho.

          • Oscar

            Mas ainda não percebeste que eu te ponho aqui a rolar como uma barata tonta ? És tão imbecil que nem isso consegues entender ?

  • João Pedro Moura

    O PROMETIDO É DEVIDO

    Conforme me comprometi abaixo, já obtive uma resposta, não ainda do Michael Paulkovich, mas sim dum amigo, editor da página, que também já referi, http://www.jesusneverexisted.com/paulkovich.html , página essa em que o Paulkovich apresentou o seu livro.

    A resposta, que transcrevo, ipsis verbis, a seguir, mostra aquilo que eu pensava e que era a hipótese mais plausível: alguns escritores, que constam na lista dos 126, supostamente anteriores à época de JC, são realmente homónimos desses escritores AEC (Antes da Era Comum), à boa maneira da tradição romana de repetição dos nomes de antepassados ilustres da família.

    Portanto, a efusiva exaltação do comentador profissional desta casa, o conhecido heteronimista metastático, “Oscar”, em que, supostamente teria “apanhado” um ateu, não ocorreu…

    Registe-se o esforço ingente deste comentador, e doutros apaniguados da causa perdida do JC e da bondade do cristianismo, em tentar e intentar apanhar em falso algum ateu, e ninguém é perfeito, sem previamente manifestar uma dúvida, mas antes insistindo numa “certeza”…

    …”Certeza” esta, quiçá, da mesma cepa com que afirma a existência do seu Jesus Cristo de fancaria, da suposta bondade do seu cristianismo do “amor aos inimigos” (de que o inefável Oscar dá sobejos exemplos diariamente…), e do criacionismo de pacotilha, com que a teísta criatura se pretende adversar à origem e evolução da vida, via materialismo, alegando que tal vida nunca poderia ocorrer em centenas de milhões de anos de evolução natural da Terra…

    …Mas o seu deus, fútil, inútil e, essencialmente, improcedente e inexistente, já poderia ter ocorrido, não em centenas de milhões de anos, mas numa fração de segundo, em pose majestática de omnipotente, omnisciente e omnipresente, criador, governador e justiceiro, enfim, coisa pouca e mais plausível do que a ocorrência duma minúscula cadeia de aminoácidos e posterior cadeia de proteínas e posterior vida, em centenas de milhões de anos de evolução…

    Aqui vai a transcrição da resposta, oriunda dos EUA, à minha interpelação sobre a contemporaneidade de todos os escritores da lista de 126:

    “Tell your Christian adversaries to check their facts. Yes, of course, a writer before the time of Jesus cannot be cited. But equally, in the Roman world illustrious names were often used through several generations. Though it is easy to get confused by our sources (ancient writers did not write for our benefit!), the individuals cited by Michael are correct:

    Gaius Cassius Longinus was a descendant of one of Caesar’s assassins, who, among other things, became proconsul of Asia minor in 40–41 AD and legate of Syria in 41-49 AD.

    Gnaeus Domitius Corbulo was a general forced him to commit suicide by emperor Nero.

    Alexander Lysimachus was a brother of Philo who had charge of customs (tax) collection at the port of Alexandria in the time of emperors Tiberius and Claudius.

    Asclepiades was the name of a physician of Prusa in the time of emperor Hadrian (and is not to be confused with another Asclepiades from the last century BC).” (Kenneth Humphreys)

    • Oscar

      As as transcrições da wikipédia, que eu citei, são totalmente contrárias ao que esse indivíduo agora vem dizer. Ele agora até pode vir sustentar que o branco é preto, ou que a Terra é quadrada, ou qualquer outra patacoada do género. Mas a verdade, verdadinha,é esta:

      1 – Asclepiades of Prus morreu em 40 a.C

      2 – C.Cassius Longinus morreu em 42 a.C

      3 – Gnaeus Domitius morreu em 31 a.C.

      4 – Hallicarnensis Dionysus II morreu em 343 a.C.

      5 – Lysimachus morreu em 281 a.C.

      6 – Phaedrus morreu em 39 a. C

      7 – Sotion morreu em 170 a.C.

      Contra factos, documentalmente provados, não há argumentos e a suposta resposta é totalmente evasiva quanto à totalidade destes 7 exemplos.

      O seu autor pronunciou.se sobre quatro dos sete exemplos, e quanto aos outros três ? Hallicarnensis Dionysus II ? Phaedrus ? E Sotion ? Aqui o autor dessa resposta entupiu. E já lá diz o provérbio que quem cala consente…

      • Molochbaal

        Caro aldrabão.

        Tu és conhecido por falsificar tudo o que podes.

        Tu falsificas nicks, identidades, alteras citações para lhes mudar o sentido, etc etc etc.

        Porque é que alguém iria acreditar em ti, precisamente em ti, em vez de outra pessoa qualquer ?

        Eu, mais depressa acreditava no ricardo salgado do em ti…

        • Oscar

          Pois, a idiotia ateísta faz com que os imbecis como tu nem sequer consigam contrapor documentos justificativos do que afirmam. Eu já demonstrei, com os links da wikipédia, que 7 dos 126 ” escritores” indicados pelo engenheiro patarata, morreram antes de Jesus Cristo nascer. E quais foram as contraprovas apresentadas por tu ou pelo JPM ? NEM UMA para amostra. Vocês julgam que com a vossa verborreia convencem alguém ? Pobres tontitos.

      • João Pedro Moura

        OSCAR disse:

        “As as transcrições da wikipédia, que eu citei, são totalmente contrárias ao que esse indivíduo agora vem dizer.”

        Parece que não queres perceber…

        1- As tuas “transcrições” da Wikipédia em nada concernem aos nomes das pessoas que eu referi e que o meu respondente aludiu, pois que as tuas referem-se a pessoas “antes de Cristo” e defuntas, que tu confundes com os homónimos “D.C.”, constantes na lista dos 126…

        Parece que não queres perceber que esses defuntos, a que aludes, não são os mesmos que constam da lista de Paulkovich. São homónimos…

        2- Quanto à tua lista dos 7, não és tu que marcas a minha agenda, pois eu só apresentei uma lista de 4 ao americano…

        …Mas, pela resposta, conclui-se, analogamente, que se trata de homonímia entre escritores antes e depois da era cristã, pois era costume a repetição de nomes, pelo menos, na época romana, nas famílias ilustres…

        …Tal como eu supunha…

        3- Reitero que os 126, enquanto coletivo, não tinham que mencionar, necessariamente, Jesus nas suas crónicas. Não pode ser essa a perspetiva de M.Paulkovich.

        A perspetiva é a seguinte:

        Num conjunto de dezenas e dezenas de escritores coevos, que escreveram algo sobre a sociedade, a política, a religião ou outro assunto díspar, necessariamente que, entre eles, haveria um número avultadíssimo que referenciaria um tal Jesus Cristo, se este tivesse existido, acrescidamente detentor de poderes taumatúrgicos de que ninguém poderia duvidar, porque é impossível duvidar dum deus operando prodígios e que, concomitantemente, reuniria multidões avassaladoras, sem paralelo na História…

        4- Ora, como tu sabes, de acordo com a narrativa bíblica, uns seguiram-no; outros ignoraram-no; os políticos dominantes deram-lhes pancada, nuns casos, e chacinaram sequazes, noutros casos; continuou a haver judeus, o que seria impossível, se o teu JC fosse realmente um messias, de que os judeus ansiavam ardentemente, pois a conjuntura crescentemente depressiva para os judeus levou-os a confrontos posteriores com os ocupantes romanos e ao quase aniquilamento total dos judeus e consequente diáspora… sem qualquer movimentação dos mesmos, em nome dum hipotético Jesus, redentor e salvador de coisa nenhuma…

        5- Se o teu “senhor” tivesse realmente existido, outra teria sido a História palestina e judaica… pois então essa região e esse povo seriam convertidos em “povo eleito”, dum só messias, então aparecido, duma só religião, duma força avassaladora e crescente, sem paralelo na História, com registo em múltiplas histórias, historiadores, cronistas, políticos, pobres, ricos, homens, mulheres… todo o mundo unido num só deus, num só povo, num só Estado e não em supostas 12 tribos de ressabiados e decadentes indígenas… “Ein Volk, Ein Reich, Ein führer”, num totalitarismo mundial, de mansuetude ovelhum e repasto abundante…

        …Mas não foi isso que se passou…

        • Molochbaal

          Concordo.

          Se realmente fosse um deus, teria revolucionado imediatamente a sua época. A maior parte dos escritores e historiadores da época falariam dele, tal como falavam dos imperadores ou dos grandes filósofos e acontecimentos do seu tempo.

          Mas, contrariamente aos que os aldrabões de serviço dizem, os escritores coevos de cristo ignoram-no totalmente.

          Até já aqui li a lata de compararem cristo com figuras históricas como os imperadores, quando, em relação aos imperadores, nós temos os discursos deles, as leis deles, moedas cunhadas, estátuas, monumentos, referências a eles em pessoas coevas, como nos discursos dos seus inimigos, nos historiadores, etc etc etc etc.

          Evidentemente que não se pode colocar jesus ao nível de figuras perfeitamente conhecidas, como os imperadores. E podemos acrescentar que, se realmente fosse um deus que andava a ressucitar os mortos ele seria MAIS conhecido no seu tempo dos que os imperadores, porque, como tu disseste, arrastaria povos inteiros.

          Logo, podemos concluir que tal figura mítica, percursora do filme dos walking dead, que andava a ressucitar mortos, nunca existiu.

          Com uma ressalva.

          Se realmente não foi um deus, mas um carpinteiro com umas ideias baris, é perfeitamente natural que a maioria do império romano não tenha dado por ele.

          Só começou a dar, muito depois, quando os seus seguidores, para o divinizar, acrescentaram uma data de efeitos especiais, com curas miraculosas, ressuscitações de mortos etc etc.

          Assim sendo, é perfeitamente possível que tenha existido – não o deus, mas o carpinteiro.

        • Oscar

          Psstttt…ainda estou à espera das tuas contraprovas quanto aos 7 casos que enunciei.Venham elas, chuta aí os respectivos documentos que possam contrariar os links da wikipedia que citei. Contraprovas entendes ? Documentos que mostrem a oca refutação do teu respondente. Vá, mostra aí esses documentos. Até agora, o teu respondente limitou-se a negar o que eu afirmei.Mas a mera negação não prova nada.É apenas a estratégia daqueles que se ficam nas covas e já não sabem como sair da vergonha em que tu e o teu engenheiro aeronático ignorante se meteram. Citares os documentos dos teus ” homónimos” é que nem vê-los…

          • João Pedro Moura

            OSCAR disse:

            “Citares os documentos dos teus ” homónimos” é que nem vê-los…”

            1- Eu limitei-me a divulgar um livro, que apresentou uma perspetiva interessante sobre “JC” e, portanto, o cristianismo.

            2- No seguimento dessa divulgação, emergiu uma série de nomes, da “lista dos 126”, que, aparentemente, remontariam à época anterior ao dito JC.

            3- Inquirido o dono da página, onde foi apresentado o livro, sobre a hipotética extemporaneidade dalguns nomes, respondeu-me que tais nomes são da era cristã e homónimos doutros, da era anterior.

            4- Evidentemente que, quem quer saber mais, nomeadamente os documentos coevos em que se funda o autor Michael Paulkovich, terá que ler o livro…

            5- A não ser que os contraditores deste autor já tenham provas suficientes da existência do famigerado JC, isto é, de “Deus”, que permita dispensar a argumentação de M. Paulkovich…

  • respeitoaoproximo

    Boa noite, aos que precisam de fatos históricos seguem alguns. http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/jesus-historico-como-a-ciencia-pode-ajudar-a-entender-o-comeco-do-cristianismo
    E gostaria de lembra-los que, so se tenta negar a existencia de algo que existe ou existiu.. se Jesus nao existiu, porque tentam negar insistentemente?
    Vocês tem duvidas sobre isso?

  • respeitoaoproximo

    Boa noite,
    Aos que precisam de fatos historicos, seguem alguns para ajudar:
    http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/jesus-historico-como-a-ciencia-pode-ajudar-a-entender-o-comeco-do-cristianismo
    Eu gostaria de compreender a insistencia em tentar negar algo que supostamente nao existe ou nunca existiu para vocês. Para negar a existencia de algo é porque ela existe. Voces tem duvida sobre a existência?

  • Ivani Medina

    Por que essa história continua na penumbra? Não devia ser
    assim. No entanto, quando fazemos uma aproximação dos fatos com fatos e
    não com ideias, é possível outra conclusão. http://cafehistoria.ning.com/profiles/blogs/paguei-pra-ver

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